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Crimes contra jornalistas são crimes contra a democracia

LIBERDADE DE IMPRENSA: Crimes contra jornalistas são crimes contra a democracia. Mesmo com a censura sendo proibida por nossa constituição vemos vários casos de censura promovidos pela própria justiça brasileira. Cerceamento de parlamentares, de jornalistas, de cidadãos engajados, estes estão entre os PIORES CRIMES CONTRA A LIBERDADE que um governo pode cometer, e o Brasil sob o PT tem uma longa lista deles. Sem liberdade de expressão do pensamento todas as outras liberdades ficam comprometidas.
Entidades querem federalizar crimes contra jornalistas
Entidades que representam jornalistas pediram ao governo a federalização dos crimes contra a categoria. Em uma reunião nesta quinta com a ministra da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, as associações que reúnem empresas e profissionais da área cobraram a mudança de foro como uma forma de acelerar as investigações e desencorajar o tipo de atentado em que foi assassinato, na semana passada, o jornalista maranhense Décio Sá.
“A impunidade tem estimulado a multiplicação dos casos de violência. Em raríssimos casos os responsáveis são identificados e punidos”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo. Maria do Rosário explicou que existe hoje a possibilidade de federalizar crimes de direitos humanos como extermínio – caso em que se enquadrariam várias mortes de jornalistas – mas é preciso fazer o pedido ao Superior Tribunal de Justiça e os casos são analisados um a um.
A ministro informou, ainda, que a secretaria vai criar um observatório para acompanhar as investigações de atentados contra jornalistas.
Autora: LISANDRA PARAGUASSU – Agência Estado
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,entidades-querem-federalizar-crimes-contra-jornalistas,868377,0.htm
#Liberdade de Imprensa vs. #Censura: #Justiça obriga Anthony Garotinho a retirar foto de blog

Quando não há liberdade de expressão todas as outras liberdades ficam comprometidas. A liberdade de expressão na internet é uma das garantias da democracia. Já temos uma legislação bastante dura com crimes contra a honra. Certamente não será com o cerceamento da imprensa ou das redes sociais que iremos avançar na construção da democracia no Brasil. O Brasil é a maior economia da América do Sul, seria muito mais interessante para o Brasil promover a democracia, a liberdade de expressão e a imprensa livre. Mas nossos presidentes não resistem apertar a mão de déspotas, ditadores e outros terrores da política mundial, bem como outros membros ligados ao governo não cansam de estar envolvidos em esquemas de enriquecimento ilítico. Vergonhoso para eles, péssimo para os Brasileiros e um atraso para a América do Sul. Neste espisódio do BLOG do Garotinho obrigar a retirada da foto do blog só faz com que os internautas a compartilhem ainda mais. Fazer censura só traz ainda mais a evidência os fatos ou fotos que se quer esconder e negar.
Justiça obriga Anthony Garotinho a retirar foto de blog
Imagem mostra mulher de Fernando Cavendish, dono da construtora Delta
A Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira que o ex-governador Anthony Garotinho retire de seu blog, no prazo de 48 horas, as imagens de Jordana Kfuri Cavendish. Mulher de Fernando Cavendish, dono da construtora Delta, ela morreu em um acidente de helicóptero ocorrido em Trancoso, na Bahia em junho de 2011.
O blog de Garotinho exibe imagens em foto e vídeo de Jordana ao lado de Cavendish e do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), em viagens pela Europa. O advogado Armando Miceli Filho ajuizou ação em nome do pai de Jordana, Dario Kfuri, pedindo à Justiça que determine a retirada das imagens e o pagamento de indenização pelo uso não autorizado delas.
A Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido de indenização, mas determinou a retirada das imagens, sob pena de multa de R$ 500 mil, a ser pago por Garotinho caso exceda o prazo de 48 horas para retirar as imagens.
Se a punição for aplicada, o valor será devolvido ao ex-governador quando ele cumprir a decisão. No blog, Garotinho lamentou ter usado a imagem de Jordana.
— Todavia algumas situações são fatos jornalísticos contundentes e reveladores — afirmou.
Liberdade de expressão na internet é democracia.

