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Archive for the ‘apagão da saúde no Rio Grande do Sul’ Category

#GripeA: o virus da incomPTência

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Gripe A: vírus da incomPTência – O que há com a Gripe A é muita incompetência, descaso com a saúde da população e falta de preparo para a gestão de questões sérias como a vida das pessoas. É isto que há. A vacina existe, por que somente pequenas partes da população tem acesso a vacina? Como as políticas de importação da vacina e o controle da quantidade dela no mercado leva a especulação de preços em farmácias? As mortes por gripe A no Rio Grande do Sul são de inteira responsabilidade das autoridades que com sua falta de responsabilidade, planejamento, e tomada de ações simples como custear o número suficiente de vacinas, tanto na rede pública, quanto na rede privada levam a população ao pânico. Nem mesmo a quantidade necessária de alcool gel e prevista e planejada para se tentar controlar infecção pelo virus, o alcool gel também está em falta. A vacina poderia ser de baixo custo, acessível em qualquer famárcia e amplamente distribuída em postos de saúde, mas isto não acontece. Deveríamos fazer um mural de vítimas da incomPTência que hoje infesta as políticas de saúde pública no Brasil.

Número de mortes por gripe A sobe para 33 neste ano no Rio Grande do Sul
Conforme levantamento divulgado pelo governo estadual nesta segunda, foram notificados 218 casos da doença

Conforme o boletim divulgado nesta segunda-feira pelo site da Secretaria Estadual da Saúde, o Rio Grande do Sul registra 218 casos de gripe A em 77 municípios, com 33 mortes. Na última parcial disponível, do dia 12 de julho, eram 192 registros e 29 óbitos.

1 – Homem de 45 anos, residente em Cruz Alta. Não fez vacina, não apresentava saúde debilitada por doença preexistente. Faleceu no dia 5 de julho.

2 – Bebê de três meses, do sexo feminino, residente em Porto Alegre. Não fez vacina e apresentava problema renal. Faleceu no dia 6 de julho.

3 – Homem de 71 anos, residente em São Borja. Não fez vacina e apresentava doença metabólica crônica. Faleceu no dia 6 de julho.

4 – Mulher de 46 anos, residente em Porto Alegre. Não fez vacina, não apresentava saúde debilitada por doença preexistente. Faleceu no dia 11 de julho.

Principais sintomas da gripe A:

- Tosse e espirros
– Fortes dores no corpo, na cabeça e na garganta
– Febre alta,acima de 38°C
– Pode haver náuseas, vômitos e diarreia
– Falta de ar

Para prevenir a contaminação, é aconselhado:

- Higienizar as mãos com frequência, principalmente após tossir ou espirrar
– Utilizar lenço descartável para higiene nasal
– Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
– Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal
– Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social
– Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração
– Ventilar os ambientes

Clique aqui e veja o mapa da gripe A no RIo Grande do Sul (Fonte: ZERO HORA)

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/pagina/gripe-a.html

Clique aqui e veja a lista atualizada de mortes por gripe A no Rio Grande do Sul (FONTE: ZERO HORA).

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/07/numero-de-mortes-por-gripe-a-sobe-para-29-neste-ano-no-estado-3819119.html

Written by onyxlorenzoni

julho 16, 2012 at 7:47 pm

Rombo de #fraude na saúde do RJ chega a R$ 124 mi…e no #RS, quanto será o rombo?

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O abismo que separa o atendimento médico dos cidadãos brasileiros é cada vez mais profundo. Cortar verbas da saúde,como a PRESIDENTA DILMA FEZ, quando o país passa por uma grave crise neste setor é no mínimo um ato irresponsável. Para Fidel Castro, especuladores financeiros e ONGs de fachada e CCs sobra dinheiro, para a saúde dos cidadãos que pagam os mais altos impostos do mundo NÃO TEM. A pergunta que fica é, e no RIO GRANDE DO SUL, de quanto é o ROMBO, tudo indica que este derrame de dinheiro desviado da saúde não é um fato isolado, trata-se de uma ação articulada, é um exemplo claro de crime organizado que tem por mentor a "Máfia da Estrela".

