Blog do Onyx

Liberdade | Democracia

Posts Tagged ‘agricultura

#AGRONEGÓCIO: Produtos que o #Brasil exporta se valorizam cada vez mais

deixe um comentário »

Os impostos oneram a atividade de produção de alimentos mais do que a de especulação financeira. A produção de alimentos e as exportações de produtos básicos, como os grãos de soja, tem garantido crescente superávit na balança comercial. É bom lembrar: ISTO ACONTECE NÃO POR CAUSA DE QU QUALQUER AJUDA, POLÍTICA DE INCENTIVO OU PLANEJAMENTO DO (DES)GOVERNO DILMA. Os produtores rurais brasileiros, entre os mais produtivos do mundo, se esforçam para levar este país nas costas, e estão sendo beneficiados por um contexto de mercado mu ndial que valoriza nossos produtos. Enquanto isso o (des)governo Dilma promove a desindustrialização com sua paralisia política e falta de coragem para reformar o sistema tributário, as leis trabalhistas e a estrutura cambial. Faz um pacotinho de desoneração que ajuda alguns setores da indústria enquanto todo o resto da economia sobre com os mais altos impostos do mundo, uma burocracia engessada e com a falta de infra estrutura que possibilite se expandir a produção e os negócios. (Foto: http://www.flickr.com/photos/leoffreitas/page8/)

Preços das commodities que o Brasil exporta sobem 2,67% em março

O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), que representa a média dos preços dos produtos primários com cotação internacional (commodities), e que impactam a inflação doméstica, registrou alta de 2,67% em março, de acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira (4/4) pelo Banco Central.

A alta significativa do IC-Br foi puxada, em grande parte, pela disparada dos preços do petróleo no mercado externo, embora todos os produtos primários fornecidos pelo Brasil tenham registrado aumentos de preços. Com isso, o indicador de março reverteu a queda de 2,96% (fevereiro) e acumula variação positiva de 0,2% no primeiro trimestre do ano.

Para efeito de coleta de dados, o BC divide os produtos primários em três categorias. Os preços das commodities agropecuárias (carnes de boi e de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho e café) aumentaram 1,94% no mês, As commodities minerais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) ficaram 2,6% mais caras. O salto maior foi verificado nas commodities energéticas (petróleo, gás natural e carvão), cujos preços subiram 6,45% em março.

Autor: Agência Brasil

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/04/04/internas_economia,296485/precos-das-commodities-que-o-brasil-exporta-sobem-2-67-em-marco.shtml

#SantoÂngelo: Associações de Produtores Rurais recebem equipamentos

deixe um comentário »

Parabéns a toda a comunidade de Santo Ângelo que faz jus a estes recursos que, tenho certeza, irão facilitar o trabalho deste povo que gera riqueza e alimenta muitas famílias com sua dedicação e talento. (Na foto: Deputado Federal Onyx Lorenzoni, Secretário Nacional dos Democratas)

Associações de Produtores Rurais recebem equipamentos

Na manhã de domingo, o Prefeito Eduardo Loureiro, o vice-prefeito Adolar Queiroz e o Secretário da Agricultura Diomar Formenton, vereadores e pessoas ligadas às comunidades de Atafona e Ressaca Buriti participaram das cerimônias de entrega de equipamentos que serão utilizados pelas associações de produtores rurais para a produção e beneficiamento de alimentos, tais alimentos são destinados à comercialização, ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Merenda Escolar.

As verbas para aquisição são fruto de emenda parlamentar do deputado federal Onyx Lorenzoni em parceria de contrapartida pelo município de Santo Ângelo.

– Santo Ângelo é um exemplo de trabalho e solidariedade no meio rural – disse o Prefeito de Santo Ângelo, Eduardo Loureiro ao referir-se que no interior existem 22 associações e uma cooperativa de produção e que estes exemplos fortalecem a produção local e agregam valores aos produtos da agricultura familiar.

O secretário Diomar Formenton disse que todos os projetos dessas associações receberam orientações e foram fundamentados por técnicos de sua pasta.

“Possuímos diversos projetos em nosso banco de dados elaborados a partir de consultas às comunidades interessadas, estes projetos são aprovados pelo Condasa antes de sua implantação”, disse.