Quando não há liberdade de expressão todas as outras liberdades ficam comprometidas. A liberdade de expressão na internet é uma das garantias da democracia. Certamente não será com o cerceamento da imprensa ou das redes sociais e dos microblogs que iremos avançar na construção da democracia no Brasil. O Brasil é a maior economia da América do Sul, seria muito mais interessante para o Brasil promover a democracia, a liberdade de expressão e a imprensa livre. Mas nossos presidentes não resistem apertar a mão de déspotas, ditadores e outros terrores da política mundial que oprimem jornalistas e ativistas políticos que buscam mais liberdade. Vergonhoso para estes políticos, péssimo para os Brasileiros e um atraso para a América do Sul.
Evento debate liberdade de expressão na internet
Promovido pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais, seminário será realizado nesta quinta e sexta-feira, em São Paulo
Nesta quinta-feira, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) dá início ao Seminário Internacional de Liberdade de Expressão. O evento, que será realizado em São Paulo, é voltado para advogados, desembargadores, juristas, jornalistas e pesquisadores.
Um dos palestrantes, o professor e articulista do Estado Carlos Alberto Di Franco, afirma que o grande destaque do seminário será a discussão da liberdade de expressão no mundo digital. “Essa é uma plataforma nova, em que toda a temática do exercício da liberdade de expressão e da tentativa de controle não está regulada como está na plataforma impressa”, afirmou.
Segundo o professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas, Manoel Pereira dos Santos, que vai participar do painel, a grande questão a ser levantada é se o monitoramento do conteúdo compromete a liberdade de expressão. “Hoje, a maior parte da sociedade brasileira considera isso ruim. Mas é preciso discutir qual é o risco disso. Monitorar é o mesmo que censurar?”,questiona.
O evento prossegue na sexta-feira. Ao todo, estão programados cinco painéis. Além da discussão sobre internet, serão debatidos temas como a lógica da liberdade de expressão nas democracias, sua hierarquia entre os direitos fundamentais e censura.
A cerimônia de abertura contará com a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Já o encerramento caberá ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto.
Avanços. Para Di Franco, apesar de episódios pontuais de controle de informação, como a censura imposta ao jornal O Estado de S.Paulo há mais de dois anos, não se pode dizer que o Brasil seja um país sem liberdade de imprensa. “Avançamos muito. O Brasil hoje é um país que não tem censura prévia e que tem um grau de liberdade de expressão e liberdade de imprensa grande.”
Mas ele faz um alerta: “A liberdade de imprensa foi uma conquista dura, passamos por muitos anos de ditadura, muita luta, esforço e sacrifício para conquistá-la e a gente sabe que perdê-la é muito fácil. É preciso ter uma postura permanente de vigilância e de defesa desse valor fundamental para a democracia”.
Autora: ISADORA PERON – O Estado de S.Paulo
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,evento-debate-liberdade-de-expressao-na-internet-,867450,0.htm
#Facebook: justiça brasileira tenta controlar conteúdo político nas mídias sociais

As mídias sociais aproximam os políticos de seus eleitores, permitem que os políticos, sejam parlamentares, sejam do executivo, possam saber melhor o que as pessoas precisam, quais os problemas mais debatidos dentro das comunidades e, também, permite que os políticois prestem contas a população em tempo real daquilo que fazem ou pretendem fazer. Mas a justiça brasileira, fundamentada em uma legislação eleitoral que sequer contempla as mídias sociais e suas especificidades, está encarando as mídias sociais como "propaganda política". Se escrever no Twitter e Facebook seria "propaganda eleitoral", então ir a qualquer lugar público e falar com pessoas, como ir a um shopping e encontrar amigos, também pode ser encarado como "atividade propagandística". Falar com seus amigos na esquina também pode ser, portanto, "propaganda eleitoral". Se o radicalismo da justiça eleitoral prevalecer muito em breve os candidatos terão que ficar recolhidos em prisão domiciliar antes das campanhas, tamanho o casuísmo na decisão do que é ou não "propaganda eleitoral" na atividade pessoal e política de um pré-candidato a cargo eletivo. Mesmo assim, julgar sobre atividade que nem mesmo tem lei especifica que a normatize é complicado, espero que haja muita calma por parte dos representates do poder judiciário diante das redes sociais para que o Brasil não seja mais um dos países que querem amordaçar as pessoas que usam redes sociais.
