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#Dilma, onde estão as 6427 creches prometidas na campanha? Por que não saem do papel?

Enquanto o MUSEU DO LULA tem recursos, terreno, projeto e ampla divulgação NENHUMA das 6427 creches prometidas por Dilma e Lula na campanha de 2010 saiu do chão…ficaram só no programa da campanha. ISTO É UMA VERGONHA.
Foco de novo pacote social, creches de Dilma não vingaram
Dados do Ministério da Educação mostram que apenas 347 funcionam no País, todas do período anterior à atual gestão
Apesar de a presidente Dilma Rousseff assegurar na cerimônia de lançamento do programa Brasil Carinhoso que a construção de creches no País é “prioridade” do seu governo, nenhuma das 6.427 creches que ela prometeu durante sua campanha entrou em funcionamento até agora. Segundo dados apresentados pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, existem hoje em funcionamento no País apenas 347 creches, todas do período pré-Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC), ou seja, foram construídas até o governo do ex-presidente Lula.
Principal aposta do PT nas eleições municipais de 2012, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad deixou o ministério para se candidatar à Prefeitura de São Paulo sem entregar nenhuma das creches prometidas pela presidente.
Em entrevista, o atual ministro da Educação informou que 1.507 creches estão sendo construídas e, na cerimônia de hoje, outras 1.512 foram contratadas.
Mercadante justificou a demora na entrega das obras alegando que os prefeitos levam de um ano e meio a dois anos para conseguir construir uma creche, atrasando o cronograma.
Segundo o ministro, o governo está buscando uma forma de acelerar essas construções porque “não existe restrição orçamentária” para o programa.
Na solenidade, a presidente anunciou que toda a família que tenha pelo menos uma criança de zero a 6 anos vai receber uma renda mensal, por pessoa da família, de no mínimo R$ 70. Como será uma renda complementar, se a família já for beneficiada pelo Bolsa Família, ela receberá apenas a diferença, de forma que se chegue a este mínimo per capita de R$ 70.
Dois milhões de pessoas que vivem na extrema pobreza serão beneficiadas pelo programa. O custo do programa, segundo a ministra do Desenvolvimento Social, Teresa Campelo, será de R$ 2 bilhões. Para os dois próximos anos, segundo Mercadante, serão gastos R$ 8 bilhões, sendo R$ 4 bilhões em cada ano, totalizando R$ 10 bilhões até 2014. De acordo com Teresa Campelo, com apenas uma medida, será possível reduzir em 40% a pobreza extrema do País.
Durante o discurso, Dilma reiterou a promessa de eliminar até o fim do seu governo a pobreza extrema no Brasil. “Nós temos de ter muito orgulho de termos esse foco social”, disse a presidente, admitindo que “ainda falta muito a fazer”.
Autor: TÂNIA MONTEIRO, RAFAEL MORAES MOURA / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo
#SUPERJUROSDOBRASIL: Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

#SUPERJUROSDOBRASIL: Os juros, sob o ponto de vista monetário, são uma decisão do governo, ele, o governo, ao emitir títulos remunerados do tesouro (T-bonds) estabelece o patamar básico de juros, do custo de ter dinheiro em caixa. A política de baixa dos juros é muito importante, mas os riscos e custos de investir no Brasil devem baixar para que os emprestadores e tomadores de empréstimos possam confiar mais na economia, e para isso precisamos BAIXAR OS IMPOSTOS, investir na infra estrutura e reduzir a burocracia. Juros altos, impostos altos, burocracia complicada, legislação trabalhista engessada, são entraves que aumentam muito o custo operacional das empresas no Brasil, o que diminui a confiança de investidores. Para crescer tem que ter competência no planejamento e investimento na infra estrutura, mas a “presidenta incompetenta” não tem tempo para isso, lá no planalto a preocupação é com a continuidade do superfaturamento de obras. Os contribuintes brasileiros vem o dinheiro da saúde, da segurança, dos transportes serem arrastados para o RALO comun dos juros, da corrupção e do uso ineficiente dos recursos públicos.
Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito
Segundo a Febraban, governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da Selic
SÃO PAULO – A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) comentou, em relatório divulgado nesta segunda-feira, 7, as decisões do Banco Central que apontam para um cenário de mais reduções na taxa básica de juros, a Selic.
“A postura do Banco Central tem sido pragmática e mostra grande preocupação com o nível de atividade da economia. Nesse sentido, enquanto não houver indicações de uma recuperação importante da atividade doméstica e/ou seguirmos assistindo a uma piora das expectativas em relação ao cenário externo, o Copom continuará reduzindo a Taxa Selic”, afirmou o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, que assina o Informativo Semanal de Economia Bancária.
Com a afirmação, a entidade aponta que o governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da taxa básica de juros (Selic).
“A questão que se coloca é até que ponto essas reduções vão estimular uma ampliação significativa da oferta de crédito doméstica. Alguém já disse que ‘você pode levar um cavalo até a beira do rio, mas não conseguirá obrigá-lo a beber água’. É possível criar condições mais favoráveis à expansão do crédito reduzindo as taxas básicas, mas uma ampliação efetiva das operações passa por uma postura mais agressiva, tanto dos emprestadores como dos tomadores de crédito, que por sua vez depende de expectativas econômicas mais otimistas”, completou Sardenberg.
Expectativas
Segundo o relatório, a mudança nas regras da poupança funcionou como estímulo adicional para o mercado trabalhar com a expectativa de novos cortes na Taxa Selic, em que as menores projeções apontam para a faixa de 8% ao ano.
No entanto, os números da pesquisa de projeções da Febraban mostram que os bancos devem adotar uma postura cautelosa em função da deterioração do cenário externo e do nível elevado de inadimplência no mercado doméstico.
“É esse o ‘paradoxo’ da conjuntura atual: a piora nos indicadores (especialmente externos) abre espaço para quedas adicionais dos juros básicos, mas ao mesmo tempo parece impor uma cautela adicional aos agentes econômicos”, finalizou Sardenberg no comentário semanal.
#Inflação do varejo sobe, diz Fecomercio

Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil. Miséria, fome e desemprego se combate com políticas agrícolas e industriais que promovam o crescimento econômico, muito diferente do que se vê no Brasil, que mesmo tendo um grande potencial, não consegue se livrar da burocracia mais pesada do mundo.
Preço em mercado avança, e inflação do varejo sobe, diz FecomercioSP
Índice de Preços na cidade de São Paulo subiu 0,16% em março.
Preço de tubérculos subiu 8,04% e, de frutas, 6,36%.
O Índice de Preços no Varejo (IPV), que mede a inflação no varejo paulistano, subiu 0,16% em março, após registrar queda em fevereiro, segundo informou, nesta segunda-feira (7), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Nos primeiros três meses do ano, no entanto, o indicador ainda acumula variação negativa de 0,07% e nos últimos 12 meses, alta de 3,19%.
A principal contribuição para a alta do indicador foi o aumento de 0,54% nos preços médios de supermercados, com os maiores destaques partindo de tubérculos (8,04%), frutas (6,36%), ovos (5,70%), pescados (3,05%) e aves (2,26%). “Outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de carnes bovinas (-5,21%), adoçantes (-4,66%), conservas (-1,12%) e carnes suínas (-0,34%).
Após duas quedas seguidas, o segmento de combustíveis e lubrificantes inverteu sua tendência e fechou março com alta de 0,68%, sendo 1,87% a alta média em álcool combustível e 0,50% em gasolina.
