Archive for Julho 2011
#BOLHA : Despesa com #juros soma quase R$ 120 bi no semestre e bate recorde
Esse é o valor dos juros incorporados à dívida pública no 1º semestre.
Maior impacto do crescimento se deve à taxa básica de juros, diz BC.
O governo da"incompetenta" faz especulação financeira com os super juros e fragiliza a economia brasileira justo em um momento de crise mundial. Estamos no limite de uma bolha especulativa que pode colocar o Brasil em uma situação muito complicada. Mas a "incompetenta" só se preocupa com o enriquecimento de seus parceiros de negócios e financiadores de campanha, e o cidadão vai pagar a conta através da mais severa tirania fiscal do mundo, que é a brasileira. Entende para onde vai o dinheiro dos impostos? Para uma ciranda financeira abusiva e especultiva promovida pelo próprio governo.
As despesas com juros incorporadas à dívida pública, que inclui o governo federal, os estados, municípios e empresas estatais, somaram o valor recorde de R$ 119,47 bilhões no primeiro semestre deste ano, segundo números divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Banco Central.
Trata-se da primeira vez, para os seis primeiros meses de um ano, que os gastos com juros ultrapassam a barreira dos R$ 100 bilhões. Contra o mesmo período do ano passado, quando as despesas com juros totalizaram R$ 92,2 bilhões, houve um crescimento de 29,8%, segundo números da autoridade monetária.
Na proporção com o Produto Interno Bruto (PIB), porém, as despesas com juros não bateram recorde. No primeiro semestre deste ano, a apropriação de juros representou 6,12% do PIB , ainda segundo dados do BC, o que representa o maior valor desde 2008 (6,15% do PIB).
“A trajetória de juros mostrou tendência de crescimento. Reflete crescimento da inflação, visto que alguns indexadores da dívida são a inflação, mas também o crescimento da taxa básica [de juros da economia brasileira, fixada pelo próprio BC] e o próprio aumento da base [estoque da própria dívida]. O que impactou mais, certamente, foi a taxa Selic”, declarou Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC.
Aumentos de juros
Para controlar a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central subiu a taxa básica de juros da economia brasileira em 1,5 ponto percentual no primeiro semestre deste ano, passando de 10,75% ao ano, em dezembro do ano passado, para 12,25% ao ano em junho de 2011.
Caso esse aumento de 1,5 ponto percentual seja mantido por 12 meses, o impacto na dívida pública federal será de R$ 8,5 bilhões. E este é o impacto somente na dívida do governo atrelada à taxa básica de juros, que somou R$ 572,8 bilhões em junho. Ainda há o impacto secundário do aumento dos juros básicos da economia nos leilões títulos públicos prefixados (definidos no momento da venda). Quando a taxa Selic sobe, o mercado também cobra taxas maiores para comprar os títulos prefixados do governo.
Os dados do BC mostram que foram justamente as despesas com juros do governo federal que mais contribuíram para o valor recorde de pagamento de juros no primeiro semestre deste ano. Dos R$ 120 bilhões de despesas com juros de todo o setor público, R$ 100 bilhões referem-se à dívida do governo, e outros R$ 20 bilhões são de responsabilidade dos estados, municípios e estatais.
Fonte: http://g1.globo.com/economia
Ilustração: acertodecontas.blog.br
#GASOLINA e #ETANOL vão aumentar de preço por incompetência do governo
Gabrielli diz que preço da gasolina precisa ser revisto

Para o governo é mais fácil importar combustível do que incentivar a agricultura brasileira? Parece que é isso que pensa a presidenta incompetenta. Que esqueceu que o Brasil é autosuficiente em combustíveis, desde que isto seja devidamente planejado e implementado. O preço mundial do açucar aumenta e por isso vale mais a pena exportar açúcar, dizem os usineiros. Mas na verdade o que faltou foi PLANEJAMENTO da safra de cana por parte do governo que deveria ter previsto o incnetivo a uma produção que atendesse a demanda. Dilma sequer recebe os empresários que não são da turma dela e o setor canavieiro respondeu a altura, procurou seus interesses e preferiu exportar açúcar. E como solução o governo opta por desabastecer o mercado brasileiro e aumentar o valor do combustível aumentando, assim, o valor arrecadado com impostos. A incompetência e falta de compromisso com a saúde da economia brasileira são as marcas mais fortes deste governo. Por isto insisto em aleratar: ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA INCOMPETENTA.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou hoje (29), durante o balanço do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), que é impossível manter o preço da gasolina eternamente diferente das cotações do mercado internacional. Ele indicou, porém, que, devido à instabilidade do mercado, é preciso aguardar para que haja uma definição melhor de preços.
