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Aumento da inflação é só uma parte do repasse dos custos gigantes do governo para dentro do bolso do consumidor. #SeLigaBrasil

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(Charge no nanihumor.com)

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“A dívida pública federal, o que inclui os endividamentos interno e externo, subiu 7,55% em 2012, para R$ 2 trilhões, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional.” (Folha) “A inflação de janeiro é a mais alta em 10 anos.” (Folha) Os alimentos não param de subir. “A política cambial pode levar o país a mais um fiasco.” (UchoInfo) Este é o contexto do Desgoverno Dilma. É importante lembrar que inflação, juros e impostos só vão baixar quando o governo reduzir seus gastos. Mas, isto não está nos planos de Dilma. O que está nos planos é repassar para o contribuinte os custos gigantes do governo fora dos trilhos, com 39 ministérios, mais de 24 mil CCs, gastos de cartão corporativo de perto de 60 milhões de reais, obras com aditamentos que dobram os valores licitados e desvios de verbas públicas que chegam a estimativas de 80 bilhões de reais por ano. De onde sai todo este dinheiro? Do bolso de quem trabalha e produz, do bolso de quem tem que sustentar famílias, de quem paga combustível, escola, alimentação, tarifas de telefonia e outras tantas situações de tributação absolutamente abusiva. Este é o contexto de um governo que interfere na economia, centraliza para si todos os recursos e quer de forma imperial comandar tudo que acontece e é dito dentro do Brasil.
Segue a excelente reportagem da Folha UOL sobre o aumento da inflação.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial de inflação do país, fechou o mês de janeiro com alta de 0,86%. Trata-se do maior nível para o mês desde 2003 e o mais alto índice mensal desde abril de 2005.

Em dezembro, a taxa havia ficado em 0,79% fazendo o índice fechar 2012 em 5,84%. No período acumulado em 12 meses até janeiro, o IPCA registra avanço de 6,15% e se aproxima do teto da meta oficial de inflação, que é de 4,5%, com margem de dois pontos para cima e para baixo.

Os itens que mais contribuíram para a alta do IPCA em janeiro foram o grupo alimentação, que passou de alta de 1,03% para 1,99% e o grupo artigos para residência, que subiu de 0,27% para 1,15%.

“Os alimentos subiram muito e de modo generalizado. A grande maioria dos produtos teve alta”, disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

As maiores pressões vieram do tomate, com alta expressiva de 26,15% apenas no mês de janeiro. O excesso de chuvas afetou ainda outros produtos in natura, que também subiram com força, como batata (20,58%), cebola (14,25%) e hortaliças (10,86%).

Também aumentaram os preços do frango (4,75%) e das carnes (1,16%), importantes itens na cesta de consumo das famílias.

Diante desses aumentos, o grupo alimentação registrou também a maior alta desde 2003 para os meses de janeiro e representou 56% da taxa geral do mês.

ALÍVIO

A inflação em janeiro só não ficou mais pressionada graças ao grupo vestuário (-0,53%, com liquidações da coleção de verão) e à deflação de 0,20% em habitação devido ao recuo da tarifa de energia elétrica, que ficou 3,91% mais barata.

As contas de energia devem assegurar um alívio ao IPCA de fevereiro. É que o corte de 18% anunciado pelo governo na virada do ano deve ter impacto maior na taxa de fevereiro.

De acordo com Nunes dos Santos, apenas um quarto da redução foi absorvido em janeiro.

ÔNIBUS ADIADO E TRANSPORTES

Outro fator que contribuiu para tirar pressão do IPCA em janeiro e evitar que o índice superasse a “barreira psicológica” de 1% foi a ação do governo federal junto aos governos municipais do Rio de Janeiro e São Paulo para não reajustarem as tarifas de ônibus em janeiro, como estava programado.

O receio do Planalto era alimentar expectativas de altas futuras, o que leva empresários a anteciparem reajustes e turbinarem a inflação.

Sem o reajuste dos ônibus nas duas principais capitais, o grupo transportes subiu 0,75% em janeiro, repetindo a taxa de dezembro.

Ainda assim, a taxa ficou pressionada devido ao aumento de 1,41% de automóveis novos, com a retirada gradual do desconto do IPI reduzido. Também puxou a taxa do grupo para cima as altas de ônibus intermunicipais (2,84%).

Embora ainda com preços em expansão (de 5,15%), as passagens áreas aumentaram menos do que em dezembro (17,2%) e contribuíram para conter a elevação do índice do grupo transportes.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1227373-inflacao-oficial-acelera-em-janeiro-e-fecha-o-mes-em-086.shtml

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Written by onyxlorenzoni

fevereiro 7, 2013 às 5:59 pm

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