O setor de feiras registrou alta de 2,22% em março, com acumulado de 5,71% no primeiro trimestre do ano. As variações mais significativas foram em verduras (3,52%), frutas (2,28%), tubérculos (2,18%), ovos (1,94%), legumes (1,36%) e flores (1,25%). “O clima tem um papel importante na formação de preços desta atividade, pois afeta diretamente o desempenho das safras. No atacado, entretanto, alguns preços já sinalizam recuo como é o caso de ovos e de tubérculos e as perspectivas são de um arrefecimento.”
Os preços no setor de eletrodomésticos registraram queda de 2,01% em março, com acumulado de -0,38% no primeiro trimestre. Segundo a Fecomercio, a prorrogação do incentivo fiscal do IPI para os produtos da linha branca fez com que os preços desses produtos declinassem 4,03% somente em março.
O grupo de eletroeletrônicos encerrou março com variação negativa de 1,19% e atinge queda de 2,46% no acumulado de janeiro a março de 2012. Desde novembro de 2009 a atividade não registra variações positivas em seus preços médios.
Autor: Do G1, em São Paulo
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/05/preco-em-mercado-avanca-e-inflacao-do-varejo-sobe-diz-fecomerciosp.html
#Desindustrialização gera desemprego, que gera desculpas furadas.

Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações de alta renda. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. sem sair do lugar. Altos impostos, alta burocracia, legislação trabalhista engessada e capital de giro muito caro para as empresas, esta é fórmula da DESINDUSTRIALIZAÇÃO, que é só um dos sintomas da estagnação econômica que vem por ai. Sem investimentos sérios na infra estrutura, na formação de gestores e pesquisadores estamos rumando para o modelo econômico da república velha, dos tempos de antes de JK. Desculpas que querem culpar o mercado externo só convencem aqueles que não sabem que estamos nos beneficiando do aumento mundial do preço dos alimentos. O (Des)Governo Dilma dá continuidade ao de Lula, e continuamos na contramão da história perdendo uma das melhores chances dos últimos 100 anos de crescermos e aprofundarmos raízes econômicas saudáveis.
Índice da taxa de desemprego sobe para 6,2% em março, analisa IBGE
Rio de Janeiro - A taxa de desemprego subiu para 6,2% em março depois de ficar em 5,7% em fevereiro. O resultado é um pouco menor do que o observado no mesmo período de 2011, quando a taxa ficou em 6,5%. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados nesta quinta-feira (26/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população desocupada aumentou 8,8% em relação a fevereiro e totalizou 1,5 milhão de pessoas. Esse número representa um acréscimo de 122 mil pessoas procurando trabalho no período. Na comparação com março do ano passado, a população desocupada ficou estável.
Já a população ocupada, que somou 22,6 milhões, apresentou estabilidade na passagem de um mês para o outro, mas aumentou 1,6% no confronto com março de 2011, o que representa 367 mil ocupados a mais do que um ano antes. O documento do IBGE também revela que o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não registrou variação na comparação com fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve elevação de 3,7%, representando um adicional de 394 mil postos de trabalho com carteira assinada.
Em relação ao rendimento médio dos trabalhadores ocupados, a PME aponta acréscimo de 1,6% na passagem de um mês para o outro, atingindo R$ 1.728,40 março. Esse resultado é o mais alto para o mês desde 2002. Na comparação com março do ano passado, foi registrada alta de 5,6%. A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) também divulgaram, nessa quarta-feira (25/4), dados sobre o desemprego em março. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelas duas instituições, diverge da elaborado pelo IBGE, devido aos conceitos e metodologia distintos.
Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. Ao contrário do trabalho feito pelo IBGE, a PED não inclui o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na PME, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.
#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: #Indústria brasileira cresce menos que a média mundial

Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO.
Como a indústria está acabando no Brasil…
O mais novo “pacote de bondades” da presidente Dilma Rousseff para socorrer a indústria nacional, apresentado na última quarta-feira como a 2ª etapa do programa Brasil Maior, deixou muito a desejar. Trata-se mais uma vez de medidas paliativas, pontuais, sem qualquer novidade relevante para o fortalecimento da produção nacional.
