Posts Tagged ‘inchaço do Estado’
#Inflação do varejo sobe, diz Fecomercio

Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil. Miséria, fome e desemprego se combate com políticas agrícolas e industriais que promovam o crescimento econômico, muito diferente do que se vê no Brasil, que mesmo tendo um grande potencial, não consegue se livrar da burocracia mais pesada do mundo.
Preço em mercado avança, e inflação do varejo sobe, diz FecomercioSP
Índice de Preços na cidade de São Paulo subiu 0,16% em março.
Preço de tubérculos subiu 8,04% e, de frutas, 6,36%.
O Índice de Preços no Varejo (IPV), que mede a inflação no varejo paulistano, subiu 0,16% em março, após registrar queda em fevereiro, segundo informou, nesta segunda-feira (7), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Nos primeiros três meses do ano, no entanto, o indicador ainda acumula variação negativa de 0,07% e nos últimos 12 meses, alta de 3,19%.
A principal contribuição para a alta do indicador foi o aumento de 0,54% nos preços médios de supermercados, com os maiores destaques partindo de tubérculos (8,04%), frutas (6,36%), ovos (5,70%), pescados (3,05%) e aves (2,26%). “Outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de carnes bovinas (-5,21%), adoçantes (-4,66%), conservas (-1,12%) e carnes suínas (-0,34%).
Após duas quedas seguidas, o segmento de combustíveis e lubrificantes inverteu sua tendência e fechou março com alta de 0,68%, sendo 1,87% a alta média em álcool combustível e 0,50% em gasolina.
O setor de feiras registrou alta de 2,22% em março, com acumulado de 5,71% no primeiro trimestre do ano. As variações mais significativas foram em verduras (3,52%), frutas (2,28%), tubérculos (2,18%), ovos (1,94%), legumes (1,36%) e flores (1,25%). “O clima tem um papel importante na formação de preços desta atividade, pois afeta diretamente o desempenho das safras. No atacado, entretanto, alguns preços já sinalizam recuo como é o caso de ovos e de tubérculos e as perspectivas são de um arrefecimento.”
Os preços no setor de eletrodomésticos registraram queda de 2,01% em março, com acumulado de -0,38% no primeiro trimestre. Segundo a Fecomercio, a prorrogação do incentivo fiscal do IPI para os produtos da linha branca fez com que os preços desses produtos declinassem 4,03% somente em março.
O grupo de eletroeletrônicos encerrou março com variação negativa de 1,19% e atinge queda de 2,46% no acumulado de janeiro a março de 2012. Desde novembro de 2009 a atividade não registra variações positivas em seus preços médios.
Autor: Do G1, em São Paulo
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/05/preco-em-mercado-avanca-e-inflacao-do-varejo-sobe-diz-fecomerciosp.html
#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.
Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos
Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011
RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).
Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.
No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.
O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.
No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).
O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.
Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.
Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).
No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.
Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm
Pacote industrial: mais do mesmo, ou mais do “menos”?

Altos impostos, endividamente crescente promovido por super juros, falta de infra estrutura...é muito caro e difícil ser produtivo e competitivo neste ambiente. As indústiras não conseguem se manter e fecham. Esta é a realidade da indústria brasileira com ou sem o pacote industrial do (des)Goveno Dilma. Este pacote nem chega perto do que seria uma eficaz e bem estruturada "política de desenvolvimento industrial", e mesmo que a propaganda oficial diga que é um "alento", o que o governo está admitindo com este pacote é o que já sabemos: é impossível ser competitivo com tantos impostos, burocracia e falta de infra estrutura. O Brasil precisa da reforma tributária, de mais respeito aos direitos do contribuinte, de um Código de Defesa dos Direitos do Contribuinte, de mais governança nas empresas, principalmente as do próprio governo. Mas o que temos é mais do mesmo, ou seria mais do menos? "Menos" do que é preciso, "menos" reforma tributária, "menos" burocracia, "menos" competitividade. Charge: www.demetal.org.br
Manifestação em SP é o primeiro resultado desastroso do pacote de medidas anunciado pelo governo
Efeito imediato – Menos de 24 horas depois de anunciar um pacote de medidas para incentivar a indústria brasileira, o governo federal colheu o primeiro resultado prático. Criticado pelo viés pontual e quase inócuo das medidas, o Palácio do Planalto acompanhou à distância uma manifestação promovida por empresários, sindicalistas e trabalhadores, que diante da Assembleia Legislativa paulista protestavam contra o câmbio e a enxurrada de produtos importados.