Rombo de fraude na saúde do RJ chega a R$ 124 mi

Auditoria da Controladoria-Geral da União começou em abril de 2011 e identificou problemas em contratos de obras e de serviços em redes de hospitais

A Controladoria-Geral da União (CGU) já identificou rombo de R$ 124 milhões em contratos de obras e prestação de serviços com a rede de seis hospitais federais do Rio de Janeiro.

Solicitada pelo Ministério da Saúde, a auditoria começou em abril de 2011 e já rastreou R$ 887 milhões em negócios com empresas privadas. As fraudes consumiram mais de 14% desse montante. Três das quatro empresas que participaram do esquema de corrupção denunciado pelo Fantástico, da TV Globo, estão citadas no levantamento da CGU: a Rufolo Serviços Técnicos e Construções, a Locanty Soluções e a Toesa Service. Os auditores anotaram indícios de direcionamento de licitações realizadas pelos hospitais, cartelização nos serviços de lavanderia, limpeza e conservação hospitalar e alimentação, superestimativa de quantitativos de equipamentos locados e alto custo das locações.

No caso da Rufolo, a CGU apontou falta de fiscalização na execução de contratos com a rede e pagamento de R$ 780 mil sem cobertura em um deles. O órgão recomendou a apuração de responsabilidades pela irregularidade, constatada na auditoria de gestão de 2009. A auditoria, ainda em fase de fechamento, constatou que, em 2009, a Locanty foi contratada irregularmente para prestar serviço de coleta de lixo na Universidade Federal do Rio de Janeiro, por dispensa emergencial, mesmo com preços 180% maiores que os da concorrente Rodocon.

Com diversas irregularidades contratuais detectadas, a Toesa figura no Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis), mantido pela CGU. A empresa foi proibida de ser contratada pela administração federal por cinco anos. A pena, instituída pelo Instituto Nacional do Câncer, vale até julho de 2013, mas liminar da Justiça restringiu a proibição apenas aos contratos com o órgão. Com ramificações também no Centro-Oeste, a Toesa foi investigada até no inquérito da Operação Caixa de Pandora, que desmantelou um esquema de desvio de dinheiro público no governo do DF. Ineficiente na gestão do dinheiro público, o governo do DF deixou aplicados em conta remunerada os recursos da saúde, o que resultou na necessidade de contratação de serviços emergenciais terceirizados.

Com a rede pública sucateada, várias empresas obtiveram contratos milionários. A Toesa levou em 2009 o contrato de número 060.011.384, de R$ 12,9 milhões. A Corregedoria-Geral da União, vinculada à CGU, começou ontem as investigações sobre a conduta das empresas denunciadas pelo Fantástico, para levantar provas que levem à declaração de inidoneidade. Apenas uma, a Bella Vista Refeições Industriais, não apareceu nos levantamentos preliminares, mas seus contratos também são alvo do pente fino.

A auditoria nos 6 hospitais federais do Rio resultou em recomendações ao Ministério da Saúde. Uma delas, a adoção de pesquisa de mercado junto a sistemas de compras de todo o País, para cotação de insumos. Outra, já implementada, a centralização de compras de bens e serviços realizadas para todos os hospitais, segundo a CGU, implicou economia de R$ 40,4 milhões em 2011.

Autor: VANNILDO MENDES / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,rombo-de-fraude-na-saude-do-rj-chega-a-r-124-mi-,851213,0.htm

#APAGÃO na #SAÚDE: Líder do DEM promete ‘cabo de guerra’ para derrubar vetos à Emenda 29

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Dilma não quer saber de mais dinheiro para a saúde. Mesmo que o PIB aumente a saúde, que está muito mal aliás, não vai receber mais verbas. Ou seja, os impostos aumentam na medida da inflação e mais rápido que o PIB, mas a saúde fica para trás. Sem recursos, sem materiais, sem medicamentos os médicos brasileiros enfrentam situações extremas de trabalho e arcam com as responsabilidades de ter que praticar medicina sem terem o mínimo para fazer isso. Os pacientes sofrem muito com esta situação. Certamente a presidenta não se submete a esta tipo de medicina, muito menos seu amigo, agora tido por "santo" dentro de seu partido, o ex-presidente molusco. Esta situação extrema leva a distorções como a que vimos no RS, em que um médico pedia um "por fora" para realizar cirurgias pelo SUS. O que o governo faz diante deste quadro TRÁGICO, tenta barganhar a votação da EMENDA 29, que destina mais dinheiro para a saúde. Isto revela o total descompasso do governo DILMA com as necessidades e anseios da população. Se afastar das pessoas é uma marca típica dos tiranos e déspotas que se tracam em seus palácios e pouco se importam com o que as pessoas precisam. Presidenta, não é com discurso de "faxinar a pobreza" que realmente vai se melhorar alguma coisa para os que mais precisam.

