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#DesGoverno: Onde está o “pleno-emprego”? @correio_dopovo @democratas

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Geração de empregos acontece em economias saudáveis. O inchaço da máquina do governo, os juros altos do mundo, impostos altos, associados ao engessamento da legislação trabalhista e uma forte tendência de desindustrialização criam um ambiente onde é difícil investir e gerar emprego. A atividade agrícola, que leva a economia brasileira nas costas, gera mais empregos que alguns setores como as montadores de automóvies, mesmo assim, o trabalho no campo, da forma como está estruturado no Brasil, tem dificuldade de gerar novas vagas. Em suma a promessa do PLENO-EMPREGO não saiu do palanque, e mesmo que o consumo tenha aumentado, via endividamento das faixas de renda mais baixas, isto não se reverteu em novos empregos ou na formação de mais micro empresários. Brasil, pais sem emprego é país na miséria. (Foto: peteconomiaufpe.blogspot.com)

Rio Grande do Sul é penúltimo estado em geração de empregos
Indústria de Transformação foi principal responsável por redução de 825 vagas em junho, aponta MTE

Entre os 27 estados brasileiros, o Rio Grande do Sul foi o penúltimo na criação de empregos em junho, ficando à frente apenas do Espírito Santo. Houve redução de 825 trabalhadores com carteira assinada, o equivalente a uma retração de 0,03% em relação ao total de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os dados constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A redução deveu-se principalmente aos setores da Indústria de Transformação (-2.041 postos) e da Agropecuária (-775 postos). Entre os setores com saldo positivo no mês, destacou-se o de Serviços (+1.220 postos). Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, no primeiro semestre do ano houve acréscimo de 56.628 postos (+2,25%). Nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 3,52% no nível de emprego ou +87.648 postos de trabalho.

Entre as 61 cidades gaúchas com mais de 30 mil habitantes, Porto Alegre ficou em último lugar, com -870 vagas, uma redução de 0,15% em relação a maio. No mês, houve criação de 26.247 postos, enquanto 27.117 trabalhadores foram desligados.

No País, seguiu-se a tendência de redução ao longo do primeiro semestre. Em junho, foram abertos 44% postos formais a menos do que em maio – o equivalente a 121 mil vagas. De janeiro a junho, a criação de empregos formais no Brasil teve queda de 25,9%, o que corresponde a cerca de 366 mil vagas a menos no mercado de trabalho.

Fonte: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=446622

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Written by onyxlorenzoni

julho 23, 2012 às 1:16 pm

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