Blog do Onyx

Liberdade | Democracia

Esclarecimento com relação à emenda 47 da MP 693

with 34 comments

Quem me acompanha sabe que sou um dos mais atuantes parlamentares pelo direito à legítima defesa e pela revisão do malfadado estatuto do desarmamento. No entanto, desde a madrugada circula nas redes sociais a informação que eu apresentei uma emenda para proibir a importação de armas, o que não corresponde à verdade. Nunca propus proibição de importação. O texto da emenda está abaixo.

O que está errado é o texto do relator da MP 693 que PROÍBE qualquer importação. Quem criou esta barbaridade foi o relator, e podem estar certos que não vou me calar.

Assumi o compromisso com o Movimento Viva Brasil e vou fazer destaque supressivo de todo o artigo 24b da MP 693 – está abaixo para consulta – tanto na Comissão Especial onde ainda não foi votado o relatório final, com no Plenário da Câmara dos Deputados, se necessário. As audiências são públicas e todos poderão acompanhar e serão informados pelos meus canais de comunicação.

O direito à legitima defesa é uma das minhas batalhas em Brasília e assim seguirá sendo.

Meus princípios e valores são inegociáveis.

Estou sempre à disposição para esclarecimentos,
Um abraço,
Onyx

Texto da emenda 47

Insira-se onde couber ao texto da MP 693, de 2015 o seguinte artigo:

Art. XX. A importação de armas de fogo, partes, componentes, acessórios e de munições, incluídos estojos, espoletas, pólvora e projéteis, de uso restrito e permitido, das quais não exista, comprovadamente, similar nacional que atenda ao mesmo padrão técnico de qualidade e operacionalidade, se dará mediante autorização da autoridade competente.

Texto do relatório

“Art. 24-B. Fica proibida a importação de armas de fogo, suas peças e acessórios, munições e suas partes, de uso restrito e permitido, exceto se autorizada pelo Comando do Exército para os órgãos de segurança pública e para os fabricantes de armas e munições. § 1º A importação destinada a órgão de segurança pública poderá ser autorizada quando: I – inexistir similar nacional; ou II – o produto a ser importado, por questão de ordem técnica ou operacional devidamente justificada, apresentar especificações que não possam ser atendidas pela indústria brasileira no prazo necessário para o recebimento do produto. § 2º A importação pelos fabricantes de armas e munições pode ser autorizada para a realização de pesquisa, estudos e testes, ou em atendimento a plano de nacionalização aprovado pelo Comando do Exército. § 3º As armas de fogo e munições importadas deverão receber, no país de origem, as marcações previstas nos §§ 1º, 2º e 3º do art. 23 desta Lei, e nas respectivas regulamentações. § 4º A Empresa Estratégica de Defesa (EED), definida no inciso IV do art. 2º da Lei nº 12.598, de 21 de março de 2012, poderá importar armas de fogo e munições, suas partes, peças e componentes, desde que realize no território nacional todas as marcações necessárias antes de comercializar os produtos e que esteja devidamente autorizada a fabricar integralmente o produto objeto da importação.”

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Written by onyxlorenzoni

dezembro 19, 2015 às 6:01 pm

34 Respostas

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  1. mostra para a população brasileira que ser humano erra Deputado,e volta atras e nos pede desculpa e mais consegue a tal liberação que sô Benícia o povo e fortalece nós brasileiros que tanto precisamos de nos defender.sem falar nos profissionais da área de segurança,que é uma aberração velos aos maus trapilhos sem condições minimas de se defenderem com tamanho descaso,imagina nos defender.
    Deputado seja um divisor de águas e nos mostre que o senhor ao invés de começar uma batalha vai terminar tudo isso ganhando a guerra,(NOS CONCEDENDO APENAS O NOSSO DIREITO).
    OBRIGADO !!!!

    Raphael Vieira

    abril 4, 2017 at 9:19 am

  2. Lorenzoni, reserva de mercado não. Não queremos mais isso em NENHUM produto. Além disso, enquanto vendem uma 380 por 5 mil reais, nos EUA custa 1500 reais. Alguém está ganhando com isso.
    Peço que o texto seja alterado, para que os produtos sejam LIBERADOS para serem importados, seja que modelo for.