A desoneração da folha de pagamento, tal como apresentada, é quase uma piada. O governo ampliou de quatro para 15 o número de segmentos da economia agraciados com o suposto estímulo, gerando um alívio tributário de R$ 3,1 bilhões. Mas, quantitativamente, esse valor representa somente um dia de arrecadação federal. Inócuo!
Dá com uma mão e tira com outra
No entanto, para compensar a perda de receitas, o governo anunciou incentivos com uma mão para preservar a arrecadação com a outra. O governo aumentará o PIS/COFINS sobre produtos importados, além de elevar os impostos que incidem sobre as chamadas bebidas frias (águas, cervejas e refrigerantes).
Todos iguais perante a lei
É correto o Estado selecionar, arbitrariamente, os setores que vão ser agraciados com benefícios fiscais, enquanto outros terão impostos aumentados para pagar parte da conta? Beneficiar uns, e onerar outros no mínimo quebra a isonomia, que é a idéia de que todos são iguais perante a lei, no Brasil não, alguns são mais iguais que outros que pagam mais impostos.
O fim da indústria nacional é próximo…
A verdade é que, enquanto o governo só se preocupa em promover medidas de expansão de crédito ao consumidor, a indústria definha a cada dia. Segundo o IBGE, o setor industrial acumulou perda de 3,4% nos dois primeiros meses de 2012.
O industrial brasileiro tem que lidar com uma pesada carga tributária, além de uma legislação trabalhista que engessa as relações de trabalho fugindo ao “racional” quando comparada a qualquer país desenvolvido.
A falta de investimentos em infraestrutura (que o PAC está a nos luz de resolver) dificulta a operação da logística, gerando deficiências em setores como comunicação, energia e mão de obra qualificada.
(abaixo segue a reportagem publicada no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO)
Indústria brasileira cresce menos que a média mundial
Apesar da crise, a produção industrial mundial cresceu em nédia 18 vezes mais rápido que a expansão manufatureira no Brasil. A constatação faz parte dos dados divulgados por uma das mais renomadas entidades de pesquisa, o Escritório Holandês de Análise de Política Econômica, referência para a coleta de dados de algumas das principais organizações internacionais.
Em 2011, a produção industrial brasileira cresceu apenas 0,3%, com o governo alegando que a recessão nos países ricos e a moeda valorizada foram principais motivos da estagnação.
Mas, enquanto a taxa brasileira revela uma situação desconfortável, o restante do mundo conseguiu um certo crescimento. No ano passado, a média da produção industrial mundial cresceu 5,4%. A taxa é a metade do crescimento de 2010 e foi afetada pelo retorno da turbulência mundial e da recessão europeia.
Ainda assim, a média mundial e também a da Europa – que mesmo afetada pela crise subiu 3,7% – superaram em muito o desempenho brasileiro.
Os resultados no Brasil acabaram prejudicando toda a América Latina, que teve expansão da produção industrial de apenas 2,5% no ano, menos da metade da taxa média mundial.
Em 2010, a região já havia crescido menos que a média mundial. Mas os números eram próximos. Agora, com os resultados brasileiros, a distância entre a América Latina e o resto do mundo se amplia e apenas a África tem taxa inferior.
A constatação é de que a indústria latino-americana está em crise e não tem conseguido acompanhar nem mesmo o ritmo de crescimento do setor manufatureiro da Europa. Teve no ano que passou uma expansão que é apenas um quinto do ritmo asiático.
Entre os países ricos, o Japão foi o único que teve taxa inferior à da América Latina, com queda de 3,5% causada pelo tsunami e o desastre nuclear de Fukushima.
A expansão da América Latina foi de apenas um quinto do crescimento da Ásia , com 10,9%. Entre os emergentes, o crescimento do setor industrial foi de 8,4%.
Se a entrada de recursos no continente e os lucros com a venda de commodities são destaques, o setor industrial não vive a mesma situação. A América Latina conseguiu ter crescimento ainda inferior ao da Europa e dos Estados Unidos, onde a indústria evoluiu 4,1% ante 2010.
