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#Inflação do varejo sobe, diz Fecomercio

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Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil.  Miséria, fome e desemprego se combate com políticas agrícolas e industriais que promovam o crescimento econômico, muito diferente do que se vê no Brasil, que mesmo tendo um grande potencial, não consegue se livrar da burocracia mais pesada do mundo.

Preço em mercado avança, e inflação do varejo sobe, diz FecomercioSP

Índice de Preços na cidade de São Paulo subiu 0,16% em março.
Preço de tubérculos subiu 8,04% e, de frutas, 6,36%.

O Índice de Preços no Varejo (IPV), que mede a inflação no varejo paulistano, subiu 0,16% em março, após registrar queda em fevereiro, segundo informou, nesta segunda-feira (7), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Nos primeiros três meses do ano, no entanto, o indicador ainda acumula variação negativa de 0,07% e nos últimos 12 meses, alta de 3,19%.

A principal contribuição para a alta do indicador foi o aumento de 0,54% nos preços médios de supermercados, com os maiores destaques partindo de tubérculos (8,04%), frutas (6,36%), ovos (5,70%), pescados (3,05%) e aves (2,26%). “Outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de carnes bovinas (-5,21%), adoçantes (-4,66%), conservas (-1,12%) e carnes suínas (-0,34%).
Após duas quedas seguidas, o segmento de combustíveis e lubrificantes inverteu sua tendência e fechou março com alta de 0,68%, sendo 1,87% a alta média em álcool combustível e 0,50% em gasolina.

O setor de feiras registrou alta de 2,22% em março, com acumulado de 5,71% no primeiro trimestre do ano. As variações mais significativas foram em verduras (3,52%), frutas (2,28%), tubérculos (2,18%), ovos (1,94%), legumes (1,36%) e flores (1,25%). “O clima tem um papel importante na formação de preços desta atividade, pois afeta diretamente o desempenho das safras. No atacado, entretanto, alguns preços já sinalizam recuo como é o caso de ovos e de tubérculos e as perspectivas são de um arrefecimento.”

Os preços no setor de eletrodomésticos registraram queda de 2,01% em março, com acumulado de -0,38% no primeiro trimestre. Segundo a Fecomercio, a prorrogação do incentivo fiscal do IPI para os produtos da linha branca fez com que os preços desses produtos declinassem 4,03% somente em março.

O grupo de eletroeletrônicos encerrou março com variação negativa de 1,19% e atinge queda de 2,46% no acumulado de janeiro a março de 2012. Desde novembro de 2009 a atividade não registra variações positivas em seus preços médios.

Autor: Do G1, em São Paulo
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/05/preco-em-mercado-avanca-e-inflacao-do-varejo-sobe-diz-fecomerciosp.html

(Charge no nanihumor.com)

#Desindustrialização gera desemprego, que gera desculpas furadas.

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Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações de alta renda. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. sem sair do lugar. Altos impostos, alta burocracia, legislação trabalhista engessada e capital de giro muito caro para as empresas, esta é fórmula da DESINDUSTRIALIZAÇÃO, que é só um dos sintomas da estagnação econômica que vem por ai. Sem investimentos sérios na infra estrutura, na formação de gestores e pesquisadores estamos rumando para o modelo econômico da república velha, dos tempos de antes de JK. Desculpas que querem culpar o mercado externo só convencem aqueles que não sabem que estamos nos beneficiando do aumento mundial do preço dos alimentos. O (Des)Governo Dilma dá continuidade ao de Lula, e continuamos na contramão da história perdendo uma das melhores chances dos últimos 100 anos de crescermos e aprofundarmos raízes econômicas saudáveis.

