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#GripeA: virus da incomPTência (parte 2)

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As mortes por gripe A acontecem há anos, não são novidade, são um fenômeno sazonal previsível, que pode ser combatido com antecedência, as medidas para seu controle são conhecidas e podem ser planejadas, não é uma situação nova ou emergencial. A vacina existe, por que somente pequenas partes da população tem acesso a vacina? Como as políticas de importação da vacina e o controle da quantidade dela no mercado leva a especulação de preços em farmácias? As mortes por gripe A no Rio Grande do Sul são de inteira responsabilidade das autoridades que com sua falta de planejamento e tomada de ações simples, como custear o número suficiente de vacinas, tanto na rede pública, quanto na rede privada, levam a população ao pânico. Nem mesmo a quantidade necessária de álcool gel é prevista e planejada. O álcool gel, cuja demanda aumenta 300% neste época do ano, também está em falta. A vacina poderia ser de baixo custo adquirida em qualquer famárcia e amplamente distribuída em postos de saúde, mas isto não acontece. Deveríamos fazer um mural de vítimas da incomPTência e irresponsabilidade que hoje infestam as políticas de saúde pública no Brasil.

RS: Ministério investigará mortes por gripe A

Técnicos chegam esta semana ao Rio Grande do Sul; Secretário Estadual da Saúde contesta a medida

Três técnicos do Ministério da Saúde vêm ao Rio Grande do Sul para investigar as mortes por gripe A no Estado, que já chegam a 29 casos – sendo três em Porto Alegre. Esse mesmo relatório já foi realizado pelos técnicos em Santa Catarina, onde morreram 52 pessoas pela gripe.

Os profissionais federais vão se somar à equipe estadual que já elabora um raio x das vítimas, com o objetivo de detalhar seu perfil – idade, vacinação, doenças anteriores – até a manifestação dos primeiros sintomas da doença. Mas o Secretário Estadual da Saúde, Ciro Simoni, afirmou que não foi informado oficialmente da vinda dos técnicos. Ela também questiona a necessidade da investigação, já que o trabalho de acompanhamento está sendo feito no Estado. “Não há necessidade, houve uma precipitação de alguém desse setor de vigilância sanitária. Estamos com um trabalho sendo feito exaustivamente, inclusive com uma sala permangene de avaliação de todos os casos. Os epideomologistas do Rio Grande do Sul se destacam entre os melhores do país”, disse.

Fim das vacinas

Além disso, segundo Simoni, o RS segue todas as orientações já dadas pelo próprio Ministério e pela Organização Mundial da Saúde e tem feito uma campanha constante de vacinação e orientação da população no sentido de buscar orientações médicas e tratamento em caso de sintomas da doença.

Na última semana, terminou o estoque de vacinas na maioria das cidades gaúchas, mas a Secretaria Estadual da Saúde garante que ainda há doses para atender a municípios com maior casos da doença, caso do norte do estado.

Em Porto Alegre, a campanha de vacinação foi encerrada na sexta-feira por falta de doses para imunização. Entretanto, o público considerado de risco – como idosos, gestantes e crianças até seis anos de idade – foi contemplado em cerca de 80%.

No total, o Rio Grande do Sul recebeu 2,8 milhões de doses da vacina contra a gripe A. O número inicial foi de 1,8 milhão, mas, com o aumento dos casos, outras 800 mil vacinas foram enviadas às regiões de Porto Alegre, Cruz Alta e Santo Ângelo.

Fonte: http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000517391

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