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Endividar a população com uma política de SUPER JUROS melhora a qualidade de vida?

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Os juros mais altos do mundo são apenas mais uma maneira de retirar recursos da sociedade para pagar as imensas contas e gastos do governo. O governo precisa dos juros altos por que não tem reservas monetárias, somente reservas cambias, compostos em sua maioria por capital especultiva que vive a sombre dos super juros que todos nós pagamos. Para a presidenta e sua equipe de gênios da economia é mais fácil submeter toda a nação a um arroxo imoral e ilegal do que controlar os gastos exorbitantes do governo. ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA DA MISÉRIA.

Endividar a população com uma política de SUPER JUROS melhora a qualidade de vida? O endividamento proporciona melhores condições as famílias de baixa renda? Ou explora a carência destas famílias? Estamos diante de uma verdadeira melhoria na vida de quem tem menos, ou estamos vendo o aumento da dívida ser usado como ferramenta de propaganda mentirosa do governo? Uma coisa é certa, miséria e desemprego não se combate com juros altos, impostos altos e tarifas de energia e telefonia proibitivas.  Segue a reportagem do Correio Braziliense sobre os altos juros cobrados do consumidor.

Apesar da redução, taxas de juros cobradas pesam para o consumidor

O brasileiro está pagando menos para tomar empréstimo. Com os seguidos cortes nos juros básicos, que estão no menor patamar histórico, em 7,25% ao ano, as taxas cobradas pelas instituições financeiras ao conceder crédito também ficaram mais baixas para o consumidor. Em pouco mais de um ano de queda da Selic, o custo médio das seis principais linhas de financiamento disponíveis ao consumo caiu 24,28 pontos percentuais. Saiu de uma taxa anual de 121,21% ao ano, em julho de 2011, para uma média de 96,93% em setembro de 2012. No mesmo período, os juros básicos recuaram 5 pontos percentuais. Os dados constam de um estudo divulgado ontem pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

A redução das taxas durante o período foi disseminada. Atingiu primeiramente as linhas em que os bancos têm maior garantia de retomar pelo menos parte do dinheiro de volta, em caso de calote, como o crédito habitacional, o financiamento de veículos e até o chamado crédito consignado — em que o salário que entra na conta do cliente acaba indo direto para o pagamento das prestações. Apenas no financiamento de veículos pelo Crédito Direto ao Consumidor (CDC), a redução foi de 12,33 pontos percentuais de julho de 2011 até setembro deste ano. A taxa média saiu de 32,46% ao ano para 20,13%.

Autor: Deco Bancillon
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2012/10/16/internas_economia,328291/apesar-da-reducao-taxas-de-juros-cobradas-pesam-para-o-consumidor.shtml

#PortoAlegre: cesta básica custa R$ 272,45 e está entre as mais caras do #Brasil @UchoInfo

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Os juros pagos pelo governo, os gastos públicos sem controle e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e do custo do crédito. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil.

Preço da cesta básica sobe na maioria das capitais e avança sobre o pífio salário mínimo

Hora da morte – Os brasileiros de quinze capitais do País pagaram, em maio, mais caro pela cesta básica, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese). As maiores altas foram registradas em Recife (7,12%), Fortaleza (6,91%), Salvador (4,74%), Goiânia (4,69%) e João Pessoa (4,14%). Das dezessete capitais pesquisadas, apenas Florianópolis e Brasília apresentaram queda nos preços da cesta básica, de 1,01% e 0,9%, respectivamente.

De acordo com a pesquisa, as altas verificadas nos preços do óleo de soja e da banana foram destaque no quinto mês do ano – ambos os produtos ficaram mais caros em 16 das 17 cidades pesquisadas. Em Recife, o óleo de soja subiu 8,19% em maio; em Belém, 7,93%. Já as maiores altas nos preços da banana foram registradas em Goiânia (21,59%), Recife (16,40%) e Salvador (14,09%).

Em São Paulo, maior cidade brasileira, o preço médio da cesta básica subiu 2,72%, para R$ 283,69, mantendo a capital paulista na liderança do ranking das cestas mais caras. Em segundo lugar aparece Manaus, onde a cesta alcançou R$ 272,86, seguida por Porto Alegre (R$ 272,45) e Vitória (R$ 271,16). “Os menores custos foram encontrados em Aracaju (R$ 199,26), João Pessoa (R$ 225,94) e Salvador (R$ 228,25)”, aponta o Dieese em nota.