Líder do DEM promete ‘cabo de guerra’ para derrubar vetos à Emenda 29
O senador ACM Neto (BA) admitiu, porém, que há poucas chancer de reverter a decisão de Dilma

BRASÍLIA – O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), afirmou nesta terça-feira, 17, que a oposição pretende pressionar o Congresso a derrubar os vetos da presidente Dilma Rousseff ao projeto que regulamentou os gastos com saúde. O principal veto é sobre uma cláusula que previa investimentos adicionais da União na área caso o Produto Interno Bruto (PIB) fosse revisado para cima.

“Isso vai manter na pauta o debate sobre o financiamento da saúde, que continua insuficiente. Vamos fazer um cabo de guerra para votar os vetos”, afirmou o parlamentar.

ACM Neto admite que diante da enorme vantagem numérica será difícil derrubar a decisão de Dilma, mas destaca que o veto dará discurso para a oposição. “O assunto vai continuar no embate político e provocando desgaste para o governo.”

O projeto, sancionado pela presidente com 15 vetos, fixa os recursos mínimos que devem ser aplicados em saúde. A União continuará tendo como obrigação a aplicação do mesmo valor empenhado no orçamento anterior, corrigido pela variação do PIB. Os Estados são obrigados a investir 12% de sua receita e os municípios 15%. O projeto fixa ainda o que pode ser computado como gasto em saúde para atingir estes percentuais.

Autor: Eduardo Bresciani, do estadão.com.br
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lider-do-dem-promete-cabo-de-guerra-para-derrubar-vetos-a-emenda-29,823817,0.htm

#CaosNoSus Verba da Saúde paga pista de skate e vale-transporte.

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Sem recursos, sem materiais, sem medicamentos os médicos brasileiros enfrentam situações extremas de trabalho e arcam com as responsabilidades de ter que praticar medicina sem terem o mínimo para fazer isso. Certamente a presidenta não se submete a esta tipo de medicina. Esta situação extrema leva a distorções como a que vimos no RS, em que um médico pedia um "por fora" para realizar cirurgias pelo SUS. O que o governo faz diante deste quadro TRÁGICO, tenta barganhar mais impostos argumentando que faltariam recursos para a saúde. Isto revela o total descompasso do governo DILMA com as necessidades e anseios da população. Se afastar das pessoas é uma marca típica dos tiranos e déspotas que se tracam em seus palácios e pouco se importam com o que as pessoas precisam. Presidenta, não é com discurso de "faxinar a pobreza" que realmente vai se melhorar alguma coisa para os que mais precisam.

Verbas da Saúde que faltam ao atendimento básico financiam academias e gastos de custeio

BRASÍLIA – No momento em que se discute a criação de mais um imposto para financiar a Saúde Pública, recursos destinados às despesas com o atendimento médico básico, universal e gratuito à população, em especial às parcelas de menor renda, estão sendo aplicados em outros fins. Assim como estados e municípios, que já foram acusados de maquiar os orçamentos da Saúde, o governo federal também contabiliza no Piso Nacional da Saúde despesas que deveriam ser custeadas por outras áreas e que, em alguns casos, são consideradas ilegais.

Um exemplo emblemático e questionado por especialistas são as duas mil academias de saúde que serão construídas com o mesmo dinheiro que vai para os hospitais públicos – onde pessoas ainda morrem nas filas e falta material.

O Ministério da Saúde reservou no orçamento deste ano R$ 143 milhões para o projeto das academias. E R$160 milhões na proposta de 2012 dentro do programa de Reestruturação da Rede de Serviços de Atenção Básica de Saúde. Até 2014, a meta é construir quatro mil academias.

Com os recursos do Piso, um orçamento que este ano soma R$ 71,5 bilhões, o governo federal só poderia custear despesas genuinamente de Saúde, conforme estabelecido na Emenda Constitucional 29, que definiu os gastos mínimos da União, estados e municípios com o setor.

