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#Competitividade: Indústria pagará 22% a mais pelo gás.

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Os impostos entre os mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, insumos caros, dificuldade de importar materiais e equipamentos, preço da energia acima da média mundial, preço do gás acima da média mundial, esta é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Certamente não será fechando indústrias que o Brasil vai crescer, produzir riquezas e empregos para todos. No caso da indústria cerâmica e de vidros, que usa muito gás boliviano, estamos simplesmente pagando a conta da “bondade” de Lula com seu amigo Evo Morales. Uma situação absurda, em que além do CUSTO BRASIL, ainda arcamos com o CUSTO BOLÍVIA. 

Indústria pagará 22% a mais pelo gás

A conta de gás natural ficará mais cara para a indústria paulista. Na contramão das medidas adotadas pelo governo federal para restaurar a competitividade do País, empresários do Estado de São Paulo foram surpreendidos nos últimos dias com a notícia de que as tarifas da distribuidora Comgás serão reajustadas em até 22% a partir de 1º de junho.

POA produção média de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, em fevereiro, foi de 2.700.814 barris de óleo equivalente por dia (boed). Considerados apenas os campos no Brasil, o volume produzido chegou a 2.455.636 barris de óleo equivalente por dia (boed).
O resultado é 1,1% menor que o volume total extraído em janeiro deste ano, em função da parada programada do Gasoduto Caraguatatuba-Taubaté (Gastau), do término do teste de longa duração (TLD) de Aruanã, na Bacia de Campos, e da paralisação do FPWSO Dynamic Producer, que realizava o TLD de Carioca Nordeste, por falha no duto vertical de teste de produção.
A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais, nesse mês, chegou a 2.098.064 barris por dia; e a de gás natural, a 56 milhões 849 mil metros cúbicos.
O volume de petróleo e gás natural dos campos situados nos países onde a Petrobras atua alcançou 245.178 boed em fevereiro. A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões e 983 mil metros cúbicos diários.
(Fonte: http://www.portalnaval.com.br)

Será o terceiro aumento desde maio do ano passado. Nas últimas duas elevações, o preço subiu 19%. Ou seja, em um ano, a tarifa subirá 45%.

A notícia provocou um levante no setor industrial, que considera inadmissível um reajuste dessa magnitude num momento em que se discute retomada de competitividade.

Na última quinta-feira, representantes dos grandes consumidores industriais de energia e dos setores químico, cerâmico e de vidros se reuniram com o secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal, para expor o problema e pedir intervenção no caso.

O secretário se comprometeu a conversar com a Arsesp (agência reguladora do Estado) e com a Petrobrás. Mas, internamente, muitos acreditam que seja difícil reverter o aumento.

O principal motivo é que, de acordo com o contrato de concessão, as empresas podem repassar para a tarifa toda variação do preço do gás boliviano, que segue a cotação do dólar (alta de 20,64% em um ano) e uma cesta de óleos – a recomposição seria da ordem de R$ 230 milhões. Hoje, 64% do gás distribuído pela Comgás vêm do país vizinho.

Procurada, a Arsesp afirma que os porcentuais ainda não foram fechados. A Comgás, recém comprada pela Cosan, diz que apenas falará sobre o assunto após o anúncio do reajuste. Mas seu departamento comercial já entrou em contato com alguns clientes.

Insumo. O presidente da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer), Heitor Ribeiro de Almeida Neto, afirma que foi avisado pela concessionária de que as tarifas terão aumento entre 20% e 22%.

‘Conversamos com Comgás e Arsesp, mas eles nos disseram que não podem fazer nada, pois é uma regra do contrato.’ Apesar da negativa, Neto e outros empresários ainda acreditam que possam reverter a situação. ‘É abusivo. Teremos 45% de aumento em um ano. Isso acaba com qualquer competitividade que ainda temos.’

Ele explica que o gás natural é o principal insumo da indústria cerâmica e representa 21% do preço final do produto. ‘O problema é que, como o mercado está mais fraco, as empresas não conseguem repassar o reajuste para os consumidores.’

Hoje o Brasil é o segundo maior produtor de cerâmica do mundo. Cerca de 70% da produção nacional está na região de Santa Gertrudes, no interior de São Paulo. Todos os fabricantes instalados no local deverão ser afetados pela alta do gás.

No setor químico, a situação é ainda mais preocupante. Em muitas empresas, o insumo entra como principal matéria-prima na fabricação de resinas sintéticas, amônia, negro de fumo (usado na produção de pneu) e detergentes.

