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#SUPERJUROSDOBRASIL: Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

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#SUPERJUROSDOBRASIL: Os juros, sob o ponto de vista monetário, são uma decisão do governo, ele, o governo, ao emitir títulos remunerados do tesouro (T-bonds) estabelece o patamar básico de juros, do custo de ter dinheiro em caixa. A política de baixa dos juros é muito importante, mas os riscos e custos de investir no Brasil devem baixar para que os emprestadores e tomadores de empréstimos possam confiar mais na economia, e para isso precisamos BAIXAR OS IMPOSTOS, investir na infra estrutura e reduzir a burocracia. Juros altos, impostos altos, burocracia complicada, legislação trabalhista engessada, são entraves que aumentam muito o custo operacional das empresas no Brasil, o que diminui a confiança de investidores. Para crescer tem que ter competência no planejamento e investimento na infra estrutura, mas a “presidenta incompetenta” não tem tempo para isso, lá no planalto a preocupação é com a continuidade do superfaturamento de obras. Os contribuintes brasileiros vem o dinheiro da saúde, da segurança, dos transportes serem arrastados para o RALO comun dos juros, da corrupção e do uso ineficiente dos recursos públicos.

Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

Segundo a Febraban, governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da Selic

SÃO PAULO – A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) comentou, em relatório divulgado nesta segunda-feira, 7, as decisões do Banco Central que apontam para um cenário de mais reduções na taxa básica de juros, a Selic.

“A postura do Banco Central tem sido pragmática e mostra grande preocupação com o nível de atividade da economia. Nesse sentido, enquanto não houver indicações de uma recuperação importante da atividade doméstica e/ou seguirmos assistindo a uma piora das expectativas em relação ao cenário externo, o Copom continuará reduzindo a Taxa Selic”, afirmou o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, que assina o Informativo Semanal de Economia Bancária.

Com a afirmação, a entidade aponta que o governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da taxa básica de juros (Selic).

“A questão que se coloca é até que ponto essas reduções vão estimular uma ampliação significativa da oferta de crédito doméstica. Alguém já disse que ‘você pode levar um cavalo até a beira do rio, mas não conseguirá obrigá-lo a beber água’. É possível criar condições mais favoráveis à expansão do crédito reduzindo as taxas básicas, mas uma ampliação efetiva das operações passa por uma postura mais agressiva, tanto dos emprestadores como dos tomadores de crédito, que por sua vez depende de expectativas econômicas mais otimistas”, completou Sardenberg.

Expectativas

Segundo o relatório, a mudança nas regras da poupança funcionou como estímulo adicional para o mercado trabalhar com a expectativa de novos cortes na Taxa Selic, em que as menores projeções apontam para a faixa de 8% ao ano.

No entanto, os números da pesquisa de projeções da Febraban mostram que os bancos devem adotar uma postura cautelosa em função da deterioração do cenário externo e do nível elevado de inadimplência no mercado doméstico.

“É esse o ‘paradoxo’ da conjuntura atual: a piora nos indicadores (especialmente externos) abre espaço para quedas adicionais dos juros básicos, mas ao mesmo tempo parece impor uma cautela adicional aos agentes econômicos”, finalizou Sardenberg no comentário semanal.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,bancos-contestam-medidas-do-governo-para-a-expansao-do-credito,111541,0.htm

#Brasil: o país dos endividados.

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Especulação com juros altos só tem um resultado, bolha financeira e super endividamento das pessoas até os limites de suas garantias, esta é a FÓRMULA PARA UMA CRISE FINANCEIRA E ECONÔMICA. Vimos isto acontecer no mercado imobiliário norte americano, com emprésticos garantidos pelos imóveis em que as pessoas residiam. No Brasil estamos no meio de uma queda de braço de bancos contra o governo federal. Os bancos operam com altas margens, e fazem do Brasil o número 1 em juros altos do mundo, o governo tenta baixar mas não quer abrir mão dos super impostos que cobra a força dos brasileiros. Quem paga esta conta sempre é o cidadão contribuinte, o pequeno e médio empresário, a dona de casa e mãe trabalhadora. O (des)Governo Dilma alega que temos mais renda e consumo, ou será que simplesmente estasmos endividando mais os que tem menos? No país rico de Dilma, não ser pobre é dever para o Banco? É difícil acreditar que um país em franco processo de desindustrialização consiga aumentar o consumo sem gerar empregos. Pequeno Detalhe, sobreviver como diarista informal, vender nas ruas bugigangas contrabandeadas e "cuidar "de carros pedindo uma "gentil contribuição" dos motoristas, não podem ser considerados bons exemplos de "geração de emprego". O Brasil continua sendo um lugar onde os Brasileiros tem dificuldade de se tornarem empreendedores legalmente estabelecidos e reconhecidos, juros altos, impostos altos e falta de qualificação profissional tornam este contexto ainda mais dramático.

