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#SUScateado: #SUS é tema de pré-evento do #FST (FórumSocialTemático)

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Esperemos que o debate sobre a saúde no Brasil, durante o FST, não se resuma a necessidade de CRIAR MAIS IMPOSTOS, e de ARRECADAR DINHEIRO PARA A SAÚDE, que até agora foi a única alternativa oferecida pelo (des)Governo da Presidenta. Mesmo que de acordo com as empresas de opinião pública, contratadas pelo (des)governo, a popularidade da "chefa de estado" seja grande, é bem possivel que os pesquisadores não tenham passado na frente de nenhum hospital. O problema da saúde no Brasil está longe de ser a falta de recursos. O que temos é FALTA DE GESTÃO. Nenhuma gestão centralizadora pode dar certo em um país do tamanho de um continente. Municípios e Estados e até mesmo as pessoas (privadamente) investem pecentuais maiores de seus orçamentos em saúde do que a União Federal. A vergonha é tão grande que até mesmo um assessor direto da Presidenta Miopa morreu por falta de socorro médico em um hospital. Agora Dilma, supresa, quer uma investigação. Ou se investe no mínimo na proporção do que se cobra de impostos, e no Brasil se cobra os mais altos impostos do mundo sem que o cidadão tenha retorno. Os pobres pagam mais impostos que os ricos e os impostos estão embutidos no preço de todos os ítens de primeiríssima necessidade como, alimentos, energia, vestuário, remédios e telefonia, mas o retorno em serviços para esta população é muito precário. O fato é que aqueles que não tem "planos" de saúde ou dinheiro na mão, não conseguem ser atendidos. Isto está muito longe de ser inclusão social, está mais para FOMENTO DA MISÉRIA e EXTERMÍNIO DE POPULAÇÕES CARENTES. (Charge: sjtresidencia.com.br)

SUS é tema de pré-evento do Fórum Social Temático
Presidente Dilma e sete ministros vêm à Capital para encontro

Como pré-evento do Fórum Social Temático, começou nesta segunda-feira o Seminário para efetivação do Sistema Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (SUS) no Ministério Público Estadual (MPE), em Porto Alegre. O evento, que segue ocorrendo nesta terça, serviu para discutir a articulação e responsabilidade dos gestores e profissionais da área e fiscalização do serviço.

O secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, integrou a mesa de debates, assim como representantes do Ministério Público, Conselho Nacional de Saúde, Ministério da Saúde, entre outros. Segundo ele, a pasta tem feito um trabalho de aproximação com gestores, prestadores de serviço e governo federal para que haja uma atuação conjunta. “A auditoria é fundamental para o Estado dar respostas adequadas à população”, afirmou.

A proposta apresentada pelo secretário municipal adjunto da Saúde de Porto Alegre, Marcelo Bósio, é de organização e eficiência nos processos internos articulados com os governos estadual e federal. “A nossa ideia é avançar de forma qualificada para integrar todos os setores e termos mais comunicação. Com isso, é possível um melhor serviço de Saúde.” O processo de informatização da secretaria servirá como forma de controle e também um meio para acompanhamento das demandas, de acordo com Bósio. “Até o final do ano, boa parte desse processo estará finalizada”, disse.

Representando o MPE, o coordenador do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, Alceu Schoeller de Moraes, avaliou que o dia em que o Estado conseguir concluir um mapa da saúde pública será possível acompanhar o processo e as demandas de forma eficiente. “Poderemos ver com a clareza os problemas e coletar informações”, frisou.

Para o representante do Conselho Nacional de Saúde, Arnaldo Marcolino Silva Filho, que também integrou a mesa de debate, não se faz saúde pública no Brasil sem gestão. Por isso, a importância da organização do setor.
Na plateia, estavam servidores do SUS, conselheiros de Saúde e servidores do MPE e do Ministério da Saúde. Entre eles, um dos representantes do Setor de Auditoria do Rio Grande do Sul (Seaud-RS), José Altair, contou que o setor defende a lei orgânica da Saúde para a promoção, recuperação, e funcionamento dos serviços. “É preciso que tenha mais gestão nos municípios”, disse.

Porto Alegre volta à rota das discussões mundiais

A partir de amanhã, Porto Alegre e a região Metropolitana entram novamente no roteiro de um dos principais debates mundiais: o Fórum Social Mundial (FSM), que ocorreu na Capital em 2001, 2002, 2003, 2005 e 2010. A participação acontece por meio do Fórum Social Temático 2012 (FST 2012), que antecede o FSM de 2013, que também poderá ocorrer em Porto Alegre.

O Fórum Social Temático (FST) começa um dia antes do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), que irá reunir 2,66 mil pessoas, 40 chefes de Estado e de Governo e 18 presidentes de bancos centrais. A crise europeia deve dominar boa parte dos debates, mas também será discutido um novo modelo para o capitalismo. O encontro será aberto pela chanceler alemã, Ângela Merkel. A presidente Dilma Rousseff, inicialmente esperada, não irá, pois estará no FST.

Autora: Karina Reif / Correio do Povo
Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=384561

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Written by onyxlorenzoni

janeiro 23, 2012 às 2:09 pm

Uma resposta

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  1. Oi! Hoje fui no posto de saúde Sta Marta, onde sempre consegui agendar consultas, pelo menos com Ginecologista, nos últimos anos, agora nem isso mais. Fui orientada a voltar dia 16/04 para ver se consigo. Na época que o Dr Jorge Luiz Bratkowski atendia lá, sempre se conseguia um horário.
    Agora a prefeitura fez modificações nos postos e ele saiu. Modificações, diga-se de passagem, para pior. Olha só, o prefeito esta mais preocupado com as restaurações de embelezamento, por exemplo do Salão Nobre da prefeitura, dizendo que a Copa do Mundo estimula onda de revitalizações, como a do Auditório Araújo Vianna, Igreja da Conceição Praça da Alfândega etc. E os hospitais, como o Centenário, caindo aos pedaços? Como tantos outros em Porto Alegre, não precisam de revitalização? Agora o Beneficiência Portuguesa, também caindo aos pedaços. Nada disto é importante? E a população dependente do Sistema Único da Saúde, largada à própria sorte. Isto está me lembrando o personagem do Chico Anísio, Justo Veríssimo, que dizia que a população pobre tinha que se explodir. Acho que o nosso prefeito encarnou este papel.

    Edelza V.M.Czamanski

    abril 10, 2012 at 9:03 am


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