Nesses casos, o gás chega a representar 80% do custo do produto. ‘Será uma injeção na veia de aumento de custo para a indústria’, afirma a diretora de Economia e Estatística da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fátima Giovanna Ferreira.

Segundo ela, o resultado deve ser o aumento do volume de importação, especialmente dos Estados Unidos.

Lá, além do preço do gás ser bem menor que o brasileiro, há um excedente de produto químico por causa da baixa atividade da economia americana. A executiva conta que a competitividade da indústria nacional já está comprometida e pode piorar ainda mais com esses aumentos. ‘O Brasil está importando e reduzindo a produção interna. Daqui a pouco haverá transferência de investimentos para localidades com custos menores, a exemplo do México.’

Alternativas. Para reverter essa situação, os industriais sugerem uma repactuação dos contratos de concessão de distribuição de gás natural. Como esse processo pode ser mais demorado, outras medidas de curto prazo foram levantadas para o secretário de energia de São Paulo.

Uma delas seria escalonar os reajustes em dois anos, afirma o superintendente da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), Lucien Belmonte. ‘Em vez de repassar tudo de uma única vez, isso poderia ser feito em duas parcelas. Outra alternativa seria reduzir a necessidade de investimentos nos próximos anos.’

Além do porcentual elevado de reajuste, os representantes da indústria criticam a falta de clareza nos reajustes tarifários.

O coordenador de Energia Térmica da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Ricardo Pinto, destaca que há cláusulas de confidencialidade entre Petrobrás e Comgás que não permitem conhecer premissas básicas do contrato. ‘Sem isso o mercado não consegue fazer previsões.’

A reclamação esteve na pauta discutida com o secretário José Aníbal, na semana passada. ‘A secretaria é o poder concedente. Ela pode resolver esses problemas’, afirma Ricardo Pinto.

Na avaliação do coordenador da Abrace, como Estado mais industrializado e com uma rede de distribuição capaz de receber gás de várias origens, São Paulo não pode ter a tarifa mais cara do País.

Com o aumento informado aos clientes, a Comgás passará a ter o gás mais caro do Brasil, segundo cálculos da Abrace. Até então, as distribuidoras do Paraná e do Rio Grande do Sul lideravam o ranking nacional.

Margem. Para os representantes da indústria, hoje a margem de distribuição da concessionária paulista chega a ser igual ou superior a tarifa final de diversos países, como Arábia Saudita, Canadá, México e Estados Unidos.

‘O governo precisa colocar na agenda a questão do gás natural. Não é possível aceitar tarifas tão elevadas’, avalia Ricardo Pinto.

Na média nacional, o Brasil tem a quarta maior tarifa industrial do mundo. Perde só para Alemanha, República Checa e Estônia. Também detém o maior preço entre os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China). Enquanto no Brasil o gás custa US$ 16,8 (por milhão de BTU), na Índia custa US$ 5,2; na China, US$ 13,5; e na Rússia, US$ 3.

Autor: Por RENÉE PEREIRA, estadao.com.br, Atualizado: 14/5/2012 3:07
Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/ind%C3%BAstria-pagar%C3%A1-22percent-a-mais-pelo-g%C3%A1s

Escrito por onyxlorenzoni

Maio 14, 2012 em 3:26 pm

#Inflação do varejo sobe, diz Fecomercio

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Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil.  Miséria, fome e desemprego se combate com políticas agrícolas e industriais que promovam o crescimento econômico, muito diferente do que se vê no Brasil, que mesmo tendo um grande potencial, não consegue se livrar da burocracia mais pesada do mundo.

Preço em mercado avança, e inflação do varejo sobe, diz FecomercioSP

Índice de Preços na cidade de São Paulo subiu 0,16% em março.
Preço de tubérculos subiu 8,04% e, de frutas, 6,36%.

O Índice de Preços no Varejo (IPV), que mede a inflação no varejo paulistano, subiu 0,16% em março, após registrar queda em fevereiro, segundo informou, nesta segunda-feira (7), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Nos primeiros três meses do ano, no entanto, o indicador ainda acumula variação negativa de 0,07% e nos últimos 12 meses, alta de 3,19%.

A principal contribuição para a alta do indicador foi o aumento de 0,54% nos preços médios de supermercados, com os maiores destaques partindo de tubérculos (8,04%), frutas (6,36%), ovos (5,70%), pescados (3,05%) e aves (2,26%). “Outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de carnes bovinas (-5,21%), adoçantes (-4,66%), conservas (-1,12%) e carnes suínas (-0,34%).
Após duas quedas seguidas, o segmento de combustíveis e lubrificantes inverteu sua tendência e fechou março com alta de 0,68%, sendo 1,87% a alta média em álcool combustível e 0,50% em gasolina.