O grupo participou de um almoço oferecido pela Associação dos Produtores da Linha Olhos d’Àgua de Atafona em comemoração aos quatro anos de atividades do grupo de trabalho composto por 25 famílias.

Formenton observou que a Asploda construiu um galpão em um terreno em uma área doada por um dos associados e que os novos equipamentos, entre eles utensílios agrícolas e ferramentas serão utilizados de forma conjunta pelos trabalhadores rurais.

Em seguida, o grupo que contou com a presença do vereador Fernando Diel, representando o deputado federal Onyx Lorenzoni, foi até a Ressaca Buriti nas novas instalações da Associação RB que formalizou uma agroindústria que embalará mandiocas para a comercialização direta aos consumidores, mercados, PAA e Merenda Escolar.

Esta comunidade recebeu uma câmara fria, embalador e outros utensílios.

Fonte: http://www.radiosantoangelo.com.br/noticias/geral/id/1085/associacoes-de-produtores-rurais-recebem-equipamen.html

Escrito por onyxlorenzoni

Abril 4, 2012 em 12:11 pm

#AGRONEGÓCIO: Impulsionada pela #soja e produtos básicos março fecha com 2bi de superávit da balança comercial

deixe um comentário »

Os resultados sempre crescentes de nossa balança comercial vem da agriculutra, estes resultados não podem ser comemorados pelo (DES)Governo Dilma que financia a luta armada no campo. O Abril vermelho vem ai e põe e pânico os produtores do Brasil todo, é assim que o (DES)Governo Dilma incentiva o agronegócio que salva a pele do seu governo com recursos (impostos) e combate a fome do povo brasileiro da maneira certa, PRODUZINDO ALIMENTOS. É importante que todos saibam o PT e seus governos PROMOVEM A GUERRA NO CAMPO e destroem plantações. ESTA É A POLÍTICA AGRÍCOLA DO BRASIL... um verdadeiro absurdo.

Balança comercial de março fecha com superávit de US$ 2 bilhões

Valores são considerados recorde para o mês.

A balança comercial brasileira registrou superávit de 2,019 bilhões de dólares em março, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O saldo positivo é resultado das exportações de 20,911 bilhões de dólares e importações de 18,892 bilhões dólares.

A média diária dos embarques externos ficou em 950,5 milhões de dólares, 3,5% acima do resultado de março de 2011. A média diária de importações foi 858,7 milhões de dólares, aumento de 1,7% ante março do ano passado. Os valores são considerados recorde para o mês. No acumulado do trimestre, as exportações somam 55,1 bilhões e as importações, 52,6 bilhões, com resultado superavitário de 2,5 bilhões de dólares.

O aumento das exportações foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento das vendas externas de produtos básicos (mais 10,4%). Os principais itens que colaboraram para o resultado positivo em março foram petróleo e soja em grão. Também houve pequeno aumento nos embarques externos de manufaturados (0,3%). Por outro lado, foi rtegistrada queda de 15,5% nos semimanufaturados, em função da redução nas vendas de açúcar em bruto.

Do lado das importações, houve aumento de gastos, principalmente, na compra de combustíveis e lubrificantes (5%) e matérias-primas e intermediários (1%). Entre os bens de consumo, o crescimento foi observado em bebidas e tabacos, farmacêuticos, vestuário, produtos alimentícios e automóveis.

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=408596

Abril vermelho do #MST programa 50 invasões na BA, segundo Estadão

deixe um comentário »

A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA CRESCE APESAR DO GOVERNO E NÁO POR CAUSA DELE - É importante frisar que a economia brasileira é o resultado do trabalho árduo dos brasileiros que investem seus recursos, trabalho e talento para trazer recursos para o Brasil. Os commodities agrícolas e metálicos tiveram forte valorização no mercado mundial, isto NÃO foi gerado pelos planejadores do governo. O que esta reportagem do jornal ESTADÃO nos coloca é uma mostra de que o atual governo ao invés de promover a agricultura, de valorizar os produtores promove a GUERRA NO CAMPO, dando apoio e recursos para um movimento armado. A reforma agrária foi promessa de campanha de Lula/Dilma mão não existe indicação alguma de que se fará uma reforma que fomente a aquisição de terras por aqueles que realmente vivem dela. Muitos produtores hoje grandes, começaram em pequenas propriedades e com muito poucos recursos. Incentivar a LUTA ARMADA dentro do país não é o tipo de atitude que se espera de um governo, por isso o apelido de DesGoverno...o que temos no Brasil é um DesGoverno.