Gabrielli voltou a afirmar que é necessário, a longo prazo, fazer uma adequação de preços, mas que isso depende de vários fatores. “Se ficar acima do preço internacional muito tempo, os distribuidores buscarão o produto [no exterior] e as importações crescerão. Se ficar abaixo, alguns irão comprar e exportarão. [Mas é] impossível, do ponto de vista econômico, manter o preço descolado do mercado internacional se houve uma estabilização”, disse.
Por outro lado, se houver uma variação muito grande do preço internacional do petróleo, do álcool e do câmbio não será possível tomar qualquer decisão, no momento, sobre alteração no preço do combustível.
Segundo ele, o governo tem acompanhado atentamente o preço da gasolina no mercado internacional e a redução da produção de etanol no mercado interno. Na última quarta-feira (27), ficou decidido que não haverá, por enquanto, alteração no percentual de etanol anidro adicionado à gasolina, que hoje é de 25%, pois o mercado, na avaliação do governo, encontra-se estável, sem risco de desabastecimento.
A decisão foi tomada depois de uma reunião com integrantes dos ministérios de Minas e Energia, da Fazenda, Agricultura, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, além de representantes da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Uma nova reunião está marcada para o dia 30 de agosto, para decidir se a mistura será alterada. Se houver alguma modificação, ela passará a valer a partir do final de setembro.
Autor: Daniel Lima, Sabrina Craide e Pedro Peduzzi para Agência Brasil
Fonte: www.jb.com.br
#MARACUTAIA Os longos tentáculos da corrupção do PT

Até onde vão os tentáculos e ventosas das fraudes promovidas pela base do governo? Quem pagou? Quem se beneficiou? Será que foi dinheiro para campanhas políticas como a da Dilma? O grupo que está no governo está conseguindo marcar sua presença no governo como o goveno da negociata. É possível que no futuro os historiadores chamem este período da história do Brasil de ERA DA MARACUTAIA.
TCU identifica conluios de empresas de políticos e de servidores em licitações
Auditoria em mais de 142 mil contratos revela que funcionários públicos sócios de empresas contratadas integraram comissões de licitação
BRASÍLIA – Em matéria de negócios públicos, não são só os parlamentares que dão o mau exemplo e burlam a Constituição. A superauditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 142.524 contratos do governo federal assinados entre 2006 e 2010 mostra que as licitações viraram um jogo de cartas marcadas. A ponto de o TCU ter achado casos em que o governo contratou empresas que têm como sócios os servidores públicos do órgão que fez a licitação.
Mais que isso: em meio a licitações de obras e serviços no valor de R$ 104 bilhões, o tribunal encontrou funcionários públicos que além de serem sócios de empresas que fizeram negócios com a União participaram da comissão de licitação que fez a contratação da própria empresa.
Diante desse descalabro, a auditoria do TCU concluiu que “as irregularidades estão disseminadas entre todos os gestores”. A auditoria foi feita entre abril e setembro do ano passado no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (Siasg) e no Comprasnet, principais instrumentos de gerenciamento de todas as licitações e compras do governo federal.
O relatório do TCU menciona, por exemplo, uma licitação ocorrida no 59.º Batalhão de Infantaria Motorizado do Comando do Exército, localizado em Maceió. Dos sete participantes, três possuíam sócio em comum. O administrador de uma das empresas era sócio administrador de outras duas.
Vício generalizado. As fraudes são tantas, tão explícitas, que o TCU alerta para o fato de que outros órgãos públicos, fora do Siasg e do Comprasnet, “acabaram herdando seus vícios”.
A auditoria produziu uma lista sigilosa, enviada à Câmara, ao Senado e ao Ministério Público Eleitoral, com nomes de todos os parlamentares que são sócios proprietários de empresas que têm contratos com o governo – o que vedado pela Constituição.
De acordo com o artigo 54, deputados e senadores não podem firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público e ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada. Apesar da clareza do artigo, o governo aceita esses negócios desde que o parlamentar se licencie e se afaste da administração cotidiana da empresa.
Digital. Os auditores do TCU citam um caso emblemático: um parlamentar “assinou pessoalmente o contrato (do negócio com o governo) durante o exercício do mandato”.
O Estado mostrou em reportagens recentes que os nomes do deputado Paulo Maluf (PP-SP) e do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) estão no documento entregue pelo TCU à Câmara.
