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#Youtube: Ao calar Demóstenes se iguala a todos os bandidos @tvcamara

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“O senador Demóstenes Torres, ao abrir mão de falar, de colaborar, se alia e se coloca ao lado daqueles que têm a esconder. Ele usa a mesma estratégia e se iguala a todos os bandidos”, ressaltou o deputado Onyx Lorenzoni após sessão da CPMI do Cachoeira nesta manhã (31). Demóstenes Torres, assim como todos os investigados que vieram à comissão, permaneceu calado. Ele alegou que já prestou todos os esclarecimentos no Conselho de Ética do Senado na última terça-feira (29).

CLIQUE AQUI E VEJA A FALA DO DEPUTADO ONYX LORENZONI NO PLENÁRIO, HOJE (31) PELA MANHÃ.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=HGPpFSFZr8Q

Fonte: TV Câmara

#VIDEO #YouTube: Aprovado requerimento de Onyx que reconvoca Cachoeira para a #CPI

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Deputado Onyx Lorenzoni apresentou requerimento depois de liminar do STF que liberou Carlos Cachoeira de depoimento hoje

Clique AQUI e assista a reportagem em vídeo no YouTube.

Deputado Onyx Lorenzoni durante a sessão da CPI de ontem, onde ele apresentou o requerimento que reconvoca Carlinhos Cachoeira a depor na CPI. “Oficiamos a CPI para que os advogados de Cachoeira tenham o mesmo acesso que os deputados ao processo. O Democratas apresentou o requerimento, que foi aprovado, e terça que vem, dia 22 o Cachoeira vai estar aqui.” afirmou o Deputado.

Fonte:  Assessoria de Imprensa

Escrito por onyxlorenzoni

Maio 16, 2012 em 10:49 am

#RádioGuaíba: #CPMI não vai acabar em pizza

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Onyx Lorenzoni disse que nesta semana serão ouvidos os responsáveis pelas Operações Vegas e Monte Carlo, da PF

O deputado Onyx Lorenzoni, do Democratas, disse que pelo resultado da primeira reunião da CPMI, foi visto que a blindagem do governo sobre os governadores não vai funcionar. Para ele, a investigação não deve terminar em pizza. Adiantou que as informações obtidas apontam que a organização de Carlinhos Cachoeira tem tentáculos em ao menos 10 Estados. Em entrevista ao Programa Guaíba Cidades destacou a relação que as investigações deixam clara a relação entre Fernando Cavendish, da Delta Construções, Carlinhos Cachoeira e o governador de Goiás, Marconi Perillo em suposto esquema de corrupção.

Onyx Lorenzoni, Deputado Federal gaúcho.

A respeito da influência da Revista Veja no processo, disse achar importante que a publicação seja investigada. Disse que amanhã será ouvido o delegado que realizou a investigação da Operação Vegas e na quinta feira serão ouvidos delegados da Polícia Federal e procuradores que coordenaram a Operação Monte Carlo. Lorenzoni disse que nesta semana será solicitada a quebra de sigilo telefônico, bancário e fiscal dos investigados.

Autor: Luis Tósca / Rádio Guaíba
Fonte: http://www.radioguaiba.com.br/Noticias/?Noticia=420065

CLIQUE AQUI E OUÇA A ENTREVISTA NA RÁDIO GUAÍBA.

Escrito por onyxlorenzoni

Maio 7, 2012 em 12:43 pm

#VIDEO #YouTube: “Passarinho canta melhor fora da gaiola” Onyx

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Democratas quer ouvir Carlinhos Cachoeira na CPI

“Passarinho canta melhor fora da gaiola”, afirmou Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) sobre depoimento de Cachoeira

Fonte: Assessoria de Imprensa

#CPI: Aprovado o requerimento que quebra o sigilo bancário, fiscal e telefônico de Carlinhos Cachoeira.

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O requerimento aprovado pela CPI quebrando o sigilo bancário, telefônico e fiscal de Carlos Cachoeira é de autoria do deputado gaúcho Onyx Lorenzoni. Foto da primeira sessão da CPI de Carlos Cachoeira (Foto: Assessoria de Imprensa).

