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Archive for the ‘apagão da infraestrutura’ Category

Delta recebeu mais de R$ 884 milhões do governo federal, é maior empreiteira do PAC #laranja #deltagate #pizzanão

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Por que as obras do Brasil são empacadas????

Não me considero um rebelde, mas não posso aceitar que o relatório da CPI, feito pelo deputado petista Odair Cunha, ignore as oitivas e as informações enviadas para a CPMI. Não podemos calar diante do que me parece o maior esquema de corrupção já flagrado no Brasil, um esquema que supera em muitas vezes o mensalão e envolve governos de todas as esferas em praticamente todo o território nacional. Isto tem que ser investigado e trazido à tona para que a opinão pública saiba por que as obras do Brasil são empacadas. O Brasil já foi capaz de construir uma capital em 4 anos, hoje em 10 anos não consegue reformar aeroportos, manter estradas e erguer viadutos. As informações enviadas a CPMI do Cachoeira são parte da explicação sobre por que as obras do Brasil são tão caras e lentas. Uma ponte no Brasil chega a custar 200 vezes mais do que em outros países. O brasileiro paga altos impostos e não consegue retorno por eles por que está havendo um desvio gigantesco de recursos, e o governo quer abafar o caso. Segue a reportagem da Agência Senado compartilhada pelo portal Brasil247. 

CPI: ONYX É O PRIMEIRO REBELDE CONTRA ODAIR

Deputado Onyx Lorenzoni (DEM) é o primeiro a protocolar voto em separado na CPI do Cachoeira. Reunião para votação do relatório final de Odair acontece na próxima terça. Onyx diz que documento apresenta-se fora de foco e também afirma que CPI não aprofundou nas relações mantidas entre a construtora Delta e governo federal

A CPI mista que investiga as relações criminosas de Carlinhos Cachoeira vai se reunir na próxima terça-feira (11) para votar o relatório final do deputado Odair Cunha (PT-MG). O primeiro voto em separado já foi protocolado na secretaria da comissão pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), insatisfeito com a condução dos trabalhos por parte da relatoria.

Para Lorenzoni, a maioria na CPI “acovardou-se” ao não permitir o avanço nas investigações sobre o esquema de desvio de dinheiro público com a participação da construtora Delta.

Em seu voto em separado, o parlamentar do DEM alega que o relatório de Odair Cunha, apesar de ter mais de 5 mil páginas, apresenta-se fora de foco e totalmente dissociado da farta quantidade de provas que chegou à comissão.

Seria necessária uma atitude proativa da comissão para perceber que, mais do que o sr. Carlos Cachoeira, o grande problema a ser enfrentado pela CPMI seria o de aprofundar o exame das relações entre a Delta e os governos de todas as esferas”, informa o voto em separado.

Onyx Lorenzoni destacou em seu texto que em 2011 a Delta recebeu mais de R$ 884 milhões do governo federal, tornando-se a maior empreiteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo ele, dados provenientes de quebras de sigilo revelam uma série de operações suspeitas, ocorridas principalmente em meses eleitorais.
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A necessidade de investigação de um grupo de empresas consideradas de fachada e que teriam recebido dinheiro da construtora Delta também tem sido reivindicada pelos senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodruigues (PSOL-AP). Este último, inclusive, também já anunciou que apresentaria um voto em separado, com o resultado da investigação paralela feita por sua assessoria técnica.

Polêmica

O deputado Odair Cunha leu um resumo de relatório numa reunião tumultuada no dia 23 de novembro. Pressionado, mudou seu texto e retirou o pedido de investigação contra o procurador-geral, Roberto Gurgel, e o indiciamento de cinco jornalistas, entre os quais, Policarpo Júnior, da Veja em Brasília.

As divergências são muitas. Integrantes do PSDB, por exemplo, não concordam com a recomendação do relator pelo indiciamento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e dizem considerar o relatório um instrumento de ataque político.

Odair Cunha não comenta o teor do texto a ser votado, mas a assessoria dele informou que o deputado tem conversado com integrantes da CPI, discutindo possíveis sugestões ao seu documento.

Na última reunião da CPI, ele disse que as sugestões poderiam ser enviadas pelos parlamentares até o dia da leitura, mas destacou que tem prerrogativa para aceitá-las ou não. A votação está marcada para as 10h15, na sala 2 da Ala Nilo Coelho.

Pontos polêmicos do relatório de Odair Cunha, com votação prevista para 11/12:

* Ministério Público: Pedido de investigação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel desagradou a vários parlamentares. O relator sugeriu ao Conselho Nacional do Ministério Público que apure a possível omissão dele em relação à Operação Vegas, conduzida pela Polícia Federal.