Índice da taxa de desemprego sobe para 6,2% em março, analisa IBGE

Rio de Janeiro - A taxa de desemprego subiu para 6,2% em março depois de ficar em 5,7% em fevereiro. O resultado é um pouco menor do que o observado no mesmo período de 2011, quando a taxa ficou em 6,5%. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados nesta quinta-feira (26/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população desocupada aumentou 8,8% em relação a fevereiro e totalizou 1,5 milhão de pessoas. Esse número representa um acréscimo de 122 mil pessoas procurando trabalho no período. Na comparação com março do ano passado, a população desocupada ficou estável.

Já a população ocupada, que somou 22,6 milhões, apresentou estabilidade na passagem de um mês para o outro, mas aumentou 1,6% no confronto com março de 2011, o que representa 367 mil ocupados a mais do que um ano antes. O documento do IBGE também revela que o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não registrou variação na comparação com fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve elevação de 3,7%, representando um adicional de 394 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Em relação ao rendimento médio dos trabalhadores ocupados, a PME aponta acréscimo de 1,6% na passagem de um mês para o outro, atingindo R$ 1.728,40 março. Esse resultado é o mais alto para o mês desde 2002. Na comparação com março do ano passado, foi registrada alta de 5,6%. A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) também divulgaram, nessa quarta-feira (25/4), dados sobre o desemprego em março. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelas duas instituições, diverge da elaborado pelo IBGE, devido aos conceitos e metodologia distintos.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. Ao contrário do trabalho feito pelo IBGE, a PED não inclui o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na PME, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/04/26/internas_economia,299727/indice-da-taxa-de-desemprego-sobe-para-6-2-em-marco-analisa-ibge.shtml

#Brasil: o país dos endividados.

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Especulação com juros altos só tem um resultado, bolha financeira e super endividamento das pessoas até os limites de suas garantias, esta é a FÓRMULA PARA UMA CRISE FINANCEIRA E ECONÔMICA. Vimos isto acontecer no mercado imobiliário norte americano, com emprésticos garantidos pelos imóveis em que as pessoas residiam. No Brasil estamos no meio de uma queda de braço de bancos contra o governo federal. Os bancos operam com altas margens, e fazem do Brasil o número 1 em juros altos do mundo, o governo tenta baixar mas não quer abrir mão dos super impostos que cobra a força dos brasileiros. Quem paga esta conta sempre é o cidadão contribuinte, o pequeno e médio empresário, a dona de casa e mãe trabalhadora. O (des)Governo Dilma alega que temos mais renda e consumo, ou será que simplesmente estasmos endividando mais os que tem menos? No país rico de Dilma, não ser pobre é dever para o Banco? É difícil acreditar que um país em franco processo de desindustrialização consiga aumentar o consumo sem gerar empregos. Pequeno Detalhe, sobreviver como diarista informal, vender nas ruas bugigangas contrabandeadas e "cuidar "de carros pedindo uma "gentil contribuição" dos motoristas, não podem ser considerados bons exemplos de "geração de emprego". O Brasil continua sendo um lugar onde os Brasileiros tem dificuldade de se tornarem empreendedores legalmente estabelecidos e reconhecidos, juros altos, impostos altos e falta de qualificação profissional tornam este contexto ainda mais dramático.

Inadimplência limita queda de juros, diz diretor do Itaú

Com a discussão de redução de juros nos empréstimos, o Itaú está preocupado com o super endividamento da população e aponta o nível de inadimplência como barreira a uma queda maior dos juros. “Gostaríamos de poder reduzir mais as taxas de juros, mas identificamos um cenário de inadimplência maior que o normal”, afirmou o diretor Corporativo de Controladoria do Itaú Unibanco, Rogério Calderón. “A inadimplência é o ponto de maior atenção para o banco agora”, destacou. “A queda de juros tem que ser feita com racionalidade.”

O banco já teve aumento das taxas de calotes no primeiro trimestre, tanto para períodos mais curtos (15 a 90 dias) como para longos (acima de 90 dias). “A inadimplência está subindo, mas já esteve em níveis piores no passado”, disse. Em alguns segmentos, como veículos e cartões, o Itaú reduziu o ritmo de aprovação de propostas de crédito que recebe. Em veículos, por exemplo, a taxa de propostas com sinal verde caiu de 35% para 20%.

