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Liberdade | Democracia

#MST quer avanço contra impunidade. Mas, o MST mesmo, segue impune.

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MST acredita que ao se punir militares que cumpriam suas funções irá avançar contra IMPUNIDADE. Veja quem falando em impunidade. Aqui no Rio Grande do Sul, onde o governador é advogado e foi até ministro da justiça, vemos todo o tipo de impunidade diante da depredação do patrimônio púlbico e privado e da perturbação da ordem. Mas para baderneiros de plantão financiados até mesmo com dinheiro do contribuinte, para estes a impunidade vige, sem pudor. A inversão de valores que estamos assistindo toma conta de muitos setores de nossa sociedade. O povo gaúcho assiste estupefato ao MST invadir “pedágios”, trancar vias importantes de acesso a cidades, como formas de protesto, e ninguém é preso, não há processo crime, onde está a lei e quem devem zelar pela lei? É lícito perturbar a ordem para “protestar”? Depredar patrimônio público para protestar?  O MST não é um movimento majoritário, não representa vasta camada da população, se trata, simplesmente, de um grupo restrito, organizado como milícia paramilitar que tem o apoio até mesmo de setores do governo, isto é uma VERGONHA.

MST quer prisão de acusados de massacre para comemorar avanço contra impunidade

São Paulo — A prisão dos policiais militares acusados pela morte de 19 sem-terra, no massacre de Eldorado dos Carajás, poderá representar o fim da impunidade que se arrasta há 16 anos. A advogada Giane Alvarez, do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), diz, porém, que é necessário aguardar o cumprimento do mandado e a efetivação das prisões. “Só assim poderemos dizer que a impunidade teve fim. Só a expedição de um documento não garante nada”, afirmou a advogada.

Na manhã de hoje (7), a Justiça do Pará determinou a prisão de dois policiais militares, do coronel Mário Colares Pantoja e do major José Maria Pereira de Oliveira, acusados de comandar o assassinato de trabalhadores sem-terra em 17 de abril de 1996. A Pantoja, condenado a 258 anos de prisão, e Oliveira, condenado a 158 anos e quatro meses, não cabem mais recursos.

Segundo Giane, a resolução dos problemas relacionados à questão agrária do país não se resume ao problema da impunidade. “O desfecho desse caso tem caráter efetivamente simbólico de mudança do estado de coisas daquela região. A ideia da impunidade

Autor: Redação da Rede Brasil Atual
Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2012/05/para-advogada-do-mst-impunidade-pelo-massacre-de-carajas-so-tera-fim-com-prisao-efetiva-dos-acusados

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Written by onyxlorenzoni

maio 10, 2012 às 4:05 pm

Publicado em MST

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Uma resposta

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  1. Sou contra o uso de força contra as manifestações populares, mas quem lembra das imagens de centenas de pessoas armadas de foices e machados correndo para cima de um grupo de policiais? Se os policiais não tivessem atirado, talvez eles estivessem mortos. Não defendo que eles estivessem certos ou errados, apenas quee a situação não é de simples assassinato como querem alguns.

    tche liga

    maio 10, 2012 at 4:16 pm


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