Os manifestantes tinham como base o processo de desindustrialização porque passa o País, assunto para o qual o ucho.info vem alertando desde 2006, mas que Lula e seus assessores aduladores de plantão preferiram não dar importância, como se os jornalistas deste noticioso fossem inconsequentes. Não se trata de profecia do apocalipse, mas de analisar a conjuntura momentânea e projetar o futuro, a partir das iniciativas do governo. E na contramão do dito popular, quem não planta não colhe.
A manifestação que aconteceu na manhã desta quarta-feira (4), próximo ao Parque do Ibirapuera, provocou enormes congestionamentos no trânsito de parte da Zona Sul de São Paulo. De acordo com alguns sindicatos, perto de 100 mil pessoas participaram do ato, que se estendeu até o meio-dia. Centenas de ônibus ocuparam as ruas próximas ao local, que recebeu diversas barracas de apoio, muitas das quais ocupando parte de importantes avenidas.
Traduzindo para o bom e velho idioma, os palacianos não entendem do riscado e está cada vez mais difícil compreender como a presidente Dilma Rousseff consegue 77% de aprovação popular, enquanto do Oiapoque ao Chuí todos reclamam. Enfim, como disse certa feita o messiânico Luiz Inácio, “nunca antes na história deste país”.
Autor: ucho.info
#IPI: desonerações pontuais não amenizam a desindustrialização, que é conjuntural.

Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Não será com desonerações pontuais, e que beneficiam somente segmentos da indústria que irá se resolver um problema que é sistêmico, que está dentro do metabolismo de nossa política econômica. Não existe forma alguma de COMPETIR com outras indústrias com tantos impostos, é impossível acreditar que as fronteiras não serão vazadas por produtos MUITO MAIS BARATOS, e que impediremos alguém de comprar nas muitas feiras do "Paraguai" espalhadas por todo o Brasil. Ou reduzimos e simpllificamos os impostos, ou nada mais se produzirá no Brasil sem que o governo seja sócio majoritário e direto. Este é o próprio modelo oligopolista e estatista que sufoca o direito de empreender, de trabalhar com pequenos negócios e de ter lucros privados. Quando se privilegia alguns setores em detrimento de outros no mínimo se quebra o princípio de que todos são iguais perante a lei (isonomia). Desonerações de impostos feitos pontualmente não amenizam a desindustrialização, que é conjuntural, que acontece por problemas na base da política econômica e fiscal do (des)Governo Lula/Dilma.

A medida, tomada também em 2008, faz parte de um pacote para estimular o aumento do consumo das famílias brasileiras e valerá até março de 2012.
Alíquotas
No caso do fogão, a alíquota passa de 4% para zero. Para a aquisição de geladeiras, o imposto passa de 15% para 5% e, para as máquinas de lavar, a alíquota foi reduzida de 20% para 10%.
O preço dos tanquinhos também será reduzido. O imposto do produto foi reduzido de 10% para zero.
Segundo o ministro, os produtos beneficiados são aqueles com sela "A" de qualidade energética.
No bolso
Para o consumidor, o ministro espera que a redução do IPI chegue ainda mais forte. "Eu espero que os lojistas façam promoções e que os preços caiam além do IPI", afirmou. (Fonte: UOL Notícias)
Prorrogação da redução do IPI na linha branca não passa de cortesia com o chapéu alheio
Papo furado – O anúncio feito pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda, sobre a prorrogação por mais três meses da redução do IPI incidentes nos produtos da chamada linha branca e do setor de móveis é uma medida pontual e inócua, que em nada auxilia a indústria nacional, que há anos vive um processo de desaceleração contínua, especialmente pelo fracasso do governo federal no processo de contenção da valorização do Real frente às moedas estrangeiras.
O primeiro detalhe dessa pirotécnica investida oficial está na distribuição dos recursos do Imposto sobre Produtos Industrializados. Do total arrecadado, apenas 40% é do governo federal, sendo que o restante, 60%, é repassado aos estados e municípios. Em outras palavras, o Palácio do Planalto está fazendo cortesia com o chapéu alheio, sem dar aos governos estaduais e às prefeituras a devida compensação.
