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#DESAGRAVO: O PT considera que Zé Dirceu está sendo ofendido? Investigar e julgar é ofender?

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O PT considera que Zé Dirceu está sendo ofendido? Investigar e julgar é ofender? Dirceu seria merecedor de um desagravo por estar sendo julgado, por ter sido investigado? A arrogância petista não tem limites, e como já sabemos, não respeita nenhum parâmetro moral ou legal. Esta é a diferença colossal entre o PT e o Democratas. Não é uma diferença pertinente a posições políticas de esquerda ou direita, é a diferença de quem tem vergonha na cara e de quem não tem a mínima vergonha de roubar o dinheiro dos contribuintes. No Democratas não acolhemos, nem defendemos, nem recebemos com festinha àqueles que atentam contra a moral e saqueiam cofres públicos. Planejar o tal “desagravo” a Zé Dirceu mostra a natureza perniciosa do PT. Se acontecer este desagravo isto será uma bofetada na cara da nação brasileira. O desagravo deveria ser com todos os brasileiros que têm familiares morrendo na fila de espera de uma cirurgia, que morrem em estradas mal mantidas, que morrem por ignorância, pela total ausência do cumprimento das atribuições constitucionais de governos que desviam verbas e assim matam pessoas. Quem rouba dinheiro público rouba vidas!

ZÉ DIRCEU HERÓI? “Danem-se as provas contra José Dirceu”, diz o blog chebolas.blogspot.com, de onde compartilhei esta peça de ativismo político que considero no mínimo bizarra e que nos mostra que o caradurismo deste grupo político quer se impor sobre fatos, lógica, moral, leis e tudo que for um entrave a seu projeto de poder pelo poder.

PT prepara desagravo a Dirceu para fim de julgamento do mensalão

Nos bastidores, o PT articula um desagravo ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, ao ex-presidente do partido José Genoino e ao ex-tesoureiro Delúbio Soares. A ação, no entanto, será levada adiante somente depois do julgamento do mensalão. A ideia é organizar a defesa pública dos três réus até o fim de novembro. A manifestação vem sendo preparada em sigilo porque a ordem da cúpula petista é manter silêncio sobre o assunto até o último capítulo do julgamento. Em conversas reservadas, no entanto, dirigentes do PT dizem não ter mais esperanças na absolvição dos réus, embora acreditem que Genoino possa pegar a pena mais branda. No Palácio do Planalto e no PT, a avaliação é que a condenação de Dirceu deixa uma mancha no legado do governo Lula e no partido. É por isso que petistas preparam uma reação, que pode incluir um contra-ataque ao PSDB, com lembranças sobre o mensalão mineiro. “Soa muito estranho o Supremo julgar os réus do PT justamente às vésperas das eleições”, afirmou o líder do partido na Câmara, Jilmar Tatto (SP). “No mínimo, isso não é razoável.” As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Com um “calendário feito nitidamente para prejudicar o PT”, disse Tatto, a Corte fez “mudanças casuísticas” no rito do julgamento e “não respeitou o devido processo legal” porque tem alvos preferenciais no processo. “Está havendo uma politização do julgamento”, afirmou o deputado. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversa diariamente com Dirceu e o orientou a não dar entrevistas neste momento. Após participar, na noite de ontem, de comício do candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, Lula manifestou a amigos inconformismo com o voto do relator, Joaquim Barbosa, que pediu a condenação de Dirceu, Delúbio e Genoino. Embora o parecer já fosse esperado, petistas acharam que o tom adotado por Barbosa foi muito agressivo. A portas fechadas, dirigentes do PT dizem que tanto Lula como a presidente Dilma Rousseff “escolheram mal” a maioria dos juízes do STF. Dos 11 ministros que compõem a Corte, oito foram indicados por Lula e Dilma – o mais recente, Teori Zavascki, espera aprovação do Senado.

O mensalão do PT
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.

No relatório da denúncia, a Procuradoria-Geral da República apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares, e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por corrupção ativa.

Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.

O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

A então presidente do Banco Rural Kátia Rabello e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) responde a processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson.

Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e do irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas.

A ação penal começou a ser julgada em 2 de agosto de 2012. A primeira decisão tomada pelos ministros foi anular o processo contra o ex-empresário argentino Carlos Alberto Quaglia, acusado de utilizar a corretora Natimar para lavar dinheiro do mensalão. Durante três anos, o Supremo notificou os advogados errados de Quaglia e, por isso, o defensor público que representou o réu pediu a nulidade por cerceamento de defesa. Agora, ele vai responder na Justiça Federal de Santa Catarina, Estado onde mora. Assim, restaram 37 réus no processo.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/julgamento-do-mensalao/noticias/0,,OI6201666-EI20760,00-PT+prepara+desagravo+a+Dirceu+para+fim+de+julgamento+do+mensalao.html

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