Inadimplência limita queda de juros, diz diretor do Itaú

Com a discussão de redução de juros nos empréstimos, o Itaú está preocupado com o super endividamento da população e aponta o nível de inadimplência como barreira a uma queda maior dos juros. “Gostaríamos de poder reduzir mais as taxas de juros, mas identificamos um cenário de inadimplência maior que o normal”, afirmou o diretor Corporativo de Controladoria do Itaú Unibanco, Rogério Calderón. “A inadimplência é o ponto de maior atenção para o banco agora”, destacou. “A queda de juros tem que ser feita com racionalidade.”

O banco já teve aumento das taxas de calotes no primeiro trimestre, tanto para períodos mais curtos (15 a 90 dias) como para longos (acima de 90 dias). “A inadimplência está subindo, mas já esteve em níveis piores no passado”, disse. Em alguns segmentos, como veículos e cartões, o Itaú reduziu o ritmo de aprovação de propostas de crédito que recebe. Em veículos, por exemplo, a taxa de propostas com sinal verde caiu de 35% para 20%.

Segundo Calderón, a taxa de inadimplência do Itaú Unibanco deve seguir em alta nos próximos trimestres e se estabilizar mais para o final do ano. Ele destaca que a inadimplência para período mais curto (15 a 90 dias) aumentou muito no primeiro trimestre. Na pessoa física, houve alta de 100 pontos base, passando de 6,9% em dezembro para 7,9% no final de março. No total, o índice geral para esse período subiu de 4,4% para 4,8%. O executivo destaca que esse é um indício de que a taxa de calotes mais longo (atrasos acima de 90 dias) pode continuar em alta.

O Banco Central autorizou a entrada do Itaú no capital do Banco Carrefour. A aprovação foi comunicada hoje de manhã ao Itaú, segundo Calderón. Em abril do ano passado, o Itaú anunciou a aquisição de 49% da instituição financeira do Carrefour por R$ 725 milhões. Pelo comunicado divulgado na época, o Carrefour mantém o controle do banco, com 51% do capital, mas a gestão será compartilhada com o Itaú.

Autor: Agência Estado
Fonte: Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=91897

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.

Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos

Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011

RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).

Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.

No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.

Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.

Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).

No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.

Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm

#PIB do #Brasil é o que menos cresce na América Latina

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O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes, os chamdos BRICS, e menos que todos os países da América Latina, isto por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos do mundo), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração da riqueza nacional. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

Brasil na lanterna

Em 2011, o Brasil teve um desempenho econômico decepcionante. Ocupou o último lugar na América do Sul. Cresceu apenas 2,7% no ano passado, índice abaixo da média de 4,3% para os países da América Latina. Os primeiros lugares do ranking foram ocupados por Equador, Argentina e Peru. Não é isso o que se espera de uma suposta “grande gestora”, como a presidente Dilma Rousseff.