O segundo quesito dessa ópera bufa palaciana está no incentivo ao consumo, fórmula utilizada por Luiz Inácio da Silva por ocasião da crise internacional que teve o “subprime” norte-americano como nascedouro. Com o processo de desindustrialização que avança no País, incrementar o consumo exigirá a permissão de ingresso de produtos importados, sob pena de ao não fazê-lo acabar alimentando a inflação, o mais tenebroso item do amaldiçoado espólio de Lula.
Muito estranhamente, até então nenhum grão-petista ousou condenar a política econômica adotada pelo ex-metalúrgico, que flanou na popularidade elevado por uma bolha de virtuosismo que começa a estourar e pode gerar consequências catastróficas. Como disse certa feita o próprio ex-presidente, “nunca antes na história deste país”.
Links relacionados:
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/12/01/ministro-da-fazenda-reduz-ipi-para-produtos-da-linha-branca.jhtm
#PIB do #Brasil é o que menos cresce na América Latina

O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes, os chamdos BRICS, e menos que todos os países da América Latina, isto por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos do mundo), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração da riqueza nacional. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)
Brasil na lanterna
Em 2011, o Brasil teve um desempenho econômico decepcionante. Ocupou o último lugar na América do Sul. Cresceu apenas 2,7% no ano passado, índice abaixo da média de 4,3% para os países da América Latina. Os primeiros lugares do ranking foram ocupados por Equador, Argentina e Peru. Não é isso o que se espera de uma suposta “grande gestora”, como a presidente Dilma Rousseff.
Variação do PIB(Produto Interno Bruto) em 2011
Equador – 9,0%
Argentina – 8,8%
Peru – 6,9%
Chile – 6,0%
Colômbia – 5,8%
Uruguai – 5,5%
Guiana – 4,8%
Bolívia – 4,5%
Venezuela – 4,2%
Paraguai – 4,0%
Mexico – 3,9%
Suriname – 3,0%
Brasil – 2,7%
Fonte: Assessoria de Imprensa
#TRANSPARÊNCIA: Governo quer gastar em sigilo, isto é o mesmo que abrir a porta para a corrupção.

Por que ocultar gastos? É um direito de todos os contribuintes serem informado onde e como são gastos os recursos arrecadados através dos impostos. Vemos que muito pouco é informado ao cidadão brasileiro, que nem mesmo é informado sobre o quanto paga de impostos no ato em que é subtraído dos valores que os governos arrecadam. A maior parte dos impostos incide de forma indireta sobre os preços dos produtos e serviços de primeiríssima necessidade e nem mesmo somos informados de quanto é este valor, o que seria o MÍNIMO DE RESPEITO PELO CONTRIBUINTE. Vivemos um contexto de O MAXÍMO DE DESRESPEITO PELO CONTRIBUINTE O POSSÍVEL. MUDA BRASIL: ESTAMOS DE OLHO, MAIS TRANSPARÊNCIA!
Gastos sigilosos do governo federal totalizam R$ 89,7 mi em três anos
No mesmo ano em que entrará em vigor a Lei de Acesso à Informação – que determina o fim do sigilo eterno de documentos oficiais a partir de maio – os gastos secretos com cartões corporativos do governo federal atingiram, entre 2009 e 2011, R$ 89,7 milhões. A quantia corresponde a 44,1% do total de despesas realizadas com os cartões nesse período. Os gastos secretos são amparados pela lei como garantia “da segurança da sociedade e do Estado”, nos termos da legislação.
O ano em que foram registrados mais gastos confidenciais foi 2010, com R$ 32 milhões, seguido de 2011, com R$ 29,9 milhões, e de 2009, quando foram totalizados R$ 27,8 milhões desta natureza. Nos três anos, o órgão superior que confidenciou despesas foi a Presidência da República, somando R$ 48,5 milhões, R$ 16,5 milhões só no ano passado. Desde 2009, dos gastos não discriminados pela Presidência, 61,8% foram destinados à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), com total de R$ 29,3 milhões – R$ 6,8 milhões realizados em 2009, R$ 11,2 milhões, em 2010 e R$ 11,3 milhões, em 2011.
O segundo órgão que mais teve gastos secretos foi o Ministério da Justiça, que aparece com R$ 40 milhões. Do montante total, mais de R$ 39,9 milhões foram empregados no “Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal”.