    A preferencia do cidadão deve ser por QUALIDADE e não por similaridade.

    Me lembra os militares que proibiram a importação de computadores por dizer que o Brasil produziria computadores. É uma piada.

    Favor queira mudar o texto.

    syllasw

    março 10, 2017 at 9:23 pm

  3. Até que seu texto é menos danoso que o texto do relator, mas continua restringindo a importação de armas e acessórios.
    Não há sentido manter uma reserva de mercado, o que foi amplamente comprovado quando Collor disse que nossos carros eram carroças e abrindo o mercado às importações permitiu termos hoje carros de qualidade fabricados no Brasil!
    Não falo apenas da possibilidade da população civil ter direito a comprar armas de qualidade, mas principalmente em nome dos agentes de segurança que para defenderem os cidadãos e a si mesmos, tem o direito de ferramentas de trabalho confiáveis!

    elsonsouza

    outubro 11, 2016 at 3:54 pm

    • Concordo plenamente, pois vários são os relatos e tragédias comprovadas das armas “similares” ditadas pela industria nacional. O maior exemplo de melhoria de qualidade estão nos automóveis, as fabricantes investiram e muito para melhorar esta qualidade, mas, devido a livre concorrência. Acho que estamos em um país democrático, ou será que estamos em um país Ditador? Já chega, não queremos enterrar mais profissionais nem cidadãos porque a monopolização de ferramentas de defesa ou trabalho de péssima qualidade estão sendo empurradas goela a baixo. Acorda Brasil!

      Diógenes Livramento

      outubro 18, 2016 at 9:25 am

  4. Deputado! A melhor forma de beneficiar a indústria nacional é fomentar a concorrência, e não levantar a bandeira do protecionismo.

    O Brasil precisa ser um país livre, e parar com essas imposições e protecionismos, que, na verdade, a longo prazo, acabam com o mercado, e, no caso das armas, matam os brasileiros pela péssima qualidade dos armamentos fabricados aqui.

    As empresas bélicas nacionais nunca precisaram se aprimorar, porque sempre tiveram o mercado garantido com esses protecionismos feitos por leis como essa se vossa excelência.

    Permita a importação de armas sem restrição, ou condicionantes, e deixe o brasileiro escolher.

    Rafael de Almeida Pimenta Pereira

    junho 9, 2016 at 9:47 pm

  5. “Data vênia” nobre deputado, mas não me parece que vossa excelência seja tão defensor do direito de livre defesa como alega. Proibir importações de armas cuja qualidade sabidamente não é comparável às das armas nacionais, a meu ver, parece muito mais ser uma ardente defesa dos interesses dos fabricantes nacionais.
    Lembremos deputado, que todas as experiências que vivemos nos últimos 60 anos de tentativa de “proteção” da indústria nacional, resultou em desastre. A qualidade dos produtos caiu e o preço subiu, e no final a conta foi nossa, do contribuinte e eleitor.
    Não sei se vossa excelência de fato recebeu doações de campanha da indústria de armas nacional, como afirmam alguns sites, mas se verdadeiro, poderia justificar o singelo termo “similar nacional” aposto ao texto.
    Apenas lembre-se deputado, dinheiro pode vir de diversas fontes, e agora, legalmente nem tantas fontes assim, mas seus votos virão apenas das pessoas que confiaram nos seus propósitos.

    Durval T. Silva Jr

    junho 3, 2016 at 6:44 pm

  6. Essa expressão “similar nacional” é de uma estupidez monstruosa. Isso se chama reserva de mercado, monopólio e só gera produtos ruins, preços altíssimos e descaso para com o consumidor. Só existe mercado sem protecionismo. A Taurus fabrica pistolas nos EUA, disputa o mercado com centenas de outras fábricas do mundo todo, mas aqui no Brasil eles pretendem ter exclusividade para poderem desovar as peças que não passaram no controle de qualidade, e isso com preços 10 vezes maiores para o consumidor brasileiro. Monopólio é tirania, é coisa de esquerdistas atrasados.

