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#DIREITOdeNASCER: #Ministra vai a ONU e já terá debate sobre #aborto

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O debate sobre direitos humanos tem um viés no mínimo estranho na ótica deste DESGOVERNO da Presidenta Coniventa. Algumas coisas me parece tem que ser esclarecidas neste DEBATE SOBRE O ABORTO: 1) Por que o direito das crianças seria menor do que o das mães? 2) Se não existe atendimento para casos de emergência e pessoas morrem na fila esperando por cirurgias por que gastar recursos (que segundo Dilma, não existiriam) e tempo com mulheres que querem abortar por razões pessoais e as vezes por mera vaidade? 3) Se assassinar uma criança recém nascida é crime, por que não seria fazê-lo com uma por nascer? 4) Existem tantos direitos que são violados no Brasil como o direito de saber quantos impostos eu pago, ou o direito a andar em uma estrada construída com o dinheiro dos impostos, ou ainda o direito de ter acesso ao resultado econômico do meu trabalho (cujo resultado é quase em mais da metada drenado pelos impostos), então por que falar de DIREITO AO ABORTO, quanto existem outros mais importantes e que atingem a mais pessoas, qual a prioridade deste debate? 5) Será que o debate sobre o aborto é uma forma de DESVIAR A ATENÇÃO para fora do governo? 6) Dilma prometeu 6470 creches e nenhuma saiu do papel ainda, isto não é mais importante do que falar de aborto, Sra. Ministra das Mulheres?

Ministra vai a ONU e já terá debate sobre aborto
Reunião em comitê internacional inclui preocupação do governo com projetos que querem aumentar restrição à interrupção de gravidez no Brasil

A nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, vai estrear a “posição de governo” sobre o aborto na Organização das Nações Unidas, em Genebra. Ela participa nesta semana de reunião do Comitê da ONU para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres. Em documento preparatório para o encontro, enviado semana passada pela antecessora, Iriny Lopes, o governo admite ser contra projetos como o Estatuto do Nascituro, que quer proibir o aborto inclusive nas situações atualmente permitidas pela lei.

Empossada na sexta-feira, Eleonora estará à frente de uma delegação formada por senadoras, deputadas e ativistas femininas que irá à Suiça passar por uma espécie de sabatina sobre a situação da mulher no Brasil e as políticas do governo para combater a discriminação de gênero. Na posse, a presidente Dilma Rousseff afirmou que a ministra seguirá as diretrizes de governo – Eleonora é defensora histórica do direito ao aborto.

No documento já enviado à ONU, a Secretaria de Políticas para as Mulheres diz acompanhar com atenção propostas em debate no Congresso que querem restringir o direito ao aborto no País. Além do Estatuto do Nascituro, são citados outros três projetos de lei análogos.

Hoje, a interrupção da gravidez é permitida pela lei em casos de estupro e nos quais a mãe corre risco de morrer. Em casos de anencefalia, é preciso pedir autorização judicial para realizar o aborto de forma legal.

O governo diz à ONU, em resposta a um questionamento feito pelo comitê em setembro, que monitora o trâmite do Estatuto do Nascituro e trabalha para que o projeto não chegue ao plenário da Câmara. “É fundamental que o projeto seja rejeitado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)”, diz o documento. O projeto também quer barrar pesquisas com células-tronco e, por isso, o governo espera contar com ajuda da comunidade científica no debate.

Eleições. A secretaria afirma no documento que barrar a aprovação do Estatuto do Nascituro é um “desafio”, dada a tendência “mais conservadora” da atual formação do Congresso. O texto cita que o tema do aborto teve “ampla repercussão” nas eleições presidenciais de 2010.

A ONU questionou o Brasil sobre “medidas específicas adotadas para lidar com o problema dos abortos inseguros”. Em resposta, o governo cita ações como a contratação de mil médicos e enfermeiras dedicados a atendimentos de urgência em obstetrícia e a ampliação da rede de assistência para mulheres e adolescentes.

Segundo o governo, houve aumento de 350% no atendimento a vítimas de violência sexual – o que inclui tratamento para impedir o início da gravidez após o estupro. Em 2007, 138 vítimas teriam sido atendidas. Em 2010, o governo aponta para 442 casos, dos quais 60 resultaram em serviços legais de aborto.

Os questionamentos da ONU não se limitam ao aborto e atingem áreas como educação, salário e discriminação de gênero. Ao relatar ações para garantir maior participação política das mulheres, o governo alerta: “O afastamento de posições conservadoras em relação ao papel de homens e mulheres em nossa sociedade está ocorrendo mais lentamente do que se desejaria”.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ministra-vai-a-onu-e-ja-tera-debate-sobre-aborto,835007,0.htm?p=2

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Written by onyxlorenzoni

fevereiro 13, 2012 às 2:55 pm

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