* Jornalistas: Também desagradou a parte dos parlamentares o indiciamento do jornalista da Veja Policarpo Júnior por formação de quadrilha. Para o relator, ele teria “extrapolado o limite da relação entre fonte e jornalista”.

* Laranjas: Quase meio bilhão foi repassado pela construtora Delta a empresas consideradas laranjas, e a CPMI só quebrou o sigilo de 20% delas.

* Requerimentos: Os trabalhos da comissão terminaram e mais de 600 requerimentos de convocação e quebras de sigilo nem sequer foram analisados.

* Governadores: Apesar da proximidade entre o dono da Delta, Fernando Cavendish, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), não houve investigação sobre o assunto.

* Cavendish: Foi indiciado apenas por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O relatório não lista outros crimes que teriam sido cometidos pelo dono da Delta, que sequer teve o sigilo bancário quebrado.

* Contas no exterior: Carlinhos Cachoeira teria contas fora do país, fato que não chegou a ser apurado pela comissão.

* Caixa 2 do PT: O ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot confirmou que atuou junto a empreiteiras para pedir recursos para campanha do PT, mas o assunto não foi levado adiante pela comissão, para revolta de opositores do governo.

Autor: Agência Senado

Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/87418/CPI-Onyx-%C3%A9-o-primeiro-rebelde-contra-Odair.htm 

O Brasil está desgovernado (parte 2) @JC_RS @JornalOGlobo

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(Compartilhado do laketahoerealestateblog.com)

Crise mundial é uma perspectiva de mercados que sobem e descem, de ciclos econômicos em que agentes destes mercados se reposicionam. O mercado brasileiro poderia ter se beneficiado deste reposicionamento promovido pela crise mundial iniciada na segunda metade da década passada, quando a bolha de especulação imobiliária norte americana estourou. A crise mundial é sintoma da falta de regulação do mercado e também da falta de responsabilidade de especuladores, sempre foi um fator dúbio para o mercado brasileiro, se por um lado nossos compradores estariam com sua capacidade de aquisição de commoditties comprometida, por outro lado a demanda crescente de grãos, que agora também são combustível, de alimentos e metais transforma o Brasil na legítima bola da vez. Todos os ciclos econômicos brasileiros, calcados na exportação de commodities produzidos no setor primário agrícola e mineral, tem alta e baixa, e a baixa acontece quando outros produtores resolvem competir, reduzindo preços e dividindo lucros com outros produtores e exportadores. Ou os dirigentes brasileiros se conscientizam que estamos perdendo um momento histórico da economia mundial, que está ainda nos beneficiando, ou perderemos definitivamente o trem da história dos ciclos econômicos pela falta de competência e visão de nossas lideranças políticas. O Brasil poderia estar dominando mercados como o do biocombustível, para isso precisaria haver planejamento, diversificação da matriz do biocombustível, implementação em escala de novas tecnologias de destilação e produção de biocombustível com modelos descentralizados, estes modelos de produção descentralizada são muito conhecidos do agronegócio, por exemplo no setor leiteiro e de produção aviária e suína, em que muitas pequenas unidades juntas produzem um grande volume que atende grandes demandas. Arroz, milho, batata, uma enorme variedade de oleaginosas poderiam ser transformados em biocombustível em unidades micro e pequenas unidades espalhadas pelo Brasil todo, mas a miopia do (dês)governo Lula/Dilma preferiu especular, preferiu usar a Petrobrás como braço político, prefere importar etanol do EUA, prefere sucatear a Petrobrás, aparelhar os quadros de suas empresas com companheiros e companheiras. Definitivamente não se combate a miséria esquecendo de planejar safras e sua comercialização, falhando em abastecer mercados, dificultando a vida de produtores. Segue a reportagem do Jornal do Comércio sobre a perda de valor de empresas devido a crise mundial das bolsas.

(Compartilhado do Facebook de MacNoll Brasil Verdade)

A crise da dívida na Europa, o baixo crescimento da economia americana e as incertezas sobre a China fizeram 13 companhias dos EUA, do Brasil e do México perderem mais de US$ 10 bilhões em valor de mercado na Bolsa entre o fim de 2011 e o dia 26 de outubro deste ano. Juntas, essas companhias perderam US$ 193,3 bilhões. O levantamento foi feito pela consultoria Economática, que acompanha os números de 1.948 empresas da América Latina e dos Estados Unidos. Entre as que mais perderam valor, quatro empresas são brasileiras, oito são americanas e uma é do México.

De acordo com a análise da Economática, a maior queda da amostra é da Conocophillips, empresa americana do do setor de petróleo e carvão, que teve queda de US$ 27,1 bilhões no valor de mercado. A empresa latina com a maior perda na Bolsa é a OGX, que viu seu valor de mercado encolher US$ 16,3 bilhões de janeiro até a semana passada.