    Sergio Dutra

    maio 4, 2016 at 3:25 pm

  7. Ambos os textos contém a babaquice do similar nacional. O exército considera uma carabina CBC 7022 em .22lr similar a uma Beretta ARX100, também em .22lr, sendo que ambas são totalmente diferentes; ou proibir a importação da Glock 25 por ter “similar nacional”, Taurus PT638, diferentes tanto em tipo de funcionamento e qualidade (se a escalada de preço, causada pela fauta de concorrência, continuar a PT638 será similar em preço à Glock). O consumidor tem o direito de escolher o produto que mais se adequa às suas preferências pessoais. Nós já somos (muito) predicados pelas taxas, tributações e burocracia ainda ficamos à mercê da vontade de uma ” autoridade competente” em liberar ou não a importação.
    Devido a baixa qualidade das armas e munições de fabricação nacional já morreram policiais, inclusive oficiais da PMSP já não as consideram apropriadas ao serviço policial (querem Glock, as quais a DPF compra aos milhares, sem licitação e à preço abaixo só praticado no mercado).

    Igor Barbosa

    janeiro 24, 2016 at 8:46 pm

  8. Ridículo deputado !!! Proibir arma importada quando existe similar nacional é tão imbecil .Até parece que um lixo taurus tem qualidade similar auma glock. Dizer isso é o mesmo que não poder importar uma Ferrari porque o gol é similar . Afinal ambos tem 4 rodas, um volante e um motor . Atire com um lixo de taurus . Um disparo e depois corre porque ela vai engasgar . Deixe ela cair no chão e mata uma pessoa proxima. Agora veja se uma glock ou uma sig sauer faz isso e depois me diga se são similares . Meu voto vc não tem deputado.

    Adriano Merhere Moreira

    janeiro 17, 2016 at 4:45 pm

  9. Ao meu ver os dois artigos são muito restritivos. Fica subjetivo dizer se tem ou não similar no mercado interno. Ex: Taurus é similar da Glock ? A munição CBC é similar a winchester? Devemos ser contra qualquer tipo de restrição não somente nas armas mas também em todos ramos do comercio. Admito que fiquei decepcionado com essa atitude.

    Matheus

    janeiro 3, 2016 at 10:57 am

  10. Está fazendo uma proibição velada, ao meu ver agir subliminarmente dessa maneira boa coisa não pretende… Uma pena, tinha alguma esperança na sua pessoa, mas querer me obrigar a comprar o que você, ou a indústria nacional fala que é bom, não é nem um pouco legal…

    Rafael

    dezembro 29, 2015 at 10:13 am

  11. Nossas munições são tão boas que só vai ter CBC nas provas de tiro esportivo nas olimpíadas em 2016 no Rio de Janeiro! Nenhuma vai falhar na prova de tiro rápido! Serão altamente precisas nas provas de carabina e pistola! Tanto que atletas internacionais importam nossa munição pra treinar!… opa, agora acordei, era só um sonho…

    Angelo

    dezembro 21, 2015 at 4:51 pm

  12. Queremos Liberdade Deputado!! O que o senhor fez foi manter o mesmo tom restritivo, com margem a justificativas!! Por favor, considere melhor!!