Abril vermelho do MST programa 50 invasões na BA

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) na Bahia iniciou o chamado “abril vermelho” – que lembra a morte de 19 sem-terra em Eldorado dos Carajás (PA), em abril de 1996 – com uma invasão a uma fazenda de 1,2 mil hectares, de propriedade da Suzano Papel e Celulose, em Mucuri, no sul do Estado, e uma ocupação na Secretaria de Educação de Barreiras, no extremo oeste.

Segundo a direção do MST na Bahia, estão programadas, até o fim do mês, 50 invasões de fazendas no Estado. “A ocupação desses latifúndios tem como objetivo cobrar do governo federal maior agilidade nos financiamentos e desapropriações para a reforma agrária”, diz o diretor Evanildo Costa, em nota divulgada à imprensa. “A direção do MST considera que o governo federal vem sendo irresponsável com a reforma agrária.”

A invasão à fazenda de Mucuri foi realizada na madrugada de sábado e, segundo a direção do MST, 150 famílias estão acampadas no local, sem prazo para deixar o local.

A ocupação da secretaria em Barreiras ocorreu na manhã desta segunda-feira, por 120 integrantes do movimento, com o objetivo de pressionar a prefeitura a promover melhorias nas escolas instaladas nos assentamentos. Recebidos pela prefeita Jusmari Oliveira, os líderes da ocupação receberam promessas de melhorias, o que motivou a desocupação da secretaria no início da tarde.

Autor: TIAGO DÉCIMO – Agência Estado
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,abril-vermelho-do-mst-programa-50-invasoes-na-ba,856626,0.htm

#GUERRA no CAMPO: #MST ocupa três áreas no #RS

deixe um comentário »

As ligações do MST com o governo LULA/DILMA/TARSO são mais um dos episódios da total falta de ética deste governo e seu descompromisso com os valores democráticos que fundamentam nossa república. Ao invés de fazer uma reforma agrária que realmente dê terra aos que sabem viver dela e querem viver dela o que acontece é só o insuflamento da GUERRA NO CAMPO, que dá muito mais espaço nos jornais do que uma política fundiária que beneficiasse o surgimento de pequenas propriedades altamente produtivas. Só para lembrar, o presidente Franklin D. Rooseveltd fez a maior reforma agrária do mundo, nos anos 30, e para sempre catapultou o seu país para o primeiro produtor de grãos do mundo. Só a produção de milho dos Estados Unidos é de 2 a 3 vezes maior que todos so grãos brasileiros juntos. Para ilustrar melhor o quanto desgovernada está a política de Lula/Dilma para o campo, estamos importanto ETANOL feito de milho dos EUA, por que não conseguimos produzir o suficiente etanol para abastecer o mercado interno, enquanto isso reservas de arroz, que poderiam virar etanol, apodrecem nos silos do (des)Governo. Dr. Tarso, que não tem dinheiro para os professores, dexia o MST invadir terras do governo do Estado, que, não são de graça. Nosso mais fundamentais valores estão sendo lesados por um governo descomprometido com as pessoas, com o Estado e com o Brasil. Fome e miséria se combate com agricultura forte e indústria forte.

MST ocupa três áreas no Sul

Integrantes estão em terrenos do governo do Estado do Rio Grande do Sul e exigem confirmação de que serão destinados para assentamento de famílias

PORTO ALEGRE – O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) anunciou ter invadido três áreas do governo do Estado em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira, 26.

Divididos em grupos, os sem-terra ocuparam terrenos da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) em Eldorado do Sul, de uma antiga colônia penal agrícola, em Charqueadas, e da antiga Febem, em Taquari. O MST quer que o governo do Estado confirme a destinação das áreas para o assentamento de 36 famílias e também pede o assentamento imediato de outras mil famílias acampadas no Estado.

Assassinatos: Nesse sábado, 24, três integrantes do Movimento para Libertação dos Sem Terra (MLST) foram assassinados no no Triângulo Mineiro. Uma das hipóteses analisadas pela Polícia Civil é de que o crime tenha ocorrido por causa de uma briga por poder dentro do próprio grupo.

