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O Escândalo do Petróleo #sancionadilma

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O petróleo, o direito a exploração dele, e a própria existência deste mineral no Brasil são uma polêmica que remonta o meio do século XX. Uma das campanhas políticas mais repercutidas  de todos os tempos foi “O petróleo é nosso”. 60 anos depois continuamos discutindo o significado de “nosso”,quem pode explorar o petróleo, a quem podem ser distribuídos os royalties da exploração do petróleo, quem pode ter privilégios, e quem não leva nada. O governador Cabral gasta mais de 780 mil reais, que são recursos públicos e até mesmo vindos dos royalties, para levar 200 mil pessoas as ruas, e tenta custe o que custar manter seu privilégio. Dinheiro para campanhas não é o que falta a prefeitura e governo do Rio de Janeiro. Mas dinheiro falta a muitos municípios de todo o Brasil que irão se beneficiar de royalties e uma riqueza que faz décadas o governo diz aos cidadãos do Brasil que é “nosso”, de todos os brasileiros! De norte a sul,  nos rincões do Brasil, se faz necessário que se irriguem as prefeituras com os recursos dos royalties, vamos cumprir a promessa histórica, dos tempos de Getúlio Vargas, que já prometia a pluralidade sobre o benefício trazido pela riqueza do petróleo com o pronome possessivo plural “NOSSO”, é de todos os cidadãos brasileiros, e a forma mais justa de se distribuir para todos os cidadãos e fazê-lo através dos municípios e estados. Segue o trecho da Wikipedia que conta sobre o polêmico surgimento do slogam de campanha “O petróleo é nosso”.

Monteiro Lobato escreveu O ESCÂNDALO DO PETRÓLEO e foi preso pelo regime getulista em 1941, logo depois se descobriram poços de petróleo na Bahia.

O PETRÓLEO É NOSSO

Em 1936, diante dos obstáculos impostos pelo governo Vargas à exploração de petróleo, Monteiro Lobato lançou O Escândalo do Petróleo, no qual acusava o governo de “não perfurar e não deixar que se perfure”. O livro esgotou várias edições em menos de um mês. O Escândalo do Petróleo foi censurado em 1937 por Getúlio Vargas, no mesmo ano em que o escritor lançou O Poço do Visconde. Na obra supostamente infantil, diz que “ninguém acreditava na existência do petróleo nesta enorme área de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, toda ela circundada pelos poços de petróleo das repúblicas vizinha”. Monteiro Lobato acaba sendo preso em 1941, ironicamente por uma ordem partida do General Horta Barbosa, que mais tarde seria um dos líderes da Campanha do Petróleo.

Em 1938, o governo decidiu explorar um poço em Lobato, na Bahia, e técnicos constatam a existência de petróleo. É criado o Conselho Nacional do Petróleo, e as jazidas minerais passam a ser consideradas propriedade estatal.

Em 1941, foi descoberto o primeiro poço de exploração comercial, em Candeias, no Recôncavo Baiano. De 1939 a 1953, foram perfurados 52 poços no país, descobrindo-se vários campos para a exploração. Contudo, no início da década de 1950, o Brasil ainda importava 93% dos derivados que consumia.

Após a promulgação da Constituição de 1946 foi travado um grande debate em relação à política do petróleo, entre os que admitiam a entrada de empresas estrangeiras e os nacionalistas. Nessa época surgiu a campanha “O petróleo é nosso!”, frase famosa atribuida a Getúlio Vargas quando se descobriu petróleo na Bahia. A frase vira campanha patrocinada pelo Centro de Estudos e Defesa do Petróleo. Não podemos esquecer da figura do General Felicíssimo Cardoso que presidiu o Cedpen – Centro de Estudos e Defesa do Petróleo e o semanário Emancipação, fundado em 2 de fevereiro de 1949, que muito contribuiu para a criação da Petrobras. Cardoso era considerado um militar nacionalista feroz e era chamado carinhosamente de o “General do Petróleo”.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_petr%C3%B3leo_%C3%A9_nosso

 

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Written by onyxlorenzoni

novembro 27, 2012 às 6:10 pm

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