    Pedro Muller

    dezembro 21, 2015 at 12:05 pm

  13. Pq será que o deputado não responde os comentários daqui do blog? Ficou sem resposta?

    Rafael

    dezembro 21, 2015 at 11:33 am

  14. – DO DEP ONYX LORENZONI- QUE CALADINHO E NO COMBINADO ARMOU PARA UMA PROPOSTA A MP PARA COLOCAR A PROIBIÇÃO DE IMPORTAÇÃO DE ARMAS PARA BENEFICIAR A CBC.
    UMA VERGONHA.
    ESTAMOS ESPERANDO OS GAUCHOS SE MANIFESTAREM REFERENTE AO DEPUTADOS ONYX QUE RECEBE DINHEIRO DA CBC E AGORA PROPÕE PROIBIR A IMPORTAÇÃO.
    AGORA VEM DAR UMA DE INOCENTE.
    ESTES DEPUTADOS SÃO ASSIM, MANDAM OUTRO DE FORA COLOCAR O TEXTO QUE QUEREM, VEJA OS CASOS DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS DE CARROS + CUNHA+ FILHO DO LULA. ISTO É UMA PRATICA SER VERGONHA.
    AGORA VEM COLOCAR NO SEU FACEBOOK QUE É INOCENTE, NÃO SABIA.
    ENTÃO SEJA HONESTO SR DEPUTADO ONYX LORENZONI:
    A.- DIGA QUEM MANDOU ESTE DEPUTADO FAZER ISTO, SE NÃO FOI VOCÊ.
    B.- DENUNCIE PARA TODOS OS COLEGAS, DIZENDO CLARAMENTE QUE É UMA FRAUDE.
    C.- APRESENTE A EMENDA LIBERANDO A MPORTAÇÃO POR COMPLETO, SEM QUE O REQUISITO DE SIMILARIDADE SEJA USADO PARA IMPEDIR OS BRASILEIROS DE COMPRAR ARMAS DE QUALIDADE.
    SENHOR DEPUTADO, NÃO VAMOS ESQUECER, VAMOS DENUNCIA-LO TODOS OS DIAS COMO VENDIDO DA CBC, PORQUE VOCÊ RECEBEU DINHEIRO DELES.
    AGORA NÓS PODEMOS TE COMPRAR TAMBÉM, PAGAMOS R$ 10,00 A MAIS DO QUE A CBC TE PAGOU, E TE PAGAREMOS COM VOTOS, APESAR QUE VOCÊ SE SUJOU TODO DE MERDA.
    A CONFEDERAÇÃO DE TIRO E CAÇA DO BRASIL VAI PEDIR A PGR – PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA UMA INVESTIGAÇÃO COMPLETA, COM QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO, FISCAL E TELEFÔNICO, PORQUE ESTA ARMAÇÃO É EXATAMENTE A ARMAÇÃO DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS PARA BENEFICIAR A INDÚSTRIA DE CARRO QUE A PGR INVESTIGA. OU SÓ É VALIDO CONTRA O DEP CUNHA.
    VOLTANDO A FUNCIONAR A PGR, LÁ ESTARÁ O NOSSO PEDIDO.
    E VAMOS FICAR ESPERANDO O QUE VAI FAZER ESTE DEPUTADO GAÚCHO.
    FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS.
    FERNANDO HUMBERTO H. FERNANDES – ADV
    CONFEDERAÇÃO DE TIRO E CAÇA DO BRASIL.

    Fernando Humberto

    dezembro 21, 2015 at 10:11 am

  15. Deputado,
    queremos liberdade para importar arma de qualidade pois as aqui prooduzidas não nos atende.

    Por favor, atenda a este pedido de cidadãos deste país tão dominado por cartéis.

    Renato

    Renato

    dezembro 20, 2015 at 8:23 pm

  16. Em 1984, o Governo Federal aprovou a Lei da Informática, que instituiu a chamada “Reserva de Mercado”, dificultando as importações de produtos de informática. O objetivo era proteger a produção nacional e atingir a soberania tecnológica. Um sonho tresloucado de alguma mente doentia.
    Graças ao Collor que abriu o mercado e hoje podemos ter oque ha de melhor no mundo da informática.
    NÃO seja traidor deputado!!!! armas não confiáveis não nos interessam!!!!!!

    Orlando Cezar Durrai

    dezembro 20, 2015 at 6:27 pm

  17. Sr. Deputado,

    A pretexto de proteger a industria nacional, a medida proposta deixa desamparados os cidadãos que necessitam se proteger.

    Se pretende proteger a industria, proponha medidas de desoneração, de modo que as empresas brasileiras sejam capazes de competir com as estrangeiras, se não em qualidade, pelo menos oferecendo um produto mais acessível.

    A medida como proposta proíbe a importação quando houver “similar nacional que atenda ao mesmo padrão técnico de qualidade e operacionalidade” o que é extremamente subjetivo além de condicionar qualquer importação à autorização do Exército, cujas consequências já conhecemos bem.

    Peço, respeitosamente, que reconsidere a medida. O cidadão brasileiro não suporta mais tanta insegurança, tanto protecionismo, e tanta desonestidade.

    Estamos acompanhando de perto. Sabemos que pode fazer melhor que isso.

    José

    dezembro 20, 2015 at 11:21 am

    • Exatamente isso! As armas nacionais são de baixa qualidade e em contra partida, por não haver concorrência, possuem preços extrememente altos. Comparar uma G 25 com uma PT 638?
      Precisamos de livre comércio e livre concorrência! Quer proteger o mercado nacional? Diminuam os impostos!