Embora tenha sido uma das repartições com menos despesas – com R$ 1,8 milhão -, o Gabinete da Vice-Presidência da República teve aumentos graduais nos três anos. Em 2009, foram gastos R$ 469,8 mil, subindo para R$ 618,6 mil em 2010 e para R$ 672,5 mil em 2011.
O órgão que aponta as menores quantias em despesas sigilosas é o Ministério da Defesa. A pasta somou, de 2009 até o ano passado, R$ 92,4 mil: R$ 11,7 mil para o Comando do Exército, R$ 25,7 para a Marinha e para R$ 55 mil para a Aeronáutica.
#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: #Produção industrial decepciona e cai 2,1% em janeiro

Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. As federações de inúdstrias em vários estados tem alertado para o fraco desempenho. A economia está sendo carregada nas costas pelo agronegócio que vive um bom momento por causa dos preços mundias dos alimentos e commodities agrícolas, que não param de subir. Não estamos crescendo por causa de uma política de desenvolvimento clara e bem estruturada. Pior que isso é não aproveitar o bom momento do Brasil para aprofundar as raízes econômicas da produção brasielira, ou seja, INVESTIR E INFRA ESTRUTURA que possa dar conta de mais produção agrícola. O Rio Grande do Sul é um exemplo, o DesGoverno Tarso propõe plano de irrigação que esbarra num probleminha, A FALTA DE ENERGIA PARA IMPLEMENTAR A IRRIGAÇÃO. Este é som um exemplo. O apagao da infra estrutura brasileira quer dizer o seguinte: não temos estradas, portos, energia e combustível para que a indústria cresça. Para agravar ainda temos os impostos mais caros do mundo e estamos afugentando indústrias que vão se instalar na China, Índia e até em outros países da América do Sul.
Produção industrial decepciona e cai 2,1% em janeiro
Resultado veio pior do que o esperado; segundo o IBGE, em relação a janeiro de 2011, a produção da indústria caiu 3,4%
RIO – A produção industrial brasileira caiu 2,1% em janeiro ante dezembro, na série com ajuste sazonal, divulgou há pouco o IBGE. O resultado ficou pior que o esperado pelos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que estimavam queda de 0,30% a -1,60%, com mediana negativa de 0,80%.
Em relação a janeiro de 2011, a produção da indústria caiu 3,4% no primeiro mês de 2012. Nesta comparação, as estimativas também eram de queda, mas em um intervalo desde -0,30% a -2,10%, com mediana negativa de 1,40%.
No acumulado em 12 meses, a produção acumula baixa de 0,2%.
A produção de bens de capital da indústria brasileira despencou 16,0% em janeiro ante dezembro, segundo informou há pouco o IBGE. Na comparação com janeiro de 2011, houve queda de 13,0% nesse segmento. No acumulado de 12 meses até janeiro, a produção de bens de capital está positiva em 1,7%.
Revisão
O IBGE revisou a produção industrial brasileira de dezembro ante novembro para uma alta de 0,5%, ante a leitura original de +0,9%. Em base anual, também foi revisado o resultado da indústria em dezembro de 2011 na comparação com um ano antes, com a retração passando de 1,2% para -1,3%.
O instituto revisou ainda a produção da indústria em novembro ante outubro, que saiu de +0,2% para +0,1%, enquanto a de outubro ante setembro passou de -0,5% para -0,6%. A produção industrial de setembro ante agosto também foi revisada, de -1,8% para -1,9%, e a de agosto ante julho passou de -0,1% para -0,2%.
O Instituto também revisou a produção industrial de dezembro de 2011 ante dezembro de 2010, de uma queda de 1,2% para um recuo de 1,3%.
Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economa%20brasl,producao-industrial-decepciona-e-cai-21-em-janeiro,105161,0.htm
#CabideDeEmprego: Convênios do PAC contratam secretárias

PACabide - Até o PAC virou cabide de empregos para assessores de deputados e senadores que trabalham nas suas campanhas. São muitos cabides: empresas das quais a União Federal é sócia, ministérios, ONGs, PAC... Não falta emprego para os "cumpañeros". Por outro lado para médicos, professores, policiais, entre outros profissionais que realmente prestam serviços para a população a conversa é arroxo salarial, cacetete e xilindró. Este DesGoverno da Presidenta Sorridenta e Incompetenta SE AFASTA DA POPULAÇÃO e não trabalha pelos interesses do Brasil, e sim pelos interesses de seu partido e de seu movimento político internacional.
Convênios do PAC contratam secretárias
O Estado de S. Paulo mostra que convênios servem de guarda-chuva para contratar funcionários terceirizados, além de assessores para cuidar de pleitos de deputados e senadores. Folha de S. Paulo destaca que investimento das estatais caiu 7,5% no 1º ano de Dilma Rousseff
Convênios contratados para melhorar a gestão e dar ritmo às obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão servindo de guarda-chuva para contratar funcionários administrativos terceirizados, como secretárias e recepcionistas, além de assessores para cuidar de pleitos de deputados e senadores em órgãos como a Secretaria de Portos da Presidência (SEP) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Pasta com 131 servidores públicos – a maioria comissionada -, a SEP mantém em Brasília uma lista de funcionários da Fundação Ricardo Franco (FRF), entidade sem fins lucrativos ligada ao Instituto Militar do Exército (IME), graças a um convênio de R$ 20 milhões, assinado em outubro.
O objetivo é monitorar ações do PAC e apoiar, na área de engenharia, a execução de programas. Mas, além do pessoal técnico, funcionários trabalham no apoio administrativo em quase todos os setores do órgão, como a coordenação-geral, o protocolo e até o gabinete do secretário executivo, Mário Lima Júnior, signatário da parceria.
Autor: O Estado de S. Paulo
Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/nos-jornais-convenios-do-pac-contratam-secretarias/
#ElaVoltou: #Inflação semanal acelera para 0,63% em dezembro

Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil.
Inflação semanal acelera para 0,63% em dezembro
A taxa anunciada hoje foi o maior resultado desde a segunda quadrissemana de setembro de 2011
RIO – A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou na primeira semana de dezembro. É o que informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao anunciar avanço de 0,63% para o indicador de até 7 de dezembro, acima do IPC-S imediatamente anterior, de até 30 de novembro (0,53%).
A taxa anunciada hoje foi o maior resultado desde a segunda quadrissemana de setembro de 2011, quando o índice subiu 0,69%. Nesta apuração, todas as sete classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços, entre a quarta quadrissemana de novembro e a primeira quadrissemana de dezembro.
Acelerações nos preços de Alimentação (de 0,78% para 0,94%), Vestuário (de 0,87% para 1,20%) e Transportes (de 0,08% para 0,20%) foram determinantes para a taxa maior do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que subiu de 0,53% para 0,63% entre a quarta quadrissemana de novembro e a primeira quadrissemana de dezembro.
Segundo a FGV, em cada uma destas classes de despesa foram registradas taxas de inflação mais intensas ou fim de deflação em itens de peso no cálculo da inflação varejista. É o caso de frutas (de 2,20% para 4,12%), roupas (de 0,97% para 1,24%) e gasolina (de -0,16% para 0,16%), respectivamente.
Os quatro grupos restantes entre os sete pesquisados também mostraram aceleração cde preços. É o caso de Educação, Leitura e Recreação (de 0,39% para 0,47%), Habitação (de 0,52% para 0,55%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,43% para 0,50%) e Despesas Diversas (de 0,41% para 0,45%).
Entre os produtos analisados, as mais expressivas elevações de preços na primeira quadrissemana de dezembro foram encontradas em mamão da Amazônia papaya (29,35%); tarifa de eletricidade residencial (1,79%); e passagem aérea (17,06%). Já as mais expressivas quedas de preço foram registradas em leite tipo longa vida (-3,32%); batata-inglesa (-7,49%); e alho (-10,89%).