Justiça manda prefeito retirar ‘propaganda’ de sua página no Facebook
É a 1ª decisão após TSE proibir uso do Twitter; Max Lemos usava perfil para falar da administração
RIO – Intimado pela Justiça Eleitoral a retirar de seu perfil no Facebook informações sobre sua atuação à frente da prefeitura de Queimados, na Baixada Fluminense, o prefeito Max Lemos (PMDB) anunciou por meio de assessores que cumprirá a decisão, mas manteve conteúdo semelhante no site do município.
Pré-candidato à reeleição, o peemedebista se reuniria nesta terça-feira, 3, com advogados para decidir se recorreria ou não da decisão do juiz Jansen Amadeu do Carmo Madeira que atingiu sua página na rede social. Inicialmente, Lemos pediu mais prazo, além das 48 horas determinadas pelo magistrado, para tirar do ar o material vetado pela decisão. A promotoria Márcia Araújo Pinto, autora do pedido acolhido pelo Judiciário, afirmou que vai checar a home page da prefeitura, para verificar se também ali há propaganda eleitoral antecipada na internet.
A decisão foi a primeira posterior à determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que restringiu o uso do Twitter por pré-candidatos antes de 5 de julho. O juiz Carmo Madeira atendeu a pedido da promotora, da 138ª Promotoria de Justiça Eleitoral. Ela considerou que o conteúdo do perfil do prefeito no Facebook constituía propaganda eleitoral antecipada. O magistrado determinou que Lemos retire do seu perfil na rede social comentários e notícias sobre sua administração e proibiu que volte a veiculá-los. A subsecretária de Comunicação de Queimados, Audrey Andrade, ressaltou que as postagens do prefeito na rede social “não são de hoje” e ocorrem “ao longo do ano”. Não teriam, portanto, segundo ela, caráter eleitoral.
Site oficial. A página de Lemos no Facebook, com 4.990 amigos, mantinha as referências a iniciativas da administração municipal, escritas de maneira coloquial, com jeito de conversa. Havia até um post, com foto de Lemos, sobre a “entrega de mais 500 apartamentos no condomínio Valdariosa, com os deputados Rafael Picciani e Zaqueu Teixeira”, assinado pelo vereador Joilde Pirikito. Em comunicado no FB, o prefeito afirmou sua disposição de cumprir a decisão.
“Como todos sabem, sou obediente à lei, à Justiça e tenho profundo respeito ao trabalho do Ministério Público. Por isso, como ainda há muitas dúvidas e interpretações diversas a respeito da decisão do TSE sobre uso das redes sociais em ano eleitoral, estarei, por medida de precaução, interrompendo temporariamente meus posts aqui no FB e no Twitter. Sei que esse tem sido um canal importante para a população falar comigo em tempo real, me alertar sobre problemas e eu resolvê-los com mais rapidez. Tenho fé que isso será por pouco tempo. Afinal, o mundo mudou. A forma de se comunicar também! Abraços a todos. Max”, afirmou o prefeito, no FB.
Para a promotora, mesmo que o prefeito já fizesse as postagens anteriormente, as coisas mudam em ano eleitoral. “Temos de preservar a igualdade das eleições”, declarou, lembrando que a propaganda eleitoral de 2012 só poderá começar em 6 de julho. “Os outros pretensos candidatos estão proibidos de fazer propaganda. A regra vale para todos.” Ela contou que agiu a partir de denúncia encaminhada à Ouvidoria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e esclareceu que a decisão atinge apenas o perfil do prefeito no Facebook. “Confesso que não via a página da prefeitura”, afirmou, ressaltando ,porém, que na rede social há nítido caráter pessoal nas manifestações do autor. A punição para descumprimento da decisão é pagamento de multa.
Autor:
Wilson Tosta, da Agência Estado
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,justica-manda-prefeito-retirar-propaganda-de-sua-pagina-no-facebook,857051,0.htm
Rádio Câmara: Onyx Lorenzoni critica retirada de #símbolos #religiosos de repartições públicas
“A sociedade brasileira é plural, e devemos respeitar esta pluralidade”, Onyx Lorenzoni.