O setor de feiras registrou alta de 2,22% em março, com acumulado de 5,71% no primeiro trimestre do ano. As variações mais significativas foram em verduras (3,52%), frutas (2,28%), tubérculos (2,18%), ovos (1,94%), legumes (1,36%) e flores (1,25%). “O clima tem um papel importante na formação de preços desta atividade, pois afeta diretamente o desempenho das safras. No atacado, entretanto, alguns preços já sinalizam recuo como é o caso de ovos e de tubérculos e as perspectivas são de um arrefecimento.”

Os preços no setor de eletrodomésticos registraram queda de 2,01% em março, com acumulado de -0,38% no primeiro trimestre. Segundo a Fecomercio, a prorrogação do incentivo fiscal do IPI para os produtos da linha branca fez com que os preços desses produtos declinassem 4,03% somente em março.

O grupo de eletroeletrônicos encerrou março com variação negativa de 1,19% e atinge queda de 2,46% no acumulado de janeiro a março de 2012. Desde novembro de 2009 a atividade não registra variações positivas em seus preços médios.

Autor: Do G1, em São Paulo
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/05/preco-em-mercado-avanca-e-inflacao-do-varejo-sobe-diz-fecomerciosp.html

(Charge no nanihumor.com)

#Desindustrialização gera desemprego, que gera desculpas furadas.

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Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações de alta renda. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. sem sair do lugar. Altos impostos, alta burocracia, legislação trabalhista engessada e capital de giro muito caro para as empresas, esta é fórmula da DESINDUSTRIALIZAÇÃO, que é só um dos sintomas da estagnação econômica que vem por ai. Sem investimentos sérios na infra estrutura, na formação de gestores e pesquisadores estamos rumando para o modelo econômico da república velha, dos tempos de antes de JK. Desculpas que querem culpar o mercado externo só convencem aqueles que não sabem que estamos nos beneficiando do aumento mundial do preço dos alimentos. O (Des)Governo Dilma dá continuidade ao de Lula, e continuamos na contramão da história perdendo uma das melhores chances dos últimos 100 anos de crescermos e aprofundarmos raízes econômicas saudáveis.

Índice da taxa de desemprego sobe para 6,2% em março, analisa IBGE

Rio de Janeiro - A taxa de desemprego subiu para 6,2% em março depois de ficar em 5,7% em fevereiro. O resultado é um pouco menor do que o observado no mesmo período de 2011, quando a taxa ficou em 6,5%. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados nesta quinta-feira (26/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população desocupada aumentou 8,8% em relação a fevereiro e totalizou 1,5 milhão de pessoas. Esse número representa um acréscimo de 122 mil pessoas procurando trabalho no período. Na comparação com março do ano passado, a população desocupada ficou estável.

Já a população ocupada, que somou 22,6 milhões, apresentou estabilidade na passagem de um mês para o outro, mas aumentou 1,6% no confronto com março de 2011, o que representa 367 mil ocupados a mais do que um ano antes. O documento do IBGE também revela que o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não registrou variação na comparação com fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve elevação de 3,7%, representando um adicional de 394 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Em relação ao rendimento médio dos trabalhadores ocupados, a PME aponta acréscimo de 1,6% na passagem de um mês para o outro, atingindo R$ 1.728,40 março. Esse resultado é o mais alto para o mês desde 2002. Na comparação com março do ano passado, foi registrada alta de 5,6%. A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) também divulgaram, nessa quarta-feira (25/4), dados sobre o desemprego em março. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelas duas instituições, diverge da elaborado pelo IBGE, devido aos conceitos e metodologia distintos.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. Ao contrário do trabalho feito pelo IBGE, a PED não inclui o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na PME, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/04/26/internas_economia,299727/indice-da-taxa-de-desemprego-sobe-para-6-2-em-marco-analisa-ibge.shtml

#Brasil: o país dos endividados.

