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Liberdade | Democracia

#Desindustrialização gera desemprego, que gera desculpas furadas.

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Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações de alta renda. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. sem sair do lugar. Altos impostos, alta burocracia, legislação trabalhista engessada e capital de giro muito caro para as empresas, esta é fórmula da DESINDUSTRIALIZAÇÃO, que é só um dos sintomas da estagnação econômica que vem por ai. Sem investimentos sérios na infra estrutura, na formação de gestores e pesquisadores estamos rumando para o modelo econômico da república velha, dos tempos de antes de JK. Desculpas que querem culpar o mercado externo só convencem aqueles que não sabem que estamos nos beneficiando do aumento mundial do preço dos alimentos. O (Des)Governo Dilma dá continuidade ao de Lula, e continuamos na contramão da história perdendo uma das melhores chances dos últimos 100 anos de crescermos e aprofundarmos raízes econômicas saudáveis.

Índice da taxa de desemprego sobe para 6,2% em março, analisa IBGE

Rio de Janeiro – A taxa de desemprego subiu para 6,2% em março depois de ficar em 5,7% em fevereiro. O resultado é um pouco menor do que o observado no mesmo período de 2011, quando a taxa ficou em 6,5%. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados nesta quinta-feira (26/4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população desocupada aumentou 8,8% em relação a fevereiro e totalizou 1,5 milhão de pessoas. Esse número representa um acréscimo de 122 mil pessoas procurando trabalho no período. Na comparação com março do ano passado, a população desocupada ficou estável.

Já a população ocupada, que somou 22,6 milhões, apresentou estabilidade na passagem de um mês para o outro, mas aumentou 1,6% no confronto com março de 2011, o que representa 367 mil ocupados a mais do que um ano antes. O documento do IBGE também revela que o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,1 milhões) não registrou variação na comparação com fevereiro. Na comparação com março do ano passado, houve elevação de 3,7%, representando um adicional de 394 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Em relação ao rendimento médio dos trabalhadores ocupados, a PME aponta acréscimo de 1,6% na passagem de um mês para o outro, atingindo R$ 1.728,40 março. Esse resultado é o mais alto para o mês desde 2002. Na comparação com março do ano passado, foi registrada alta de 5,6%. A Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) também divulgaram, nessa quarta-feira (25/4), dados sobre o desemprego em março. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), feita pelas duas instituições, diverge da elaborado pelo IBGE, devido aos conceitos e metodologia distintos.

Entre as diferenças está o conjunto de regiões pesquisadas. Ao contrário do trabalho feito pelo IBGE, a PED não inclui o levantamento dos desempregados da região metropolitana do Rio de Janeiro. Já na PME, não estão incluídas duas regiões que fazem parte do conjunto da PED: Fortaleza e o Distrito Federal.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/04/26/internas_economia,299727/indice-da-taxa-de-desemprego-sobe-para-6-2-em-marco-analisa-ibge.shtml

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