Clique aqui e ouça a entrevista do Deputado Onyx Lorenzoni ao programa “Manhã no Parlamento” da Rádio Câmara.
No início do mês, a Justiça do Rio Grande do Sul acatou pedido da Ong Liga Brasileira de Lésbicas para que fossem retirados símbolos religiosos de todas as salas do Judiciário do estado, por ferir os princípios constitucionais de um estado laico. O deputado Onyx Lorenzoni, do Dem do Rio Grande do Sul, ingressou com representação no Conselho Nacional de Justiça questionando a decisão. O parlamentar considera a medida radical e inconstitucional.
Autor: Rádio Câmara – 28/03/2012 09:30
Fonte: http://www2.camara.gov.br/radio/materias/MANHA-NO-PARLAMENTO/413060-ONYX-LORENZONI-CRITICA-RETIRADA-DE-SIMBOLOS-DE-RELIGIOSOS-DE-REPARTICOES-PUBLICAS.html
#VoltaDaCensura: Deputado pede ‘mordaça’ durante período eleitoral

Quando não há liberdade de expressão todas as outras liberdades ficam comprometidas. A liberdade de expressão é uma das garantias da democracia. Já temos uma legislação bastante dura com crimes contra a honra. Certamente não será com o cerceamento da imprensa ou das redes sociais que iremos avançar na construção da democracia no Brasil. Péssima idéia deste deputado que esqueceu de ler a constituição antes de propor suas lei. Já tivemos nas últimas eleições o cerceamento no uso do humor, proposta de minha conterrânea Deputada Manuela D´ávila. Mesmo assim vimos uma campanha em que Lula utilizou abertamente sua cadeira de presidente da república como palanque sob as vistas grossas da justiça que não viu irregularidade alguma em um evidente descalabro e mau uso da função pública.
Deputado pede ‘mordaça’ durante período eleitoral
Um projeto de lei que pode ser votado pela Câmara dos Deputados ainda este ano impede a divulgação de investigações de crimes cometidos por candidatos no período eleitoral. O texto, proposto pelo deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), especifica que a restrição é relativa a crimes culposos – cometidos sem intenção – ocorridos nos quatro meses da campanha eleitoral.
O PL 2.301/11 determina a proibição de divulgação ou publicação de qualquer “sindicância, procedimento investigatório, inquérito ou processo, ou qualquer ocorrência de natureza penal” relativos a ilícitos cometidos por candidatos durante o período da campanha.
A proposta de “mordaça eleitoral” foi divulgada pelo PSDB, partido do deputado, no informe que destaca as iniciativas de parlamentares da bancada Congresso. De acordo com o projeto, quem descumprir a determinação estará sujeito a pena de prisão por três a oito anos, além do pagamento de multa de R$ 2 mil a R$ 15 mil.
Caso a divulgação seja feita por funcionário público, o texto prevê que ele fique suspenso de 30 a 60 dias ou ainda suspensão de 90 dias. Em caso de reincidência, o responsável pode ser punido com demissão.
Bonifácio de Andrada admite que, do jeito que foi apresentado, o projeto “dá impressão de mordaça”. No entanto, segundo garantiu, ele pretende fazer alterações no texto antes de sua tramitação. O projeto de lei está, no momento, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara e foi encaminhado para ser relatado pelo deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA). Este, no entanto, devolveu o projeto sem se manifestar, no fim de novembro.
Autor: MARCELO PORTELA – Agência Estado
#IMPRENSA #Liberdade de expressão garante a existência de todas outras liberdades
Franklin Martins volta a defender regulação da mídia
Em encontro com sindicalistas em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, o ex-ministro das Comunicações de Lula voltou a defender a regulação da mídia

Quando não há liberdade de expressão todas as outras liberdades ficam comprometidas. A liberdade de expressão na internet e para os veículos de comunicação é uma das garantias da democracia. Já temos uma legislação bastante dura com crimes contra a honra. Certamente não será com o cerceamento da imprensa ou das redes sociais que iremos avançar na construção da democracia no Brasil. Gostaria de ver o ex-ministro Franklin Martins falando de LIBERDADE DE IMPRENSA e garantias que salvaguardem a integridade física e moral dos jornalistas brasileiros. Só a título de lembrança: faz muito tempo mesmo que não vejo um jornalista estrangeiro cobrindo permanentemente Brasília. Larry Rother, o especialista em américa do sul do New York Times, expulso por ter escrito que o presidente Lula tomava trago, deve saber explicar muito bem por que a aversão dos jornalistas estrangeiros ao clima do planalto central.