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Especulação com juros altos só tem um resultado, bolha financeira e super endividamento das pessoas até os limites de suas garantias, esta é a FÓRMULA PARA UMA CRISE FINANCEIRA E ECONÔMICA. Vimos isto acontecer no mercado imobiliário norte americano, com emprésticos garantidos pelos imóveis em que as pessoas residiam. No Brasil estamos no meio de uma queda de braço de bancos contra o governo federal. Os bancos operam com altas margens, e fazem do Brasil o número 1 em juros altos do mundo, o governo tenta baixar mas não quer abrir mão dos super impostos que cobra a força dos brasileiros. Quem paga esta conta sempre é o cidadão contribuinte, o pequeno e médio empresário, a dona de casa e mãe trabalhadora. O (des)Governo Dilma alega que temos mais renda e consumo, ou será que simplesmente estasmos endividando mais os que tem menos? No país rico de Dilma, não ser pobre é dever para o Banco? É difícil acreditar que um país em franco processo de desindustrialização consiga aumentar o consumo sem gerar empregos. Pequeno Detalhe, sobreviver como diarista informal, vender nas ruas bugigangas contrabandeadas e "cuidar "de carros pedindo uma "gentil contribuição" dos motoristas, não podem ser considerados bons exemplos de "geração de emprego". O Brasil continua sendo um lugar onde os Brasileiros tem dificuldade de se tornarem empreendedores legalmente estabelecidos e reconhecidos, juros altos, impostos altos e falta de qualificação profissional tornam este contexto ainda mais dramático.

Inadimplência limita queda de juros, diz diretor do Itaú

Com a discussão de redução de juros nos empréstimos, o Itaú está preocupado com o super endividamento da população e aponta o nível de inadimplência como barreira a uma queda maior dos juros. “Gostaríamos de poder reduzir mais as taxas de juros, mas identificamos um cenário de inadimplência maior que o normal”, afirmou o diretor Corporativo de Controladoria do Itaú Unibanco, Rogério Calderón. “A inadimplência é o ponto de maior atenção para o banco agora”, destacou. “A queda de juros tem que ser feita com racionalidade.”

O banco já teve aumento das taxas de calotes no primeiro trimestre, tanto para períodos mais curtos (15 a 90 dias) como para longos (acima de 90 dias). “A inadimplência está subindo, mas já esteve em níveis piores no passado”, disse. Em alguns segmentos, como veículos e cartões, o Itaú reduziu o ritmo de aprovação de propostas de crédito que recebe. Em veículos, por exemplo, a taxa de propostas com sinal verde caiu de 35% para 20%.

Segundo Calderón, a taxa de inadimplência do Itaú Unibanco deve seguir em alta nos próximos trimestres e se estabilizar mais para o final do ano. Ele destaca que a inadimplência para período mais curto (15 a 90 dias) aumentou muito no primeiro trimestre. Na pessoa física, houve alta de 100 pontos base, passando de 6,9% em dezembro para 7,9% no final de março. No total, o índice geral para esse período subiu de 4,4% para 4,8%. O executivo destaca que esse é um indício de que a taxa de calotes mais longo (atrasos acima de 90 dias) pode continuar em alta.

O Banco Central autorizou a entrada do Itaú no capital do Banco Carrefour. A aprovação foi comunicada hoje de manhã ao Itaú, segundo Calderón. Em abril do ano passado, o Itaú anunciou a aquisição de 49% da instituição financeira do Carrefour por R$ 725 milhões. Pelo comunicado divulgado na época, o Carrefour mantém o controle do banco, com 51% do capital, mas a gestão será compartilhada com o Itaú.

Autor: Agência Estado
Fonte: Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=91897

#Feijão: o básico que virou luxo.

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INFLAÇÃO GERA FOME: Se o governo Brasileiro se dedicasse mais a fazer seu tema de casa econômico e elaborar políticas que promovesse o aumento da safra combateria mais a fome de forma mais eficiente. Se o Governo gerarasse condições para a industrialização, com a montagem de um parque industrial no setor secundário, este quadro de estagnação econômica e esfriamento do mercado, que estamos vendo, já seria outro. Mesmo assim, isto só funcionaria com a prometida reforma tributária e trabalhista e a redução dos gastos públicos. Mas eles não estão no horizonte da movimentação política de Brasília, o que é mais que uma lástima.

