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Liberdade | Democracia

Mais um ministro vai cair por corrupção, mas a “presidenta coniventa” não sabia de nada.

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Demitir baixos escalões, tirar ministros só depois que sua "credibilidade" fica por completo comprometida, proteger ex mensaleiros dentro do partido, dar apoio a ministros que tem "consultorias" com as quais lucram muito. NÃO EXISTE FAXINA alguma, o que existe é só a gestão das crises causadas pelas denúncias de corrupção que vem a público pela imprensa. As corregedorias prendem só escalões mais baixos da administração federal, os mandantes e mentores das fraudes ficam soltos aproveitando o dinheiro que amealharam. Isto é justiça? Isto é faxina? De forma alguma, isto é repressão e uma forma de deixar claro quem manda e quem tem que obedecer. NÃO EXISTE FAXINA, o governo não tem posição firme contra a corrupção, a firmeza é sempre no sentido de proteger corruptores mesmo depois que perdem seus cargos no governo. (Charge: letrasdeplantao.blogspot.com)

Ministro das Cidades tem poder esvaziado e Planalto prepara intervenção

O Palácio do Planalto tem indicado ao PP que um acordo em torno da substituição do ministro das Cidades, Mário Negromonte, elimina a possibilidade de a legenda se manter na Esplanada com o domínio “de porteira fechada” sobre a pasta. Em conversa com interlocutores da legenda, Dilma Rousseff fez questão de enfatizar a necessidade da nomeação de pessoas de sua confiança para os cargos mais próximos ao ministro, como a atual secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, que a presidente quer como secretária executiva do ministério.

A expectativa em torno da saída de Negromonte aumentou com o anúncio da demissão de seu chefe de gabinete, Cássio Peixoto, publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União.

A exoneração aconteceu na esteira de denúncias sobre o envolvimento de Peixoto, braço direito do ministro, em negociações com um empresário do ramo de informática sobre contratos com a pasta. A demissão de Peixoto foi assinada pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

A substituição do ministro Negromonte está no horizonte da presidente Dilma Rousseff desde o ano passado. A mudança na pasta é tratada como uma questão de tempo, mas não estaria entre as prioridades do Palácio do Planalto. A exemplo do que ocorreu em outros ministérios, a presidente está em busca de um técnico para as Cidades. Não há, no entanto, um nome de consenso entre o PP e o Executivo, que também não está disposto a abrir uma rota de colisão com os aliados. Filiado ao PP e preferido de Dilma, Márcio Fortes não tem aprovação de parte dos caciques da legenda.

Alternativas pepistas
“Ele é um quadro técnico da presidente, não pode ser considerado um quadro partidário”, observa o deputado Vilson Covatti (PP-RS). “O ex-presidente Lula, com sua habilidade política, soube colocar um técnico no ministério e obter a aprovação da legenda. Isso aconteceu uma vez, mas não deve ser da mesma forma agora”, avalia o parlamentar. O partido, por sua vez, ainda não apresentou uma alternativa a Negromonte capaz de dar segurança à presidente para demitir o atual ministro. Hoje, os nomes mais fortes dentro da legenda para assumir o comando da pasta são o do líder do PP na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), e o do deputado Márcio Reinaldo (MG).

Em público, membros da bancada federal do PP insistem na demonstração de apoio a Negromonte, mas nos bastidores os correligionários do ministro admitem que sua manutenção à frente da pasta tem trazido mais ônus do que benefícios ao partido.

“Se ele cair, não haverá choro nem lamentações. Negromonte não tem luz própria e não conseguiu criar nenhuma política pública que prestigiasse a ele e ao partido”, diz um parlamentar do PP, ao avaliar que, apesar de ocupar um ministério de relevância no governo, o PP não conseguiu usar isso para se projetar. “Em dezembro, o partido já tinha chegado à conclusão de que o desgaste provocado pelas denúncias chegou próximo do insustentável. Assim que acabar o recesso, o partido deverá se reunirá para tratar desse tema”, afirma o pepista.

Desmotivado
Homem de confiança do ministro das Cidades, Mário Negromonte, o chefe de gabinete Cássio Peixoto foi demitido da pasta ontem. O assessor é alvo de denúncias de irregularidades — ele teria adulterado um parecer técnico sobre projeto viário em Mato Grosso, segundo o jornal O Estado de S.Paulo. De acordo com nota publicada pelo ministério, Cássio deixou a função por estar “desmotivado”.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,14/2012/01/26/interna_politica,287632/ministro-das-cidades-tem-poder-esvaziado-e-planalto-prepara-intervencao.shtml

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Written by onyxlorenzoni

janeiro 26, 2012 às 11:32 am

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