Na mesma pesquisa, o Dieese informa que o salário mínimo ideal deveria ser, em maio, de R$ 2.383,28, a fim de suprir as necessidades básicas das famílias brasileiras. Considerando que o salário mínimo atual é de R$ 622 e o custo médio da cesta básica é de R$ 249,80, o trabalhador brasileiro terá de desembolsar 40,16% do seu provento para adquirir os gêneros considerados essenciais. O cenário fica ainda pior quando percebe-se que o salário atual corresponde a 26,1% do ideal calculado pelo Dieese.

Não faz muito tempo, os palacianos estufavam o peito ao dizer que o salário mínimo evoluiu em termos de valores na era Lula e que poucos trabalhadores no País recebiam mensalmente esse valor. Acontece que há dias o IBGE divulgou os resultados de pesquisa que apontam que 70% da população economicamente ativa recebem menos do que dois salários mínimos.

O mais estranho é que mesmo diante dessa aviltante conjunção de números, o governo considera como integrante da chamada classe média o cidadão que recebe R$ 800 mensais. De tal modo, não há como transformar o consumo interno em antídoto contra os efeitos colaterais da crise econômica que vem tirando o sono dos europeus e começa a singrar as águas do Atlântico em direção a outras nações.

Fonte: http://ucho.info/preco-da-cesta-basica-sobe-na-maioria-das-capitais-brasileiras-e-avanca-sobre-o-pifio-salario-minimo

Brasil cai duas posições em ranking de competitividade mundial

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POLÍTICA DO ANTIDESENVOLVIMENTO

O empresário brasileiro é o que mais trabalha no mundo para dar conta da burocracia gerada com os 86 impostos brasileiros. São 2600 horas de trabalho por ano só para a burocracia fiscal, seguido de perto pela Bolívia, com 1080 horas por ano. A média mundial não passa de 200 hs/ano. Estes números são do relatório DOING BUSINESS 2012 do Banco Mundial. Além da pesadíssima burocracia o empresário brasileiro ainda enfrenta gargalos de infra-estrutura, estradas e portos sub-dimensionados, dificuldades para importar maquinário e materiais, capital de giro a juros muito maiores que as médias mundiais, e falta de mão de obra qualificada. Setores como o agronegócio, penalizado pelas políticas do Governo, praticamente leva os bons resultados da balança comercial nas costas. O preço favorável às commodities agrícolas e metálicos está cedendo no mercado mundial, em crise, e o Brasil não se prepara para competir com produtos e serviços mais qualificados. A forte estatização do mercado promovido pelo Governo já mostra que está comprometendo o desempenho da economia. O Brasil, mesmo com ventos favoráveis a suas exportações, é o país cujo PIB menos cresce entre os emergentes BRICS. Medidas protecionistas, do qual o Brasil também é o campeão mundial, segundo a ONU, só maquiam a falta de competitividade e no médio prazo a tendência é que os empresários fiquem ainda mais dependentes da proteção alfandegária e menos competitivos. Menos impostos, menos burocracia, menos intervencionismo na economia, mais infra estrutura e educação voltada para o empreendimento, sem isso o Brasil vai continuar sendo uma colônia exportadora de matérias primas que agrega pouco valor ao que produz, este modelo, sabemos pela história dos ciclos econômicos brasileiros, não irá tirar nosso povo da miséria. (Foto: demauk.com)

São Paulo – O Brasil caiu duas posições este ano no Índice de Competitividade Mundial (World Competitiveness Yearbook), divulgado nesta quinta-feira (31) pelo International Institute for Management Development (IMD). O levantamento, publicado anualmente desde 1989, avalia as condições de competitividade de 59 países a partir da análise de dados estatísticos nacionais e internacionais e pesquisa de opinião feita com executivos. No Brasil, a pesquisa é coordenada pela Fundação Dom Cabral.

Entre os 59 países pesquisados, o Brasil caiu da 44ª, em 2011, para 46ª posição, em 2012. Em 2010, o país ocupava o 38º lugar. O ranking geral aponta, pela ordem, Hong Kong, Estados Unidos, Suíça, Cingapura, Suécia e Canadá como as economias mais competitivas do mundo.

“Apesar dos pontos extremamente fortes da economia brasileira, como o dinamismo econômico e a força do mercado consumidor, fatores como o frágil crescimento econômico do produto interno, a baixa produtividade de suas indústrias e as pressões inflacionárias acabaram por combalir, nos últimos anos, a competitividade nacional”, disse o professor da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta e análise dos dados no Brasil, Carlos Arruda.