Poderão ser abertos dados dos últimos dez anos do bicheiro. Relator não incluiu depoimentos de governadores na CPI.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito criada para investigar o elo de políticos e empresários com o bicheiro Carlinhos Cachoeira aprovou nesta quinta-feira (2) a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do contraventor, preso em fevereiro sob acusação de chefiar uma quadrilha de jogo ilegal.   Poderão ser abertos dados sigilosos dos últimos 10 anos, período que vai além das investigações já realizadas pelas operações Vegas e Monte Carlo (iniciadas em 2009 e 2011, respectivamente), que motivaram a criação da CPI e já haviam acessado informações sigilosas do bicheiro.   O requerimento aprovado pela CPI é de autoria do deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). “São de extrema gravidade os fatos, que demonstram envolver não só crimes de natureza estritamente privada, mas trambém graves graves desvios na esfera pública, atentatórias às instituições democraticamente constituídas, o que demanda a imediata atuação do Poder Legidlativo Federal“, justicou o deputado no pedido de quebra de sigilo.   “A quebra é essencial para nós compreendermos o que ele fez nos últimos dez anos”, disse o relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG). Segundo ele, foram aprovados 51 requerimentos na reunião desta quarta da CPMI. O deputado afirmou ainda que na próxima semana devem ser votados requerimentos que pedem a quebra de sigilo da construtora Delta, suspeita de ter negócios ilegais com o grupo de Cachoeira.

Autor: Nathalia Passarinho e Iara Lemos Do G1, em Brasília

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/cpi-aprova-quebra-dos-sigilos-fiscais-bancario-e-telefonico-de-cachoeira.html

Escrito por onyxlorenzoni

Maio 2, 2012 em 9:20 pm

#CPI dos Bingos investigou a origem da organização de #Cachoeira

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Lorenzoni pede resgate da CPI dos Bingos com origem da organização de Cachoeira

"CPI dos Bingos com origem da organização de Cachoeira." Onyx Lorenzoni, Deputado Federal.

O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) quer o resgate dos documentos e o relatório final da CPI dos Bingos para iniciar os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do caso Cachoeira. “Nos arquivos da CPI dos Bingos há depoimentos importantes como o do Waldomiro Diniz, que traz a origem, a continuidade e a estruturação da organização criminosa comandada por Carlos Cachoeira”, pontuou durante a primeira reunião da CPMI realizada na manhã desta quarta-feira (25). A CPI dos Bingos foi realizada em 2006 e já investigou práticas ilícitas de Cachoeira, personagem principal da comissão instalada hoje.

Lorenzoni, que é membro titular da CPMI pelo Democratas na Câmara, requisitou ainda que a vice-presidência seja ocupada por parlamentar da oposição. “As CPIs são instrumentos da minoria e queremos um equilíbrio na condução das atividades da comissão. Temos um imenso desafio que é fazer jus às expectativas da sociedade”, enfatizou o deputado. Ele também lembrou a CPI é uma forma privilegiada de investigação já que é possível quebrar um sigilo fiscal em 48 horas, quando um delegado da Polícia Federal pode levar até um mês para ter acesso aos documentos.

O parlamentar também se manifestou a favor da votação das primeiras convocações e quebras de sigilo já na segunda reunião da CPMI marcada para às 14h30 da próxima quarta-feira (3 de maio). A intenção é acelerar os trabalhos e evitar que os convocados sejam “blindados” por suas assessorias jurídicas, na opinião do Lorenzoni. Os primeiros requerimentos apresentados na comissão são de autoria do Democratas, que vão dos números 3 ao 34.

Nesta quarta-feira (25), os integrantes da CPMI aprovaram requerimentos do relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), para requisição de documentos referentes aos inquéritos das Operações Vegas e Monte Carlo junto a Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República e Supremo Tribunal Federal.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Escrito por onyxlorenzoni

Abril 25, 2012 em 4:37 pm

#CPI deve começar com queda-de-braço entre #oposição e #governo

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Porto Alegre – O início, de fato, dos trabalhos da CPMI do Cachoeira deve ocorrer apenas na semana que vem. O líder da bancada do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), por exemplo, deve indicar o relator da Comissão apenas na próxima terça-feira (20), e o presidente, já confirmado, senador Vital Rêgo (PMDB-PB) disse que aguarda esta definição para que seja elaborado um plano de trabalho. Ainda assim, uma luta entre governistas e oposicionistas já se trava, tendo como palco a imprensa e novos vazamentos. O objetivo é pautar a CPI de acordo com seus interesses.