Uma empresa de Maluf, a Maritrad Comercial, recebe cerca de R$ 1,3 milhão ao ano do governo federal pelo aluguel do prédio onde funciona a sede da Procuradoria da Fazenda Nacional, em São Paulo. O contrato foi celebrado com “dispensa de licitação”.
Empresas de Eunício Oliveira mantêm contratos milionários com a União. A Manchester Serviços Ltda. venceu uma licitação fraudada no valor de R$ 300 milhões na Petrobrás.
A lista com os nomes dos parlamentares não foi divulgada até hoje, apesar de o relatório do TCU ter ficado pronto há duas semanas. Os nomes foram para um anexo classificado como sigiloso e entregue ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-SP).
Apesar de o TCU não ter quantificado o custo das fraudes para o Erário, o relatório de 70 páginas mostra que os auditores chegaram a detectar casos de “graves indícios de irregularidades”, o que obrigou o tribunal a abrir 13 representações. No total, foram identificados 100 mil indícios de irregularidades.
A Câmara informa que tratará da auditoria TCU na próxima semana, no reinício dos trabalhos do Legislativo. O Senado diz que não recebeu a documentação.
O relatório do ministro Valmir Campelo foi aprovado pelo tribunal no início deste mês. O Ministério do Planejamento alegou que não poderia se manifestar sobre a auditoria pois não foi, ainda, oficialmente comunicado do resultado. Sete ministérios foram alertados pelo TCU sobre o número elevado de irregularidades, entre eles o dos Transportes, do Turismo e da Cultura. Os auditores apontam reiteradas vezes a “inconsistência” de informações fornecidas pelos órgãos públicos, “que prejudicam não só o planejamento e a gestão das contratações públicas”.
Autor: Rosa Costa, de O Estado de S.Paulo
Fonte: www.correiobraziliense.com.br
#INFLAÇÃO Governo empurra meta com a barriga.

Ao contrário do que o governo anuncia a inflação não está ligada ao aumento do consumo; ela está ligada ao aumento dos GASTOS PÚBLICOS e da DÍVIDA DO GOVERNO. A causa da inflação é a emissão maior de dinheiro (mais notas de papel moeda no mercado). Charge: www.carlosbritto.com
Inflação na meta só em 2013 e não mais em 2012 como previa o Banco Central
Apesar dos compromissos públicos assumidos pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, de levar a inflação para o centro da meta (4,5%) até o fim de 2012, boa parte do mercado financeiro está convencida de que a autoridade monetária abriu mão desse objetivo. Essa visão se consolidou depois da divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada, na qual a taxa básica de juros (Selic) saltou de 12,25% para 12,50% ao ano. No documento, o BC retirou o trecho no qual reforçava a sua determinação em pôr a inflação na meta no ano que vem e indicou que o processo de aumento da Selic — foram cinco aumentos seguidos neste ano — chegou ao fim.
A interpretação dos analistas provocou reações dentro do governo. Para integrantes da equipe econômica, o mercado está cometendo um equívoco ao descartar os compromissos do BC. “Nada mudou. A determinação continua sendo a de levar a inflação para o centro da meta em 2012”, disse um dos auxiliares mais próximos da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, o aperto monetário promovido até agora, somado às medidas para a contenção do crédito, levará a atividade a crescer a um ritmo de 4% no segundo semestre, o que empurrará a inflação para o centro da meta nos próximos meses.
Dentro do governo, há indicadores mostrando que, de outubro a abril do próximo ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses cairá sistematicamente, encostando nos 4,5% e subindo até os 4,8% no fim de 2012, portanto, muito próximo do objetivo definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A equipe econômica prevê ainda que os preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional) se manterão comportados, pois a economia global, que enfrenta incertezas crescentes, terá expansão menor. “Mesmo com a grande sobra de recursos no mundo, não há sinais de altas fortes nem de quedas expressivas nas cotações das commodities”, disse um técnico.
Os assessores de Dilma lembraram que, até a próxima reunião do Copom, em 30 e 31 de agosto, nenhum indicador econômico relevante será divulgado. Assim, nada impede que o BC mantenha os juros inalterados e avalie o horizonte para se certificar de que tudo está sob controle. Paradas técnicas são comuns entre Bancos Centrais de todo o mundo. Valem tanto para retomar o processo de alta dos juros quanto para iniciar um processo de baixa. “Não temos dúvida: a inflação convergirá para as metas antes do previsto pelo mercado, sem que seja necessário empurrar o país para uma recessão, mesmo que breve”, ressaltou um dos assessores.