Em relação aos países da América Latina, o Brasil aparece no ranking atrás de Chile (28ª), México (37ª) e Peru (44ª). Entre os países de economia emergente, que compõem o Brics, o Brasil está à frente da Rússia (48ª) e África do Sul (50ª), mas atrás de Índia (35ª) e China (23ª).

“O Brasil precisa de reduzir o protecionismo, que é muito elevado. As tarifas alfandegárias são altas e o protecionismo está a minar a competitividade das empresas locais. As exportações de produtos com alto valor agregado não têm evolução nenhuma, as únicas exportações que aumentam são exportações de bens naturais”, disse o professor de finanças do IMD, Nuno Fernandes.

Fernandes destacou que, para ganhar competitividade, o país precisa elevar as exportações de produtos de grande valor agregado, aumentar os financiamentos das empresas via mercado de capitais, e não somente pelo setor bancário, e melhorar a infraestrutura tecnológica. A cultura empreendedora dos empresários brasileiros, segundo ele, também precisa ser alterada.

“Sobre a gestão empresarial, é necessário uma cultura de risco no Brasil. Os empresários têm uma cultura empreendedora não muito elevada. E a maior parte das empresas preferem ficar só no baixo risco, ligadas a empresas públicas e empresas do estado. É preciso uma cultura global, o gestor não pode ficar apenas refém dos serviços das empresas públicas e do mercado local”, disse Fernandes.

O levantamento mostra que o Brasil apresentou significativos avanços nos subitens emprego (ganho de cinco posições, ocupando o sexto lugar no ranking) e na infraestrutura (crescimento de seis posições, no 45º lugar no ranking). A eficiência dos negócios continua sendo, segundo o levantamento, o pilar de maior força e estabilidade competitiva do Brasil, ocupando o 27º lugar (ganho de duas posições).

“A Europa vai continuar a divergir durante os próximos anos e não crescerá como os outros mercados. Os mercados emergentes vão representar mais de 60% do crescimento durante a década atual. O Brasil tem de tentar aproveitar esse crescimento e integrar-se globalmente”, disse o professor do IMD.

Autor: Bruno Bocchini Repórter da Agência Brasil
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-05-31/brasil-cai-duas-posicoes-em-ranking-de-competitividade-mundial

#SUPERJUROSDOBRASIL: Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

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#SUPERJUROSDOBRASIL: Os juros, sob o ponto de vista monetário, são uma decisão do governo, ele, o governo, ao emitir títulos remunerados do tesouro (T-bonds) estabelece o patamar básico de juros, do custo de ter dinheiro em caixa. A política de baixa dos juros é muito importante, mas os riscos e custos de investir no Brasil devem baixar para que os emprestadores e tomadores de empréstimos possam confiar mais na economia, e para isso precisamos BAIXAR OS IMPOSTOS, investir na infra estrutura e reduzir a burocracia. Juros altos, impostos altos, burocracia complicada, legislação trabalhista engessada, são entraves que aumentam muito o custo operacional das empresas no Brasil, o que diminui a confiança de investidores. Para crescer tem que ter competência no planejamento e investimento na infra estrutura, mas a “presidenta incompetenta” não tem tempo para isso, lá no planalto a preocupação é com a continuidade do superfaturamento de obras. Os contribuintes brasileiros vem o dinheiro da saúde, da segurança, dos transportes serem arrastados para o RALO comun dos juros, da corrupção e do uso ineficiente dos recursos públicos.

Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

Segundo a Febraban, governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da Selic

SÃO PAULO – A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) comentou, em relatório divulgado nesta segunda-feira, 7, as decisões do Banco Central que apontam para um cenário de mais reduções na taxa básica de juros, a Selic.

“A postura do Banco Central tem sido pragmática e mostra grande preocupação com o nível de atividade da economia. Nesse sentido, enquanto não houver indicações de uma recuperação importante da atividade doméstica e/ou seguirmos assistindo a uma piora das expectativas em relação ao cenário externo, o Copom continuará reduzindo a Taxa Selic”, afirmou o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, que assina o Informativo Semanal de Economia Bancária.

Com a afirmação, a entidade aponta que o governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da taxa básica de juros (Selic).