Segundo Calderón, a taxa de inadimplência do Itaú Unibanco deve seguir em alta nos próximos trimestres e se estabilizar mais para o final do ano. Ele destaca que a inadimplência para período mais curto (15 a 90 dias) aumentou muito no primeiro trimestre. Na pessoa física, houve alta de 100 pontos base, passando de 6,9% em dezembro para 7,9% no final de março. No total, o índice geral para esse período subiu de 4,4% para 4,8%. O executivo destaca que esse é um indício de que a taxa de calotes mais longo (atrasos acima de 90 dias) pode continuar em alta.

O Banco Central autorizou a entrada do Itaú no capital do Banco Carrefour. A aprovação foi comunicada hoje de manhã ao Itaú, segundo Calderón. Em abril do ano passado, o Itaú anunciou a aquisição de 49% da instituição financeira do Carrefour por R$ 725 milhões. Pelo comunicado divulgado na época, o Carrefour mantém o controle do banco, com 51% do capital, mas a gestão será compartilhada com o Itaú.

Autor: Agência Estado
Fonte: Jornal do Comércio http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=91897

#Feijão: o básico que virou luxo.

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INFLAÇÃO GERA FOME: Se o governo Brasileiro se dedicasse mais a fazer seu tema de casa econômico e elaborar políticas que promovesse o aumento da safra combateria mais a fome de forma mais eficiente. Se o Governo gerarasse condições para a industrialização, com a montagem de um parque industrial no setor secundário, este quadro de estagnação econômica e esfriamento do mercado, que estamos vendo, já seria outro. Mesmo assim, isto só funcionaria com a prometida reforma tributária e trabalhista e a redução dos gastos públicos. Mas eles não estão no horizonte da movimentação política de Brasília, o que é mais que uma lástima.

No país de todos, rico e sem pobreza, um quilo de feijão custa quase 1% do salário mínimo

Fio trocado – Na música “Tô Voltando”, de autoria de Chico Buarque e transformada em sucesso nacional na voz da cantora Simone, a primeira frase – “Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto” – seria uma utopia nos dias atuais nesse país que é de todos, segundo o então presidente Luiz Inácio da Silva.
Independentemente de qual seja o motivo de uma viagem internacional ou até mesmo uma estada mais longa no exterior, quem volta traz no pensamento o desejo muitas vezes quase incontrolável de se deparar com um prato de arroz e feijão. Presença básica no prato do brasileiro em tempos outros, o feijão transformou-se em mercadoria de luxo.
Sob a égide da presidente Dilma Vana Rousseff, que adotou como slogan de governo a frase “País rico é país sem pobreza”, comprar um quilo de feijão exige de qualquer um, mais ou menos abastado, R$ 5. Considerando que o salário mínimo, que para o PT dos dias atuais é uma enormidade, vale míseros R$ 622, o trabalhador comum que quiser comprar um quilo de feijão terá de desembolsar 0,8% do provento.
Para muitos tal comparação pode parecer estapafúrdia, ou até mesmo provocativa, mas qualquer ser mano precisa muito mais do que um quilo de feijão para sobreviver. O discurso palaciano de que a inflação está sob controle é uma balela desmedida, pois quem sai às compras logo percebe que os preços subiram. Quando isso não acontece é porque a qualidade dos produtos caiu sensivelmente.
Quando engrossava ruidosamente as fileiras da oposição, o Partido dos Trabalhadores defendia a adoção pelo governo do salário mínimo classificado como ideal pelo Dieese, que hoje, segundo o órgão, deveria valer R$ 2.349,26, ou seja, 3,78 vezes o valor do mínimo atual. A chamada cesta básica, que está muito aquém de básica, custa, na média nacional, incríveis R$ 232,83, o que representa 37,43% do salário mínimo.
Essa brincadeira oficial de ficar escondendo a verdade tem tudo para acabar mal, pois é possível enganar a todos durante algum tempo, mas não todos durante todo o tempo. O esforço que o Palácio do Planalto faz para dourar a pílula resulta do iminente estouro da bolha de virtuosismo que Lula vendeu aos incautos do planeta.
Mesmo assim, há quem garante que o ex-metalúrgico é candidato favorito na eleição presidencial de 2014. Isso mostra que o Brasil é completamente ininteligível ou, então, o projeto da ditadura civil está dando certo.
De tal modo, Chico Buarque deve se apressar para mudar a letra da música, pois quem voltar antes da hora encontrará o prato vazio.