Perda de fôlego
Diante do que leu na ata, o economista-chefe do Banco BES Investimento, Jankiel Santos, foi enfático: “O Banco Central só elevará os juros se for forçado”. Na sua avaliação o Copom vai pagar para ver, ou seja, interromperá as cinco altas consecutivas dadas até então para observar melhor o resultado das políticas já adotadas e também do impacto do deteriorado cenário internacional na inflação interna. Mas, para o economista, o atual patamar da taxa Selic não é suficiente para fazer a inflação convergir para a meta em 2012.
Também o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC),Carlos Thadeu de Freitas Gomes, aposta no fim do aperto monetário. Para ele, que já foi diretor do BC, a ata foi neutra. No documento o Copom considerou favoráveis as perspectivas para a inflação, classificou o cenário externo como incerto, deixando a dúvida para o cenário interno, onde a economia ainda está aquecida. “Na dúvida, é bom parar e observar. Na atual circunstância, considero correta a condução da política monetária, “ disse.
Na avaliação do economista da CNC, se o Banco Central puxar muito a taxa de juros agora, a valorização do real será ainda maior, com muito mais atratividade para o capital externo. “A economia está perdendo o fôlego. O mercado de trabalho tende a se enfraquecer”, observou. Freitas não vê, na atual circunstância, grande problema se o BC estiver mesmo mirando o centro da meta de 4,5% para a inflação apenas em 2013.
Para a consultoria Tendências, um aumento ou não na taxa Selic na próxima reunião não está fechado. “A ata do Copom não trouxe sinalizações sobre o que deve ser a política monetária nos próximos meses”, disse a economista Alessandra Ribeiro. Ela ressaltou que, do jeito que o documento foi escrito, deixou espaço para múltiplas interpretações. “A elevação para 12,50% já pode ter sido a última, como também podemos ter mais uma alta para 12,75%, encerrando o ciclo.” A expectativa da Tendências é de mais uma alta em agosto. “Avaliamos que os riscos, principalmente advindos do cenário doméstico, são muito mais relevantes do que os vistos pelo BC. Daí o nosso viés de alta para a inflação de 2012, que se encontra em 5,2%”, disse a economista.
Riscos domésticos
Na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central continuou avaliando que o cenário prospectivo para a inflação segue mais favorável. Embora aponte que as projeções de inflação pioraram tanto no cenário de referência (da instituição) quanto no de mercado, o BC vê uma trajetória mais favorável para os preços das commodities. Para a autoridade monetária, os riscos do mercado doméstico estão marcadamente menores.
Autores: Vânia Cristino, Vicente Nunes.
Fonte: www.correiobraziliense.com.br
#NEPOTISMO Marcelino e sua mulher

Nepotismo, pode parecer uma pequena falha comparado a roubalheira, mas é através dele, do nepotismo, que se operam as maracutaias com o dinheiro público. Explica aí Gleisi e Bernardo...será que não é complicada esta história de parentes ocuparem cargos de Estado e estarem juntos envolvidos em negócios? Ainda mais quando eles tem consultorias e compartilham outras atividades fora do governo, como por exemplo, campanhas políticas? Qualquer semelhança com Bernardo e Gleisi é mera coincidência.
Marcelino Augusto Rosa é o 20º a perder o cargo após denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes
BRASÍLIA – O Coordenador Geral de Operações Rodoviárias do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Marcelino Augusto Santa Rosa, perdeu o cargo. A informação foi confirmada nesta sexta-feira, 29, pela assessoria do órgão. Rosa é o 20.º funcionário do governo a ser demitido após as denúncias de esquema de corrupção no Ministério dos Transportes.
Rosa foi exonerado depois de reportagem do jornal O Globo, publicada nesta sexta, mostrar o envolvimento de sua mulher em negócios com o Dnit. Segundo o jornal, a mulher dele, Sônia Lado Duarte Rosa, é procuradora de oito empresas contratadas pelo Dnit, a maioria ligada à sinalização de rodovias. A exoneração do coordenador deve ser publicada na segunda-feira no Diário Oficial da União (DOU).
Não é a primeira vez que a mulher de um servidor do órgão se envolve no escândalo dos Transportes. Recente reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que uma construtora da mulher do diretor executivo do Dnit, José Henrique Sadok de Sá, recebeu R$ 18 milhões para tocar obras em rodovias federais vinculadas a convênios com a própria autarquia. Sadok também perdeu o cargo.