“A questão que se coloca é até que ponto essas reduções vão estimular uma ampliação significativa da oferta de crédito doméstica. Alguém já disse que ‘você pode levar um cavalo até a beira do rio, mas não conseguirá obrigá-lo a beber água’. É possível criar condições mais favoráveis à expansão do crédito reduzindo as taxas básicas, mas uma ampliação efetiva das operações passa por uma postura mais agressiva, tanto dos emprestadores como dos tomadores de crédito, que por sua vez depende de expectativas econômicas mais otimistas”, completou Sardenberg.

Expectativas

Segundo o relatório, a mudança nas regras da poupança funcionou como estímulo adicional para o mercado trabalhar com a expectativa de novos cortes na Taxa Selic, em que as menores projeções apontam para a faixa de 8% ao ano.

No entanto, os números da pesquisa de projeções da Febraban mostram que os bancos devem adotar uma postura cautelosa em função da deterioração do cenário externo e do nível elevado de inadimplência no mercado doméstico.

“É esse o ‘paradoxo’ da conjuntura atual: a piora nos indicadores (especialmente externos) abre espaço para quedas adicionais dos juros básicos, mas ao mesmo tempo parece impor uma cautela adicional aos agentes econômicos”, finalizou Sardenberg no comentário semanal.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,bancos-contestam-medidas-do-governo-para-a-expansao-do-credito,111541,0.htm

#Brasil: o país dos endividados.

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Especulação com juros altos só tem um resultado, bolha financeira e super endividamento das pessoas até os limites de suas garantias, esta é a FÓRMULA PARA UMA CRISE FINANCEIRA E ECONÔMICA. Vimos isto acontecer no mercado imobiliário norte americano, com emprésticos garantidos pelos imóveis em que as pessoas residiam. No Brasil estamos no meio de uma queda de braço de bancos contra o governo federal. Os bancos operam com altas margens, e fazem do Brasil o número 1 em juros altos do mundo, o governo tenta baixar mas não quer abrir mão dos super impostos que cobra a força dos brasileiros. Quem paga esta conta sempre é o cidadão contribuinte, o pequeno e médio empresário, a dona de casa e mãe trabalhadora. O (des)Governo Dilma alega que temos mais renda e consumo, ou será que simplesmente estasmos endividando mais os que tem menos? No país rico de Dilma, não ser pobre é dever para o Banco? É difícil acreditar que um país em franco processo de desindustrialização consiga aumentar o consumo sem gerar empregos. Pequeno Detalhe, sobreviver como diarista informal, vender nas ruas bugigangas contrabandeadas e "cuidar "de carros pedindo uma "gentil contribuição" dos motoristas, não podem ser considerados bons exemplos de "geração de emprego". O Brasil continua sendo um lugar onde os Brasileiros tem dificuldade de se tornarem empreendedores legalmente estabelecidos e reconhecidos, juros altos, impostos altos e falta de qualificação profissional tornam este contexto ainda mais dramático.

Inadimplência limita queda de juros, diz diretor do Itaú

Com a discussão de redução de juros nos empréstimos, o Itaú está preocupado com o super endividamento da população e aponta o nível de inadimplência como barreira a uma queda maior dos juros. “Gostaríamos de poder reduzir mais as taxas de juros, mas identificamos um cenário de inadimplência maior que o normal”, afirmou o diretor Corporativo de Controladoria do Itaú Unibanco, Rogério Calderón. “A inadimplência é o ponto de maior atenção para o banco agora”, destacou. “A queda de juros tem que ser feita com racionalidade.”

O banco já teve aumento das taxas de calotes no primeiro trimestre, tanto para períodos mais curtos (15 a 90 dias) como para longos (acima de 90 dias). “A inadimplência está subindo, mas já esteve em níveis piores no passado”, disse. Em alguns segmentos, como veículos e cartões, o Itaú reduziu o ritmo de aprovação de propostas de crédito que recebe. Em veículos, por exemplo, a taxa de propostas com sinal verde caiu de 35% para 20%.

Segundo Calderón, a taxa de inadimplência do Itaú Unibanco deve seguir em alta nos próximos trimestres e se estabilizar mais para o final do ano. Ele destaca que a inadimplência para período mais curto (15 a 90 dias) aumentou muito no primeiro trimestre. Na pessoa física, houve alta de 100 pontos base, passando de 6,9% em dezembro para 7,9% no final de março. No total, o índice geral para esse período subiu de 4,4% para 4,8%. O executivo destaca que esse é um indício de que a taxa de calotes mais longo (atrasos acima de 90 dias) pode continuar em alta.