Autora: Alessandra Saraiva, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,inflacao-semanal-acelera-para-063-em-dezembro,95247,0.htm
#Brasil o maior cabide de empregos das Américas
Dilma estuda criar Ministério dos Direitos Humanos

O MAIOR DAS AMÉRICAS - O governo Dilma exagera no número de ministérios e mesmo assim não consegue administrar com competência. Os ministérios brasileiros são o maior cabide de empregos da América do Sul. 38 ministérios, que querem ser 39. É um absurdo o tamanho da máquina pública do governo federal. Quem está gostando disto é a atual secretária dos Direitos Humanos, a gaúcha Maria do Rosário, que pode virar ministra, para assim satisfazer o pseudo feminismo Petralha frustrado que não conseguiu censurar a mais famosa modelo brasileira Gisele Bünchen, que leva o nome do Brasil para o mundo, mas não usa terninho branco com estrela no peito. Com status de ministra Maria do Rosário vai poder impor com mais eficiências as suas "verdades" na imprensa e na justiça, e, quem sabe, o Brasil vire uma espécie anacrônica da mítica Ilha de Lesbos, onde amazonas montadas nos gordos impostos pagos pelos contribuintes exacerbam sua vaidade política. Veja a quantidade de Ministérios na América do Sul – BRASIL 38 MINISTÉRIOS.; Argentina 15; Bolivia 20; Colombia 13; Chile 20; Equador 28; Peru 17; Uruguai 15; Venezuela 29. (Fonte: wikipedia.org)
BRASÍLIA – Na reforma administrativa que o governo federal pretende implementar a partir do ano que vem, o Palácio do Planalto estuda criar o Ministério dos Direitos Humanos. Além da secretaria que hoje trata do assunto, atualmente ocupada pela ministra Maria do Rosário, a nova pasta abarcaria outras três: Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Secretaria Nacional da Juventude. O governo planeja incluir na futura estrutura a Fundação Nacional do Índio (Funai), vinculada hoje ao Ministério da Justiça.
SECRETARIA ESPECIAL: Projeto de lei em tramitação no Senado prevê transformação da Funai em ministério
Os critérios considerados pelo governo, além da economia gerada pelo enxugamento da máquina, envolvem ainda o desempenho e a relevância das secretarias a serem extintas. E também o entendimento de que são ações compatíveis com os direitos humanos e que continuariam contemplados nesse novo ministério.
Secretarias têm ações limitadas e poucas verbas
Hoje com status de ministério, as secretarias de Políticas para as Mulheres – ocupada por Iriny Lopes – e a de Igualdade Racial – comandada por Luiza Bairros -, na nova estrutura, continuariam com esses nomes. O mesmo ocorreria com a Secretaria Nacional da Juventude, ocupada por Severine Carmem Macedo, e vinculada à Secretaria Geral da Presidência. Essas três estruturas se juntariam às outras três já criadas nos Direitos Humanos: Criança e do Adolescente, Pessoas com Deficiência e a de Promoção dos Direitos Humanos.
A Funai é um caso à parte – sua desvinculação do Ministério da Justiça não seria fácil. Os próprios indígenas são reticentes a qualquer mudança na fundação e reagem com ações ostensivas quando contrariados. Um exemplo foi a exclusão da saúde dos índios do órgão e a criação de uma secretaria no âmbito do Ministério da Saúde. Um processo que levou anos.
Vinculadas à Presidência da República, as secretarias de Direitos Humanos, de Igualdade Racial e de Políticas para as Mulheres têm ações limitadas e orçamentos pequenos. As três têm mais poderes de articulação do que propriamente de ações na ponta. Essa é a principal mudança na criação do Ministério dos Direitos Humanos. A pasta ganharia poderes para agir. Por exemplo: poderia ter autonomia, e recurso, para criar centros de referências nessas áreas.
Mudanças visam enxugar máquina do governo
A centralização em torno dos direitos humanos se dá por se tratar de uma área que ganha cada vez mais espaço no governo da presidente Dilma Rousseff. Ela tem apreço pelo tema. E também por ter suas políticas sempre cobradas e lembradas nas viagens e encontros internacionais.
A desenvoltura da ministra Maria do Rosário, ao menos até agora, tem agrado à presidente Dilma Rousseff. Sua atuação para assegurar a votação e a instalação da Comissão da Verdade – que vai investigar crimes cometidos durante a ditadura militar, tema caro à presidente -, é elogiada no Palácio do Planalto.
Luiza Bairros pode continuar. Já Iriny dificilmente ficará. Até porque ela deve ser candidata à prefeitura de Vitória (ES), pelo PT. A questão principal, no entanto, é a decisão de enxugamento da estrutura e não a definição de nomes para a nova pasta.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/10/13/dilma-estuda-criar-ministerio-dos-direitos-humanos-925579232.asp#ixzz1alRglXHX
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Autor: Evandro Éboli (eboli@bsb.oglobo.com.br)
Fonte: http://oglobo.globo.com