Recessão. O segundo semestre de 2011 chegou a apresentar contração real da indústria latino-americana. Depois de crescer 0,1% no segundo trimestre, o setor acumulou perdas de 0,4% entre julho e setembro de 2011 e outros 0,7% de queda entre outubro e dezembro. O resultado só não foi pior que a queda de 6,7% na produção industrial da região em 2009, pior ano para a economia mundial em sete décadas.
Autor: JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE / GENEBRA – O Estado de S.Paulo
Explica #Mercadante: por que nossas metas para educação estão TÃO LONGE!

O desenvolvimento dos tigres asiáticos sempre esteve ligado ao incentivo a educação. Ou o Brasil qualifica sua educação ou teremos um país de operadores de máquinas que não sabemos construir. Hoje a realidade não está muito longe disto. Grandes empresas que dependem de alta tecnologia já importam profissionais de desenvolvimento tecnológico. No Rio Grande do Sul não estamos em uma situação diferente, existe muito pouca pesquisa voltada para desenvolver soluções tecnológicas para problemas recorrentes como a seca e técnicas de irrigação de baixo custo e consumo de energia. Os números de nossa educação explicam uma parte da nossa dependência tecnológica, desde a pré-escola já somos negligentes, das 6427 creches prometidas por Dilma, nenhuma saiu do papel, há poucas semanas Mercadante veio a público mostrar que a verba para a construção já estava destinada, mas não saiu disso, do papel. Dilma cortou verbas da pesquisa científica, e é muito pouco provável que consiga mandar os 75 mil alunos de graduação para estudos fora do país. O (Des)Governo Dilma sabe mesmo é falar de um Brasil irreal, de desenvolvimento pujante que só existe em suas planilhas. (Charge: blogdamartabellini.blogspot.com)
MEC está longe da meta de levar 75 mil estudantes para o exterior até 2015
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou ontem um balanço parcial do programa Ciência Sem Fronteiras, principal aposta da presidente Dilma Rousseff para a formação de pesquisadores e para o aprimoramento da formação de estudantes de ciências exatas. Apesar do entusiasmo do titular da pasta, a iniciativa não apresenta bons resultados. Das 75 mil bolsas de estudo que o governo federal se comprometeu a oferecer até 2015, somente 3.897 foram implementadas até o momento. De acordo com o MEC, porém, outras 10.979 vagas foram confirmadas até o fim deste ano. O ministério, inclusive, estendeu a meta global de distribuição de bolsas, inicialmente prevista para ser atingida em 2014.
A primeira seleção do Ciência Sem Fronteiras foi aberta em agosto do ano passado e ofereceu vagas em instituições de ensino superior nos Estados Unidos, no Reino Unido, na França, na Itália e na Alemanha. O segundo edital, disponível para os alunos interessados, inclui vagas na Austrália, na Bélgica, na Holanda, no Canadá, na Coreia do Sul, na Espanha e em Portugal. As inscrições estão abertas até 30 de abril, no site www.ciencia semfronteiras.gov.br/web/csf.
Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2012/04/05/interna_brasil,296548/mec-esta-longe-da-meta-de-levar-75-mil-estudantes-para-o-exterior-ate-2015.shtml
Pacote industrial: mais do mesmo, ou mais do “menos”?