No país de todos, rico e sem pobreza, um quilo de feijão custa quase 1% do salário mínimo

Fio trocado – Na música “Tô Voltando”, de autoria de Chico Buarque e transformada em sucesso nacional na voz da cantora Simone, a primeira frase – “Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto” – seria uma utopia nos dias atuais nesse país que é de todos, segundo o então presidente Luiz Inácio da Silva.
Independentemente de qual seja o motivo de uma viagem internacional ou até mesmo uma estada mais longa no exterior, quem volta traz no pensamento o desejo muitas vezes quase incontrolável de se deparar com um prato de arroz e feijão. Presença básica no prato do brasileiro em tempos outros, o feijão transformou-se em mercadoria de luxo.
Sob a égide da presidente Dilma Vana Rousseff, que adotou como slogan de governo a frase “País rico é país sem pobreza”, comprar um quilo de feijão exige de qualquer um, mais ou menos abastado, R$ 5. Considerando que o salário mínimo, que para o PT dos dias atuais é uma enormidade, vale míseros R$ 622, o trabalhador comum que quiser comprar um quilo de feijão terá de desembolsar 0,8% do provento.
Para muitos tal comparação pode parecer estapafúrdia, ou até mesmo provocativa, mas qualquer ser mano precisa muito mais do que um quilo de feijão para sobreviver. O discurso palaciano de que a inflação está sob controle é uma balela desmedida, pois quem sai às compras logo percebe que os preços subiram. Quando isso não acontece é porque a qualidade dos produtos caiu sensivelmente.
Quando engrossava ruidosamente as fileiras da oposição, o Partido dos Trabalhadores defendia a adoção pelo governo do salário mínimo classificado como ideal pelo Dieese, que hoje, segundo o órgão, deveria valer R$ 2.349,26, ou seja, 3,78 vezes o valor do mínimo atual. A chamada cesta básica, que está muito aquém de básica, custa, na média nacional, incríveis R$ 232,83, o que representa 37,43% do salário mínimo.
Essa brincadeira oficial de ficar escondendo a verdade tem tudo para acabar mal, pois é possível enganar a todos durante algum tempo, mas não todos durante todo o tempo. O esforço que o Palácio do Planalto faz para dourar a pílula resulta do iminente estouro da bolha de virtuosismo que Lula vendeu aos incautos do planeta.
Mesmo assim, há quem garante que o ex-metalúrgico é candidato favorito na eleição presidencial de 2014. Isso mostra que o Brasil é completamente ininteligível ou, então, o projeto da ditadura civil está dando certo.
De tal modo, Chico Buarque deve se apressar para mudar a letra da música, pois quem voltar antes da hora encontrará o prato vazio.

Autor: ucho.info
Fonte: http://ucho.info/no-pais-de-todos-rico-e-sem-pobreza-um-quilo-de-feijao-custa-quase-1-do-salario-minimo

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.

Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos

Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011

RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).

Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.

No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.

Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.

Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).

No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.

Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: #Indústria brasileira cresce menos que a média mundial

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO.

Como a indústria está acabando no Brasil…

O mais novo “pacote de bondades” da presidente Dilma Rousseff para socorrer a indústria nacional, apresentado na última quarta-feira como a 2ª etapa do programa Brasil Maior, deixou muito a desejar. Trata-se mais uma vez de medidas paliativas, pontuais, sem qualquer novidade relevante para o fortalecimento da produção nacional.

A desoneração da folha de pagamento, tal como apresentada, é quase uma piada. O governo ampliou de quatro para 15 o número de segmentos da economia agraciados com o suposto estímulo, gerando um alívio tributário de R$ 3,1 bilhões. Mas, quantitativamente, esse valor representa somente um dia de arrecadação federal. Inócuo!

Dá com uma mão e tira com outra

No entanto, para compensar a perda de receitas, o governo anunciou incentivos com uma mão para preservar a arrecadação com a outra. O governo aumentará o PIS/COFINS sobre produtos importados, além de elevar os impostos que incidem sobre as chamadas bebidas frias (águas, cervejas e refrigerantes).

Todos iguais perante a lei

É correto o Estado selecionar, arbitrariamente, os setores que vão ser agraciados com benefícios fiscais, enquanto outros terão impostos aumentados para pagar parte da conta? Beneficiar uns, e onerar outros no mínimo quebra a isonomia, que é a idéia de que todos são iguais perante a lei, no Brasil não, alguns são mais iguais que outros que pagam mais impostos.

O fim da indústria nacional é próximo…

A verdade é que, enquanto o governo só se preocupa em promover medidas de expansão de crédito ao consumidor, a indústria definha a cada dia. Segundo o IBGE, o setor industrial acumulou perda de 3,4% nos dois primeiros meses de 2012.

O industrial brasileiro tem que lidar com uma pesada carga tributária, além de uma legislação trabalhista que engessa as relações de trabalho fugindo ao “racional” quando comparada a qualquer país desenvolvido.

A falta de investimentos em infraestrutura (que o PAC está a nos luz de resolver) dificulta a operação da logística, gerando deficiências em setores como comunicação, energia e mão de obra qualificada.