De um lado, o PT visa a manter o foco nas investigações da Polícia Federal, que abalam o governo goiano, do tucano Marconi Perillo e a revista Veja, pelas ligações que o diretor da sucursal do veículo em Brasília, Policarpo Júnior, mantinha com o contraventor. Do outro, oposicionistas buscam um antídoto mirando no governo do petista Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, e na empreiteira Delta, da qual Cachoeira seria sócio “informal”, que tem doações de campanhas e contratos com governos de amplo espectro de partidos políticos.

"Onyx Lorenzoni lembra que da CPI dos Correios, que ele considera que foi uma CPI que deu resultados, saíram 25 projetos de lei e quatro deles já se tornaram leis, todas elas de combate à lavagem de dinheiro." Rede Brasil Atual (Foto: Sidnei Lins)

Não tenho dúvida de que vai haver isto (queda-de-braço)”, afirma o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Para o parlamentar de oposição, mesmo que tenha contado com assinaturas de muitos deputados (396) e quase todos os senadores (72), a CPI foi bancada por governistas, uma vez que a oposição não teria força para fazê-la. E os objetivos seriam fragilizar a oposição, especialmente o governador Marconi Perillo; colocar uma “cortina de fumaça” no julgamento do Mensalão e tirar a credibilidade da Veja. “Nenhuma das tarefas é muito nobre”, ironiza.

Um dos mais ferrenhos participantes durante a CPI dos Correios, Onyx admite que será como um jogo a disputa pela linha de investigação, mas ainda não revela a estratégia da oposição. Só que, em ampla minoria na Comissão, a oposição precisará ser cautelosa. “É que nem final de campeonato. Primeiro tem que ver como joga o adversário e não tomar gol. Depois dos 15 minutos de jogo é que tu vais te organizar para tentar ganhar o jogo. É claro que vamos entrar em um cenário onde o governo é amplamente majoritário, mas a CPI dos Correios também era assim”, diz. Apesar disto, garante que não pouparia seus pares de oposição. “Se tiver que meter ferro no tucano, eu vou meter. E o Demóstenes já era. O DEM tem uma condição que nenhum outro partido tem, todos os envolvidos em corrupção nós botamos para a rua”, diz.

Onyx insinua que houve uma “seletividade dos fatos” até o momento e sugere que as conexões de Cachoeira não estão apenas no Centro-Oeste, mas no Sudeste. O deputado que esteve por bastante tempo em Porto Alegre, se recuperando de uma cirurgia, conta que teve acesso a poucas coisas das investigações, mas revela que a bancada DEM já tem profissionais “experientes”, que já trabalharam na CPI dos Correios, trabalhando com as investigações. A equipe já teria, inclusive, “boas novidades”. “Já tive acesso a alguns áudios. Já tem uma equipe da bancada trabalhando desde a semana passada. Vou conhecer algumas linhas de investigação quando eu chegar lá. Temos algumas pessoas que colaboraram com a gente na época da CPI dos Correios. É gente que tem experiência, informação. Sei que tem boas novidades, mas ainda não sei o teor”.

Para impedir que a CPI tome o rumo desejado pelos governistas, o democrata conta com a instabilidade da base aliada. “O governo tem uma base muito frágil. Temos que usar a inteligência e ter contínua interlocução com a sociedade, para ganhar o apoio da sociedade. Em CPI ninguém vota contra o apoio da sociedade”, diz. Ele também se utiliza de uma “velha máxima” entre os parlamentares: “CPI todo mundo sabe como começa, mas não sabe como termina”.

Possível relator, petista adota cautela no discurso
O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) é apontado como possível indicação para relator. A vaga já está definida para o PT, que tem a maior bancada, e Teixeira afirma que o líder da sigla, Jilmar Tatto, deve escolher o relator apenas na próxima terça-feira e que há outros nomes colocados, como o do ex-líder de Governo, Cândido Vacarezza (SP) e de Odair Cunha (MG).