Autor: ucho.info
Fonte: http://ucho.info/no-pais-de-todos-rico-e-sem-pobreza-um-quilo-de-feijao-custa-quase-1-do-salario-minimo

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.

Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos

Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011

RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).

Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.

No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.

Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.

Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).

No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.

Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm

Onde a carga tributária mais pesa? No bolso de quem vive de salário!

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ONDE A CARGA TRIBUTÁRIA MAIS PESA? É NO BOLSO DO TRABALHADOR. Em descontos direto na folha de pagamento e em uma fatia bem gorda de todos os gêneros de primeira necessidade: alimentos, energia, combustíveis, remédios e vestuário. O Brasil, é o campeão mundial de opressão fiscal e financeira de seus cidadãos. O Brasil tem 85 impostos, fora contribuições e laudêmios. O Brasil é o país onde mais se trababalha para pagar impostos no mundo, são 2600 horas por ano de acordo com o Banco Mundial, não serão desonerações pontuais para alguns setores que vão mudar este quadro. Mesmo que o mínimo fosse 3 mil reais faltaria para pagar pelo básico, isto só vai acabar quando se reduzir a carga tributária sobre o salário dos que ganham menos e sobre os gêneros de primeira necessidade, sobrando mais dinheiro no bolso do trabalhador e indo menos para o governo.

Mínimo deveria ser de R$ 2.295,58 em março, diz Dieese

SÃO PAULO – O salário mínimo do trabalhador no País deveria ter sido de R$ 2.295,58 em março, a fim de suprir as necessidades básicas dos brasileiros e de sua família, como constata a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada nesta segunda-feira pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 273,25, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ter sido 3,69 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 622.

O valor estimado pelo Dieese em março é ligeiramente menor do que o apurado para fevereiro, quando o mínimo necessário fora calculado em R$ 2.323,21, ou 3,74 vezes o patamar atual. Há um ano, o salário mínimo necessário para suprir as necessidades dos brasileiros era de R$ 2.247,94, equivalente a 4,12 vezes o mínimo em vigor naquele período, de R$ 545.

A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em março deste ano, o conjunto de bens essenciais diminuiu, na comparação com o mês anterior e também em relação a igual período de 2011. Na média das 17 cidades pesquisas pelo Dieese, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 84 horas e 53 minutos para realizar a mesma compra que, em fevereiro, exigia 85 horas e 30 minutos. Já em março de 2011, a mesma compra necessitava de 96 horas e 13 minutos.

Autora: MARIA REGINA SILVA – Agencia Estado

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,minimo-deveria-ser-de-r-229558-em-marco-diz-dieese,108762,0.htm

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: #Indústria brasileira cresce menos que a média mundial

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO.

Como a indústria está acabando no Brasil…

O mais novo “pacote de bondades” da presidente Dilma Rousseff para socorrer a indústria nacional, apresentado na última quarta-feira como a 2ª etapa do programa Brasil Maior, deixou muito a desejar. Trata-se mais uma vez de medidas paliativas, pontuais, sem qualquer novidade relevante para o fortalecimento da produção nacional.