Desde o início da crise, 20 pessoas foram afastadas, entre elas o ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Nesta sexta, o novo ministro, Paulo Sérgio Passos, afirmou que se necessário, fará novos “ajustes” na composição do ministério e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), afastando mais pessoas, para dotar o órgão “das melhores condições do ponto de vista do profissionalismo”.
Passos anunciou que será publicado no Diário Oficial um decreto dando poderes ao Conselho de Administração do Dnit para garantir o funcionamento do órgão até a nomeação dos novos diretores. O ministro adiantou que a presidente Dilma Rousseff deve escolher os novos diretores e encaminhar seus nomes para análise do Senado na próxima semana.
Segundo Passos, o decreto dará condições para que a “administração do órgão possa ocorrer de forma normal”. Até a efetivação da nova diretoria, os membros do conselho de administração poderão designar substitutos temporários, para evitar a “paralisia do órgão”. Passos também reafirmou que está à disposição do Congresso para prestar esclarecimentos sobre a crise no ministério, caso seja convidado ou convocado a comparecer a uma das Casas legislativas. Ele acrescentou que o encaminhamento desse depoimento caberá à “área política do governo”. / COM ANDRÉA JUBÉ
Autor: Leandro Colon, de O Estado de S. Paulo
Fonte: www.estadao.com.br
Frigoríficos querem mudar imagem da carne brasileira

O rebanho brasileiro cresce POR CAUSA do governo, ou APESAR deste governo? Certamente juros altos, burocracia para o financiamento e oneração dos insumos não são formas de incentivo ao setor. Mesmo assim o setor primário brasileiro garante o saldo positivo da balança comercial e produz divisas e alimentos para o Brasil mesmo diante das dificuldades e tendo, até mesmo, que defender-se até de criminosos organizados e financiados pelo governo que invadem terras e destróem plantações.
A cadeia da carne está lançando um programa de contra-ataque ao que chamam de criação de uma “imagem negativa da pecuária”, motivada por desmatamentos, queimadas e trabalho escravo em fazendas nos rincões de fronteira agrícola do país.
A ideia da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) é apresentar bons exemplos da atividade e contestar o que considerarem informações equivocadas divulgadas por grupos como o Peta, que milita pelos direitos dos animais.
Chamado de “Pecuária do Brasil”, o programa será um complemento do Brazilian Beeff, usado para na promoção da carne brasileira no exterior.
Fernando Sampaio, diretor executivo e coordenador de Sustentabilidade da Abiec, está à frente do projeto. Leia, abaixo, entrevista que concedeu.
Imagem da carne
A Abiec sempre promoveu exportação, e o mercado interno ficou esquecido. O consumo de carne vem crescendo, mas quando se vincula poluição e desmatamento à pecuária, cria-se uma imagem negativa da atividade, que de certa forma sendo usado contra nós. Vamos criar uma força-tarefa para desmentir isso. Temos que combater essa imagem negativa que estão passando.
Desmatamento
O desmatamento não é culpa da pecuária. É muito mais do Estado, falta um processo de regularização de terrras. Há terras indígenas sendo demarcadas em cima de gente que já estava lá, mas sem título legalizado. São problemas básicos que devem ser resolvidos para que você tenha um controle melhor, e isso não pode ser atribuído à pecuária.
Contra-ataque
Temos informação para contra-atacar. Quando o Peta fala que um bife consome não sei quantos mil litros de água, temos informação para dizer que isso não é verdade. A nossa estratégia é informar. Se sair alguma notícia que a gente sabe que é errada, a gente vai responder.
Programa Pecuária do Brasil
Vamos complementar o Brazilian Beef com o Pecuária do Brasil. A primeira preocupação da campanha é desfazer mitos como o de que a carne faz mal, que contribui para o aquecimento global ou que que gasta quase 15 mil litros por animal.
Brazilian Beef
Sempre usamos o Brazilian Beef para vender a carne brasileira como a de um boi a pasto, natural, gostosa, e barata. Mas hoje os preços de boi no mundo inteiro estão se harmonizando. Então precisamos vender o conceito da carne brasileira. E para isso temos que contar a história da pecuária brasileira e desvincular essa imagem negativa que estão contando por aí.
Histórias positivas
Vamos gerar histórias positivas, casos de sucesso da pecuária. Vamos mostrar que a pecuária está gerando emprego e desenvolvimento, que não é aquela imagem do boi no mato queimado. Aquilo lá não pode se tornar a verdade para a atividade. A gente quer contar a história de todo o resto. Tem famílias que estão na pecuária há cem anos, tem propriedades aplicando tecnologia, melhorando a produtividade, investindo em genética, pecuarista que faz escolinha para crianças. O que a gente quer é que essa imagem do boi no mato queimado não se torne a história única imagem da pecuária nacional.