O Banco Central autorizou a entrada do Itaú no capital do Banco Carrefour. A aprovação foi comunicada hoje de manhã ao Itaú, segundo Calderón. Em abril do ano passado, o Itaú anunciou a aquisição de 49% da instituição financeira do Carrefour por R$ 725 milhões. Pelo comunicado divulgado na época, o Carrefour mantém o controle do banco, com 51% do capital, mas a gestão será compartilhada com o Itaú.

Autor: Agência Estado
Fonte: Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=91897

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.

Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos

Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011

RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).

Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.

No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.

Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.

Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).

No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.

Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm

#PIB do #Brasil é o que menos cresce na América Latina

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O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes, os chamdos BRICS, e menos que todos os países da América Latina, isto por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos do mundo), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração da riqueza nacional. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

Brasil na lanterna

Em 2011, o Brasil teve um desempenho econômico decepcionante. Ocupou o último lugar na América do Sul. Cresceu apenas 2,7% no ano passado, índice abaixo da média de 4,3% para os países da América Latina. Os primeiros lugares do ranking foram ocupados por Equador, Argentina e Peru. Não é isso o que se espera de uma suposta “grande gestora”, como a presidente Dilma Rousseff.

Variação do PIB(Produto Interno Bruto) em 2011

Equador – 9,0%

Argentina – 8,8%

Peru – 6,9%

Chile – 6,0%

Colômbia – 5,8%

Uruguai – 5,5%

Guiana – 4,8%

Bolívia – 4,5%

Venezuela – 4,2%

Paraguai – 4,0%

Mexico – 3,9%

Suriname – 3,0%

Brasil – 2,7%

Fonte: Assessoria de Imprensa

#BOLHA do #ENDIVIDAMENTO: Inadimplência das empresas sobe 19%

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Os juros caem só na teoria econômica, na prática o cidadão brasileiro paga os mais altos juros das américas, e o mais alto dos países emergentes. Na prática o governo emite títulos aos juros mais altos do mundo, e assim compromete muito do orçamento da União Federal com o chamdo "custo da dívida", leia-se JUROS. Isto impacta os juros internos. Os juros praticados pelos bancos são PREDATÓRIOS, e isto dificulta a vida de todo mundo no Brasil. Os juros praticados em nos balcões dos bancos no Brasil, praticamente inviabilizam o financiamento de atividades produtivas e geradoras de emprego. A equipe econômica nega que estejamos em uma bolha de crédito, uma bolha cambial inflada pelos nossos super juros. O Brasil virou uma esponja de capital especulativo, somos o quinto maior destino do capital especulativo no mundo. Quem paga esta conta? O contribuinte paga caro por isso, pois o dinheiro dos super juros saem do bolso do cidadão através dos impostos. Sem comentar nos juros praticados nos balcões dos bancos no Brasil, que praticamente inviabilizam o financiamento de atividades produtivas e geradoras de emprego. Esta política de inchaço do governo, de intervenção estatal na economia e de juros altos leva a estaganação econômica, não ao resfriamento da economia. O que estamos assistindo é o ENDIVIDAMENTO das empresas e das famílias, quando chegarmos ao limite disto estoura a tal bolha e então teremos uma crise parecida com a dos SUBPRIME americana, que comprometerá por anos, e talvez décadas a saúde econômica e financeira do Brasil. Lamentávelmente parece que este será o GRANDE LEGADO PETISTA, uma mal cheirosa "herança maldita". (Charge: humornanet.com)

A inadimplência das empresas cresceu 19% no ano passado, informa relatório divulgado na manhã desta segunda-feira (dia 30) pela Serasa Experian. Trata-se do maior ‘calote’ em dois anos, mesmo assim, a alta foi inferior a observada em 2009 (25,1%). Naquele ano, os negócios sofreram diretamente os impactos da crise mundial após a quebra de diversos bancos nos Estados Unidos.

Segundo os economistas da Serasa Experian, em 2011 as empresas passaram por vários fatores que afetaram seu fluxo de caixa e, dessa forma, o desempenho desses empreendimentos ficou prejudicado. Entre eles, está o aumento da inflação, que pressionou os custos do empresário, os juros elevados – eles começaram a cair apenas no finalzinho do ano – e queda da atividade econômica de maneira geral.