A desoneração da folha de pagamento, tal como apresentada, é quase uma piada. O governo ampliou de quatro para 15 o número de segmentos da economia agraciados com o suposto estímulo, gerando um alívio tributário de R$ 3,1 bilhões. Mas, quantitativamente, esse valor representa somente um dia de arrecadação federal. Inócuo!

Dá com uma mão e tira com outra

No entanto, para compensar a perda de receitas, o governo anunciou incentivos com uma mão para preservar a arrecadação com a outra. O governo aumentará o PIS/COFINS sobre produtos importados, além de elevar os impostos que incidem sobre as chamadas bebidas frias (águas, cervejas e refrigerantes).

Todos iguais perante a lei

É correto o Estado selecionar, arbitrariamente, os setores que vão ser agraciados com benefícios fiscais, enquanto outros terão impostos aumentados para pagar parte da conta? Beneficiar uns, e onerar outros no mínimo quebra a isonomia, que é a idéia de que todos são iguais perante a lei, no Brasil não, alguns são mais iguais que outros que pagam mais impostos.

O fim da indústria nacional é próximo…

A verdade é que, enquanto o governo só se preocupa em promover medidas de expansão de crédito ao consumidor, a indústria definha a cada dia. Segundo o IBGE, o setor industrial acumulou perda de 3,4% nos dois primeiros meses de 2012.

O industrial brasileiro tem que lidar com uma pesada carga tributária, além de uma legislação trabalhista que engessa as relações de trabalho fugindo ao “racional” quando comparada a qualquer país desenvolvido.

A falta de investimentos em infraestrutura (que o PAC está a nos luz de resolver) dificulta a operação da logística, gerando deficiências em setores como comunicação, energia e mão de obra qualificada.

(abaixo segue a reportagem publicada no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO)

Indústria brasileira cresce menos que a média mundial

Apesar da crise, a produção industrial mundial cresceu em nédia 18 vezes mais rápido que a expansão manufatureira no Brasil. A constatação faz parte dos dados divulgados por uma das mais renomadas entidades de pesquisa, o Escritório Holandês de Análise de Política Econômica, referência para a coleta de dados de algumas das principais organizações internacionais.

Em 2011, a produção industrial brasileira cresceu apenas 0,3%, com o governo alegando que a recessão nos países ricos e a moeda valorizada foram principais motivos da estagnação.

Mas, enquanto a taxa brasileira revela uma situação desconfortável, o restante do mundo conseguiu um certo crescimento. No ano passado, a média da produção industrial mundial cresceu 5,4%. A taxa é a metade do crescimento de 2010 e foi afetada pelo retorno da turbulência mundial e da recessão europeia.

Ainda assim, a média mundial e também a da Europa – que mesmo afetada pela crise subiu 3,7% – superaram em muito o desempenho brasileiro.

Os resultados no Brasil acabaram prejudicando toda a América Latina, que teve expansão da produção industrial de apenas 2,5% no ano, menos da metade da taxa média mundial.

Em 2010, a região já havia crescido menos que a média mundial. Mas os números eram próximos. Agora, com os resultados brasileiros, a distância entre a América Latina e o resto do mundo se amplia e apenas a África tem taxa inferior.

A constatação é de que a indústria latino-americana está em crise e não tem conseguido acompanhar nem mesmo o ritmo de crescimento do setor manufatureiro da Europa. Teve no ano que passou uma expansão que é apenas um quinto do ritmo asiático.

Entre os países ricos, o Japão foi o único que teve taxa inferior à da América Latina, com queda de 3,5% causada pelo tsunami e o desastre nuclear de Fukushima.

A expansão da América Latina foi de apenas um quinto do crescimento da Ásia , com 10,9%. Entre os emergentes, o crescimento do setor industrial foi de 8,4%.