(abaixo segue a reportagem publicada no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO)

Indústria brasileira cresce menos que a média mundial

Apesar da crise, a produção industrial mundial cresceu em nédia 18 vezes mais rápido que a expansão manufatureira no Brasil. A constatação faz parte dos dados divulgados por uma das mais renomadas entidades de pesquisa, o Escritório Holandês de Análise de Política Econômica, referência para a coleta de dados de algumas das principais organizações internacionais.

Em 2011, a produção industrial brasileira cresceu apenas 0,3%, com o governo alegando que a recessão nos países ricos e a moeda valorizada foram principais motivos da estagnação.

Mas, enquanto a taxa brasileira revela uma situação desconfortável, o restante do mundo conseguiu um certo crescimento. No ano passado, a média da produção industrial mundial cresceu 5,4%. A taxa é a metade do crescimento de 2010 e foi afetada pelo retorno da turbulência mundial e da recessão europeia.

Ainda assim, a média mundial e também a da Europa – que mesmo afetada pela crise subiu 3,7% – superaram em muito o desempenho brasileiro.

Os resultados no Brasil acabaram prejudicando toda a América Latina, que teve expansão da produção industrial de apenas 2,5% no ano, menos da metade da taxa média mundial.

Em 2010, a região já havia crescido menos que a média mundial. Mas os números eram próximos. Agora, com os resultados brasileiros, a distância entre a América Latina e o resto do mundo se amplia e apenas a África tem taxa inferior.

A constatação é de que a indústria latino-americana está em crise e não tem conseguido acompanhar nem mesmo o ritmo de crescimento do setor manufatureiro da Europa. Teve no ano que passou uma expansão que é apenas um quinto do ritmo asiático.

Entre os países ricos, o Japão foi o único que teve taxa inferior à da América Latina, com queda de 3,5% causada pelo tsunami e o desastre nuclear de Fukushima.

A expansão da América Latina foi de apenas um quinto do crescimento da Ásia , com 10,9%. Entre os emergentes, o crescimento do setor industrial foi de 8,4%.

Se a entrada de recursos no continente e os lucros com a venda de commodities são destaques, o setor industrial não vive a mesma situação. A América Latina conseguiu ter crescimento ainda inferior ao da Europa e dos Estados Unidos, onde a indústria evoluiu 4,1% ante 2010.

Recessão. O segundo semestre de 2011 chegou a apresentar contração real da indústria latino-americana. Depois de crescer 0,1% no segundo trimestre, o setor acumulou perdas de 0,4% entre julho e setembro de 2011 e outros 0,7% de queda entre outubro e dezembro. O resultado só não foi pior que a queda de 6,7% na produção industrial da região em 2009, pior ano para a economia mundial em sete décadas.

Autor: JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE / GENEBRA – O Estado de S.Paulo

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,industria-brasileira-cresce-menos-que-a-media-mundial-,858823,0.htm

Pacote industrial: mais do mesmo, ou mais do “menos”?

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Altos impostos, endividamente crescente promovido por super juros, falta de infra estrutura...é muito caro e difícil ser produtivo e competitivo neste ambiente. As indústiras não conseguem se manter e fecham. Esta é a realidade da indústria brasileira com ou sem o pacote industrial do (des)Goveno Dilma. Este pacote nem chega perto do que seria uma eficaz e bem estruturada "política de desenvolvimento industrial", e mesmo que a propaganda oficial diga que é um "alento", o que o governo está admitindo com este pacote é o que já sabemos: é impossível ser competitivo com tantos impostos, burocracia e falta de infra estrutura. O Brasil precisa da reforma tributária, de mais respeito aos direitos do contribuinte, de um Código de Defesa dos Direitos do Contribuinte, de mais governança nas empresas, principalmente as do próprio governo. Mas o que temos é mais do mesmo, ou seria mais do menos? "Menos" do que é preciso, "menos" reforma tributária, "menos" burocracia, "menos" competitividade. Charge: www.demetal.org.br

Manifestação em SP é o primeiro resultado desastroso do pacote de medidas anunciado pelo governo

(Foto: ucho.info)