Cuidados dos pequenos empresários
Economistas consultados pelo Estadão PME acreditam que a inadimplência e o endividamento devem diminuir neste ano. Mas esse cenário pode mudar para pior caso os problemas enfrentados pela Europa se intensifiquem com a quebra de instituições financeiras, como ocorreu em 2008.

Vale lembrar que a perspectiva de redução da inadimplência, ocorre, sobretudo, por causa da alta de 14% no salário mínimo – saltou de R$ 545 para R$ 622 – associada aos baixos índices de desemprego e a perspectiva de queda da inflação.

O dinheiro extra deve ajudar o consumidor a quitar suas dívidas. “Ao contrário do ano passado, o salário mínimo teve aumento real, o que melhora o poder de compra do consumidor”, explica o economista da consultoria LCA, Wermeson França. Segundo os especialistas, a inadimplência deve permanecer estável no primeiro trimestre do ano-novo e entrar em trajetória de queda a partir do segundo.

Mesmo assim, o empresário deve redobrar os cuidados com o caixa da empresa. Isso porque o acesso ao crédito tende a ficar mais difícil caso persista a crise na Europa. “Podemos ter a repetição de 2008, quando grandes empresas que se financiavam no exterior buscaram dinheiro no mercado doméstico e, para financiá-las, os bancos reduziram o crédito para pequenas e microempresas”, lembra Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

Leia o que os pequenos fizeram para superar dificuldades
Roberto Miranda sabe bem como a falta de dinheiro pode impactar negativamente um negócio. Empreendedor desde os 17 anos, ele abriu em 20o1 uma escola de educação corporativa. Tudo ia muito bem e Miranda até tomou empréstimo para financiar a expansão da empresa. Com a crise de 2008, entretanto, ele acabou se endividando.

Sem reservas no caixa, o empresário viu sua dívida crescer e a empresa encolher. A solução foi trocar o espaço de mil metros quadrados, onde ficava a escola, por um modesto escritório de 33 m². Para aumentar o caixa, o empresário decidiu criar novos cursos e também passou a usar salas alugadas para a realização das aulas. “Transformei despesas fixas em variáveis”, explica.

Em um ano, Miranda conseguiu quitar as dívidas e hoje a escola voltou a ter sede própria, retomando assim o caminho do crescimento. “Agora prefiro negociar diretamente com os meus fornecedores”, afirma o empreendedor paulistano.

Quando comprou uma empresa especializada em terceirização de mão de obra com 30 anos de atuação no mercado, o administrador Leonardo Silva Leandro acreditava investir em um negócio comprovadamente sólido. Mas ele acabou surpreendido com a falta de controle financeiro do empreendimento, o que gerava inúmeros prejuízos e, dessa maneira, impedia a expansão pretendida por Silva. “Descobri que o pagamento de um contrato cobria os prejuízos do outro, as dívidas eram uma verdadeira bola de neve e o faturamento real da empresa era de apenas R$ 13 mil por mês”, relembra o empresário.

Silva Leandro, que não tinha experiência anterior como empreendedor, precisou apostar em seu talento como administrador. Mas ele também tomou decisões difíceis para garantir a sobrevivência da empresa. Sem crédito no mercado devido às dívidas, primeiro, Silva cortou custos e boa parte das posições de trabalho. De 60 funcionários, a empresa passou a contar com apenas oito pessoas.

Os preços dos serviços prestados pelo negócio foram recalculados e contratos deficitários, rescindidos. “Ficou claro que os antigos proprietários não conheciam a operação, caso contrário, enxergariam os problemas”, acredita Silva. O fato de a empresa atuar no mercado durante tanto tempo também ajudou o Empreendedor a conquistar credibilidade. Por isso, Silva fechou contrato com grandes parceiros, elevando assim o faturamento mensal para R$ 180 mil.