Se a entrada de recursos no continente e os lucros com a venda de commodities são destaques, o setor industrial não vive a mesma situação. A América Latina conseguiu ter crescimento ainda inferior ao da Europa e dos Estados Unidos, onde a indústria evoluiu 4,1% ante 2010.

Recessão. O segundo semestre de 2011 chegou a apresentar contração real da indústria latino-americana. Depois de crescer 0,1% no segundo trimestre, o setor acumulou perdas de 0,4% entre julho e setembro de 2011 e outros 0,7% de queda entre outubro e dezembro. O resultado só não foi pior que a queda de 6,7% na produção industrial da região em 2009, pior ano para a economia mundial em sete décadas.

Autor: JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE / GENEBRA – O Estado de S.Paulo

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,industria-brasileira-cresce-menos-que-a-media-mundial-,858823,0.htm

Pacote para #indústria: #governo está admitindo que com os atuais impostos é impossível ter indústria

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Com o atual pacote para a indústria o (Des)Governo está simplesmente admitindo o que os empresários já sabem: COM ESTES IMPOSTOS NÃO TEM COMO MANTER AS INDÚSTRIAS ABERTAS. O que falta agora é a presidente Dilma cumprir a promessa de campanha e realmente fazer a tão esperada reforma tributária. O que já é promessa desde os governo de Lula, e sempre acaba abortada e substituída por ações pontuais e pacotes, como a que se relata abaixo na reportagem da UOL. O problema dos pacotes é que se beneficia alguns setores, algumas empresas mas o conjunto da ecnomia continua sofrendo com uma carga tributária alta e combrada de forma abusiva. De qualquer maneira além dos impostos mais altos do mundo, de muita burocracia para exportar, da dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, o que é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO, ainda enfrentamos dificuldades com a produção de tecnologia, com a falta de mão de obra qualificada e com infra estrutura energética e de logística que possa atender a uma demanda caso a indústria cresça no Brasil.

Com novo pacote, governo deixa de arrecadar quase R$ 10 bi em um ano

O governo anunciou nesta terça-feira um pacote de estímulo à indústria nacional que envolve, entre outras medidas, corte de tributos. Com isso, deve deixar de arrecadar perto de R$ 10 bilhões em 12 meses.

“Com essas medidas, acreditamos que o Brasil terá o estímulo necessário para continuar na trajetória de crescimento”, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “É possível o Brasil crescer 4,5% (neste ano).”

De acordo com o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, o montante que o governo deixa de arrecadar em 12 meses se aproxima de R$ 10 bilhões. Só até o final deste ano, acrescentou Mantega, serão R$ 6,4 bilhões.

VEJA AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE ESTÍMULO ANUNCIADAS PELO GOVERNO

  • Redução de até 30 pontos percentuais no IPI de carros de montadoras que comprarem peças nacionais ou do restante do Mercosul e investirem em pesquisa e inovação.
  • Empresas deixam de pagar 20% de contribuição ao INSS, e Tesouro Nacional banca eventual rombo da Previdência. No lugar dos 20%, as empresas pagarão de 1% a 2,5% sobre o faturamento. Essa taxa não será cobrada na exportação, mas incidirá na importação.
  • Redução de Imposto de Importação, IPI e PIS e Cofins em equipamentos e investimentos em portos e ferrovias
  • Adiamento do pagamento de PIS e Cofins para cinco setores industriais com mais dificuldades: autopeças, têxtil, confecção, calçados e móveis. As empresas deixam de pagar os impostos em abril e maio e pagarão em novembro e dezembro. Isso deixa as empresas com um pouco mais de dinheiro em caixa por agora.
  • Incentivos no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas que contribuam com entidades de pesquisa sobre o câncer.
  • Instalação de 19 câmaras de competitividade, tendo como conselheiros empresários e trabalhadores. Entre os setores estão: saúde, bens de capital, mineração etc.
  • Levar banda larga à metade das casas nas cidades até 2014 e 15% das casas na área rural. Atingir 60 milhões de acessos individuais à internet móvel e aumentar uma rede nacional de banda larga de 11 mil para 30 mil km até 2014
  • Compras do governo darão prioridade a produtos nacionais, em áreas como remédios e retroescavadeiras
  • Financiamento à exportação aumenta de R$ 1,24 bilhões para R$ 3,1 bilhões
  • Redução de IPI e PIS/Cofins em equipamentos nacionais e obras de infraestrutura em telecomunicação e internet de banda larga
  • Suspensão de IPI PIS/Pasep, Cofins e Cide de fabricantes de notebooks para o programa “Um computador por aluno” (para estudantes da rede pública)
  • Criação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) para apoiar inovação, com validade até dezembro de 2013. Aporte de R$ 45 bilhões do Tesouro para o BNDES (banco oficial de financiamento de empresas)
Fonte: Ministério da Fazenda