Autor: Elder Ogliari, de O Estado de S.Paulo
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,mst-ocupa-tres-areas-no-sul,853472,0.htm

Seis #produtos são responsáveis por metade das exportações #brasileiras

deixe um comentário »

A ECONOMIA BRASILEIRA CRESCE APESAR DO GOVERNO E NÁO POR CAUSA DELE - É importante frisar que a economia brasileira é o resultado do trabalho árduo dos brasileiros que investem seus recursos, trabalho e talento para trazer recursos para o Brasil. Os commodities agrícolas e metálicos tiveram forte valorização no mercado mundial, isto NÃO foi gerado pelos planejadores do governo. O que esta matéria do ESTADÃO nos coloca é a concentração de atividade enconômica. É natural que alguns produtos sejam líderes, mas precisamos de diversificação, de aprofundamento das raízes econômicas brasileiras. Isto depende de investimento em infra estrutura, de bons projetos que fomentem soluções locais, regionalizadas e que valorizem as diferenças no Brasil.

Seis produtos são responsáveis por metade das exportações brasileiras
Minério de ferro, petróleo bruto, complexo de soja, carne, açúcar e café somaram 47% do valor exportado

SÃO PAULO – O Brasil vem aumentando cada vez mais nos últimos anos sua dependência da exportação de matérias-primas. No ano passado, apenas seis grupos de produtos – minério de ferro, petróleo bruto, complexo de soja e carne, açúcar e café – representaram 47,1% do valor exportado. Em 2006, essa participação era de 28,4%.

Esse aumento da dependência ganha contornos ainda mais preocupantes porque o maior comprador atual das matérias-primas brasileiras passa por um momento de transição. Na semana passada, a China anunciou que vai perseguir uma meta de crescimento de 7,5% ao ano. A meta anterior era de 8% ao ano.

“Esse novo crescimento chinês ainda é expressivo para qualquer país, mas, nesse momento, cria um fato negativo para a cotação das commodities”, diz o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. “Ao dizer que vai reduzir o ritmo de crescimento, a China diz, indiretamente, que vai comprar menos insumos.”

Em dezembro, a entidade previu que o Brasil terá este ano um superávit de US$ 3 bilhões, resultado bem inferior ao saldo comercial de US$ 29,7 bilhões do ano passado. “Mas houve uma melhora do cenário dos preços desde então”, diz Castro.

De qualquer forma, o Índice de Preços de Commodities do Banco Central (IC-BR) já aponta um recuo na cotação das commodities. Em fevereiro, o indicador caiu 2,96% na comparação com janeiro e, no acumulado de 12 meses, teve queda de 12,68%.

“Essa tendência de queda só não é mais forte porque está havendo uma injeção global de recursos no mundo todo. Há uma expansão de crédito para economia mundial que não começou agora”, diz Fábio Silveira, economista da RC Consultores. Apesar disso, ele estima um recuo de 10% no preço da soja, carne, açúcar e do café este ano. “O crescimento menor da China reafirma a perspectiva de baixa dos preços”, afirma.

Meta de vendas

Entre 2006 e 2011, puxada pelas commodities, a receita de exportação do Brasil aumentou de US$ 135,9 bilhões para US$ 256 bilhões. Este ano, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) definiu US$ 264 bilhões como a meta de exportação, valor 3,1% maior que o do ano passado.

Para Rodrigo Branco, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), as exportações de commodities vão continuar dominando a pauta brasileira este ano. Ele ressalta, porém, que o saldo comercial do País deverá ser menor, porque, além do preço mais baixo das commodities, as importações devem permanecer em um patamar elevado.

“Estamos com uma demanda relativamente aquecida em relação ao resto do mundo, principalmente de bens de consumo duráveis”, diz.