Teixeira adota postura cautelosa ao falar da CPI, evitando comentar as estratégias do partido e negando que o PT fará uma queda-de-braço para definir os alvos da investigação. “Não pode ser este o caminho. Esta CPI vai ter que partir da estrutura desta organização, partir de uma análise desta organização criminosa, tentando ver quais são seus tentáculos”, diz. Ele também nega que a sigla queira sangrar a Veja. “Não existe isto não. Ninguém se presta a este papel”, diz.

Apesar do clichê que diz que CPI não se sabe como termina e do zum-zum de que o governo estaria mobilizado a abafar a CPI, o petista também nega que haja o temor de que as denúncias respinguem nos partidos da base aliada. “Não, absolutamente. Isto é um sonho da oposição. Ele (Onyx) está preocupado em tirar o controle do Governo, sendo que a CPI vai investigar, inclusive, não só, as relações de gente da oposição. Acho que ele está com o foco equivocado”, diz.

Estratégias já se desenham
Por mais que os políticos neguem é evidente a batalha pelo rumo das investigações. Os partidos governistas, por exemplo, escalaram pouquíssimos dos parlamentares mais “rebeldes” ou “independentes” para a CPI, ao passo em que DEM e PSDB vaga de suplente na Comissão para o senador peemedebista Jarbas Vasconcelos (PE), que sempre se manteve como opositor do Governo e jamais teria espaço entre as indicações de sua própria sigla. A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) estava empenhada em entrar na CPI, mas, se autodeclarando “independente”, não conseguiu.

Nesta sexta-feira (20), a presidenta Dilma Rousseff negou interferência governamental na CPI. “Não me manifesto em relação a esse assunto. A CPI é algo afeto ao Congresso, o governo federal terá uma posição absolutamente de respeito ao Congresso”, disse. O presidente da Câmara, Marco Maia, também negou o cenário traçado por jornalistas de que nos bastidores Lula e o PT desejavam a CPI, ao passo em que o Governo temeria perder o controle sobre ela, preferindo esfriar a investigação. “Nunca fui consultado, ou recomendado, pelo presidente Lula ou pela presidenta Dilma. Essa questão que foi levantada, de que há interferência para turbinar ou abafar a CPI, faz parte da imaginação de alguns”.

Embora o deputado Onyx não aprofunde quais cartas serão jogadas pela oposição, elas ficam claras, por exemplo, no noticiário da grande imprensa, que “esqueceu” as relações líquidas e certas entre o Carlinhos Cachoeira e o Governo Perillo para mirar em indícios de ligação entre o contraventor e Agnelo Queiroz e em um áudio em que o proprietário da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, falaria de suas intenções de se aproximar do Governo Federal por meio de subornos a políticos. Vários veículos também ressaltam que a Delta foi uma das empresas que mais participou do PAC e suas doações de campanha e que o Governo já estaria se mobilizando para abafar a CPI. Há também possível interferência de Cachoeira em indicações para cargos federais em Goiás.

Uma reportagem da Agência Câmara também mostra as divergências entre as pretensões de oposicionistas e governistas. Nela, o deputado Rubens Bueno (PPS-PR), indicado pelo bloco PPS/PV, afirma que já preparou requerimentos para investigar a relação entre Cachoeira e a empreiteira Delta, assim que a CPI começar. “Estou preparado para pedir a quebra do sigilo bancário e fiscal das relações do Carlinhos Cachoeira com a Delta e as empresas laranjas. Isso é fundamental para que não haja aquilo que nós conhecemos bem: o início da destruição de provas, de apagar digitais, o que temos de evitar o quanto antes”, afirmou.

Por outro lado, o presidente da Câmara, Marco Maia, já deixou claro que a relação entre Cachoeira e jornalistas será investigada, com a publicação de uma resposta escrita a críticas que a revista Veja fez a ele e à criação da CPI. “Não é verdadeira a tese, que a revista Veja tenta construir (também de forma totalitária), de que esta CPMI tem como um dos objetivos realizar uma caça a jornalistas que tenham realizado denúncias contra este ou aquele partido ou pessoa. Mas posso assegurar que haverá, sim, investigações sobre as graves denúncias de que o contraventor Carlinhos Cachoeira abastecia jornalistas e veículos de imprensa com informações obtidas a partir de um esquema clandestino de arapongagem”, escreveu.