Altos impostos, endividamente crescente promovido por super juros, falta de infra estrutura...é muito caro e difícil ser produtivo e competitivo neste ambiente. As indústiras não conseguem se manter e fecham. Esta é a realidade da indústria brasileira com ou sem o pacote industrial do (des)Goveno Dilma. Este pacote nem chega perto do que seria uma eficaz e bem estruturada "política de desenvolvimento industrial", e mesmo que a propaganda oficial diga que é um "alento", o que o governo está admitindo com este pacote é o que já sabemos: é impossível ser competitivo com tantos impostos, burocracia e falta de infra estrutura. O Brasil precisa da reforma tributária, de mais respeito aos direitos do contribuinte, de um Código de Defesa dos Direitos do Contribuinte, de mais governança nas empresas, principalmente as do próprio governo. Mas o que temos é mais do mesmo, ou seria mais do menos? "Menos" do que é preciso, "menos" reforma tributária, "menos" burocracia, "menos" competitividade. Charge: www.demetal.org.br
Manifestação em SP é o primeiro resultado desastroso do pacote de medidas anunciado pelo governo
Efeito imediato – Menos de 24 horas depois de anunciar um pacote de medidas para incentivar a indústria brasileira, o governo federal colheu o primeiro resultado prático. Criticado pelo viés pontual e quase inócuo das medidas, o Palácio do Planalto acompanhou à distância uma manifestação promovida por empresários, sindicalistas e trabalhadores, que diante da Assembleia Legislativa paulista protestavam contra o câmbio e a enxurrada de produtos importados.
Os manifestantes tinham como base o processo de desindustrialização porque passa o País, assunto para o qual o ucho.info vem alertando desde 2006, mas que Lula e seus assessores aduladores de plantão preferiram não dar importância, como se os jornalistas deste noticioso fossem inconsequentes. Não se trata de profecia do apocalipse, mas de analisar a conjuntura momentânea e projetar o futuro, a partir das iniciativas do governo. E na contramão do dito popular, quem não planta não colhe.
A manifestação que aconteceu na manhã desta quarta-feira (4), próximo ao Parque do Ibirapuera, provocou enormes congestionamentos no trânsito de parte da Zona Sul de São Paulo. De acordo com alguns sindicatos, perto de 100 mil pessoas participaram do ato, que se estendeu até o meio-dia. Centenas de ônibus ocuparam as ruas próximas ao local, que recebeu diversas barracas de apoio, muitas das quais ocupando parte de importantes avenidas.
Traduzindo para o bom e velho idioma, os palacianos não entendem do riscado e está cada vez mais difícil compreender como a presidente Dilma Rousseff consegue 77% de aprovação popular, enquanto do Oiapoque ao Chuí todos reclamam. Enfim, como disse certa feita o messiânico Luiz Inácio, “nunca antes na história deste país”.
Autor: ucho.info
#AGRONEGÓCIO: Produtos que o #Brasil exporta se valorizam cada vez mais

Os impostos oneram a atividade de produção de alimentos mais do que a de especulação financeira. A produção de alimentos e as exportações de produtos básicos, como os grãos de soja, tem garantido crescente superávit na balança comercial. É bom lembrar: ISTO ACONTECE NÃO POR CAUSA DE QU QUALQUER AJUDA, POLÍTICA DE INCENTIVO OU PLANEJAMENTO DO (DES)GOVERNO DILMA. Os produtores rurais brasileiros, entre os mais produtivos do mundo, se esforçam para levar este país nas costas, e estão sendo beneficiados por um contexto de mercado mu ndial que valoriza nossos produtos. Enquanto isso o (des)governo Dilma promove a desindustrialização com sua paralisia política e falta de coragem para reformar o sistema tributário, as leis trabalhistas e a estrutura cambial. Faz um pacotinho de desoneração que ajuda alguns setores da indústria enquanto todo o resto da economia sobre com os mais altos impostos do mundo, uma burocracia engessada e com a falta de infra estrutura que possibilite se expandir a produção e os negócios. (Foto: http://www.flickr.com/photos/leoffreitas/page8/)
Preços das commodities que o Brasil exporta sobem 2,67% em março
O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), que representa a média dos preços dos produtos primários com cotação internacional (commodities), e que impactam a inflação doméstica, registrou alta de 2,67% em março, de acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira (4/4) pelo Banco Central.