SÃO BERNARDO DO CAMPO.”Pinóquio, você está mentindo”. Para o ex-ministro de Comunicação do governo Lula, Franklin Martins, a “blogsfera” funciona como o “Grilo Falante” da fábula Pinóquio, alertando a imprensa de seus supostos erros. Na tarde desta sexta-feira, Martins defendeu a regulação da mídia para centenas de metalúrgicos reunidos no congresso do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Na noite anterior, o ex-ministro e deputado cassado no escândalo do mensalão, José Dirceu, chegou a chamar a imprensa de “partido da mída”. Para o ex-ministro da Comunicação, a convergência das mídias, com a interação entre radiodifusão e telecomunicações, torna o momento importante para que se discuta uma regulação:
- Se deixar isso (a regulação por conta dos próprios setores), as telecomunicações vão jantar as empresas de televisão e de rádio. Por um motivo muito simples: elas faturam muito mais. Vamos aprove itar a entrada da convergência de mídia, o barateamento dos custos de produção, a era da rede para fazer uma nova pactuação no país, onde a radiodifusão tenha seu espaço, as telecomunicações tenham seu espaço, mas a sociedade tenha o seu espaço.
Para Franklin Martins, uma proposta de regulação não seria uma ameaça à liberdade de imprensa. Ele defendeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi ministro, afirmando que Lula nunca tentou censurar a imprensa, embora tenha “comido o pão que o diabo amassou” com certos veículos de comunicação.
- Apesar disso tudo, o governo lula garantiu do primeiro ao ultimo dia a liberdade de imprensa e não fez nenhum favor. A
liberdade de imprensa não garante que a imprensa é boa, só garante que a imprensa é livre. Quando não é boa, a imprensa pode e deve ser criticada.
Ao falar sobre a tentativa de criação de um conselho de comunicação pelo Senado, em 2006, Martins f ez um elogio ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP):
- Pode se ter crítica aqui e ali contra ele, mas é um democrata_ disse ele.
#Censura Jornalista deixa EBC e alega falta de “independência”

Quando não há liberdade de expressão todas as outras liberdades ficam comprometidas. A liberdade de expressão na internet é uma das garantias da democracia. Já temos uma legislação bastante dura com crimes contra a honra. Certamente não será com o cerceamento da imprensa ou das redes sociais que iremos avançar na construção da democracia no Brasil.
Jornalista deixa EBC e ataca conselho
Tereza Cruvinel critica ‘questão de poder’ na atuação de órgão curador da empresa
“Mandar retirar páginas da grade de programação não é seu papel”, afirmou Cruvinel
A jornalista Tereza Cruvinel atribuiu a saída dela da presidência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) à pressão do Conselho Curador, que a ameaçava de impeachment. “A presidente Dilma (Rousseff) me convidou para um segundo mandato”, disse. “Não sou insana. Achei melhor sair, porque não quero ser desqualificada. Assim que conversei com a presidente Dilma, (conselheiros) começaram a falar até em impeachment.”
O que houve, disse a jornalista, “foi uma questão de (disputa de) poder”. Segundo Tereza, que deixou ontem a presidência da EBC e deu lugar ao jornalista Nelson Breve, o conselho não é gestor e não pode querer agir como tal. “Mandar retirar páginas da grade de programação não é seu papel”, afirmou. “O presidente e os diretores não podem ser subalternos ao conselho. Se forem, não haverá independência.”
Tereza disse que sugeriu a Dilma seis mudanças na lei que criou a EBC. Uma delas é redefinir o papel do Conselho Curador. “O conselheiro Daniel Aarão Reis Filho chegou a me dizer: ‘Sua função é trabalhar; a minha é te controlar’, disse Tereza.
