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Petrobrás faz água! @portalR7

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Membros de partido político em cargos de altos salários em sociedades anônimas das quais a União Federal é sócia, como a Petrobrás, levam estas empresas a sérios problemas. ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA INCOMPETENTA.

Quando a administração petista teve início a Petrobrás era a grande promessa do mercado petrolífero. Saneada, transparente, e gente do mundo todo investia nela. A sociedade anônima tinha até sócios minoritários americanos como George Soros, e as ações davam muito lucro. Ao invés de diversificar matrizes energéticas, passar a produzir etanol de formas mais inteligentes, envolver-se na produçõa em escala de biodiesel de maneiras inovadoras Lula e Dilma preferiam especular com o pré-sal e usar a Petrobrás como braço financeiro de suas aspirações políticas Sul Americanas, o que a empresa ganhou com isso? O que os brasileiros ganharam com isso? A resposta está no apagão de combustíveis que bate a porta do mercado brasileiro que vê a Petrobrás fragilizada em sua posiçõa de mercado e transformada em cabide de empregos de companheiros e companheiras. Estamos começando a pagar a conta. Segue a excelente reportagem de Rodrigo Viga Gaier para o R7 que noticia o desenvestimento, um dos ajustes a nova realidade da Petrobrás, cada vez menor.

Desinvestimentos da Petrobras deverão continuar em 2013–CEO

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO, 29 Out (Reuters) – Os desinvestimentos previstos no plano de negócios da Petrobras deverão se diluir entre 2012 e 2013, disse a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, nesta segunda-feira, em evento no Rio de Janeiro.

A estimativa contrasta com o que se esperava anteriormente e foi feita após a Petrobras receber bilhões de reais em recursos extras para seu caixa, depois de acordos com o fundo Petros e com a Eletrobras.

Em meado de 2012, a Petrobras informou que boa parte do total de desinvestimentos, previstos em 14,8 bilhões de dólares, ocorreria ainda este ano.

“O desinvestimento passa a ser prática da companhia em 2012 e 2013”, disse ela em palestra na Universidade Federal do Rio de janeiro.

Segundo Graça Foster, como a presidente da Petrobras gosta de ser chamada, a venda total ou parcial de ativos previstos no plano de desinvestimento acontecerá naquelas unidades com menos sinergias com a Petrobras.

Com a venda desses ativos, a Petrobras poderá manter seu caixa equilibrado pelos próximos anos, ressaltou a presidente.

“Vamos fazer o desinvestimento para contratar menos dívida, ir menos ao mercado financeiro. Com investimento tão alto não dá para atender a demanda total por recursos financeiros…”, comentou ela ao se referir ao plano de negócios 2012-2016 de 236,5 bilhões de dólares.

Graça não revelou quais participações ou ativos a estatal vai negociar até o ano que vem, mas ao falar da área internacional deixou claro que a empresa tem forte interesse em manter seus investimentos na costa da África e no Golfo do México.

Em conferência com analistas e jornalistas nesta segunda-feira, no mesmo momento em que Graça Foster falava na universidade, o diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, indicou que houve um alívio na necessidade de desinvestimento, pelo menos por ora.

Segundo ele, o caixa da Petrobras ficou mais robusto após a estatal ter recebido recursos em um acordo com o fundo Petros e também com a Eletrobras, que pagou parte de uma dívida com a petrolífera.

O acordo com o Petros resultou em 5,8 bilhões de reais para a Petrobras, enquanto a Eletrobras pagou 1,7 bilhão de reais.

Barbassa disse que não poderia falar sobre o que está sendo negociado, pois muitas negociações têm cláusula de confidencialidade.

O desinvestimento seria para a geração de caixa, mas aconteceram fatos que geraram caixa, destacou Barbassa.

REDUÇÃO DE CUSTOS

Paralelamente ao desinvestimento, a Petrobras está trabalhando para colocar em prática um programa para aumentar sua eficiência operacional e sua produtividade.

“Nós devemos reduzir o custo operacional da companhia; não é reduzir quadros da companhia… essa empresa precisa mudar o modelo mental…”, afirmou ela.

O atraso de obras também é motivo de preocupação por parte da presidente da Petrobras.

Ela citou atrasos na entrega de plataformas construídas no exterior, demora de mais dois anos para o início da operação da Rnest (refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco) e em outros empreendimentos.

Segundo Graça, o combate a atrasos é debate diário na empresa.

“Eu odeio atraso, quem trabalha comigo sabe. Virou uma guerra, uma catástrofe na Petrobras atrasar projeto… se você atrasa, você não produz, não gera receita e como vai ampliar os pipelines da companhia?”, declarou ela.

COMBUSTÍVEIS

A presidente da Petrobras voltou a dizer que há uma defasagem nos preços do diesel e da gasolina em relação aos preços internacionais.

Afirmou também que espera uma recuperação da paridade no médio prazo para fazer frente ao elevado plano de investimentos da estatal.

“Hoje tem defasagem para diesel e gasolina, mas no médio prazo é atingida (uma paridade)… quem investe como nós não pode ficar longo tempo sem recuperar”, declarou ela ao lembrar que em 2003, 2007 e 2010 os preços internos superaram os externos.

(Com reportagem adicional de Leila Coimbra)

Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/desinvestimentos-da-petrobras-deverao-continuar-em-2013-ceo-20121029-1.html

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Written by onyxlorenzoni

outubro 29, 2012 às 6:37 pm

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