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Fome por impostos: alimentos estão ficando mais caros, mas Dilma não alivia os impostos sobre a cesta básica.

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(Charge compartilhada do infelicidadetributaria.blogspot.com)

Justamente no momento em que o preço dos alimentos sobe no mercado mundial e mais países querem comprar nossos produtos agrícolas, Dilma VETA a redução de impostos da cesta básica. Este aumento da demanda por alimentos fará que a produção aumente no Brasil, aumentando, ao mesmo tempo a arrecadação de impostos. o governo poderia ter reduzido a carga tributária sobre a CESTA BÁSICA sem risco algum de perder. Entretanto, a presidente do dito “país sem fome” preferiu arrecadar ainda mais, penalizando as famílias de baixa renda, que vão pagar por alimentos ainda mais caros repassando parcelas cada vez maiores de sua renda para o governo arrecadador. Isto é justo? Isto é razoável? Não é ganância demais? Segue a reportagem do Jornal do Brasil falando do aumento da produção de alimentos que deverá acontecer no Brasil por conta da maior demanda por produtos agrícolas no mundo todo. 

Por demanda mundial, Brasil terá de dobrar produção agrícola

Em 20 anos, o Brasil terá de dobrar a produção agrícola para atender a demanda mundial. Hoje, o setor cresce a uma taxa de 4% ao ano e possui 70 milhões de hectares direcionados ao plantio e outros 200 milhões à pastagem, segundo informações apresentadas nesta terça-feira pelo deputado federal e ex-ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Mas para conseguir atingir esse nível no futuro, serão necessários investimentos em infraestrutura e logística (para evitar perdas de produção e de tempo para escoar os produtos), em pesquisa, educação e novas áreas para cultivo.

Para o ex-secretário do Tesouro dos EUA Lawrence Summers, é uma “escolha” do Brasil atender a futura demanda mundial por alimentos. “O potencial é ótimo, mas é preciso de investimentos”, disse no Global Agribusiness Forum, evento que reúne empresários, especialistas e representantes da cadeia produtiva agrícola em São Paulo (SP). “Não haverá outro país mais importante ao agronegócio que o Brasil por ter recursos naturais e capacidade de suprir a alimentação (no mundo)”, afirmou.

Como exemplo, Summers disse que o sucesso econômico dos Estados Unidos ocorreu por meio da agricultura associada à educação, pesquisa e infraestrutura. “Sem isso (agricultura), a história do país teria sido diferente”, disse. “Quem fez o sucesso foram os agricultores americanos, que hoje podem se alimentar e alimentar os outros.”

Para Stephanes, algumas alternativas que viabilizam o crescimento da agricultura sem ferir o meio ambiente seriam diminuir as áreas de pastagem utilizando o excedente para plantações; utilizar 10 milhões de hectares do Cerrado (Estados de Piauí e Maranhão) para o plantio; aumentar os investimentos em tecnologia e eficácia produtiva; utilizar 40 milhões de hectares de áreas consideradas degradadas; aumentar a irrigação das terras.
O deputado reclama da falta de planejamento e de agenda do Ministério da Agricultura para tratar o assunto no País. “Falta interlocução”, afirmou citando exemplos da “falta” de organizações que cuidem especificamente do etanol e dos fertilizantes e também da falta de participação dos próprios agricultores nas decisões políticas.

Autora: LIVIA WACHOWIAK JUNQUEIRA, Direto de São Paulo
Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201209252351_TRR_81612804

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