Não é de se duvidar do empenho de Maia para que se investigue a revista Veja, afinal ele mesmo já havia sentado em cima de outras CPIs que tinham, inclusive, o número de assinaturas necessárias para serem instaladas e que, em tese, seriam interessantes para a base aliada, como a CPI da Privataria. No caso da CPI do Cachoeira, o presidente se empenhou na instalação.

Maia e outros petistas têm negado, no entanto, que a CPI possa servir para ajudar integrantes do partido no julgamento do Mensalão, mesmo que isto possa, de fato, ocorrer, uma vez que já foi divulgado que Cachoeira atuou, com ajuda de arapongas, para obter gravações que prejudicassem pessoas do Governo. Mais fatos como este tem ocorrido. A revista Época noticiou, por exemplo, que uma gravação de Cachoeira pode ter influído na queda de Luiz Antônio Pagot e de Alfredo Nascimento do Ministério dos Transportes, porque ambos estavam desagradando a empreiteira em obras federais. Gravação que foi divulgada por Veja.

O fato é que a Editora Abril está realmente preocupada com os rumos da Comissão. O portal Brasil 247, divulgou nesta sexta-feira (20) que a editora que passou oito anos achincalhando o ex-presidente Lula e segue divulgando semanalmente denúncias — muitas vezes fantasiosas, noutras nem tanto — contra o governo federal enviou para Brasília ninguém menos que seu presidente Fabio Barbosa para tentar evitar uma humilhação pública da revista semelhante à que teve Rupert Murdoch na Inglaterra. Segundo o portal, Barboza tem trânsito entre os congressistas de diversas matizes por ter presidido o Banco Santander e a FEBRABAN e estaria disposto a vetar o nome de Paulo Teixeira da relatoria, em prol de algum nome mais dócil.

As estratégias parecem traçadas, mas é difícil prever o que prevalecerá na investigação. “Não tem como se prever de antemão onde vamos chegar”, afirma o deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), escalado com suplente de seu partido, que também cita a mesma máxima que Onyx, de que “CPI se sabe onde começa, mas não se sabe onde termina”. “É comum que novas denúncias apareçam durante a CPI. Pessoas se sentem atingidas e resolvem falar”, justifica.

O pedetista, que algumas vezes já votou contra o Governo, admite que há dos dois lados a intenção de fazer disputa política, mas garante que não é sua intenção. “Há alguns deputados que têm esta intenção de transformar a CPI em queda-de-braço político. Espero que aproveitemos para fazer um trabalho sério e responsável, que não se transforme num palco de política partidária”, diz.

Vieira afirma que o PDT não recebeu qualquer orientação do Planalto e acredita que não é possível esfriar a CPI uma vez instalada. “Acho que é um caminho sem volta. O que poderia ser feito era evitar que fosse instalada, o que já foi feito com CPIs que tinham, inclusive, o número de assinaturas necessário”, afirma. Um fator que ele concorda que pode esfriar a CPI são as eleições municipal, no segundo semestre. “Se houver fatos impactantes, ela continua no noticiário. Vai depender disto”.

Quantos aos rumos da investigação, o que oposicionistas e governistas concordam é que pode servir para a criação de instrumentos de combate à corrupção. Onyx Lorenzoni lembra que da CPI dos Correios, que ele considera que foi uma CPI que deu resultados, saíram 25 projetos de lei e quatro deles já se tornaram leis, todas elas de combate à lavagem de dinheiro. Paulo Teixeira acredita ser possível pensar medidas para aprimorar o sistema político, dando um impulso, por exemplo, à reforma política, que está travada na Câmara. “Tem que desdobrar isto em todas as medidas que possam aperfeiçoar o sistema político brasileiro. Essa CPI pode elucidar relações de financiamento de campanha, que tem origem no crime organizado. Então, pode ajudar a repensar como o sistema está fragilizado”, diz.