Bem-estar animal
Nenhum pecuarista tem interesse em fazer um animal sofrer. Boi que passa fome não dá dinheiro. Para a gente isso é óbvio, mas para o público em geral, não. Nosso interesse é fazer com que o bicho tenha a melhor vida possível no pasto e um abate humanitário, porque isso afeta a qualidade da carne. São coisas que a gente conhece, e que a gente quer fazer o público conhecer também.
Rastreabilidade
A gente tem controle sobre isso gado em áreas ilegais. O frigorífico não compra de quem está na lista suja do Ibama, do Ministério do Trabalho ou do Ministério Público. Os maiores frigoríficos têm monitoramento georreferenciado de seus fornecedores na região amazônica. Se o fornecedor está em conflito com terra indígena ou unidade de conservação, ele é excluído do fornecimento. O ilegal está excluído das vias normais de comercialização. O problema é que a gente sabe que ele continua vendendo para alguém.
Abate clandestino
O ilegal vai abater em um matadouro de fundo de quintal e vender em um mercadinho da região. Essa carne está indo para algum lugar, mas a indústria não tem como combater esse sujeito ou esse comércio paralelo de carne. Isso é uma questão de saúde pública.
Produção
No Brasil, podemos facilmente dobrar a produção diminuindo a área de pastos usando tecnologia simples que temos hoje, como manejo rotacionado, adubação de pastagem, inseminação artificial, genética, suplementação alimentar. São técnicas que, se fossem aplicadas em larga escala, podiam incrementar em muito a produtividade brasileira. Agora, para isso acontecer, é preciso ter duas coisas: acesso a crédito e educação. Informação, consientização e gestão econômica da propriedade. A pecuária antigamente era vista mais ou menos como uma poupança. O cara tinha boi no campo, e quando precisava de dinheiro, vendia. Hoje não, tem que gerar renda, ele participa de uma cadeia econômica importante. Só que muitos produtores pequenos ainda não enxergam a atividade desse ponto de vista empresarial. Eles têm que aprender a gerir a propriedade como uma atividade empresarial.
Agricultura
A pecuária tem cedido terras para a agricultura. A área de pastagem diminuiu, mas a produção de carne continua aumentando. Vemos isso em São Paulo e, principalmente, no Mato Grosso do Sul. Há muita área de pasto virando eucalipto, cana de açúcar e soja. Se não fosse a evolução da pecuária, a agricultura não tinha para onde expandir, a não ser em cima de floresta ou de cerrado.
Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/economia
Livro de História em 2050: COMO A INDÚSTRIA ACABOU NO BRASIL NA ERA DILMA

Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO... a incompetenta diz estar "preocupada" ou seja... não está nem ai.
Atividade industrial em São Paulo cai 0,9% em junho
O nível de atividade da indústria paulista caiu 0,9% em junho na comparação com maio. Em relação a junho do ano passado, houve crescimento de 3,9%. No acumulado do ano, a indústria evoluiu 3,4% e, nos últimos 12 meses, 4,3%. Com o ajuste sazonal, que leva em consideração peculiaridades do mercado a cada período pesquisado, houve queda no mês de 0,1%. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficou em 83,2%. Os dados estão no levantamento de conjuntura Indicador de Nível de Atividade (INA) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgado hoje (28), na capital paulista.
Entre os setores, a indústria de produtos químicos, petroquímicos e farmacêuticos registrou queda de 1,4% no mês. Entretanto, na comparação com junho do ano passado houve elevação de 12,5%. No acumulado do ano, o INA desses setores aumentou 6,5% e, nos últimos 12 meses, 1,8%. “Isso ocorreu porque a demanda para as empresas reduziu e esta redução ocorreu em função de estoques que haviam se construído. Ainda houve, durante o mês, a visão de que os preços iriam cair no mercado internacional, que também refreou”, disse o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, Paulo Francini.
Já no setor de máquinas e equipamentos, a queda foi maior, 2,4%, tendo ficado estável na comparação de junho deste ano com junho de 2010. Houve crescimento de 2% de janeiro a junho e de 7,75%, nos últimos 12 meses. “O setor também está sendo fortemente agredido pelo mercado de importados , mas percebe-se que, depois de uma reação vigorosa, veio a estagnação para o setor”.
Para os veículos e automóveis, a queda foi de 5,5% em relação a maio e de 4,4% em comparação a junho do ano passado, mas houve aumento de 2,1% nos sete primeiros meses do ano de 6,8%, no acumulado dos 12 meses.