A alta significativa do IC-Br foi puxada, em grande parte, pela disparada dos preços do petróleo no mercado externo, embora todos os produtos primários fornecidos pelo Brasil tenham registrado aumentos de preços. Com isso, o indicador de março reverteu a queda de 2,96% (fevereiro) e acumula variação positiva de 0,2% no primeiro trimestre do ano.
Para efeito de coleta de dados, o BC divide os produtos primários em três categorias. Os preços das commodities agropecuárias (carnes de boi e de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho e café) aumentaram 1,94% no mês, As commodities minerais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) ficaram 2,6% mais caras. O salto maior foi verificado nas commodities energéticas (petróleo, gás natural e carvão), cujos preços subiram 6,45% em março.
Autor: Agência Brasil
#Desindustrialização gera #desemprego, veja dados do #Dieese

Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. O governo anuncia um índice de execução de 21% até o final de 2011 quando a meta é chegar a 100% em 2014. Os juros mais altos do mundo, os impostos mais altos do mundo, a burocracia pesada afastam as indústrias e o investimento que gera emprego. Só especuladores estão colocando seus títulos podres no Brasil, isto não é desenvolvimento.
Desemprego em 7 regiões sobe a 10,1% em fevereiro, segundo Seade e Dieese
Desempregados no mês passado somaram 2,248 milhões de pessoas, 137 mil a mais que janeiro
SÃO PAULO – A taxa de desemprego no conjunto das sete regiões metropolitanas verificada pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) subiu para 10,1% em fevereiro ante 9,5% registrada em janeiro. Em fevereiro do ano passado, esse índice estava em 10,5%. O total de desempregados nessas regiões em fevereiro foi estimado em 2,248 milhões de pessoas, 137 mil a mais do que o registrado no mês anterior.
Os dados foram divulgados há pouco pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A pesquisa é feita nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal.
O rendimento médio real dos ocupados recuou 2,2% em janeiro de 2012 na comparação com dezembro de 2011 e chegou a R$ 1.443,00. Em relação a janeiro do ano passado, o rendimento caiu 1,7%.
A massa de rendimento dos ocupados nas sete regiões metropolitanas caiu 2,2% em janeiro ante dezembro. Sobre o mesmo mês de 2011, a massa de rendimento subiu 0,5%.
São Paulo: menor desemprego em 22 anos
A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo (RMSP) de fevereiro deste ano, de 10,4%, é a menor registrada em meses de fevereiro pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) deste 1990, quando marcou 8,1% no segundo mês do ano. A redução foi influenciada pelo resultado do município de São Paulo, cuja taxa passou de 9,8% em fevereiro de 2011 para 9,1% em fevereiro deste ano – taxa que também é a menor desde fevereiro de 1990, quando marcava 8,4%. Os números foram divulgados hoje pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Na região do ABC, a taxa de desemprego passou de 9,6% em fevereiro de 2011 para 10,2% em fevereiro deste ano. Nos demais municípios da região metropolitana, subiu de 11,7% para 12,2% no mesmo período.
No entanto, conforme a PED, a taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo saltou de 9,6% em janeiro para 10,4% em fevereiro deste ano. De acordo com o coordenador da pesquisa pela Seade, Alexandre Loloyan, o resultado de fevereiro foi influenciado pelo desemprego aberto – pessoas que procuraram trabalho nos últimos 30 dias e não exerceram nenhuma função nos últimos sete dias. A taxa de desemprego aberto passou de 7,6% em janeiro para 8,4% em fevereiro deste ano, enquanto a taxa de desemprego oculto – pessoas que não possuem nem procuraram trabalho nos últimos 30 dias – permaneceu em 2% de janeiro para fevereiro.