Autor: Felipe Prestes, do Sul21
Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2012/04/cpi-deve-comecar-com-queda-de-braco-entre-oposicao-e-governo

Escrito por onyxlorenzoni

Abril 23, 2012 em 10:33 am

#Democratas na Câmara indica Onyx e Mendonça Prado para #CPI do caso #Cachoeira

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O Democratas na Câmara indicará os deputados Onyx Lorenzoni (RS) como titular e Mendonça Prado (SE) como suplente como integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que vai apurar as ações ilícitas em torno de Carlos Cachoeira, investigado nas operações da Polícia Federal Vegas e Monte Carlo. Conforme o líder do partido na Câmara dos Deputados, ACM Neto, os parlamentares indicados têm vasta experiência em CPIs com participação nas comissões do Correios e caos aéreo, no caso de Lorenzoni, por exemplo. Já Mendonça Prado foi presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.

No total, os partidos de oposição – Democratas, PSDB e PPS – terão três vagas titulares para deputados e mais três para senadores na CPMI. O requerimento de criação de comissão será lido às 10h30 desta quinta-feira (19) em sessão do Congresso Nacional convocada pela presidente em exercício, deputada Rose de Freitas, conforme a própria parlamentar anunciou nesta tarde (18). ACM Neto defendeu que os líderes do Congresso façam as indicações ainda durante a quinta-feira para que a CPMI comece a funcionar na próxima terça-feira (24).

Autor: Assessoria de Imprensa

Fonte: http://www.dem.org.br/2012/04/democratas-na-camara-indica-onyx-e-mendonca-prado-para-cpi-do-caso-cachoeira/

#Cachoeira: Líderes partidários fecham acordo para entregar as assinaturas para criação da #CPMI

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O Brasil quer saber das ligações de Cachoeira com nossos representantes eleitos. Precisamos saber, não podemos deixar o eleitor sem respostas, sem a verdade. Estou convencido que esta CPMI é um importante passo para depurar a política nacional. Ninguém mais aguenta a corrupção que virou uma epidemia no governo do PT. Estou convencido, este é o governo mais corrupto da história de nosso país. Precisamos passar o Brasil a limpo. (Charge do prosaepolitica.com.br)

Líderes partidários fecham acordo para entregar as assinaturas para criação da CPMI

O deputado Marco Maia disse que não conhece e nem tomou conhecimento de nenhum movimento para postergar ou inviabilizar a criação da CPMI.

BRASÍLIA – Os líderes partidários na Câmara vão entregar até as 20h desta terça-feira (17), à Secretaria-Geral da Mesa da Casa a lista com as assinaturas dos deputados favoráveis à criação da comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) destinada a apurar as relações do empresário de jogos de azar, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e agentes públicos e privados. O acordo foi firmado em reunião dos líderes com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS).

Marco Maia disse que não conhece e nem tomou conhecimento de nenhum movimento para postergar ou inviabilizar a criação da CPMI. “Não há nenhum movimento que vá em direção contrária a decisão tomada que é a de realização da CPMI. A comissão vai sair”, disse. Segundo ele, caberá ao secretário-geral, Sérgio Sampaio, receber dos líderes partidários as listas com as assinaturas dos deputados, fazer a conferência dessas assinaturas e depois repassá-las aos líderes partidários para que eles as entregue à Mesa Diretora do Congresso Nacional, já que a CPI é mista.

De acordo com Maia, os trabalhos da CPMI não deverão prejudicar as atividades legislativas da Câmara. “Vamos ter sessões e seguir o ritmo normal de trabalhos na Casa. Não há nenhuma mudança de ritmo na Casa em função da comissão parlamentar mista de inquérito”.

O líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), informou que os deputados de sua bancada irão assinar o requerimento para a criação da CPMI. “Não tem dificuldade nenhuma de ter as assinaturas necessárias para a comissão. Desconheço que tenha um deputado do PT que não vá assinar o requerimento”. Tatto disse que tem recebido várias sugestões de sua bancada para a relatoria dos trabalhos, assim como dos nomes a serem indicados para compor a CPMI. “Só vou definir os nomes quando a comissão for criada”.

O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), disse que a bancada do seu partido está unida em torno da CPMI. “Todos os peemedebistas devem assinar o requerimento para a CPMI. Eu pedi a todos que assinassem”. Henrique Alves informou que já escolheu para integrar a comissão como titulares os deputados Luiz Pitiman (DF) e Iris de Araújo (GO).