Piso inclui despesas médicas de servidor

Outro dado que chama atenção no Orçamento da Saúde é o peso dos gastos administrativos para custear o funcionamento da máquina pública nessa área. Até setembro, já foram gastos R$ 5,4 bilhões com “apoio administrativo”, a maior parte na sede do ministério, em Brasília, e nas sedes dos órgãos que estão sob o comando da pasta nos estados.

Dentro desses gastos com “apoio administrativo”, estão embutidos despesas com assistência médica e odontológica aos funcionários da área e a seus dependentes (R$ 212,8 milhões), auxílio-alimentação (R$ 230 milhões), auxílio-transporte (R$ 50,9 milhões) e até assistência pré-escolar (R$ 5,9,7 milhões).

O médico Gilson Carvalho, especialista em Saúde Pública e consultor do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, considera totalmente irregular a inclusão de despesas médicas com funcionários no piso da Saúde.

- Gastos com serviços próprios de saúde com o funcionário é um gasto, além de imoral, ilegal. Nada tenho contra a saúde dos trabalhadores, mas não posso diminuir dinheiro da saúde da população para pagar um sistema próprio de saúde para os trabalhadores. Além disso, tem resolução do Conselho Nacional de Saúde que proíbe isso – destaca o especialista.

Carvalho também considera indevido o piso constitucional custear as despesas com as academias de saúde. O programa é muito parecido com o das Praças do PAC, que tem cerca de R$ 300 milhões reservados no orçamento do Ministério da Cultura de 2012. Ou seja, as academias poderiam ser custeadas pelo dinheiro do PAC.

- É uma ação que entra no grupo dos condicionantes e determinantes de saúde, e não uma ação específica da Saúde. O papel da Saúde seria cobrar das outras áreas que investissem em academias, esportes e lazer para diminuir o risco de doenças – afirma Carvalho.

As academias são espaços para atividades físicas, esporte, cultura e lazer que o Ministério da Saúde pretende construir em parceria com prefeituras até 2012, com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). O governo alega que as academias são uma grande contribuição para a prevenção de doenças crônicas como diabetes e hipertensão. O desenho das academias prevê construção de playgrounds, quadras poliesportivas e até rampas para skate.

Pela regra do Piso Nacional, o governo deve gastar a cada ano o equivalente ao valor empenhado (contratado) do Orçamento do ano anterior, mais a variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Como não pode contingenciar os recursos do setor, o governo tem usado a caneta para transferir despesas de outras áreas para o Ministério da Saúde.

Esse é o caso das despesas com os hospitais universitários, vinculados ao Ministério da Educação e que já recebem recursos para o atendimento de pacientes do SUS em procedimentos de média e alta complexidade.

Entretanto, em 2010, decreto presidencial assinado pelo então presidente Lula determinou que as despesas desses hospitais passassem a ser divididas, meio a meio, entre os ministérios da Educação e da Saúde, para custear o programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários. Com isso, entre 2010 e 2012 (proposta orçamentária), os recursos destinados a esse programa pelo SUS cresceram 500%, passando de R$ 99 milhões para R$ 600 milhões.

O curioso é que o próprio Lula já proibiu essa prática: em setembro de 2005, vetou artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2006 que permitia o financiamento de despesas dos hospitais universitários com recursos do SUS, alegando que isso acarretaria “diminuição dos recursos destinados ao Ministério da Saúde, colocando em risco a continuidade de ações estratégicas de atendimento à população, como o Programa de Saúde da Família”.

Lula destacou no veto que a redução de recursos para a Saúde contraria o espírito norteador da emenda 29, “que prevê anualmente aumentos gradativos de recursos para as ações e serviços públicos de saúde”.

O médico Gilson Carvalho destaca que o SUS já paga aos hospitais universitários pelos serviços:

- Não discuto se os hospitais universitários precisam ou não de mais recursos. Provavelmente precisam. O que sou contra, e denuncio há vários anos, é que a União tire dinheiro da Saúde para destiná-lo aos hospitais universitários como um plus.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/10/10/verbas-da-saude-que-faltam-ao-atendimento-basico-financiam-academias-gastos-de-custeio-925554104.asp#ixzz1afp2YnFr
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Fonte:  http://oglobo.globo.com

#Vergonha? ou #FaltaDeVergonha? Saúde é a que menos ganha com arrecadação recorde

