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Liberdade | Democracia

A paz foi vitoriosa em Porto Alegre.

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Este, que é um dos mais famosos símbolos da paz internacional, depois da pomba da paz.  Foi inventado em 1958 por Eric Austen, a partir do desenho de Gerald Hottom. O original está no Peace Museum na cidade de Bradford na Inglaterra. (Informações do Wikipedia).

A vitória de nossa coligação a  prefeitura, a coligação POR AMOR A PORTO ALEGRE, foi a vitória da paz! A vitória dos ideais de paz e democracia, daqueles que acreditam em fazer política com propostas, não com ofensas pessoais, daqueles que acreditam que a violência, o vandalismo, a luta armada não podem mais ter espaço na nossa política. O vereador Pujol mais uma vez mostra sua expressiva representatividade, fez uma campanha limpa, uma campanha de poucos recursos na qual o que valeu mesmo foi sua caminhada junto as comunidades. A vontade do povo saiu vitoriosa, a democracia fortalecida e os cidadãos de bem estão mais tranquilos por saberem que o respeito as pessoas, cultivado pelo prefeito, motivou a escolha dos eleitores de Porto Alegre por José Fortunatti.  Segue a reportagem da ZH sobre a vitória daquele que carinhosamente apelidamos de  “O Magrão”.

Como José Fortunati chegou à reeleição
Visibilidade como administrador, coligação partidária e marketing foram fundamentais

Às 20h5min de quarta-feira, ao encerrar o último comício, José Fortunati declarou à multidão que se aglomerava no Largo Glênio Peres que tinha um sonho. Parodiando ou não o pacifista norte-americano Martin Luther King, ressaltou que o sonho, a ser partilhado “com cada um, com cada uma”, era ser prefeito da Capital pelo voto.

Às 20h4min de domingo, com 517.969 votos, 65,22% do total, o vice que foi eleito em 2008 e depois assumiu com a renúncia do ex-prefeito José Fogaça (PMDB) tornou-se oficialmente prefeito eleito da Capital. Uma conjunção de fatores conduziu José Alberto Reus Fortunati, 56 anos, ao Paço Municipal. Visibilidade como administrador, coligação partidária e marketing foram as locomotivas da vitória.

Não se ganha eleições por antecipação, mas é inequívoco que a coligação Por Amor a Porto Alegre madrugou nos acordos políticos, atraindo aliados poderosos. Já em junho, enquanto adversários traçavam planos, havia consenso em torno do nome de Fortunati para cabeça de chapa e estava montado o tripé PDT-PMDB-PTB.

Além de numerosa, a aliança marchou gregária. O coordenador da campanha, deputado federal Vieira da Cunha (PDT), elogia o PTB, que renunciou ao posto de vice em favor do peemedebista Sebastião Melo. A adesão do PP, apesar da resistência da senadora Ana Amélia Lemos, que ficou com Manuela D’Ávila, desequilibrou ainda mais a favor do prefeito.

O desempenho de Fortunati foi outro trunfo. Em 28 e 29 de agosto, pesquisa Datafolha o colocou entre os três melhores do país, ao lado dos prefeitos do Rio e de Belo Horizonte, com aprovação de 43% (ótimo) e 41% (regular). Por isso, quando Manuela liderava as pesquisas, não bateu o desespero.

– Havia campo fértil para crescer, em busca dos eleitores que aprovavam o governo Fortunati – lembra Vieira da Cunha.

Se não houve receio de uma derrota com a estreia positiva de Manuela, o ambiente de atenção foi preservado no comitê de campanha. Reuniões diárias passaram a ser feitas no casarão que abriga a sede do PMDB, na Avenida João Pessoa. Entre 10h e 12h, Sebastião Melo cancelava qualquer compromisso para coordenar os encontros.

– Preponderou a sintonia fina. Se havia alguma discordância, morria ali mesmo – conta Melo.

O desafio era escancarar as cortinas do teatro, como ilustra Melo, para mostrar que havia outros atores no cenário, especialmente Fortunati.

Coube aos marqueteiros embalar a imagem do tocador de obras. Não foi tarefa fácil, mesmo com Fortunati na prefeitura há dois anos. O coordenador de marketing, jornalista Marcos Martinelli, lembra que a população não associava as melhorias à figura do prefeito.

O primeiro obstáculo – vincular Fortunati ao canteiro de obras em que se converteu a Capital por conta da Copa de 2014 – foi vencido na propaganda na TV. Restava outro. Martinelli detectava que “estava perdendo feio” no visual das ruas. O marqueteiro já havia pensado nos bonecos gigantes do Carnaval de Olinda (PE) e nos saltimbancos de pernas de pau, como recursos criativos e que não sujassem a cidade. Foi então que veio a ideia de lançar o Fortunatão, o bonecão que apresenta as feições do candidato recortadas. Foram 400 bonecos, com o prefeito de mangas sempre arregaçadas, debruçado sobre algum projeto.

Autor: Nilson Mariano
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/politica/eleicoes-2012/noticia/2012/10/como-jose-fortunati-chegou-a-reeleicao-3910280.html

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Written by onyxlorenzoni

outubro 8, 2012 às 12:33 pm

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