Autor: Luiz Guilherme Gerbelli, de O Estado de S. Paulo
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,seis-produtos-sao-responsaveis-por-metade-das-exportacoes-brasileiras,105640,0.htm

#Vinho: Estiagem melhora a qualidade das uvas no #RioGrandeDoSul

deixe um comentário »

Nem todas as notícias da seca são TRÁGICAS. Mesmo com o prejuízo de mais de 3 bilhões nos grãos o vinho será de boa qualidade. Talvez as vezes precisemos tomar uma boa taça de vinho da Serra Gaúcha para amenizar o stress e esquecer um pouco a dura vida de quem (sobre)vive na ditabranda. (Charge: http://wp.clicrbs.com.br/bentogoncalves/)

Estiagem melhora a qualidade das uvas no Rio Grande do Sul

O mesmo clima seco provocado pelo fenômeno La Niña que preocupa o setor de grãos leva aos produtores vitivinícolas a certeza de uma boa safra em 2012. Na Serra gaúcha, muitas estão antecipando a colheita de uvas em função das condições climáticas favoráveis. A Vinícola Perini recebeu, em Farroupilha, as primeiras 34 toneladas desta safra na quinta-feira. A uva branca chardonnay, destinada à elaboração de espumantes, apresentou qualidade excepcional, segundo o enólogo Leandro Santini. “Acredito que esta será a melhor safra da história. Nunca recebemos uvas com tão boa sanidade e equilíbrio entre maturação e acidez”, comemora o diretor-presidente Benildo Perini, que acompanhou de perto, logo cedo, o recebimento das uvas de quatro produtores de Monte Belo do Sul.

Para Benildo Perini, as condições climáticas com tempo seco e temperaturas amenas à noite farão a atual safra superar a de 2005, até então a melhor da década passada, e também a saudosa safra de 1991. Um exemplo da qualidade da uva recebida nesta quinta é a evolução do Grau Babo, que representa a quantidade de açúcar, em peso, existente em 100g de mosto. As primeiras uvas recebidas na Perini tiveram entre 16,5 e 17 Graus Babo. “No ano passado, as primeiras uvas que recebemos tinham entre 14 e 15 Graus Babo”, lembra o enólogo. “Não temos dúvida de que para Perini esta será a safra da história”, destaca Benildo Perini.

Na Domno do Brasil, a colheita das variedades brancas foi iniciada já na terça-feira e também apresenta sinais de qualidade superior à safra passada. O enólogo da vinícola, Daniel Dalla Valle, destaca que os vinhedos estão em perfeitas condições de maturação e que, apesar de ainda ser cedo para previsões, as expectativas são de bons vinhos base para espumantes e vinhos a partir desta safra. “As uvas estão maturando muito bem, a quantidade está menor do que o ano passado, mas tudo indica que a qualidade vai superar 2011″, afirma.

O enólogo da Domno argumenta que o momento da colheita também é fundamental para o resultado final dos vinhos e espumantes, e não somente as condições climáticas. Se o clima persistir na atual situação, as uvas tintas também devem ter qualidade superior a 2011. Na vinícola, o principal cultivo entre as tintas é a cabernet sauvignon, que deve ser colhida a partir da segunda quinzena de fevereiro, quando elas devem atingir o nível de açúcar ideal para elaboração de vinhos.

Na quarta-feira foi a vez de a Cooperativa Vinícola Garibaldi dar a largada em sua colheita. Pelos primeiros exemplares recebidos, já se percebe qualidade bastante superior à safra de 2011. O enólogo da Garibaldi, Gabriel Carissini, revela que maturação das uvas chardonnay, as primeiras a serem colhidas, está ideal, com equilíbrio entre açúcar e acidez. Mesmo com os altos ganhos em qualidade, a seca traz como contrapartida a redução no volume de uvas colhidas. Ainda assim, a Garibaldi deve se manter no mesmo patamar de 2011, reduzindo suas expectativas para 2012 em 10% a 15% em quantidade, fator que não tira o otimismo da cooperativa.

Carissini revela que as boas condições para o plantio também devem incidir e uma qualidade excepcional no caso das uvas tintas. “A sanidade das uvas está muito boa, pois com a seca os fungos não conseguem se desenvolver, então tudo indica que as outras uvas também vão ser excelentes, assim como a chardonnay, até porque o clima seco influencia muito mais as uvas tintas do que as base de espumante”, explica. O enólogo acrescenta que para a produção do suco de uva, o clima também está ajudando, pois apesar de a falta de água atingir com maior intensidade o segmento, a maior possibilidade de maturação das uvas torna os sucos mais doces e menos ácidos.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=83943