Francini destacou que o mês de junho indicou um resultado não muito diferente dos meses anteriores e que a melhor palavra para definir o baixo índice de produção da indústria é a estagnação. “Esses resultados estão apontando para um crescimento medíocre em 2011, talvez algo em torno de 3 pontos percentuais comparativamente a 2010, que, possivelmente, estarão transitando abaixo do Produto Interno Bruto [PIB]. Sempre que olhamos a indústria abaixo do PIB pode ficar preocupado porque o PIB só tem crescimento expressivo quando a indústria tem crescimento acima de seu crescimento”.
Autor: Flávia Albuquerque para Agência Brasil
Fonte: www.jb.com.br
Foto: blogdoambientalismo.com
#CUSTOBRASIL Aumento da Carga Tributária Brasileira em 10 Anos Subtraiu R$ 1,85 Trilhão da Sociedade

Os contribuintes brasileiros são os mais massacrados do mundo. Sem saber quanto pagam, quando pagam ou para que o dinheiro é usado são vitimados pela falta de transparência, mais um dos sintomas do apagão ético de um (des)governo ocupado demais com o projeto de poder de um grupo que não tem limites éticos e que se instalou no comando do país atropelando leis, garantias constitucionais e os direitos humanos mais básicos, como o direito a usufruir do resultado econômico de seu trabalho. Este tipo de regime tem nome: DITADURA.
Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT apontou, em estudo prévio, que crescimento foi de cinco pontos percentuais em uma década.
A carga tributária brasileira cresceu significativamente em 2010, atingindo 35,04% do PIB, o que representa um aumento nominal de arrecadação de R$ 195,05 bilhões em relação a 2009 (17,80%). Os dados estão no estudo prévio apresentado nesta quinta-feira, 24, pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT. O estudo revela ainda que a carga tributária em relação ao PIB teve um crescimento de cinco pontos percentuais nos últimos dez anos passando de 30,03% no ano de 2000 para 35,04% em 2010.
Conforme dados apresentados pelo Instituto, a arrecadação federal apresentou crescimento nominal de R$ 137,13 bilhões (18,05%), enquanto a arrecadação dos estados foi de R$ 50,77 bilhões (17,51%) e os tributos municipais cresceram 14,27%, em termos nominais (R$ 7,14 bilhões). A carga tributária per capita do período cresceu 17,45% (nominal).
Os números demonstram que a carga tributária de 2010 registrou crescimento recorde, com arrecadação expressiva, se comparada ao ano imediatamente anterior, com um crescimento nominal de 17,80%, em comparação a 2009. Para o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, nos últimos dez anos os governos retiraram da sociedade brasileira R$ 1,85 trilhão a mais do que a riqueza gerada no País. “O agravante é que esses recursos não foram aplicados adequadamente, no sentido de proporcionar serviços públicos de qualidade à população. Todos nós precisamos cobrar da administração pública uma redução imediata da carga tributária, com a diminuição das alíquotas dos principais tributos, medidas que venham a ‘desafogar’ os cidadãos brasileiros, que estão no seu limite de capacidade de pagamento de tributos”, aponta.
O total da arrecadação em 2010 foi de R$ 1.290,97 trilhão contra uma arrecadação em 2009 de R$ 1.095,92 trilhão, com um crescimento nominal de R$ 195,05 bilhões. Os tributos que mais contribuíram para tal crescimento foram: ICMS (R$ 40,72 bi), INSS (R$ 32,87 bi) e COFINS (R$ 21,80 bi) e Imposto de Renda (R$ 16,60 bi).
No ano de 2010, cada brasileiro pagou aproximadamente R$ 6.722,38, representando um aumento aproximado de R$ 998,96 em relação a 2009.
Fonte: IBPT – www.ibpt.com.br
Para atender demanda, Gabrielli admite importação de gasolina
Gabrielli já havia citado o aumento da demanda como justificativa para um possível aumento no preço da gasolina

A venda de combustíveis abastece o governo de impostos que compõe perto da metade do preço da gasolina/etanol. Os postos de gasolina estão mais para postos de arrecadação tributária. O aumento do preço da gasolina, que seria devido a alta do etanol, tem um único responsável; a falta de planejamento da safra de cana. O descaso com o setor canavieiro está levando ao aumento do valor dos combustíveis e o governo está pouco se lixando, arrecada sempre e cada vez mais. Não existe compromisso do governo da incompetenta com o crescimento econômico ou mesmo com a estabilidade econômica. Salve-se quem puder.
