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Liberdade | Democracia

Chega de dar segurança para bandido

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Nos últimos anos, o que tem se visto no Brasil é uma completa inversão de valores que coloca os brasileiros e brasileiras de bem subjugados à criminalidade e expostos a uma insegurança pública sem precedentes. Existe uma guerra diária e as pessoas estão à mercê e sendo subjugadas pela criminalidade. As pessoas estão desprotegidas. É hora de nos unirmos e dar um basta a tanta violência. E o parlamento tem o dever de dar respostas, dentro do nosso dever cívico.

Pra que isso ocorra, é preciso enfrentar. E colocar, acima de tudo, o interesse das pessoas.

Não é possível que um policial, que saca uma arma contra um bandido, precise pensar duas ou três vezes se deve ou não defender a sociedade, por medo de punição. E ela vem: com a retirada da arma, com o processo, chega a ficar sem a sua diária de alimentação, que na maioria das vezes, funciona como complemento do baixo salário que ele ganha. E antes que venham os tais defensores dos direitos da bandidagem nos acusar de qualquer coisa, que fique claro: a exclusão de ilicitude só poderá ser feita quando comprovado que se trata de um confronto entre polícia e bandido.

Outra coisa que precisa acabar neste país é a glamourização do bandido: além do policial sofrer as consequências por cumprir o seu dever, muitas vezes sai na imprensa: Policial atira em fulano, sicrano. E, pasmem, não faz muito tempo, chegamos a ver “bandido atira em policial em legitima defesa”. Não! O que que é isso?

Quem precisa de proteção é o cidadão de bem. A imensa maioria dos brasileiros. Vamos encarar o debate de forma honesta.  Isso vale também para a questão do Estatuto do Desarmamento. No discurso, o objetivo era “reduzir a criminalidade” e nós alertávamos que isso não iria acontecer. Porque é uma farsa desde o início. Nunca passou de uma arma de controle social na mão de governos autoritários disfarçados de democráticos.

Agora cabe a nós acabar com essa excrescência e tirar da porta da casa de cada família, de cada comércio, aquela placa imaginária: Pode entrar. Aqui não temos como nos defender.

É preciso respeitar e fazer valer a vontade do povo brasileiro, que deu o recado em alto e bom som no referendo de 2005:  7 em cada dez brasileiros votaram pelo direito à legítima defesa. De lá pra cá, todos os governos desrespeitaram essa vontade e, pior, seguem tentando restringir esse direito. Como se o mais importante fosse dar segurança aos bandidos, com a certeza que está todo mundo desprotegido.

Vamos fazer andar a redução da maioridade penal. Já aprovamos aqui porque trouxemos equilíbrio à proposta. O que já votamos aqui, e o Senado precisa tocar, separa o menor infrator, dos verdadeiros criminosos que hoje se escondem atrás do ECA pra cometer atrocidades, onde a vida humana é desprezada. Mais um triste exemplo tivemos agora na fronteira do Rio Grande, em Uruguaiana, mais um caso. Um jovem não quis entregar seu celular e foi morto a facadas. Entre seus assassinos, um “dimenor”. Que logo ali na frente vai cumprir as tais medidas sócio-educativas e vai sair de ficha limpa!  Como tantos outros.

Aliás, falando nisso, outra situação que precisa ser enfrentada é o regime de progressão de pena. Ora, alguém que matou um pai, uma mãe de família, por exemplo, não pode ter direito a progressão cumprindo apenas 1/6 da pena. É um absurdo. A vítima e sua família estão condenadas a uma vida inteira de dor. E um assassino fica um tempinho e já está na rua de novo. Chega. Basta. Precisa cumprir no mínimo ¾ da pena antes que se pense em voltar ao convívio da sociedade.

O Congresso Nacional tem o dever de enfrentar. Porque a cada dia que passa, o número de vítimas aumenta. Vamos deixar de lado vaidades, ideologias e qualquer outra coisa que não seja o interesse da sociedade.

Cabe aos governos dar a estrutura para que as forças de segurança possam trabalhar. Mas cabe a nós debater de forma honesta, para tapar as brechas que a lei dá para aqueles andam à margem dela.

Chega de se preocupar com o lado errado.

O Brasil precisa voltar para o rumo. A guinada à esquerda produziu insegurança e tragédias diárias.

Passou da hora de desentortar este país. Temos o dever de dar a nossa contribuição. Os projetos de lei estão todos aí. Prontos para serem debatidos e levados a voto. Só depende de nós.

Não há mais lugar neste país que não tenha pais e mães de família, filhos… que durmam em paz. Isso precisa ter fim.

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