Escrito por onyxlorenzoni

Janeiro 13, 2012 em 12:09 pm

#Emater estima perdas de R$ 3,8 bilhões com #seca no #RioGrandeDoSul

deixe um comentário »

Esta foto é da seca de 2005 no rio Cacequi, Rio Grande do Sul. O problema de seca no RS vem se repetindo ano-a-ano, muito pouco é feito para prevenir. Muitas das patrolas dadas por Dilma mês passado estão paradas nos municípios que não tem sequer recursos para o combustível delas. Os açudes, reservas de água da chuva, o uso da água do subsolo e técnicas modernas de irrigação devem se estruturadas e implementadas durante o ANO TODO, para que em meados de janeiro, de 2013 este cenário não se repita. Mas quando termina a seca, no fim de janeiro, todos esquecem a questão e só lembram dela quando acontece de novo. Falta PESQUISA & PLANEJAMENTO, falta ouvir os municípios e entender as realidades e diferentes necessidades em relação a esta seca. Deveriam já ter sido tomadas medidas de prevenção há muito tempo, e agora uma enorme quebra de safra bate a porta do Estado e do país. A pior catátrofe no Brasil é justamente a da FALTA DE PESQUISA & PLANEJAMENTO. O que poderíamos esperar de um governo que nem sua casa consegue limpar e perde uma enorme energia abafando repetidos escândalos? A seca na verdade é consequência da falta de pesquisa sobre as necessidades de água de nossa agricultura. Água existe no Rio Grande do Sul, o que não existe é gestão das necessidades sobre a água. Mais um triste episódio do DesGoverno Dilma. O agronegócio gaúcho é um dos mais importantes setores da economia do Braisl, esta seca já impacta a produção nacional de grãos, será que o agronegócio não seria merecedor de um pouco mais de atenção? P.S.: Dilma não inventou a seca e não manda em São Pedro, realmente. Só que ela fica parada esperando São Pedro mandar no seu governo, coisa que ela mesma não consegue fazer direito, e a ordem dele foi seca no Sul e enchente no sudeste. Manda quem sabe e pode!

Emater estima perdas de R$ 3,8 bilhões com seca

A safra de 2011 e a riqueza gerada pelos grãos deixarão saudades. A estiagem no Rio Grande do Sul já provoca redução de 6,75 milhões de toneladas na colheita das principais culturas frente ao resultado de 2011. A receita que deixará de ser injetada somente na comercialização, caso fosse feita nesta semana, chegaria a R$ 3,86 bilhões, considerando preços atuais das sacas. Com isso, a estimativa da Emater-RS passou a 19,7 milhões de toneladas, quase 25,4% menos que as 26,5 milhões de toneladas produzidas no ano passado entre soja, milho, arroz e feijão da primeira safra. As duas secretarias estaduais ligadas ao agronegócio emitiram preocupação com a incerteza sobre precipitações nas regiões mais atingidas e com as dívidas de produtores que não contrataram seguro para seus financiamentos bancários.

A oleaginosa, que responde por 44% da safra total de grãos estimada até agora, deve perder 2,9 milhões de toneladas. A Emater projeta safra de 8,7 milhões, em vez dos 11,7 milhões de 2011, recuo de 25,2%. O custo de não ter tido assegurada água no momento adequado será de R$ 2,1 bilhões, apontou o organismo de apoio ao setor primário. O diretor-técnico da Emater, Gervázio Paulus, reforça que a maior preocupação se concentra nessa cultura. Paulus explica que a maior parte das lavouras está na fase de formação de flores e grãos. “Se faltar água nas próximas três semanas, reduzirá a produção ainda mais”, previne o diretor-técnico.

Já o milho, que tem quase 30% da área em fase de desenvolvimento da planta, poderá ser beneficiado por chuvas. A cultura, até agora, tem a maior perda percentual, com corte de 42,6% entre a estimativa e a colheita de 2011, o que se traduzirá em menos 2,4 milhões de toneladas ante 5,7 milhões do ano passado. No arroz, o levantamento feito entre os dias 5 e 9 deste mês indica perda de 1,3 milhão de toneladas, ou R$ 665 milhões. Já o feijão, com menor participação, deve amargar corte de 10,7 mil toneladas, menos R$ 14 milhões na economia do setor. Entre os municípios, aqueles situados no Planalto, Centro e Missões lideram na corrosão das lavouras.