Entre as medidas, o governo cortou impostos sobre a folha de pagamento para 15 setores, considerados de mão de obra intensiva. Com isso, eles deixarão de pagar alíquota de 20% sobre a folha de pagamento e passarão a arcar com alíquota entre 1% e 2,5% sobre o faturamento.

O governo também adiou o recolhimento do PIS/Cofins de abril e maio para novembro e dezembro de 2012 para alguns setores.

Para indústria paulista, faltam ‘medidas essenciais’
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, criticou o pacote anunciado pelo governo. Para ele, faltou tratar “medidas essenciais”, como o custo da energia.

“A questão cambial, que é fundamental para a competitividade da indústria, também permanece (em aberto)”, afirmou ele, acrescentando que, na quarta-feira deve haver uma manifestação em São Paulo organizada pela Fiesp para chamar a atenção para o que chamou de desindustrialização do Brasil.

(Com informações da Reuters)

Brasil, o mais alto custo de vida do mundo, até para abastecer.

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Custo de vida alto, a telefonia celular mais cara do mundo, a internet mais cara do mundo, e a gasolina mais cara das américas. Os impostos mais onerosos do mundo e juros mais altos do mundo, somado a oligopólios formados com a ajuda do governo, muita especulação cambial fazem do Brasil o pais mais caro do mundo para se viver. É natural que em mercados onde a competição e abafada pela intervenção quem acabe pagando seja o consumidor. Capitais como Paris e Nova Iorque são mais baratas para se viver do Rio e São Paulo. Com uma pequena diferença, o salário aqui é menor. Isto é no mínimo ANORMAL para um país emergente. Estes fatos econômicos são a ponta do iceberg da enorme bolha de crédito, do mercado mobiliário e imobiliário que se formou no Brasil. Enquanto isso a população sofre com falta de atendimento médico e segurança pública. O Brasil da "Presidenta da Miséria", o Brasil é um país muito rico e bom só para os muito ricos.

Gasolina no Brasil custa mais caro do que nos Estados Unidos, aponta diretor do BC

Os consumidores brasileiros pagam mais caro pela gasolina do que os dos Estados Unidos. Segundo o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Hamilton Araújo, o preço no Brasil é 50% mais caro, uma vez que o preço do galão, com 3,8 litros, custa em torno de US$ 4 nos Estados Unidos e no Brasil chega a US$ 6.

No Relatório de Inflação, divulgado hoje pelo BC, a instituição manteve a previsão de que não haverá reajuste no preço da gasolina no país este ano. Também foi mantida a previsão de reajuste zero para o botijão de gás.

As projeções para as tarifas de telefonia fixa e de eletricidade, este ano, foram mantidas em 1,5% e 2,3%, respectivamente. Para os preços administrados, foi mantida a previsão de 4%.