Variação do PIB(Produto Interno Bruto) em 2011

Equador – 9,0%

Argentina – 8,8%

Peru – 6,9%

Chile – 6,0%

Colômbia – 5,8%

Uruguai – 5,5%

Guiana – 4,8%

Bolívia – 4,5%

Venezuela – 4,2%

Paraguai – 4,0%

Mexico – 3,9%

Suriname – 3,0%

Brasil – 2,7%

Fonte: Assessoria de Imprensa

#BOLHA do #ENDIVIDAMENTO: Inadimplência das empresas sobe 19%

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Os juros caem só na teoria econômica, na prática o cidadão brasileiro paga os mais altos juros das américas, e o mais alto dos países emergentes. Na prática o governo emite títulos aos juros mais altos do mundo, e assim compromete muito do orçamento da União Federal com o chamdo "custo da dívida", leia-se JUROS. Isto impacta os juros internos. Os juros praticados pelos bancos são PREDATÓRIOS, e isto dificulta a vida de todo mundo no Brasil. Os juros praticados em nos balcões dos bancos no Brasil, praticamente inviabilizam o financiamento de atividades produtivas e geradoras de emprego. A equipe econômica nega que estejamos em uma bolha de crédito, uma bolha cambial inflada pelos nossos super juros. O Brasil virou uma esponja de capital especulativo, somos o quinto maior destino do capital especulativo no mundo. Quem paga esta conta? O contribuinte paga caro por isso, pois o dinheiro dos super juros saem do bolso do cidadão através dos impostos. Sem comentar nos juros praticados nos balcões dos bancos no Brasil, que praticamente inviabilizam o financiamento de atividades produtivas e geradoras de emprego. Esta política de inchaço do governo, de intervenção estatal na economia e de juros altos leva a estaganação econômica, não ao resfriamento da economia. O que estamos assistindo é o ENDIVIDAMENTO das empresas e das famílias, quando chegarmos ao limite disto estoura a tal bolha e então teremos uma crise parecida com a dos SUBPRIME americana, que comprometerá por anos, e talvez décadas a saúde econômica e financeira do Brasil. Lamentávelmente parece que este será o GRANDE LEGADO PETISTA, uma mal cheirosa "herança maldita". (Charge: humornanet.com)

A inadimplência das empresas cresceu 19% no ano passado, informa relatório divulgado na manhã desta segunda-feira (dia 30) pela Serasa Experian. Trata-se do maior ‘calote’ em dois anos, mesmo assim, a alta foi inferior a observada em 2009 (25,1%). Naquele ano, os negócios sofreram diretamente os impactos da crise mundial após a quebra de diversos bancos nos Estados Unidos.

Segundo os economistas da Serasa Experian, em 2011 as empresas passaram por vários fatores que afetaram seu fluxo de caixa e, dessa forma, o desempenho desses empreendimentos ficou prejudicado. Entre eles, está o aumento da inflação, que pressionou os custos do empresário, os juros elevados – eles começaram a cair apenas no finalzinho do ano – e queda da atividade econômica de maneira geral.

Cuidados dos pequenos empresários
Economistas consultados pelo Estadão PME acreditam que a inadimplência e o endividamento devem diminuir neste ano. Mas esse cenário pode mudar para pior caso os problemas enfrentados pela Europa se intensifiquem com a quebra de instituições financeiras, como ocorreu em 2008.

Vale lembrar que a perspectiva de redução da inadimplência, ocorre, sobretudo, por causa da alta de 14% no salário mínimo – saltou de R$ 545 para R$ 622 – associada aos baixos índices de desemprego e a perspectiva de queda da inflação.

O dinheiro extra deve ajudar o consumidor a quitar suas dívidas. “Ao contrário do ano passado, o salário mínimo teve aumento real, o que melhora o poder de compra do consumidor”, explica o economista da consultoria LCA, Wermeson França. Segundo os especialistas, a inadimplência deve permanecer estável no primeiro trimestre do ano-novo e entrar em trajetória de queda a partir do segundo.

Mesmo assim, o empresário deve redobrar os cuidados com o caixa da empresa. Isso porque o acesso ao crédito tende a ficar mais difícil caso persista a crise na Europa. “Podemos ter a repetição de 2008, quando grandes empresas que se financiavam no exterior buscaram dinheiro no mercado doméstico e, para financiá-las, os bancos reduziram o crédito para pequenas e microempresas”, lembra Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

Leia o que os pequenos fizeram para superar dificuldades
Roberto Miranda sabe bem como a falta de dinheiro pode impactar negativamente um negócio. Empreendedor desde os 17 anos, ele abriu em 20o1 uma escola de educação corporativa. Tudo ia muito bem e Miranda até tomou empréstimo para financiar a expansão da empresa. Com a crise de 2008, entretanto, ele acabou se endividando.

Sem reservas no caixa, o empresário viu sua dívida crescer e a empresa encolher. A solução foi trocar o espaço de mil metros quadrados, onde ficava a escola, por um modesto escritório de 33 m². Para aumentar o caixa, o empresário decidiu criar novos cursos e também passou a usar salas alugadas para a realização das aulas. “Transformei despesas fixas em variáveis”, explica.

Em um ano, Miranda conseguiu quitar as dívidas e hoje a escola voltou a ter sede própria, retomando assim o caminho do crescimento. “Agora prefiro negociar diretamente com os meus fornecedores”, afirma o empreendedor paulistano.