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Sem recursos, sem materiais, sem medicamentos os médicos brasileiros enfrentam situações extremas de trabalho e arcam com as responsabilidades de ter que praticar medicina sem terem o mínimo para fazer isso. Certamente a presidenta não se submete a esta tipo de medicina. Esta situação extrema leva a distorções como a que vimos no RS, em que um médico pedia um "por fora" para realizar cirurgias pelo SUS. O que o governo faz diante deste quadro TRÁGICO, tenta barganhar a votação da EMENDA 29, que destina mais dinheiro para a saúde. Isto revela o total descompasso do governo DILMA com as necessidades e anseios da população. Se afastar das pessoas é uma marca típica dos tiranos e déspotas que se tracam em seus palácios e pouco se importam com o que as pessoas precisam. Presidenta, não é com discurso de "faxinar a pobreza" que realmente vai se melhorar alguma coisa para os que mais precisam. Chega de discurso e destine verbas para a saúde.

Saúde é a que menos ganha com arrecadação recorde

Aumento de gastos do setor é de apenas R$1,6 bilhão este ano

No momento em que o governo discute a criação de imposto para custear os gastos com saúde, as contas públicas do país mostram que estas despesas foram as que menos avançaram na área social. Apesar da arrecadação recorde — até agosto, a receita da União cresceu 18,8%, aumentando em R$84,3 bilhões, ante o mesmo período do ano passado —, os recursos da área de saúde cresceram só 4,5%, recebendo mais R$1,6 bilhão.

A maior fatia ficou com a economia para pagamento de juros da dívida pública: R$40,1 bilhões, quase 50% do que entrou a mais nos cofres federais nos oito primeiros meses do ano. Para o economista Amir Khair, o governo Dilma tem que acelerar os gastos com saúde. “É uma área muito sensível e precária”, diz.

Autor: O Globo/RJ
Fonte: Federação Brasileira de Hospitais, http://fbh.com.br

#vergonha Saúde e impostos têm o pior nível de avaliação

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O governo e sua fome por impostos faz dos cidadãos brasileiros os que mais trabalham, no mundo, para pagar impostos. Isto é TIRANIA FISCAL, um tipo de abuso de poder do qual o Brasil é o PIOR exemplo mundial. Em contrapartida a segurança e saúde estão em meio a um apagão histórico. Hospitais sem condições de atender, sem materiais e remédios. Policiais mal remunerados e sem equipamentos de segurnaça compatíveis com os dos criminosos. Mas Dilma que ajudar a Grécia, a Venezuela e a Bolívia. Presidente, primeiro termina a faxina, vai!

A pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje mostrou que as áreas de impostos e de Saúde têm os piores índices de avaliação da população. O setor de Saúde apresenta o maior porcentual de desaprovação: 67%. Apenas 30% dos entrevistados aprovam as políticas do governo para o setor. E a área de impostos é reprovada por 66% da população, enquanto 27% avalizam as ações de governo neste setor.

A avaliação do gerente de pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca, é de que esses números mostram que a população acompanha “com preocupação” o debate alimentado pelo governo de que é preciso “aumentar impostos para resolver o problema da saúde”.

Na última segunda-feira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, admitiu que o governo defenderá a recriação da CPMF para financiar a área de Saúde. Ideli ressalvou, apenas, que a escalada da crise financeira internacional obriga o adiamento desse debate para o próximo ano.

ANDREA JUBÉ VIANNA – Agência Estado

#MaisSaúde #MenosImposto Governo desiste de novo imposto e adia debate sobre recursos para saúde

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Sob ameaça de derrota no Congresso, governo tenta adiar para 2012 discussão

Ao contrário do que foi prometido na campanha a saúde no Brasil vai de mal a pior. Nossos hospitais viraram verdadeiros pacientes terminais, sem recursos, sem material, sem pessoal. Para todos os "absurdos" que o governo Dilma inventa há dinheiro, trens bala, bondinhos, obras sem licitação, construção de estradas em outros países, dinheiro para ONGs, 36 ministérios, milhares de CCs, etc e tal. Mas para a SAÚDE, bem..., ai não tem como; falta dinheiro e tem que ter mais imposto, diz a Presidenta da Falta de Saúde. Este é o governo da Dilma, que não cumpre o que promete em campanha e só faz o que não prometeu. E o brasileiro que já paga os mais altos impostos do mundo e os mais altos juros do mundo tem que arcar com os custos de seus tratamentos ou morrer esperando por um leito no hospital como vemos todos os dias acontecer. Charge: tvteresina.wordpress.com