Autor: Agência Estado
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=89975

#IPI: desonerações pontuais não amenizam a desindustrialização, que é conjuntural.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Não será com desonerações pontuais, e que beneficiam somente segmentos da indústria que irá se resolver um problema que é sistêmico, que está dentro do metabolismo de nossa política econômica. Não existe forma alguma de COMPETIR com outras indústrias com tantos impostos, é impossível acreditar que as fronteiras não serão vazadas por produtos MUITO MAIS BARATOS, e que impediremos alguém de comprar nas muitas feiras do "Paraguai" espalhadas por todo o Brasil. Ou reduzimos e simpllificamos os impostos, ou nada mais se produzirá no Brasil sem que o governo seja sócio majoritário e direto. Este é o próprio modelo oligopolista e estatista que sufoca o direito de empreender, de trabalhar com pequenos negócios e de ter lucros privados. Quando se privilegia alguns setores em detrimento de outros no mínimo se quebra o princípio de que todos são iguais perante a lei (isonomia). Desonerações de impostos feitos pontualmente não amenizam a desindustrialização, que é conjuntural, que acontece por problemas na base da política econômica e fiscal do (des)Governo Lula/Dilma.

A medida, tomada também em 2008, faz parte de um pacote para estimular o aumento do consumo das famílias brasileiras e valerá até março de 2012.
Alíquotas
No caso do fogão, a alíquota passa de 4% para zero. Para a aquisição de geladeiras, o imposto passa de 15% para 5% e, para as máquinas de lavar, a alíquota foi reduzida de 20% para 10%.
O preço dos tanquinhos também será reduzido. O imposto do produto foi reduzido de 10% para zero.
Segundo o ministro, os produtos beneficiados são aqueles com sela "A" de qualidade energética.
No bolso
Para o consumidor, o ministro espera que a redução do IPI chegue ainda mais forte. "Eu espero que os lojistas façam promoções e que os preços caiam além do IPI", afirmou. (Fonte: UOL Notícias)

Prorrogação da redução do IPI na linha branca não passa de cortesia com o chapéu alheio

Papo furado – O anúncio feito pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda, sobre a prorrogação por mais três meses da redução do IPI incidentes nos produtos da chamada linha branca e do setor de móveis é uma medida pontual e inócua, que em nada auxilia a indústria nacional, que há anos vive um processo de desaceleração contínua, especialmente pelo fracasso do governo federal no processo de contenção da valorização do Real frente às moedas estrangeiras.
O primeiro detalhe dessa pirotécnica investida oficial está na distribuição dos recursos do Imposto sobre Produtos Industrializados. Do total arrecadado, apenas 40% é do governo federal, sendo que o restante, 60%, é repassado aos estados e municípios. Em outras palavras, o Palácio do Planalto está fazendo cortesia com o chapéu alheio, sem dar aos governos estaduais e às prefeituras a devida compensação.
O segundo quesito dessa ópera bufa palaciana está no incentivo ao consumo, fórmula utilizada por Luiz Inácio da Silva por ocasião da crise internacional que teve o “subprime” norte-americano como nascedouro. Com o processo de desindustrialização que avança no País, incrementar o consumo exigirá a permissão de ingresso de produtos importados, sob pena de ao não fazê-lo acabar alimentando a inflação, o mais tenebroso item do amaldiçoado espólio de Lula.
Muito estranhamente, até então nenhum grão-petista ousou condenar a política econômica adotada pelo ex-metalúrgico, que flanou na popularidade elevado por uma bolha de virtuosismo que começa a estourar e pode gerar consequências catastróficas. Como disse certa feita o próprio ex-presidente, “nunca antes na história deste país”.

Fonte: http://ucho.info/prorrogacao-da-reducao-do-ipi-na-linha-branca-nao-passa-de-cortesia-com-o-chapeu-de-estados-e-municipios

Links relacionados:
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/12/01/ministro-da-fazenda-reduz-ipi-para-produtos-da-linha-branca.jhtm

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/03/26/internas_economia,294996/governo-mantem-reducao-de-ipi-para-produtos-da-linha-branca-ate-junho.shtml

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