Efeito imediato – Menos de 24 horas depois de anunciar um pacote de medidas para incentivar a indústria brasileira, o governo federal colheu o primeiro resultado prático. Criticado pelo viés pontual e quase inócuo das medidas, o Palácio do Planalto acompanhou à distância uma manifestação promovida por empresários, sindicalistas e trabalhadores, que diante da Assembleia Legislativa paulista protestavam contra o câmbio e a enxurrada de produtos importados.
Os manifestantes tinham como base o processo de desindustrialização porque passa o País, assunto para o qual o ucho.info vem alertando desde 2006, mas que Lula e seus assessores aduladores de plantão preferiram não dar importância, como se os jornalistas deste noticioso fossem inconsequentes. Não se trata de profecia do apocalipse, mas de analisar a conjuntura momentânea e projetar o futuro, a partir das iniciativas do governo. E na contramão do dito popular, quem não planta não colhe.
A manifestação que aconteceu na manhã desta quarta-feira (4), próximo ao Parque do Ibirapuera, provocou enormes congestionamentos no trânsito de parte da Zona Sul de São Paulo. De acordo com alguns sindicatos, perto de 100 mil pessoas participaram do ato, que se estendeu até o meio-dia. Centenas de ônibus ocuparam as ruas próximas ao local, que recebeu diversas barracas de apoio, muitas das quais ocupando parte de importantes avenidas.
Traduzindo para o bom e velho idioma, os palacianos não entendem do riscado e está cada vez mais difícil compreender como a presidente Dilma Rousseff consegue 77% de aprovação popular, enquanto do Oiapoque ao Chuí todos reclamam. Enfim, como disse certa feita o messiânico Luiz Inácio, “nunca antes na história deste país”.

Autor: ucho.info

Fonte: http://ucho.info/efeito-imediato-%E2%80%93-menos-de-24-horas-depois-de-anunciar-um-pacote-de-medidas-para-incentivar-a-industria-brasileira-o-governo-federal-colheu-o-primeiro-resultado-pratico-criticado-pelo-vies-p

#AGRONEGÓCIO: Produtos que o #Brasil exporta se valorizam cada vez mais

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Os impostos oneram a atividade de produção de alimentos mais do que a de especulação financeira. A produção de alimentos e as exportações de produtos básicos, como os grãos de soja, tem garantido crescente superávit na balança comercial. É bom lembrar: ISTO ACONTECE NÃO POR CAUSA DE QU QUALQUER AJUDA, POLÍTICA DE INCENTIVO OU PLANEJAMENTO DO (DES)GOVERNO DILMA. Os produtores rurais brasileiros, entre os mais produtivos do mundo, se esforçam para levar este país nas costas, e estão sendo beneficiados por um contexto de mercado mu ndial que valoriza nossos produtos. Enquanto isso o (des)governo Dilma promove a desindustrialização com sua paralisia política e falta de coragem para reformar o sistema tributário, as leis trabalhistas e a estrutura cambial. Faz um pacotinho de desoneração que ajuda alguns setores da indústria enquanto todo o resto da economia sobre com os mais altos impostos do mundo, uma burocracia engessada e com a falta de infra estrutura que possibilite se expandir a produção e os negócios. (Foto: http://www.flickr.com/photos/leoffreitas/page8/)

Preços das commodities que o Brasil exporta sobem 2,67% em março

O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), que representa a média dos preços dos produtos primários com cotação internacional (commodities), e que impactam a inflação doméstica, registrou alta de 2,67% em março, de acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira (4/4) pelo Banco Central.

A alta significativa do IC-Br foi puxada, em grande parte, pela disparada dos preços do petróleo no mercado externo, embora todos os produtos primários fornecidos pelo Brasil tenham registrado aumentos de preços. Com isso, o indicador de março reverteu a queda de 2,96% (fevereiro) e acumula variação positiva de 0,2% no primeiro trimestre do ano.

Para efeito de coleta de dados, o BC divide os produtos primários em três categorias. Os preços das commodities agropecuárias (carnes de boi e de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho e café) aumentaram 1,94% no mês, As commodities minerais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) ficaram 2,6% mais caras. O salto maior foi verificado nas commodities energéticas (petróleo, gás natural e carvão), cujos preços subiram 6,45% em março.