      Breno

      dezembro 20, 2015 at 10:53 pm

  18. Desde quando “semelhante Também é igual a qualidade”, quer dizer que um cavalo pangaré é semelhante a um cavalo puro sangue, ou que uma PT380 é semelhante a uma Glock 25; Autorização para importar “acessórios”?! SANTA IGNORANÇIA DEPUTADO!! Tal proposta “”impensável” de vossa exelencia prejudica milhares de cidadãos esportistas, colecionadores e pessoas comuns que pensam em adquirir um produto de alta qualidade que não dispoe de “semelhança” no Brasil; Mas o Sr. também vai ser prejudicado, os 120 mil associados do Instituto Defesa não te apoiam mais, ao contrario de Judas, nos não te perdoaremos, a não ser que se retrate derrubando tal proposta.

    Marcos

    dezembro 20, 2015 at 2:55 am

  19. Não faça isso!
    Quero minha Glock 23 .40!

    Marcelo

    dezembro 20, 2015 at 1:44 am

  20. Deputado, acompanho seu trabalho e como atirador, tenho que dizer que as armas nacionais são aquem de varias marcas importadas, e em uma competicao, esses “detalhes” tais como a precisao de 1 moa ou 0,5 moa, tira do competidor a medalha, portanto, revogue essa medida, pelo vem do esporte e da legitima defesa, uma vez que as nacionais falham com alguma frequencia e isso pra um policial é terrivel

    Tulio

    dezembro 20, 2015 at 12:34 am

  21. Por favor Sr. Deputado, retire da emenda este trecho: “das quais não exista, comprovadamente, similar nacional que atenda ao mesmo padrão técnico de qualidade e operacionalidade”… Pois, favorecerá somente continuarmos a ter produtos de baixa qualidade e tecnologia, como os fabricados aqui… Além de que a exemplo da IMBEL, fabricam a passo de tartaruga, não conseguindo atender o mercado governamental e muito menos a demanda interna, e da Taurus (mais de 100.000 pistolas recolhidas da PM de São Paulo por falhas de projeto). Faça este favor aos brasileiros, não merecemos mais ficar a mercê de produtos ruins, e sem competição externa, que os obrigará a melhorar!!

    Marcelo Steiner

    dezembro 20, 2015 at 12:23 am

  22. Prezado Deputado Onyx Lorenzoni, o texto da sua emenda é auto explicativo; “das quais não exista, comprovadamente, similar nacional que atenda ao mesmo padrão técnico de qualidade e operacionalidade, se dará mediante autorização da autoridade competente”. Trata-se de uma proibição branca. Quem vai comprovadamente atestar isso, Exército? O cidadão ficará à mercê do critério subjetivo de uma autoridade? Pretende-se acabar com a discricionariedade no PL 3722/2012 e institui-se outra discricionariedade nessa MP. Espero que apresente realmente um destaque supressivo desse artigo que nada tem a ver com o objetivo primário dessa MP. Esse tipo de estratégia é muito conhecido no parlamento como “emenda contrabando”. Nessa linha de raciocínio para “proteger” a indústria nacional podemos proibir a importação de qualquer outro produto que haja similiar nacional. Voltaremos às carroças que circulavam pelo país antes da abertura da importação de automóveis promovida pelo governo Collor. Reserva de mercado é retrocesso Deputado.

    José Luiz de Sanctis

    dezembro 19, 2015 at 11:12 pm

  23. Nobre deputado, como atirador desportivo, sempre tivemos uma admiração pelo seu apoio, porém, apesar da emenda estar diferente do relator, nos coloca na mão da autorização do exército, que com essa lei aprovada poderá dizer não pela autorização, visto que no Brasil existem produtos semelhantes. Infelizmente a lei atrapalhara sim o direito de termos o produto que escolhermos, o sr acompanha o esporte e sabe que as armas de melhores performances são importadas, exemplos de sti, beretta, perazzi e muitas outras, se necessitarmos desta autorização, será o mesmo que proibir. Infelizmente na prática, sua lei e o texto do relator serão iguais, as autorizações serão deferidas em sua maioria. Acredito que podemos repensar isso, e não nos tirar o direito de importar, os impostos ja são altos para isso, não da para burocratizar mais ainda o nosso esporte. Abraço

    Isidoro de leon

    dezembro 19, 2015 at 10:57 pm

  24. Isso pode ser um jogo,são uns vendidos, Onix joga merda no ventilador e quer se safar jogando a culpa no outro e vice versa.NÃO ME CONVENCEU.

