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#Seca no #Sul causa prejuízos de mais de R$ 2 bilhões à #agricultura

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Esta foto é da seca de 2005 no rio Cacequi, Rio Grande do Sul. O problema de seca no RS vem se repetindo ano-a-ano, muito pouco é feito para prevenir. Muitas das patrolas dadas por Dilma mês passado estão paradas nos municípios que não tem sequer recursos para o combustível delas. Fazer açudes agora não adianta. Então como usar os 18 mi de reais que o Ministro da Agricultura já destinou para o RS? Não se sabe ao certo, pois falta PESQUISA & PLANEJAMENTO, falta ouvir os municípios e entender as realidades e diferentes necessidades em relação a esta seca. Deveriam já ter sido tomadas medidas de prevenção há muito tempo, e agora uma enorme quebra de safra bate a porta do Estado. A pior catátrofe no Brasil é justamente a da FALTA DE PESQUISA & PLANEJAMENTO. O que poderíamos esperar de um governo que nem sua casa consegue limpar e perde uma enorme energia abafando repetidos escândalos? A seca na verdade é consequência da falta de pesquisa sobre as necessidades de água de nossa agricultura. Água existe no Rio Grande do Sul, o que não existe é gestão das necessidades sobre a água. Mais um triste episódio do DesGoverno Dilma. O agronegócio gaúcho é um dos mais importantes setores da economia do Braisl, esta seca já impacta a produção nacional de grãos, será que o agronegócio não seria merecedor de um pouco mais de atenção? P.S.: Dilma não inventou a seca e não manda em São Pedro, realmente. Só que ela fica parada esperando São Pedro mandar no seu governo, coisa que ela mesma não consegue fazer direito, e a ordem dele foi seca no Sul e enchente no sudeste. Manda quem sabe e pode!

Seca no Sul causa prejuízos de mais de R$ 2 bilhões à agricultura

Enquanto estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste contabilizam os prejuízos causados pelas chuvas dos últimos meses, na Região Sul o problema continua sendo a estiagem. Além dos transtornos causados à população, a seca afetou a produção agrícola regional, causando prejuízos de mais de R$ 2 bilhões ao setor e contribuindo para o aumento dos preços de diversos alimentos em todo o país.

No Rio Grande do Sul, 291 cidades decretaram situação de emergência. Segundo a Defesa Civil estadual, mais de 1,6 milhão de pessoas estão sendo afetadas.

Em Santa Catarina, 80 cidades estão em situação de emergência por conta da seca. Quase 490 mil pessoas já foram prejudicadas pela falta de chuvas. Até ontem (16), a Secretaria de Agricultura do estado estimava que as perdas agropecuárias chegavam a R$ 497 milhões. De acordo com a Defesa Civil catarinense, a estiagem deve permanecer até o próximo dia 19, quando podem ocorrer chuvas isoladas, a partir da região meio-oeste.

No Paraná, o governador Beto Richa decretou situação de emergência em 137 cidades. Segundo a assessoria do governo, o decreto coletivo de ontem (16) visa a agilizar o atendimento aos municípios atingidos pela estiagem que assola o estado desde novembro de 2011. A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento estima que a estiagem comprometeu 11,5% da safra de verão, prevista em 22,13 milhões de toneladas, o que significa um prejuízo financeiro de R$ 1,52 bilhão.

Nos últimos dias, os governos federal e dos três estados anunciaram medidas para auxiliar as localidades e agricultores afetados. No último sábado (14), o governador gaúcho, Tarso Genro, anunciou a liberação de R$ 54,42 milhões para ações emergenciais e medidas preventivas contra a estiagem. Desse total, R$ 28 milhões são provenientes do governo federal, dos quais o estado já recebeu R$ 18 milhões. Tarso também anunciou que a Secretaria Estadual de Habitação e Saneamento irá investir R$ 5 milhões na extensão de redes de água, compra de bombas para poços artesianos e reservatórios nos municípios atingidos pela estiagem.

Em Santa Catarina, somados os recursos federais e estaduais, o socorro chega a R$ 28,6 milhões. Entre as medidas anunciadas na última segunda-feira (16) pelo governador Raimundo Colombo e pelos ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, estão a construção de 333 poços artesianos em municípios atingidos pela seca e a liberação de recursos do seguro agrícola mediante laudos técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O governador Beto Richa também prometeu aplicar R$ 21,5 milhões na instalação de 300 sistemas comunitários de fornecimento de água em várias regiões paranaenses. Outros R$ 10 milhões serão investidos junto com o Ministério da Integração Nacional na implantação de cisternas em comunidades rurais historicamente afetadas pela falta de água, iniciativa que, segundo a assessoria do governo, irá atender especialmente os produtores de frangos, suínos, leite e hortaliças.

O governo paranaense também vai destinar R$ 6 milhões para ajudar quem precisa comprar insumos agrícolas (fertilizante, máquinas, defensivo agrícolas) e acelerar as vistorias em plantações a fim de que os produtores possam solicitar o ressarcimento das perdas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e o pagamento do Seguro da Agricultura Familiar (Seaf).

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,12/2012/01/17/interna_brasil,286647/seca-no-sul-causa-prejuizos-de-mais-de-r-2-bilhoes-a-agricultura.shtml

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Written by onyxlorenzoni

janeiro 17, 2012 às 4:54 pm

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