Quando comprou uma empresa especializada em terceirização de mão de obra com 30 anos de atuação no mercado, o administrador Leonardo Silva Leandro acreditava investir em um negócio comprovadamente sólido. Mas ele acabou surpreendido com a falta de controle financeiro do empreendimento, o que gerava inúmeros prejuízos e, dessa maneira, impedia a expansão pretendida por Silva. “Descobri que o pagamento de um contrato cobria os prejuízos do outro, as dívidas eram uma verdadeira bola de neve e o faturamento real da empresa era de apenas R$ 13 mil por mês”, relembra o empresário.

Silva Leandro, que não tinha experiência anterior como empreendedor, precisou apostar em seu talento como administrador. Mas ele também tomou decisões difíceis para garantir a sobrevivência da empresa. Sem crédito no mercado devido às dívidas, primeiro, Silva cortou custos e boa parte das posições de trabalho. De 60 funcionários, a empresa passou a contar com apenas oito pessoas.

Os preços dos serviços prestados pelo negócio foram recalculados e contratos deficitários, rescindidos. “Ficou claro que os antigos proprietários não conheciam a operação, caso contrário, enxergariam os problemas”, acredita Silva. O fato de a empresa atuar no mercado durante tanto tempo também ajudou o Empreendedor a conquistar credibilidade. Por isso, Silva fechou contrato com grandes parceiros, elevando assim o faturamento mensal para R$ 180 mil.

O bom momento permitiu ao negócio voltar a contratar – atualmente, 70 funcionários fazem parte da operação. “É essencial ter controle do fluxo de caixa e planejamento financeiro para superar as adversidades”, garante Silva.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,inadimplencia-das-empresas-sobe-19-em-2011-pequeno-deve-redobrar-a-atencao-com-a-economia,1419,0.htm

#Brasil, o país dos #SUPERJUROS

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Os juros caem só na teoria econômica, na prática o cidadão brasileiro paga os mais altos juros das américas, e o mais alto dos países emergentes. Na prática o governo emite títulos aos juros mais altos do mundo, e assim compromete muito do orçamento da União Federal com o chamdo "custo da dívida", leia-se JUROS. Isto impacta os juros internos. Os juros praticados pelos bancos são PREDATÓRIOS, e isto dificulta a vida de todo mundo no Brasil. (Charge: humornanet.com)

Taxas de juros cobradas pelos bancos ao consumidor continuam elevadas

Os cortes na taxa básica de juros (Selic) ainda estão longe de beneficiar o consumidor. De oito grandes instituições financeiras do país, que atendem quase 90% dos correntistas do país, os repasses desses ajustes foram praticamente inexistentes. Em algumas, houve inclusive elevação dos custos dos financiamentos exatamente no período em que o Banco Central derrubou a Selic de 12,50% para 10,50% ao ano entre agosto de 2011 e janeiro deste ano. O cheque especial e o crédito para aquisição de bens foram os segmentos nos quais um maior número de bancos, sobretudo os privados, aumentou as taxas praticadas.

Para especialistas, os números mostram que os juros básicos definidos pelo BC estão em patamar excessivamente elevado, acima do que poderia ser considerado o ideal. Pior que isso, consideram que a política monetária perdeu potência após a crise de 2008.

Uma ala do mercado financeiro defende que, em razão da moderação na criação de empregos e na expansão do crédito, dificilmente um corte modesto na Selic levará o consumo para níveis de maior robustez. “A inadimplência também está elevada e vai manter o crescimento do crédito em ritmo moderado”, explicou a economista Zeina Latif. Para ela, a política monetária “perdeu tração” porque o canal de crédito, que reflete parte das decisões do BC, ficou desgastado. “Esse canal não vai estar tão ativo, sobretudo porque nossa taxa de juros está muito elevada. A taxa de equilíbrio estaria abaixo do nível atual”, ponderou.

Uma simulação da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), qualquer que fosse o corte dentro de um intervalo de 0,25 ponto percentual a 1 ponto percentual, os efeitos seriam mínimos sobre as operações de crédito. “Esse fato ocorre porque existe uma diferença muito grande entre a Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores — que na média da pessoa física atingem 114,84% ao ano —, o que provoca uma variação de mais de 900% entre as duas pontas”, observa Miguel Oliveira, vice-presidente da Anefac.