Choques. A EBC foi criada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2007, como empresa pública em substituição à Radiobrás. A lei diz que o Conselho Curador é o instrumento de controle social da TV Brasil e demais canais geridos pela EBC.
Nesses quatro anos, foram notórias as divergências entre a diretoria da empresa e os integrantes do Conselho Curador. O conselho determinou, por exemplo, que fossem retirados da grade da EBC dois programas religiosos – um católico e um evangélico -, sob alegação de que o Estado é laico e esse formato constituiria “injustificadas preferências a religiões particulares”. Em artigo publicado em julho, Tereza defendeu que a TV Brasil e a Rádio Nacional “deveriam garantir também espaço para seguidores do espiritismo, da umbanda, do candomblé e de outras religiões de grande penetração”.
Em 29 de setembro, o Senado entrou na briga. Após reunião na Comissão de Ciência e Tecnologia, os senadores – tendo à frente Marcelo Crivella (PRB-RJ), da Igreja Universal do Reino de Deus, e Lindberg Farias (PT-RJ) – ameaçaram aprovar um decreto legislativo para revogar a decisão do conselho. A exibição foi mantida por liminar da Justiça.
A vice-presidente do Conselho Curador, Ana Luíza Fleck, afirmou que, ao atacar o órgão, Tereza foi “irresponsável com o projeto de consolidação da TV Brasil”. “Ela esqueceu que o Conselho Curador é o responsável pela democracia na empresa, pois representa todos os setores. Ela esqueceu também que a EBC é uma empresa pública, e não uma estatal”.
Tereza também disse ontem que foi “erro de avaliação” ceder o secretário executivo do conselho, Diogo Moysés, que é funcionário da EBC e foi pedido pelo conselho. Em seu blog pessoal, no domingo, a jornalista disse que ele “plantou várias matérias” sobre a ameaça de impeachment. “São acusações absurdas para desviar o foco do que é relevante”, afirmou Moysés.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,jornalista-deixa-ebc–e-ataca–conselho-,793144,0.htm?p=2
#Opinião: Brados retumbantes #NelsonMotta

Quando não há liberdade de expressão todas as outras liberdades ficam comprometidas. O governo Dilma não consegue "governar" por que está sempre apagando incêndios causados por ele mesmo e por sua política do "toma cargo lá, dá apoio cá". Ao invés de partir para o debate político aberto e para a formação de consenso a partir das próprias forças políticas envolvidas. O governo Dilma, que é viúva do mensalão, prefere contar com uma base aliada de "aluguel" e ganhar na base do "rolo compressor". O parlmento é a casa do debate, da conversa da formação de consenso, mas quem não conhece os valores democráticos prefere anular os o debate por ter medo dele e/ou por não saber fazê-lo.
por NELSON MOTTA – O Estado de S.Paulo
A cada ministro que cai, ainda ecoam vozes do Planalto repetindo o bordão de que a presidenta não será pautada pela imprensa, não irá a reboque da mídia, não decidirá sob pressão. Embora todos os escândalos que levaram a quedas de ministros tenham sido levantados justamente pela imprensa.
Nunca na história desse governo a mídia e a opinião pública foram surpreendidas com algum ministro demitido por malfeitos flagrados e revelados pelo próprio governo e seus órgãos de controle.
Se a imprensa não gritasse, o ministério inicial de Dilma/Lula estaria intacto e, como dizia o ministro Orlando Silva, seria indestrutível. É por isso que o Zé Dirceu e seus colunistas militantes gritam tanto contra a “mídia golpista”. Por ser legalista demais.
Daí a obsessão de controlar os meios de comunicação por meio de conselhos a serem aparelhados por partidos e sindicatos. Inspirada nos modelos venezuelano e argentino, uma das bandeiras dessa “democratização da mídia” é a limitação da “propriedade cruzada”: quem tem televisão não pode ter rádio, jornal, portal de internet ou canal de TV paga ao mesmo tempo.
Apesar da competição acirrada no bilionário mercado publicitário brasileiro, eles querem nos proteger de monopólios imaginários, ignorando que a interação entre várias mídias é hoje uma exigência dos grupos de comunicação independentes, que os viabiliza economicamente. A produção de informação e entretenimento custa, e vale, cada vez mais.