Henrique Alves justificou a escolha com o argumento de que os trabalhos da comissão vão coincidir que a eleição municipal e por isso ele optou por dois parlamentares, um do Distrito Federal e outro de Goiás, que poderão estar presentes aos trabalhos pela proximidade de suas residências. Em relação aos dois suplentes que o partido tem direito, o líder informou que ainda não definiu quem irá indicar.

O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), disse que os indicados do partido para a CPMI são os deputados Onyx Lorenzoni (RS) como titular e Mendonça Prado (SE) como suplente. O PPS indicou para integrar a CPMI como titular o deputado Rubens Bueno (PR), líder da bancada. A vaga de suplente que também cabe ao bloco formado pelo PPS/PV será ocupada pelo deputado Sarney Filho (PV-MA).

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.dci.com.br/lideres-partidarios-fecham-acordo-para-entregar-hoje-as-assinaturas-para-criacao-da-cpmi-id290398.html

#Veja: #CPI do #Cachoeira começa a ganhar corpo

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Coleta de assinaturas está na fase final e partidos começam a indicar integrantes para a comissão – apesar da má-vontade de algumas legendas

Apesar da falta de empenho de alguns partidos, a CPI do Cachoeira começa a ganhar corpo no Congresso. O Senado já ultrapassou o mínimo necessário para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito – 27 assinaturas. Foram recolhidas até agora sessenta assinaturas – quinze só da oposição. A Câmara mantém a coleta descentralizada. Mas tudo indica que o mínimo de 171 apoios já foi atingido. Só no PT, foram cerca de 60 assinaturas até agora. No DEM, mais 23. O requerimento com a assinatura de deputados e senadores deve ser oficializado no fim da manhã de quinta-feira. Até lá, os parlamentares ainda podem assinar o texto.

(Na foto: Deputado Federal Onyx Lorenzoni, Secretário Nacional dos Democratas)

Os partidos também começaram a formalizar nesta terça suas indicações para compor a comissão. Na Câmara, o PSDB já definiu Carlos Sampaio (SP) como um de seus nomes no colegiado. Outros titulares serão Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Rubens Bueno (PPS-PR) e Maurício Quintela Lessa (PR-AL). Mendonça Prado (DEM-SE), Sarney Filho (PV-MA) e Ronaldo Fonseca (PR-DF) serão suplentes.

Já o PT ainda não bateu o martelo sobre as indicações. Mas o líder da bancada petista na Câmara, Jilmar Tatto (SP), reage à acusação de que o partido pretende esvaziar a CPI: “A oposição não tem discurso e nem projeto para o país”, ataca. Segundo ele, a instalação da CPI é “uma questão de horas”.

No Senado, o PSDB convidou Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), tradicional oposicionista, para ocupar uma das quatro vagas originalmente reservadas aos tucanos. Falta decidir se ele será titular ou suplente da bancada. Ambos os cargos dão direito a um assento na comissão, permitem o uso da palavra e a coordenação de relatorias. Mas o substituto só vota quando o titular está ausente.

Caminho sem volta – A agilidade de alguns partidos em escolher os integrantes da CPI também mostra que, apesar dos receios sobre o desgaste causado pela investigação, as legendas consideram a abertura da comissão um caminho sem volta. Uma das táticas de esvaziamento da CPI costuma ser a protelação na indicação dos membros. Parece não ser o caso.

O passo seguinte será a leitura do relatório da CPI em plenário. Como a comissão será mista, com senadores e deputados, será necessário convocar uma sessão conjunta do Congresso Nacional. Com José Sarney (PMDB-AP) se recuperando de uma cirurgia cardíaca, a tarefa deve ser cumprida pela vice-presidente do Congresso, Rose de Freitas (PMDB-ES). Em tese, a instalação formal da CPI poderia ocorrer já nesta quarta-feira. Mas a leitura do requerimento não ocorrerá em menos de uma semana.

A comissão, criada para investigar a atuação da quadrilha comandada pelo contraventor Carlinhos Cachoeira, será composta por 15 senadores e 15 deputados titulares, além de um número igual de suplentes. O prazo de encerramento da investigação é de até 180 dias.

Autor: Gabriel Castro

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/cpi-do-cachoeira-comeca-a-ganhar-corpo

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