Simulação

Mesmo se o Banco Central tivesse derrubado a Selic de 11% ao ano para 10% (um corte de um ponto percentual), o efeito sobre o crédito seria pequeno. Em um financiamento de R$ 500 parcelado em 12 vezes, o impacto seria uma economia de R$ 0,28 em cada prestação. Na compra de uma geladeira de R$ 1,5 mil no crediário, também em 12 meses, as parcelas seriam reduzidas em R$ 0,77. “No fim das contas, o que pesa para o consumidor não é se foi retirado um tributo ou cortado 0,50 ponto percentual na taxa, mas apenas se a prestação cabe no bolso”, diz Zeina. Para um técnico do sistema financeiro que prefere não se identificar, a situação é grave porque as taxas apuradas pelo BC referem-se ao crédito efetivamente contratado pelo consumidor e não apenas aos juros oferecidos pelas instituições.

José Luís Rodrigues, diretor da Consultoria JL Rodrigues, resume a situação do crédito no país. “A captação para os bancos menores está mais cara e o custo das operações, elevado. Está muito apertado”, criticou. Segundo dados do BC, dos oito maiores bancos, quatro elevaram o custo da operação do cheque especial entre agosto e janeiro, exatamente quando a Selic despencou 2 pontos percentuais. Três mantiveram as taxas praticamente inalteradas. No crédito para aquisição de bens, das oito instituições, cinco elevaram os custos para os consumidores no período.

Apenas no crédito para veículos, os bancos repassaram mais expressivamente os cortes na Selic. Porém, mesmo nas situações em que as instituições reduziram os juros, o recuo foi tímido. Nem mesmo os bancos públicos, tradicionalmente os primeiros a implementar as decisões do governo, apresentaram taxas atrativas. Com isso, o desejo do Palácio do Planalto de reativar a economia por meio do consumo pode ser jogado pela janela.

Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), defende o setor financeiro e explica que a formação das taxas de operações de crédito depende de outros fatores, e não apenas das movimentações na Selic. A seu ver, o volume de calotes se elevou demasiadamente nos últimos meses e isso tem pesado na conta dos bancos e instituições. “Era esperado algum crescimento da inadimplência no ano passado, mas foi maior do que o mercado calculou. Então os bancos se tornaram mais restritivos”, justificou.

Procurados, nem todos os bancos comentaram o descompasso entre suas taxas e a queda da Selic. O Santander informou apenas que está analisando a última decisão da reunião do Copom. O Bradesco disse que não houve aumento nas taxas. “A diferença aparece devido ao fato de o banco operar dentro de uma banda de taxas e, nesse conceito, a taxa pode sofrer pequenas alterações conforme o perfil diário das contratações das operações e da utilização dos limites de crédito pré-aprovados”, informou a instituição. Já o Banco do Brasil disse que, desde julho de 2011, promoveu cinco reduções nas taxas de juros, inclusive em financiamentos de veículos, acompanhando os cortes na Selic. Os demais bancos citados não responderam à reportagem.

Contraponto

Alguns integrantes do sistema financeiro questionam a metodologia do Banco Central para a apuração das taxas praticadas pelo mercado. Para eles, a forma como a autoridade monetária coleta os dados provoca distorções nas taxas das instituições, tanto para cima quanto para baixo. Dizem ainda que só haveria uma mudança expressiva em caso de redução drástica na taxa básica de juros (Selic).

(Fonte: Jornal do Comércio)

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/01/26/internas_economia,287626/taxas-de-juros-cobradas-pelos-bancos-ao-consumidor-continuam-elevadas.shtml

Escrito por onyxlorenzoni

Janeiro 26, 2012 em 10:35 am

#Afenac: #Juros do cheque especial têm maior taxa desde fevereiro de 2005

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Especulação com juros altos só tem um resultado, bolha financeira e super endividamento das pessoas até os limites de suas garantias, esta é a FÓRMULA PARA UMA CRISE FINANCEIRA E ECONÔMICA. As famílias brasileiras estão cada vez mais endividadas, isto não é melhoria de qualidade de vida, é só mais arroxo para os que tem menos.

Juros do cheque especial têm maior taxa desde fevereiro de 2005, aponta Anefac
Com o reajuste, a taxa média anual do cheque especial já chega a 163,53%

A taxa de juros do cheque especial atingiu em novembro o maior nível desde fevereiro de 2005, ao passar de 8,21% em outubro para 8,41% mensais, como indica a Pesquisa de Juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Com o reajuste, a taxa média anual do cheque especial já chega a 163,53%.

A pesquisa mostra que, depois de três reduções consecutivas, as taxas de juros das operações de crédito voltaram a subir em novembro. Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, apenas uma, a de cartão de crédito rotativo, se manteve estável. Mesmo assim, é a maior taxa cobrada desde junho de 2000. O restante teve em novembro elevação média de 0,07 ponto porcentual ante outubro. A taxa média geral dos empréstimos para pessoa física cobrada por ano atingiu em novembro 117,02%, informou a Anefac. A taxa média mensal ficou em 6,67%, a maior desde setembro deste ano.

