Blog do Onyx

Liberdade | Democracia

Por que o governo Dilma não quer repartir os #royalties do #petróleo brasileiro com os municípios?

leave a comment »

(Imagem compartilhada do diariodopresal.wordpress.com)

A avaliação da AIE (abaixo) é uma parte da explicação de por que o governo Dilma não tinha a intenção de dividir nem mesmo parte deste bolo com os municípios e estados do Brasil, por que se trata de muito dinheiro,  por que estes recursos podem realmente ser significativos e, principalmente, por que seriam repassados sem que se dependesse de nenhuma troca de favores políticos; não há nestes recursos muito espaço para a barganha política típica do “recurso aqui, apoio lá” que pauta a forma de governar Lula/Dilma. A proposta derrotada na Câmara, que foi apresentada pelo relator Deputado Carlos Zarattini (PT-SP), de projeto de redistribuição de royalties mostra justamente o que muitos já sabem: que a avareza e fome por concentração de poder do grupo a frente do governo federal não tem limites. Ao invés de promover o desenvolvimento o (dês)governo Dilma está mesmo é preocupado sobre como vai manter o cabresto político sobre prefeitos e governadores. Esta é a forma típica de operar dos governos do PT, todos focam exclusivamente na manutenção do poder, custe o que custar, e não na mais eficiente solução dos problemas reais da sociedade, das famílias e das pessoas que a compõe. Segue a esclarecedora reportagem de Fernando Nakagawa, da Agência Estado.  

Agência Internacional de Energia reconhece papel do petróleo brasileiro
AIE prevê que produção brasileira diária crescerá 3,5 milhões de barris até 2035, o melhor desempenho fora da Opep

LONDRES – Excluídos os tradicionais produtores de petróleo, o Brasil tem a “mais brilhante perspectiva” para a produção da commodity no mundo. A avaliação foi feita nesta segunda-feira pela Agência Internacional de Energia (AIE). A entidade prevê que a produção brasileira diária crescerá 3,5 milhões de barris até 2035, o melhor desempenho fora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e o segundo maior do mundo, atrás apenas do Iraque, cujo volume deve aumentar em 5,6 milhões de barris.

No relatório anual sobre as perspectivas mundiais da produção de energia, o Brasil recebeu atenção especial e foi tema de um trecho do documento. No quadro “Boom de petróleo no Brasil ganha ritmo”, a entidade afirma que, além do aumento da produção dos últimos anos, o País ganha importância com a perspectiva de volumes crescentes nos campos do pré-sal. “Os campos no pré-sal devem guiar a maior parte do aumento da produção brasileira”, cita o documento.

Pelas estimativas da AIE, a produção brasileira deve aumentar dos 2,2 milhões de barris diários registrados em 2011 para 5,7 milhões de barris diários em 2035. A estimativa da AIE é de que, no fim desse período, a produção brasileira seja mais que duas vezes maior do que a do México, estimada em 2,6 milhões de barris diários no mesmo ano.

O relatório projeta que o ritmo da produção ganhará força a partir de 2020. Pelas estimativas da AIE, o volume diário brasileiro alcançará 2,8 milhões em 2015, 4,0 milhões em 2020, 5,0 milhões em 2025 e 5,5 milhões em 2030. Ao comentar as previsões de aumento da produção fora dos tradicionais produtores da Opep, o relatório destaca o aumento do peso de fornecedores “não convencionais”: o petróleo extraído em águas profundas no Brasil e o óleo leve do Canadá.

Autor: Fernando Nakagawa, da Agência Estado
Fonte: Estadão

Anúncios

Written by onyxlorenzoni

novembro 12, 2012 às 5:38 pm

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: