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#DesGoverno: onde está o “pleno-emprego”? (parte 2) @correio_dopovo @democratas

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A estatística é só a ponta do Iceberg das dificuldades de se desenvolver indústrias no Brasil. Falta infra estrutura, a energia e a telefonia são caras, falta pessoal qualificado, e sobram entraves burocráticos e impostos. O que falta para muitos brasileiros é QUALIFICAÇÃO! Estamos importando engenheiros, técnicos industriais, pessoal com qualificação de área tecnológica. Só MAIS QUALIDADE NA EDUCAÇÃO pode garantir o suporte necessário para o desenvolvimento econômico de um país. Nos faltam profissionais de áreas técnicas. Países como a Índia e a Coréia do Sul conseguiram dar saltos econômicos surpreendentes por que investiram nos seus sistemas educacionais e formaram pessoal para pesquisar, planejar, projetar e construir uma ecnomia sólida com raízes na produtividade e não na especulação. Sem educação não se geram oportunidades e a liberdade das pessoa fica comprometida. Lamentavelmente o (des)Governo Dilma prefere a especulação mobiliária, imobiliária, financeira e cambial ao investimento na qualificação dos brasileiros para a geração de empreendimentos e empregos.

Emprego com carteira assinada cai 25,9% no primeiro semestre do ano
Brasil criou pouco mais de 1 milhão de novas vagas no período, aponta Ministério do Trabalho e Emprego

A criação de empregos formais no Brasil teve queda de 25,9% no primeiro semestre de 2012, o que corresponde a cerca de 366 mil vagas a menos no mercado de trabalho. No mesmo período do ano passado, as vagas com carteira assinada somaram 1,4 milhão, tempo que acompanhou o pico de 2010, quando foram criados 1,6 milhão de empregos formais. Em 2012, foram pouco mais de 1 milhão de novas vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Em junho, seguiu-se a tendência de redução ao longo do primeiro semestre. Foram abertos 44% postos formais a menos do que em maio – o equivalente a 121 mil vagas. O setor que mais criou empregos nos primeiros seis meses do ano foi o de serviços, que ofereceu cerca de 469 mil postos, seguido pela construção civil, com aproximadamente 205 mil. A indústria de material de transporte, por outro lado, teve queda equivalente a 3,7 mil vagas.

Os estados com os maiores saldos de criação de empregos formais foram Santa Catarina (5,7 mil vagas), Mato Grosso (37,8 mil) e Distrito Federal (18,4 mil). Alagoas foi o único estado com saldo negativo: 37,5 mil postos formais a menos. De acordo com o MTE, o decréscimo foi resultado da seca que atingiu o setor de cana-de-açúcar.

Fonte: Correio do Povo em 23/07/2012 12:06
Link: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=446616

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Written by onyxlorenzoni

julho 23, 2012 às 4:08 pm

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