SÃO PAULO – O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, admitiu que a empresa vai ter que importar gasolina este ano para atender ao crescimento da demanda interna, independente da esperada redução da mistura de 25% de etanol anidro. A expectativa era de que a companhia tivesse que voltar a importar o combustível caso fosse confirmada a intenção anunciada pelo governo de antecipar a redução da mistura no período de entressafra para setembro ou outubro deste ano, por causa da quebra de safra de cana-de-açúcar.
Segundo Gabrielli, houve um crescimento acima do esperado da demanda por gasolina este ano. Ele não soube dizer o porcentual, mas afirmou que o consumo aumentou principalmente devido ao crescimento da renda da população e, consequentemente, à compra de novos veículos – boa parte importados. “Os carros importados não são flexíveis e não utilizam etanol”, disse.
Gabrielli confirmou que haverá um déficit na balança comercial de derivados não somente este ano, mas durante os próximos anos, até 2015. “A capacidade da oferta está com gargalos que só serão sanados com a entrada em operação de novas refinarias”, disse.
Este ano, por conta da migração de consumidores de etanol para a gasolina durante a entressafra da cana-de-açúcar, a empresa teve de importar 1,5 milhão de barris do combustível em abril e 1 milhão em maio. O volume total equivale a três dias de consumo no País. No ano passado, a importação atingiu 3 milhões de barris.
Gabrielli destacou que a companhia não deve sofrer influências diretas das instabilidades econômicas do mercado internacional. Evitando falar sobre a hipótese de um calote da dívida norte-americana – “há a possibilidade de ele (o presidente Barack Obama) fazer um decreto, tudo são hipóteses ainda” – Gabrielli destacou que o auge da crise internacional, em 2009 foi um período em que a Petrobras fez elevados volumes de captações.
Pouco antes, em palestra para empresários da cadeia de petróleo, na Firjan, Gabrielli havia comentado sobre a necessidade de recursos para cumprir seu plano de investimentos. “Qual é o limitador que nós temos? Todo mundo deve se perguntar: será que estes caras estão malucos? De onde terão dinheiro para fazer tudo isso? Nós achamos que não temos problemas graves de dinheiro. Teremos amortizações de cerca de US$ 30 bilhões em dívidas no período. Vamos ter fluxo de caixa, captações no mercado e ainda vender ativos num processo inédito de desinvestimentos”, afirmou.
Indagado em entrevista sobre a possibilidade de reduzir participações não somente em ativos exploratórios – como blocos de exploração fora do Brasil – mas também em empresas, Gabrielli destacou: “Hoje temos participações em mais de 300 empresas”.
Preço da gasolina. Gabrielli já havia citado o aumento da demanda como justificativa para um possível aumento da gasolina. Depois de falar sobre o assunto em entrevista à TV Globo, ele desconversou e não informou quando isso poderá acontecer.
Autor:
Kelly Lima, da Agência Estado
Fonte: www.estadao.com.br
Afilhado de Pagot, superintendente do Dnit em MT pede exoneração

Nepotismo, pode parecer uma pequena falha comparado a roubalheira, mas é através dele, do nepotismo, que se operam as maracutaias com o dinheiro público. Explica ai Gleisi e Bernardo, será que não é complicada esta história de parentes ocuparem cargos de Estado, ainda mais quando eles tem consultorias e outras atividades juntos, fora do governo? A história da máfia italiana, que tem vasta literatura e filmografia a descrevendo, sempre usa os laços de família para, a partir desta ligação, mascarar operações criminosas.
O superintendente do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Mato Grosso, Nilton de Britto, pediu exoneração do cargo após a demissão de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor-geral do órgão. Pagot estava de férias até o dia 4 de agosto, mas cancelou o descanso e decidiu deixar o cargo.
Segundo a assessoria de imprensa do Dnit, o pedido de Britto foi protocolado na segunda-feira (25) e aguarda visto do Ministério dos Transportes para ser efetivado e ser publicado no “Diário Oficial” da União.
Homem de confiança do diretor-geral do Dnit, Brito foi nomeado para a superintendência em 2010. Já havia ocupado outros cargos no órgão em Brasília.
No dia 19, a Folha revelou que o irmão do superintendente, o empresário Milton de Britto, dono da Engenorte Construções, fechou contratos de R$ 26 milhões com o órgão, nos últimos dois anos, para obras em rodovias federais que cortam o Estado.
Fonte: www.estadao.com.br
Charge: wwwpedagogiaimarui.blogspot.com