Para manter a TV Globo, seus acionistas teriam de vender suas revistas, rádios e canais pagos. A Folha de S. Paulo teria de se desfazer do UOL. A Band teria de escolher entre suas rádios ou TVs. A RBS perderia a Zero Hora. Coitado do Sarney, teria de abrir mão de sua Rede Mirante ou da Tribuna do Maranhão.
O sonho dirceuzista é ver empresários “progressistas” comprando a CBN, a Época, o UOL e a Band News, financiados pelo BNDES, por supuesto, para “democratizar” as comunicações brasileiras. Como jamais conseguiram criar, mesmo com rios de dinheiro publico, um veículo de sucesso e credibilidade, desistiram de tentar fazer, agora querem comprar feito.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,brados-retumbantes-,791657,0.htm?p=2
#GiseleCensurada: Secretária do #PT não se viu no comercial, então o censurou. Isto é #DITADURA!
‘Sou baixa, gorda e índia e não me vejo na propaganda da Gisele’
Para dirigente da Secretaria de Políticas para as Mulheres, o problema do comercial com a top model é a informação fora de contexto

O governo da presidenta carranca não gosta de bom humor, mulher bonita e jornalistas que têm opinião. Nas eleições (através da Deputada Manuela D'ávila) o governo PROIBIU O HUMOR para descrever os candidatos, uma situação evidente de censura prévia, que é inconstitucional. As verdadeiras palhaçadas sem graça alguma são os desvios de verba, os superfaturamentos, as consultorias, aumentar 20x o patrimônio em meses e outros malabarismos. Em breve não teremos muitos bons motivos para achar graça da situação a que este governo está levando o Brasil. O brasileiro é conhecido no mundo todo por seu bom humor, mas Dilma e sua turma de assessores e assessoras está conseguindo acabar com os motivos para rir. Arrogância e falta de respeito pelo cidadão e seus dirietos são a MARCA deste governo. PT=Partido da Tirania.
SÃO PAULO – A polêmica em relação à propaganda da top model Gisele Bündchen para a lingerie Hope ainda deve durar, ao menos, 45 dias, o período médio de tempo que o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) leva para analisar a suspensão de peças publicitárias consideradas impróprias. O processo foi aberto ontem pelo órgão regulatório.
Para Aparecida Gonçalves, secretária nacional de combate à violência contra a mulher, o problema da peça publicitária “não é Gisele Bündchen, nem a lingerie, mas é a questão que está por trás disso”. É passar uma imagem errônea da mulher brasileira, que não é submissa, é consumidora, moderna e até presidente”, diz. “Agora, se fosse num jantar à luz de velas, o charme e a lingerie até se justificariam”, afirma.
Pessoalmente, Aparecida diz se sentir ofendida pela propaganda, já que, como ela própria descreve, “é baixa, gorda e índia” e não se vê representada na peça publicitária. Assim, ela afirma que o objetivo da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) é questionar que tipo de imagem da mulher brasileira está sendo criado.
O Conar ainda está escolhendo o júri que apreciará a questão. Assim, a campanha “Hope Ensina” continua a ser exibida até a decisão final do órgão, uma vez que o relator escolhido para o caso não concedeu liminar exigindo que a campanha deixe de ser veiculada, informa a assessoria de imprensa do Conar.
Após receber denúncias sobre um eventual preconceito da propaganda em relação à mulheres, a SPM enviou um ofício ao Conar pedindo a abertura de um processo. Até o início da tarde desta sexta ainda não havia sido recebido. O motivo, informa Aparecida, é a greve dos Correios, que impediu a comunicação formal usada normalmente pelo governo.
A Secretaria foi a mesma que pediu medidas contra a campanha da Devassa, da Cervejaria Schincariol, onde a socialite Paris Hilton se assumiu “devassa”. “De lá para cá, mudou a qualidade da propaganda na TV, porque os publicitários efetivamente começaram a mudar isso (estereotipação da mulher)”, diz Aparecida.
Autor: Hugo Passarelli, do Economia & Negócios
Fonte: http://economia.estadao.com.br