Autor: Agência Brasil

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/04/04/internas_economia,296485/precos-das-commodities-que-o-brasil-exporta-sobem-2-67-em-marco.shtml

Pacote para #indústria: #governo está admitindo que com os atuais impostos é impossível ter indústria

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Com o atual pacote para a indústria o (Des)Governo está simplesmente admitindo o que os empresários já sabem: COM ESTES IMPOSTOS NÃO TEM COMO MANTER AS INDÚSTRIAS ABERTAS. O que falta agora é a presidente Dilma cumprir a promessa de campanha e realmente fazer a tão esperada reforma tributária. O que já é promessa desde os governo de Lula, e sempre acaba abortada e substituída por ações pontuais e pacotes, como a que se relata abaixo na reportagem da UOL. O problema dos pacotes é que se beneficia alguns setores, algumas empresas mas o conjunto da ecnomia continua sofrendo com uma carga tributária alta e combrada de forma abusiva. De qualquer maneira além dos impostos mais altos do mundo, de muita burocracia para exportar, da dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, o que é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO, ainda enfrentamos dificuldades com a produção de tecnologia, com a falta de mão de obra qualificada e com infra estrutura energética e de logística que possa atender a uma demanda caso a indústria cresça no Brasil.

Com novo pacote, governo deixa de arrecadar quase R$ 10 bi em um ano

O governo anunciou nesta terça-feira um pacote de estímulo à indústria nacional que envolve, entre outras medidas, corte de tributos. Com isso, deve deixar de arrecadar perto de R$ 10 bilhões em 12 meses.

“Com essas medidas, acreditamos que o Brasil terá o estímulo necessário para continuar na trajetória de crescimento”, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “É possível o Brasil crescer 4,5% (neste ano).”

De acordo com o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, o montante que o governo deixa de arrecadar em 12 meses se aproxima de R$ 10 bilhões. Só até o final deste ano, acrescentou Mantega, serão R$ 6,4 bilhões.

VEJA AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE ESTÍMULO ANUNCIADAS PELO GOVERNO

  • Redução de até 30 pontos percentuais no IPI de carros de montadoras que comprarem peças nacionais ou do restante do Mercosul e investirem em pesquisa e inovação.
  • Empresas deixam de pagar 20% de contribuição ao INSS, e Tesouro Nacional banca eventual rombo da Previdência. No lugar dos 20%, as empresas pagarão de 1% a 2,5% sobre o faturamento. Essa taxa não será cobrada na exportação, mas incidirá na importação.
  • Redução de Imposto de Importação, IPI e PIS e Cofins em equipamentos e investimentos em portos e ferrovias
  • Adiamento do pagamento de PIS e Cofins para cinco setores industriais com mais dificuldades: autopeças, têxtil, confecção, calçados e móveis. As empresas deixam de pagar os impostos em abril e maio e pagarão em novembro e dezembro. Isso deixa as empresas com um pouco mais de dinheiro em caixa por agora.
  • Incentivos no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas que contribuam com entidades de pesquisa sobre o câncer.
  • Instalação de 19 câmaras de competitividade, tendo como conselheiros empresários e trabalhadores. Entre os setores estão: saúde, bens de capital, mineração etc.
  • Levar banda larga à metade das casas nas cidades até 2014 e 15% das casas na área rural. Atingir 60 milhões de acessos individuais à internet móvel e aumentar uma rede nacional de banda larga de 11 mil para 30 mil km até 2014
  • Compras do governo darão prioridade a produtos nacionais, em áreas como remédios e retroescavadeiras
  • Financiamento à exportação aumenta de R$ 1,24 bilhões para R$ 3,1 bilhões
  • Redução de IPI e PIS/Cofins em equipamentos nacionais e obras de infraestrutura em telecomunicação e internet de banda larga
  • Suspensão de IPI PIS/Pasep, Cofins e Cide de fabricantes de notebooks para o programa “Um computador por aluno” (para estudantes da rede pública)
  • Criação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) para apoiar inovação, com validade até dezembro de 2013. Aporte de R$ 45 bilhões do Tesouro para o BNDES (banco oficial de financiamento de empresas)
Fonte: Ministério da Fazenda

Entre as medidas, o governo cortou impostos sobre a folha de pagamento para 15 setores, considerados de mão de obra intensiva. Com isso, eles deixarão de pagar alíquota de 20% sobre a folha de pagamento e passarão a arcar com alíquota entre 1% e 2,5% sobre o faturamento.

O governo também adiou o recolhimento do PIS/Cofins de abril e maio para novembro e dezembro de 2012 para alguns setores.

Para indústria paulista, faltam ‘medidas essenciais’
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, criticou o pacote anunciado pelo governo. Para ele, faltou tratar “medidas essenciais”, como o custo da energia.

“A questão cambial, que é fundamental para a competitividade da indústria, também permanece (em aberto)”, afirmou ele, acrescentando que, na quarta-feira deve haver uma manifestação em São Paulo organizada pela Fiesp para chamar a atenção para o que chamou de desindustrialização do Brasil.

(Com informações da Reuters)

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