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A culpa pelo PIBzinho não é de ningúem… O PIB não cresce por que está emPACado.

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A culpa pelo PIBzinho não é de ningúem, daqui um pouco a moça do cafezinho e o guarda vão ser responsabilizados, por sua "política de consumo exagerado". Não estamos longe de ouvir algum gênio do planalto proferindo algo do tipo: "A classe C pressionou demais a demanda, que teve que ser desaquecida para não alimentar a inflação"...quer ver? Aposta quanto que alguma economista de plantão vai culpar a Classe C pelo fraco desempenho do crescimento do PIB. Política de juros, desindustrialização, fraco investimento em infra estrutura, falta de técnicos e pesuisadores, impostos muito caros e burocracia engessada, bolha especulativa, bolha cambial,... nada disso é responsável pelo PIB fraco. Mesmo a economia mundial mantendo a valorização dos commodities agrícolas e metálicos, principal razão da fortuna brasileira e motivo pelo qual o setor de agronegócios continua sendo o ÚNICO que sustenta o crescimento brasileiro. Mas a festa mais cara do mundo, a esplanada dos ministérios, mesmo com fraco PIB continua com seus 38 ministérios, centenas de consultorias e patrimônios que crescem 20X em meses. Estamos nos mesmos patameres de crescimento de 2002. A verdade sobre estes númeoros é que crescemos menos que os outros emergentes por não investirmos em infra estrutura, exportamos muita matéria prima e processamos industrialmente pouco, ou seja, não agregamos valor. Estamos "burramente" calcados sobre monoculturas (modelo agrícola que parece estar grudado a história econômica brasileira ao londo dos séculos), este crescimento se mantem por causa do desempenho quase sobre humano do setor de agronegócios, setor que cresceu a uma taxa de mais do dobro do resto da economia, claro, ajudado pela voracidade do mercado global por alimentos.

Presidente da Fiesp culpa a política monetária pelo fraco desempenho do PIB

São Paulo – O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, avaliou, por meio de nota, que “o fraco” resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 não surpreendeu o setor. Ele creditou à política monetária do país a responsabilidade pelo baixo crescimento de 2,7% da economia em 2011, abaixo da expansão média de 3,8% prevista para o crescimento mundial.

O executivo avaliou como “pífio” o desempenho da indústria e elencou uma série de fatores que levaram o segmento de transformação a registrar expansão de apenas 0,1%. Entre eles, Skaf citou a política de câmbio, os juros elevados; a alta carga tributária; o custo de energia; os spreads bancários (diferença entre custo de captação do dinheiro e as taxas cobradas dos tomadores de empréstimos) acima da média mundial e a expressiva concorrência com os importados, que está relacionada ao câmbio.

O presidente da Fiesp informou que o déficit na balança de manufaturados acumulou US$ 93 bilhões, o que é “um absurdo” para ele. Pelas projeções da Fiesp, a economia deve crescer 3% este ano, mas a indústria de transformação deverá registrar taxa de expansão próxima de zero.

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/2012/03/06/internas_polbraeco,292200/presidente-da-fiesp-culpa-a-politica-monetaria-pelo-fraco-desempenho-do-pib.shtml

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