No balanço feito pela Emater e pelas secretarias estaduais da Agricultura e de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, os gestores advertiram que a comparação mais correta deveria ser com a média de dez anos de safras, o que rebaixaria o prejuízo total para R$ 2,2 bilhões. O problema é saber o limite de perdas, admitiu o secretário estadual da Agricultura, Luiz Fernando Mainardi. “Não há queda consolidada para o futuro. Os serviços de meteorologia não sabem o que vai ocorrer”, justificou. “Poderemos estar estagnados ou crescer. Os prejuízos poderão ser maiores”, avisa Mainardi.

O alarme se volta para o efeito no PIB gaúcho, que, segundo Ivar Pavan, titular da pasta de Desenvolvimento Rural, que tem 40% da receita associada ao agronegócio e sua cadeia de produtos, como a agroindústria. Mainardi e Pavan informaram que está sendo fechado um programa de ações, com medidas para garantir irrigação, mas que terá efeitos somente na próxima safra. Em 2011, a alta de 5,7% estimada para o PIB gaúcho foi alimentada principalmente pela supersafra. A receita do agronegócio cresceu 18,8%.

Pavan quer assegurar milho para a alimentação dos animais. O pedido já foi feito ao Ministério da Agricultura. A meta é obter 2 milhões de toneladas, que é a conta da perda, com outros estados produtores. O secretário ligado ao setor da agricultura familiar espera que o governo atenda ao pedido de subsídio para reduzir o custo com frete, além de adotar preços mais baixos que os de mercado. A medida beneficiaria as cadeias de frango, suínos e leite. O Estado poderá mexer na carga tributária do ICMS sobre o transporte para diminuir os custos finais. “Podemos fazer isso, só precisamos que o governo federal se posicione e diga que vai ajudar”, garantiu Pavan. “A presidente Dilma já disse que a agenda da seca no Estado é com ela.”

Outra preocupação é o endividamento dos produtores que não têm seguro da safra. No milho, os detentores de Pronaf, que respondem por 50 mil contratos com o Banco do Brasil (maior parte das operações) que somam R$ 280 milhões, têm a cobertura. Já dos outros 2 mil contratos da agricultura empresarial, cerca de R$ 180 milhões, 70% têm seguro. Na soja, a situação é mais frágil. Dos R$ 780 milhões de financiamento dos produtores não familiares, 36% estão sem a proteção. Já a clientela do Pronaf, que soma R$ 200 milhões, terá parte dos prejuízos cobertos.

(Fonte: Jornal do Comércio - http://jcrs.uol.com.br/site/)

(Fonte: Jornal do Comércio - http://jcrs.uol.com.br/site/)

Autor: Patrícia Comunello
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=83951

Escrito por onyxlorenzoni

Janeiro 13, 2012 em 10:53 am

#Seca: produção nacional é atingida por quebra na safra do RS

deixe um comentário »

Esta foto é da seca de 2005 no rio Cacequi, Rio Grande do Sul. O problema de seca no RS vem se repetindo ano-a-ano, muito pouco é feito para prevenir. Muitas das patrolas dadas por Dilma mês passado estão paradas nos municípios que não tem sequer recursos para o combustível delas. Fazer açudes agora não adianta. Então como usar os 18 mi de reais que o Ministro da Agricultura já destinou para o RS? Não se sabe ao certo, pois falta PESQUISA & PLANEJAMENTO, falta ouvir os municípios e entender as realidades e diferentes necessidades em relação a esta seca. Deveriam já ter sido tomadas medidas de prevenção há muito tempo, e agora uma enorme quebra de safra bate a porta do Estado. A pior catátrofe no Brasil é justamente a da FALTA DE PESQUISA & PLANEJAMENTO. O que poderíamos esperar de um governo que nem sua casa consegue limpar e perde uma enorme energia abafando repetidos escândalos? A seca na verdade é consequência da falta de pesquisa sobre as necessidades de água de nossa agricultura. Água existe no Rio Grande do Sul, o que não existe é gestão das necessidades sobre a água. Mais um triste episódio do DesGoverno Dilma. O agronegócio gaúcho é um dos mais importantes setores da economia do Braisl, esta seca já impacta a produção nacional de grãos, será que o agronegócio não seria merecedor de um pouco mais de atenção? P.S.: Dilma não inventou a seca e não manda em São Pedro, realmente. Só que ela fica parada esperando São Pedro mandar no seu governo, coisa que ela mesma não consegue fazer direito, e a ordem dele foi seca no Sul e enchente no sudeste. Manda quem sabe e pode!