Diante do cenário de derrota no Congresso e preocupada em ficar associada a uma medida impopular no segmento no qual se julga bem avaliada – a classe média –, a presidente Dilma Rousseff abandonou o patrocínio de um novo imposto para a saúde e empurrou para 2012 a busca por fontes de receita para compensar a regulamentação da Emenda 29. A alternativa que tem uma “simpatia maior” dos parlamentares, segundo o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), é o aumento do financiamento da saúde com mais dinheiro dos royalties do petróleo.

“O governo federal não tomará nenhuma iniciativa neste ano para criar imposto voltado para o financiamento da área de saúde”, disse nesta segunda-feira, 12, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), depois de participar da reunião de coordenação política no Palácio do Planalto. “O que o governo está fazendo bem é destinando recursos para a saúde, o que já cumpre o que exige a Emenda 29. O governo federal já está arcando com sua responsabilidade.”

A votação da Emenda 29, que fixa porcentuais a ser investidos pela União, pelos Estados e pelos municípios, está marcada para o dia 28 deste mês na Câmara dos Deputados. Ela prevê ainda a criação de um imposto para a saúde, de 0,01% – a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) era de 0,38% e foi derrubada em dezembro de 2007 pelo Senado. Os partidos vão retirar do texto a previsão de cálculo do imposto, o que, na prática, impede a criação.

Segundo Vaccarezza, o governo liberou o voto de sua bancada de apoio no Congresso. “É preciso tomar uma série de ações para melhorar a gestão, e nós estamos tomando. Depois de tudo isso, lá no futuro vamos discutir com a sociedade se isso é suficiente para dar atendimento de qualidade”, afirmou.

Royalties. Na mesma direção, o presidente da Câmara disse que efetivamente “não há clima no País para aumento de imposto e carga tributária” para captar recursos direcionados à área da saúde. Segundo Marco Maia, estão sendo discutidas outras fontes para esse fim, a exemplo de soluções envolvendo os royalties do petróleo.

A proposta para os royalties do petróleo deverá ser apresentada até esta quarta-feira, 13, pela área econômica do governo, conforme promessa feita pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, aos principais líderes aliados na Câmara e no Senado, no dia 31 de agosto.

A ideia, defendida por senadores e deputados, destina parte dos royalties de poços ainda não licitados para o financiamento da saúde. Com isso, haveria dinheiro para o setor já a partir do ano que vem. Isso evita ter de esperar a produção do pré-sal, o que deverá começar a ocorrer daqui a cinco ou mais anos.

De acordo com Marco Maia, no dia 20 será realizada audiência pública com o ministro da Saúde e especialistas da área. “O tema que mais mexe com os parlamentares é o dos royalties do petróleo. A proposta que temos é que os royalties possam ser distribuídos entre todos os municípios de forma equânime e o recurso possa ser utilizado para áreas como saúde, educação, saneamento. Portanto, pode ser que, por sua relevância, a área da saúde receba um volume maior de recursos”, disse Marco Maia.

Autores: Rafael Moraes Moura e Karla Mendes, de O Estado de S.Paulo
Fonte: http://www.estadao.com.br

Paciente reclama de atendimento em hospital de Porto Alegre e é amarrada

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Sem atendimento a população da capital gaúcha sofre. O governador, mais preocupado com a legalização da maconha do que com a saúde, ignora o sofrimento da população. Charge: pumdemonio.blogspot.com

Médico teria chamado a segurança alegando que a mulher estava alterada

Uma idosa de 63 anos foi amarrada em uma cama depois de reclamar da demora no atendimento em um hospital de Porto Alegre (RS).

O vídeo gravado por um paciente mostra o momento em que dois seguranças carregam a mulher para dentro de uma sala e fecham a porta. A movimentação chamou a atenção dos funcionários do hospital.

Depois da confusão, o filho da mulher foi chamado para comparecer ao hospital. Ele foi informado de que a mãe estava amarrada porque teve um surto.

Fonte: noticias.r7.com

Written by onyxlorenzoni

abril 27, 2011 at 4:34 pm

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