    BERTAZO

    dezembro 19, 2015 at 8:41 pm

  25. Imbel
    “Empresa vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando do Exército”
    http://www.imbel.gov.br/
    A autorização pra importação de arma de fogo será concedida justamente por este mesmo comando do exército, isso se a própria Imbel já não tiver um produto similar.
    Isso só vai garantir os lucros das empresas nacionais ao passo que o preço das armas vai aumentar vortiginosamente devido a escassez de oferta e devido a interferência do comando do exercito que vai negar a torto e a direito os pedidos de importação e com isso obrigar os Brasileiros a comprar armas nacionais que por sua vez serão de qualidade inferior pelo mesmo motivo. Não tem disputa pelo mercado.
    Estão de parabéns. Continuem dando poder ao estado pra este solapar cada vez mais dos nossos direitos.
    Já estou vendo esportistas entrando com liminares na justiça pra poder ter condições de competir.
    Já estou vendo armas da Taurus falhando e matando mais pessoas.

    Felipe

    dezembro 19, 2015 at 8:25 pm

    • Art. 24-B. Fica proibida a importação de armas de fogo, suas peças e acessórios, munições e suas partes, de uso restrito e permitido, exceto se autorizada pelo Comando do Exército para os órgãos de segurança pública e para os fabricantes de armas e munições.
      Pelo que eu entendi, não está prevista a a importação dessas armas por cidadãos comuns, ela é prevista apenas para forças policiais e para fabricantes de armas.
      Via de regra ao meu ver já fomos proibidos pois o texto nem prevê a possibilidade de o comando do exército autorizar a importação para um cidadão comum.
      Vou enfatizar
      *para os órgãos de segurança pública e para os fabricantes de armas e munições*
      *para os órgãos de segurança pública e para os fabricantes de armas e munições*
      *para os órgãos de segurança pública e para os fabricantes de armas e munições*
      *para os órgãos de segurança pública e para os fabricantes de armas e munições*

      Felipe

      dezembro 19, 2015 at 8:33 pm

  26. Parabéns deputado, confio no Sr. Tenho certeza de q sempre estar a do lado da população.

    Alexandre Macedo

    dezembro 19, 2015 at 8:19 pm

  27. Sr Deputao o texto da sua emenda já e restritivo por si só uma vez que mais uma vez deverá ser aprovado por alguém que pode ou não aprovar com base em suas próprias conclusoes..
    Dessa forma continua indo contra os interesses dos cidadãos e a favor da industria belica nacional que em alguns pontos deixa muito a desejar

    Gerson Rosa Junior

    dezembro 19, 2015 at 7:33 pm

  28. Otimo saber. Obrigado pelo esclarecimento.

    Daniel Prosini

    dezembro 19, 2015 at 7:25 pm

    • Sugiro ler os comentários aqui postados.

      A proposta do Deputado restringe o direito de importação, e o condiciona à autorização do Exército, o que já ocorre atualmente, e, na prática, implica na quase proibição, uma vez que as autorizações são escassas e extremamente demoradas, o que ocasiona os valores absurdos das raras armas importadas disponíveis no mercado.

      Além do exposto, devido à inacessibilidade a produtos de melhor qualidade, as fabricas nacionais se contentam em disponibilizar ao mercado brasileiro produtos medíocres, de qualidade, no mínimo, duvidosa.

      José

      dezembro 20, 2015 at 11:08 am

  29. A proibição a importação é errada de qualquer maneira. O pretexto de “proteção a industria nacional” faz com que fiquemos sujeitos a qualquer coisa que seja “parecida” com as fabricadas no exterior. Parecidas mas de péssima qualidade. O livre mercado é que deve regular estas escolhas e não o governo. Por isso vemos frequentemente o exército “barrando” a importação de armas centenas de vezes melhores que as fabricadas no país e igualmente vemos tantas mortes por falha desta armas nacionais. Chega de protencionismo, que vença a melhor!

    Carlos Orestes Leite

    dezembro 19, 2015 at 7:13 pm


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