Os juros do comércio subiram 0,02 ponto porcentual, para 5,46% ao mês; taxas de crédito direto ao consumidor nos bancos avançaram 0,04 ponto porcentual (para 2,20% mensais); empréstimo pessoal de bancos registrou alta de 0,08 ponto porcentual (para 4,39% ao mês); e empréstimo pessoal de financeiras subiu 0,12 ponto porcentual (para 8,88% mensais). As outras duas linhas para pessoa física são a do cheque especial e a do cartão de crédito.

Para pessoas jurídicas, as três linhas de crédito pesquisadas tiveram as taxas reajustadas em novembro ante outubro, em média de 0,1 ponto porcentual, chegando a uma taxa média mensal de 3,99%, a maior desde julho. Conta garantida apresentou aumento de 0,17 ponto porcentual, indo para 6,17% ao mês; desconto de duplicatas teve os juros reajustados em 0,13 ponto porcentual, para 3,14% mensais; e capital de giro apresentou reajuste nas taxas de 0,02 ponto porcentual, para 2,67% ao mês. Com os reajustes, as taxas anuais subiram para 105,13%, 44,92% e 37,19% respectivamente.

Autor: Agência Estado
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=80875&fonte=capa

Escrito por onyxlorenzoni

Dezembro 8, 2011 em 4:05 pm

#Brasil é #CampeaoDoMundo nos juros altos, mesmo com corte da Selic

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#SUPERJUROSDOBRASIL Os juros altos dificultam o investimento em produção. O Brasil, ao contrário dos outros BRIC, tem os juros mais altos do mundo. O que os gênios da equipe econômica brasileira estão conseguindo é formar uma bolha de especulação e endividamento que além de impedir o crescimento econômico vai implodir as finanças públicas e privadas do Brasil. Para crescer tem que ter competência no planejamento e investimento na infra estrutura, mas a "presidenta incompetenta" não tem tempo para isso, lá no planalto a preocupação é com a continuidade do superfaturamento de obras e da especulação financeira com os super juros. Os contribuintes brasileiros vem o dinheiro da saúde, da segurança, dos transportes serem arrastados para o RALO comun dos juros. Pagamos muitos impostos e temos poucos serviços em contrapartida, por um motivo simples: JUROS ALTOS DEMAIS.

Mesmo com corte na Selic hoje, Brasil continua na liderança do juro

Copom anuncia no fim do dia a nova taxa básica de juros da economia brasileira; expectativa é de corte de 0,5 ponto

SÃO PAULO – Encerra-se hoje a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) para decidir a nova taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira. Nos últimos dois encontros, houve corte de 0,5 ponto porcentual, decisão que o mercado acredita que irá se repetir nesta noite. Mas, mesmo com o corte que pode ser anunciado hoje, o País continua na liderançado ranking de juros reais entre 40 países pesquisados, segundo cálculos feitos pela Cruzeiro do Sul Corretora, em parceria com a Weisul Agrícola.

Pelo levantamento feito pelos analistas Jason Vieira e Thiago Davino, seria necessário que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzisse a taxa Selic em 3,50 pontos porcentuais na reunião de hoje para que o País abandonasse o topo da lista. Ou seja, nem o corte de 0,50 pontos porcentuais, esperado pela ampla maioria dos analistas, ou mesmo uma redução mais ousada, de 1 ponto, seria suficiente para retirar os juros brasileiros da incômoda posição de liderança.

Considerando-se uma Selic já em 11,00% ao ano, o Brasil encabeçaria o ranking de juros reais, com uma taxa de 5,1%. Na segunda colocação e bem atrás da posição nacional de liderança, apareceria a Hungria, com 2,5%. Ontem, o banco central húngaro elevou a taxa básica de juros pela primeira vez desde janeiro, de 6,00% para 6,50%, conforme esperado.

Na segunda-feira, o mercado financeiro apontou na pesquisa Focus, do Banco Central, que o juro deverá ser cortado novamente em 0,50 ponto porcentual. A pesquisa semanal mostrou que foi mantida a expectativa de que a taxa deve fechar 2011 em 11% anuais, ante os 11,50% registrados atualmente. Essa previsão é mantida há 11 semanas.