Estiagem afeta produção de grãos, diz Conab

Queda em relação a 2010/211 é de 2,8% e atinge em especial as culturas de milho, soja e arroz

A produção nacional de grãos da safra 2011/12 deve chegar a 158,433 milhões de toneladas, uma redução de 2,8% se comparada à safra anterior. A projeção é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foi divulgada nesta terça-feira, 11 de janeiro, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A queda foi atribuída à quebra de safra registrada até o dia 15 de dezembro no Sul e Mato Grosso do Sul, por conta da estiagem. Rio Grande do Sul é o estado mais atingido, seguido por Paraná, especialmente as regiões Nordeste, Noroeste, Oeste e parte do Sudeste, e Santa Catarina, no Oeste. No Mato Grosso do Sul, o Sudeste é o mais afetado pela seca. Comparativamente ao balanço de dezembro da safra brasileira de grãos, a retração foi de 0,4%, o equivalente a 600 mil toneladas de grãos a menos.

O resultado consta no quarto levantamento feito pela Conab e a confirmação da estimativa depende de fatores de produção que interferem na produtividade durante todo o ciclo. Os dados serão consolidados à medida em que estes fatores perderem a interferência.

Fonte: http://www.agricultura.gov.br/vegetal/noticias/2012/01/estiagem-afeta-producao-de-graos-diz-conab

Escrito por onyxlorenzoni

Janeiro 11, 2012 em 6:53 pm

#Exportação do #agronegócio pode superar US$ 100 bi, diz ministro

deixe um comentário »

O goveno comemora o bom resultado do agronegócio, sem ter feito muito por ele. Hoje este segmento leva o Brasil nas costas, já que foi o único setor da economia que cresceu, e ainda tem que dar um jeitinho para enfrentar o gargalo de estradas, portos e infra estrutura sub dimensionada. O agronegócio do Brasil tem bons resultados apesar do governo, e não por causa dele. Alguns setores do agronegócio são inclusive penalizados, sobre tributados e bitributados, e as vezes até esquecidos deste governo que lembra do produtor rural na hora de comemorar resultados. O caso da crise do etanol foi um dos momentos mais visíveis para o consumidor comun do que acontece na verdade, falta de financiamento e custeio da safra, falta de planejamento da safra. Temos esperança que o Ministro Ribeiro consiga reverter este cenário de falta de apoio para o setor que mais cresce em nossa economia. (Foto: demauk.com)

Exportação do agronegócio pode superar US$ 100 bi, diz Ribeiro

O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, avaliou nesta terça-feira (10) que as exportações brasileiras deverão continuar a crescer neste ano. “Temos como meta para 2012 ultrapassar a barreira dos US$ 100 bilhões. Isso significa um crescimento de 5,7% apenas. Francamente, temos condições de alcançar”, disse o ministro durante coletiva para comentar os resultados da balança comercial do agronegócio em 2011.

Ribeiro participou rapidamente da entrevista e se ausentou alegando que precisava resolver problemas sobre seca no Sul do País, chuva em outras regiões e febre aftosa. “Enfim, todas as coisas que são do dia-a-dia do ministério”, resumiu. O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, salientou que a questão da febre aftosa é um grande desafio para o Brasil.

“Temos que tratar isso em termos de América do Sul”, afirmou, durante entrevista coletiva. Segundo o ministro, o Brasil conta com o Exército na fronteira e gado vacinado, mas é preciso que o tema seja tratado por todo o Mercosul. Mendes lembrou que o País possui um adido em Buenos Aires, capital da Argentina. “Mas precisamos cuidar da Bolívia e do Paraguai. Esse adido precisa ter mais cuidados com esses países. Se for necessário, vamos buscar um adido a mais para Bolívia e Paraguai, onde os problemas de febre aftosa estão mais importantes”, comentou.

Autor: Agência Estado

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=83664

Escrito por onyxlorenzoni

Janeiro 10, 2012 em 4:35 pm

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 9.016 outros seguidores