O pesquisador disse ainda que o nível de desemprego em fevereiro está ligado ao comportamento atípico da População Economicamente Ativa (PEA) que, no início de 2012, tem se mantido estável, sendo que, tradicionalmente, os inícios de ano são marcados por reduções. “Se a PEA tivesse caído como normalmente ocorre, a taxa de desemprego seria menor em fevereiro, já que a ocupação caiu neste início de ano, como esperado”, afirmou Loloyan. Segundo o pesquisador, a PEA não recuou no início de 2012 porque a expectativa do trabalhador em relação à busca por emprego continua alta.
Autor: Wladimir D’Andrade, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,desemprego-em-7-regioes-sobe-a-101-em-fevereiro-segundo-seade-e-dieese-,107627,0.htm
Colômbia quer dobrar produção de #etanol até 2014…enquanto isso no Brasil importamos etanol dos EUA.

Já estamos importanto etanol de milho dos EUA. É muito triste ver que a incompetência do (des)Governo Dilma está jogando na lata do lixo uma das mais importantes e pioneiras atividades na busca de alternativas para combustível no mundo: o álcool brasileiro. Em breve outros países da América do Sul já serão autosuficientes em etanol. Ao invés do Governo Federal fomentar a ampliação do programa de combustíveis de fontes vegetais, e produzirmos etanol de arroz, de batata, de beterraba, entre outros, simplesmente se abandona o programa na perpectiva de uma extração de petróleo que ainda é meramente experimental. Mas o governo achou mais lucrativo fazer especulação sobre a perspectiva do pré-sal do que investir em um mercado crescente de biocombustíveis. Quando publiquei esta charge, no ínicio do ano passado, previ que importaríamos etanol dos EUA, ainda vamos importar etanol da Colômbia, e talvez um dia de brasileiros que saíram do Brasil para fazer etanol na África.
Colômbia quer dobrar produção de etanol até 2014
BOGOTÁ, 23 Mar (Reuters) – A produção de etanol da Colômbia está no caminho para quase dobrar até 2014, enquanto o país busca atender a crescente demanda doméstica de combustível, limitando as importações de energia cara, disse o presidente da associação de biocombustíveis da Colômbia em entrevista.
O país andino tem estimulado projetos de etanol para reduzir sua conta de importação, enquanto cria empregos nas áreas rurais
repletas de produção de coca, ajudando a torná-lo o segundo maior produtor de etanol da América Latina –embora a produção ainda seja uma fração da existente no Brasil.
Três novos projetos em desenvolvimento irão aumentar a produção de etanol em 1,05 bilhão de litros por ano, para atingir 2,2 bilhões de litros por ano em 2014, disse Jorge Bendeck, presidente-executivo da FedeBiocombustibles.
“Se não tivermos um combustível alternativo para diversificar a nossa fonte de energia líquida, estamos destinados a importar combustíveis caros”, disse ele. “Os biocombustíveis são o colchão que nos protege de um futuro incerto.”
O aumento da produção poderá fornecer combustível adicional equivalente para cerca de um quarto das importações de combustível de 2011, pela empresa estatal de petróleo Ecopetrol.
A Colômbia produz etanol quase inteiramente a partir da cana-de-açúcar, e também produz biodiesel de óleo de palma.
O impulso do país em biocombustíveis é em parte destinado a ajudar a substituir o cultivo de coca, principal ingrediente da cocaína, com cultivos legais. Apoiadores dizem que o esforço criou negócios legítimos em áreas antes dominadas por guerrilheiros de esquerda e paramilitares de direita envolvidos no tráfico de drogas.
“Ter a terra sob cultivo é a melhor garantia de paz naquela área”, disse Bendeck.
O aumento da produção de biocombustíveis vai ser possível sem a derrubada florestas ou deverá tomar terras já utilizadas para a produção de alimentos, acrescentou ele.
“Há 43 milhões de hectares sendo utilizados para pecuária, isso poderia ser reduzido pela metade, aumentando o número de bovinos por hectare”, disse ele.
Autor: Por Brian Ellsworth para Reuters
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/03/colombia-quer-dobrar-producao-de-etanol-ate-2014.html