Economistas também mantiveram a previsão de que o juro deve fechar 2012 em 10%, o que mostra que o mercado segue com a aposta de que o Copom deve reduzir o juro básico da economia em um ponto porcentual no decorrer do próximo ano. Um mês atrás, analistas esperavam corte menor, de 0,50 ponto em 2012.

A Selic é uma taxa referencial de juro definida pelo Banco Central em reuniões periódicas. A grooso modo, sempre que o governo precisa de dinheiro, ele paga a taxa Selic para captar recursos.

O colegiado do Copom é formado pelos oito membros da diretoria e o presidente do BC. O calendário das reuniões é divulgado sempre ao final de cada ano. Nos últimos anos, tem havido oito encontros, a cada 40 dias.

Ranking

Empatados em terceiro lugar no ranking de juros reais nessa mesma projeção estão Indonésia e Chile, com 1,5% de juro real cada. O México fecha a lista dos Top 5 com 1,3%.

A China é o primeiro país entre os Brics a aparecer na lista, com um taxa de juro real de 1,0%. O gigante asiático aparece empatado com outro emergente, a Rússia. O primeiro país desenvolvido a aparecer na lista é o Japão, na 11ª posição, com juro real de 0,3%.

“Mesmo com uma elevação em algumas projeções de inflação, inclusive a do Brasil, o país ocupa em todos os cenários o topo do ranking como o melhor pagador de juros reais do mundo”, afirma Vieira, em relatório. Ele destaca que o País supera, inclusive, a Venezuela, o maior pagador nominal da atualidade, que tem uma taxa de juro de 18,30% ao ano. A exceção ficaria para um improvável corte de 3,50 pontos porcentuais na Selic hoje, o que deixaria o juro real brasileiro com uma taxa de 2,3%.

Autora:  Olívia Bulla, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economa%20brasl,mesmo-com-corte-na-selic-hoje-brasil-continua-na-lideranca-do-juro,94149,0.htm

Escrito por onyxlorenzoni

Novembro 30, 2011 em 5:35 pm

#Trabalho: Lupi diz que só sai “a bala” e repete explicações vazias

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Estamos vendo a repetição do que aconteceu com os outros ministro caídos, explicações vazias, alegações furadas e tentativa de culpar a "imprensa" pela instabilidade do DesGoverno Dilma. Vivemos num verdadeiro BANG BANG político e a presidenta coniventa não se manisfesta sobre isso. (Charge: blog.jangadeiroonline.com.br)

Lupi diz que só deixa o cargo se for ‘abatido a bala’
Ministro do Trabalho chegou ainda a dizer que ‘duvida’ que presidente o demita do cargo

Alvo de denúncias de corrupção, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, afirmou que tem o apoio “total” da presidente Dilma Rousseff e de seu partido, o PDT, para continuar no cargo. Durante entrevista coletiva encerrada há pouco, Lupi, que é presidente licenciado do PDT, avisou que para tirá-lo do cargo, “só abatido a bala e tem que ser bala forte, porque eu sou pesadão”.

Questionado sobre a confiança de Dilma nele, o ministro declarou que “duvida” que a presidente o tire do cargo. Já o líder do PDT na Câmara, Giovani Queiroz (PA), avisou que, se Lupi for demitido, o PDT deixa a base aliada ao governo.

“Com (a eventual saída do) o ministro Lupi, sai o PDT”, declarou Giovani Queiroz, que acompanhou a coletiva ao lado de Lupi, assim como o líder da bancada no Senado, Acir Gurgacz (RO), a fim de demonstrar a unidade do partido em torno de seu dirigente. Queiroz esclareceu que sua afirmação não era uma ameaça ao governo, mas apenas um posicionamento do partido, porque nenhum outro pedetista poderia substituir Lupi na Pasta. Tanto Queiroz como Acir Gurgacz afirmaram que as bancadas do PDT na Câmara e no Senado estão unidas no apoio à permanência de Lupi no Ministério.

Sobre a confiança de Dilma nele, Lupi afirmou que, em conversa reservada com a presidente, ela lhe transmitiu apoio para que ele esclarecesse as denúncias sem se afastar do cargo. “Ela me perguntou se eu lutaria até o fim e eu respondi que não vou desistir nunca”, declarou. Ainda segundo o ministro, Dilma ainda não deu uma declaração pública de confiança nele “porque não precisa”. Mas depois de declarar que “duvida” que Dilma o demita, Lupi retificou, dizendo que “é pouco provável” que isso ocorra.