O bom momento permitiu ao negócio voltar a contratar – atualmente, 70 funcionários fazem parte da operação. “É essencial ter controle do fluxo de caixa e planejamento financeiro para superar as adversidades”, garante Silva.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,inadimplencia-das-empresas-sobe-19-em-2011-pequeno-deve-redobrar-a-atencao-com-a-economia,1419,0.htm

#Brasil, o país dos #SUPERJUROS

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Os juros caem só na teoria econômica, na prática o cidadão brasileiro paga os mais altos juros das américas, e o mais alto dos países emergentes. Na prática o governo emite títulos aos juros mais altos do mundo, e assim compromete muito do orçamento da União Federal com o chamdo "custo da dívida", leia-se JUROS. Isto impacta os juros internos. Os juros praticados pelos bancos são PREDATÓRIOS, e isto dificulta a vida de todo mundo no Brasil. (Charge: humornanet.com)

Taxas de juros cobradas pelos bancos ao consumidor continuam elevadas

Os cortes na taxa básica de juros (Selic) ainda estão longe de beneficiar o consumidor. De oito grandes instituições financeiras do país, que atendem quase 90% dos correntistas do país, os repasses desses ajustes foram praticamente inexistentes. Em algumas, houve inclusive elevação dos custos dos financiamentos exatamente no período em que o Banco Central derrubou a Selic de 12,50% para 10,50% ao ano entre agosto de 2011 e janeiro deste ano. O cheque especial e o crédito para aquisição de bens foram os segmentos nos quais um maior número de bancos, sobretudo os privados, aumentou as taxas praticadas.

Para especialistas, os números mostram que os juros básicos definidos pelo BC estão em patamar excessivamente elevado, acima do que poderia ser considerado o ideal. Pior que isso, consideram que a política monetária perdeu potência após a crise de 2008.

Uma ala do mercado financeiro defende que, em razão da moderação na criação de empregos e na expansão do crédito, dificilmente um corte modesto na Selic levará o consumo para níveis de maior robustez. “A inadimplência também está elevada e vai manter o crescimento do crédito em ritmo moderado”, explicou a economista Zeina Latif. Para ela, a política monetária “perdeu tração” porque o canal de crédito, que reflete parte das decisões do BC, ficou desgastado. “Esse canal não vai estar tão ativo, sobretudo porque nossa taxa de juros está muito elevada. A taxa de equilíbrio estaria abaixo do nível atual”, ponderou.

Uma simulação da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), qualquer que fosse o corte dentro de um intervalo de 0,25 ponto percentual a 1 ponto percentual, os efeitos seriam mínimos sobre as operações de crédito. “Esse fato ocorre porque existe uma diferença muito grande entre a Selic e as taxas de juros cobradas aos consumidores — que na média da pessoa física atingem 114,84% ao ano —, o que provoca uma variação de mais de 900% entre as duas pontas”, observa Miguel Oliveira, vice-presidente da Anefac.

Simulação

Mesmo se o Banco Central tivesse derrubado a Selic de 11% ao ano para 10% (um corte de um ponto percentual), o efeito sobre o crédito seria pequeno. Em um financiamento de R$ 500 parcelado em 12 vezes, o impacto seria uma economia de R$ 0,28 em cada prestação. Na compra de uma geladeira de R$ 1,5 mil no crediário, também em 12 meses, as parcelas seriam reduzidas em R$ 0,77. “No fim das contas, o que pesa para o consumidor não é se foi retirado um tributo ou cortado 0,50 ponto percentual na taxa, mas apenas se a prestação cabe no bolso”, diz Zeina. Para um técnico do sistema financeiro que prefere não se identificar, a situação é grave porque as taxas apuradas pelo BC referem-se ao crédito efetivamente contratado pelo consumidor e não apenas aos juros oferecidos pelas instituições.

José Luís Rodrigues, diretor da Consultoria JL Rodrigues, resume a situação do crédito no país. “A captação para os bancos menores está mais cara e o custo das operações, elevado. Está muito apertado”, criticou. Segundo dados do BC, dos oito maiores bancos, quatro elevaram o custo da operação do cheque especial entre agosto e janeiro, exatamente quando a Selic despencou 2 pontos percentuais. Três mantiveram as taxas praticamente inalteradas. No crédito para aquisição de bens, das oito instituições, cinco elevaram os custos para os consumidores no período.

Apenas no crédito para veículos, os bancos repassaram mais expressivamente os cortes na Selic. Porém, mesmo nas situações em que as instituições reduziram os juros, o recuo foi tímido. Nem mesmo os bancos públicos, tradicionalmente os primeiros a implementar as decisões do governo, apresentaram taxas atrativas. Com isso, o desejo do Palácio do Planalto de reativar a economia por meio do consumo pode ser jogado pela janela.

Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), defende o setor financeiro e explica que a formação das taxas de operações de crédito depende de outros fatores, e não apenas das movimentações na Selic. A seu ver, o volume de calotes se elevou demasiadamente nos últimos meses e isso tem pesado na conta dos bancos e instituições. “Era esperado algum crescimento da inadimplência no ano passado, mas foi maior do que o mercado calculou. Então os bancos se tornaram mais restritivos”, justificou.

Procurados, nem todos os bancos comentaram o descompasso entre suas taxas e a queda da Selic. O Santander informou apenas que está analisando a última decisão da reunião do Copom. O Bradesco disse que não houve aumento nas taxas. “A diferença aparece devido ao fato de o banco operar dentro de uma banda de taxas e, nesse conceito, a taxa pode sofrer pequenas alterações conforme o perfil diário das contratações das operações e da utilização dos limites de crédito pré-aprovados”, informou a instituição. Já o Banco do Brasil disse que, desde julho de 2011, promoveu cinco reduções nas taxas de juros, inclusive em financiamentos de veículos, acompanhando os cortes na Selic. Os demais bancos citados não responderam à reportagem.

Contraponto

Alguns integrantes do sistema financeiro questionam a metodologia do Banco Central para a apuração das taxas praticadas pelo mercado. Para eles, a forma como a autoridade monetária coleta os dados provoca distorções nas taxas das instituições, tanto para cima quanto para baixo. Dizem ainda que só haveria uma mudança expressiva em caso de redução drástica na taxa básica de juros (Selic).

(Fonte: Jornal do Comércio)

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/01/26/internas_economia,287626/taxas-de-juros-cobradas-pelos-bancos-ao-consumidor-continuam-elevadas.shtml

Written by onyxlorenzoni

janeiro 26, 2012 at 10:35 am

#Afenac: #Juros do cheque especial têm maior taxa desde fevereiro de 2005

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Especulação com juros altos só tem um resultado, bolha financeira e super endividamento das pessoas até os limites de suas garantias, esta é a FÓRMULA PARA UMA CRISE FINANCEIRA E ECONÔMICA. As famílias brasileiras estão cada vez mais endividadas, isto não é melhoria de qualidade de vida, é só mais arroxo para os que tem menos.

Juros do cheque especial têm maior taxa desde fevereiro de 2005, aponta Anefac
Com o reajuste, a taxa média anual do cheque especial já chega a 163,53%

A taxa de juros do cheque especial atingiu em novembro o maior nível desde fevereiro de 2005, ao passar de 8,21% em outubro para 8,41% mensais, como indica a Pesquisa de Juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Com o reajuste, a taxa média anual do cheque especial já chega a 163,53%.

A pesquisa mostra que, depois de três reduções consecutivas, as taxas de juros das operações de crédito voltaram a subir em novembro. Das seis linhas de crédito para pessoa física pesquisadas, apenas uma, a de cartão de crédito rotativo, se manteve estável. Mesmo assim, é a maior taxa cobrada desde junho de 2000. O restante teve em novembro elevação média de 0,07 ponto porcentual ante outubro. A taxa média geral dos empréstimos para pessoa física cobrada por ano atingiu em novembro 117,02%, informou a Anefac. A taxa média mensal ficou em 6,67%, a maior desde setembro deste ano.

Os juros do comércio subiram 0,02 ponto porcentual, para 5,46% ao mês; taxas de crédito direto ao consumidor nos bancos avançaram 0,04 ponto porcentual (para 2,20% mensais); empréstimo pessoal de bancos registrou alta de 0,08 ponto porcentual (para 4,39% ao mês); e empréstimo pessoal de financeiras subiu 0,12 ponto porcentual (para 8,88% mensais). As outras duas linhas para pessoa física são a do cheque especial e a do cartão de crédito.

Para pessoas jurídicas, as três linhas de crédito pesquisadas tiveram as taxas reajustadas em novembro ante outubro, em média de 0,1 ponto porcentual, chegando a uma taxa média mensal de 3,99%, a maior desde julho. Conta garantida apresentou aumento de 0,17 ponto porcentual, indo para 6,17% ao mês; desconto de duplicatas teve os juros reajustados em 0,13 ponto porcentual, para 3,14% mensais; e capital de giro apresentou reajuste nas taxas de 0,02 ponto porcentual, para 2,67% ao mês. Com os reajustes, as taxas anuais subiram para 105,13%, 44,92% e 37,19% respectivamente.

Autor: Agência Estado
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=80875&fonte=capa

Written by onyxlorenzoni

dezembro 8, 2011 at 4:05 pm

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