Lupi insistiu que não existe nenhuma denúncia de corrupção envolvendo o nome dele, mas não descartou irregularidades envolvendo servidores da Pasta. Segundo ele, são mais de dez mil funcionários e, por isso, não há como controlar as ações de todos. O ministro salientou, entretanto, que o Ministério do Trabalho é o único que faz “chamadas públicas” para controlar os convênios da Pasta com ONGs desde 2008. Mas admitiu que o sistema de acompanhamento dos contratos é “frágil” e prometeu fazer um mutirão até o fim do ano para atualizar o cumprimento de todos eles. Tentando demonstrar segurança e bom humor, o ministro concluiu comparando o desgaste político que atravessa com a mudança de clima: “É que nem chuva: no dia seguinte já é sol”.

A reportagem da Veja publicada na edição desta semana afirma que caciques do PDT comandados por Lupi teriam transformado órgãos de controle da Pasta em instrumento de extorsão. Segundo a revista, a partir de relatos de diretores de ONGs, parlamentares e servidores públicos, o esquema funcionaria assim: primeiro o Ministério contrata entidades para dar cursos de capacitação profissional, e depois assessores exigem propina de 5% a 15% para resolver ‘pendências’ que eles mesmos criariam.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lupi-diz-que-so-deixa-o-cargo-se-for-abatido-a-bala,796169,0.htm

#DesGovernoDilma: Brasil crescerá abaixo de 4% durante três anos diz OCDE.

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Mera incompetência. Justo no momento em que os produtos exportados pelo Brasil ganham valor o (des)governo que não consegue organizar e reduzir os GASTOS PÚBLICOS e não consegue que a infra-estrutura atenda a demanda de crescimento da economia prefere DESAQUECER a aceleração do crescimento. ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA INCOMPETENTA.

OCDE prevê três anos de crescimento ‘abaixo do potencial’ para o Brasil

Organização afirma que economia brasileira deverá crescer 3,6% neste ano, 3,5% em 2012 e 4% em 2013

PARIS – A economia brasileira deverá crescer 3,6% neste ano, 3,5% em 2012 e 4% em 2013, prevê a organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estima em um relatório divulgado nesta quarta-feira que o desempenho está “bem abaixo da taxa potencial de 4,5% ao ano”.

Essas projeções dependem ainda, segundo a organização, de um cenário econômico global “relativamente favorável”.

“Há riscos negativos ao redor deste cenário, e o desempenho econômico do Brasil depende da materialização de um cenário relativamente favorável para a economia mundial”, diz o relatório Estudos Econômicos sobre o Brasil.

Segundo a organização, a demanda interna, “estimulada por um investimento vigoroso, deverá provavelmente continuar sustentando a atividade econômica, mas deverá se atenuar progressivamente” em razão do aperto das políticas macroeconômicas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, declarou em Paris há cerca de duas semanas que o PIB brasileiro deverá crescer entre 3,5% e 4% neste ano e 5% em 2012, “mesmo com uma piora internacional”, previsão bem acima da anunciada nesta quarta pela OCDE.

Mantega também afirmou na ocasião que a desaceleração econômica no segundo e terceiro trimestres havia sido “programada” e foi decorrente de medidas adotadas para atenuar o nível de atividade em um cenário inflacionário, como o aumento dos juros.

Inflação

A OCDE prevê ainda que a inflação brasileira poderá se reduzir progressivamente, mas deverá se manter na parte superior da meta estipulada pelo governo, que neste ano é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Segundo a organização, a inflação brasileira deverá ser, portanto, de 6,5% em 2011. Ela cairá em 2012 para 6,2% e para 5,1% em 2013.

Para a OCDE, o principal desafio macroeconômico do Brasil “consiste ainda em reduzir a inflação sem atrair capitais voláteis”.

“As atuais condições econômicas internas e internacionais representam um desafio para a política monetária”, diz a OCDE, acrescentando que as autoridades terão de enfrentar a difícil tripla tarefa de manter a independência da política monetária, a estabilidade da taxa de câmbio e a flexibilidade dos movimentos de capitais.

“Aumentar a taxa de juros para abrandar o crescimento econômico pode atrair capitais de curto prazo, alimentar a expansão econômica e provocar novas pressões de alta sobre o real”, diz o relatório.

Autor: BBC Brasil bbcbrasil.com
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,ocde-preve-tres-anos-de-crescimento-abaixo-do-potencial-para-o-brasil,89757,0.htm

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