Segundo o levantamento da Economática, as outras brasileiras da lista são a Vale, Petrobras e Itaú Unibanco, que já divulgaram seus balanços relativos ao terceiro trimestre. O lucro líquido da Vale foi de US$ 1,6 bilhão, queda de 66,2% em relação ao mesmo período de 2001. A Petrobras lucrou R$ 5,5 bilhões, 12,1% a menos do que no mesmo período do ano passado e o Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 3,4 bilhões, uma queda de 13% em relação ao terceiro trimestre de 2001. De acordo com a Economática, o retorno sobre o investimento (ROE) de 12 meses em setembro de 2012 da Petrobras e ItauUnibanco são os menores desde a década de 1990. Já o retorno sobre investimento da Vale equivale aos números do segundo trimestre de 2010.

“Na prática, essas empresas estão remunerando menos os acionistas”, avalia Einar Rivero, da Economática.

Percentualmente, entre as treze empresas com perda de valor superior a US$ 10 bilhões na Bolsa, a OGX é a companhia que teve a maior baixa, com queda de 69,5% do seu valor de mercado este ano. No fim de 2011, a empresa tinha valor de mercado de US$ 23,4 bilhões contra US$ 7,1 bilhões no dia 26 de outubro deste ano.

A Petrobras é a empresa com a menor queda percentual da lista elaborada pela Economática, com queda de 6,6%. No final de 2011, o valor de mercado da Petrobras era de US$ 155,4 bilhões contra US$ 145,1 bilhões no dia 26 de outubro. A Vale teve queda de 11,7% no valor de mercado (de US$ 105,5 bilhões para US$ 93,1 bilhões) e o Itaú Unibanco apresentou redução de14,4% no valor de mercado, que passou de de US$ 73,2 bilhões no fim de 2011 para US$ 61,7 bilhões na semana passada.

Veja as empresas que mais perderam valor de mercado entre o fim de 2011 e o último dia 26 de outubro:

Empresa/Perda (em bilhões de US$)

OGX Petróleo (Petróleo e gás/Brasil) 16,3

Elektra Gpo (loja de departamentos/México) 14,0

Hewlett-Pacakard (computadores/EUA) 23,4

Dell (computação/EUA) 10,2

Mondelez Internacional (alimentos/EUA) 18,8

Conocophillips (petróleo e carvão/EUA) 27,1

Shire Pharm (remédios/EUA) 10,8

McDonalds (alimentos/EUA) 15,2

Itaú Unibanco (banco/Brasil) 10,5

Occidental Petrol (petróleo e gás/EUA) 10,9

Vale (mineração/Brasil) 12,3

Intel (componentes eletrônicos/EUA) 13,6

Petrobras (petróleo e gás/Brasil) 10,2

Autor: Agência O Globo

Fonte: Jornal do Comércio

O apagão moral anulou a confiabilidade do governo federal #energia #apagão @Estadao

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(imagem compartilhada do blog ucho.info)

Apagão da energia elétrica, apagão dos combustíveis, apagão da saúde, apagão da educação infantil, na verdade estes apagões são o sintoma do apagão moral que infestou por completo a administração federal aparelhada, partidarizada e a serviço de um projeto de poder que não se sintoniza com o interesse público e que não tem compromisso com o cidadão contribuinte.  Quando o filho de Zé Dirceu nos pergunta “Ter vergonha do que?” isto é emblemático da mentalidade que vige no grupo que hoje comanda o Brasil. O importante para este grupo é ter muito dinheiro para gastar em campanhas bilionárias, colocar afiliados de seu partido e dos partidos aliados em cargos bem remunerados nas empresas da qual o governo é sócio, criar muitos cargos nos ministérios para acomodar uma enorme quantidade de afiliados. Não existe salinha em Brasília que não tenha um CC companheiro ou companheira para contemplar a incompetência petista e intermediar os negócios com o governo. O TCU em relatório de junho deste ano já havia alertado para o quadro alarmante da energia. Neste relatório o TCU mencionou repetidamente problemas nas concessões do setor elétrico, apontava também para a falta de planejamento; ainda não haviam sido definidas as diretrizes que norteariam a renovação de contratos que expiram em 2015. Estes contratos envolvem 37 das 63 distribuidoras de energia do país, ou seja,  18% de toda a geração de energia elétrica do país e 84% da rede básica de transmissão. O relatório salientava para a falta de diagnósticos e objetivos acurados, com a identificação adequada das necessidades de cada área e das ações que poderiam contribuir para atendê-las. Pelo visto o relatório não chamou muito a atenção do ministério e da “presidenta incompetenta”. O mesmo DNA de inconsequência, falta de responsabilidade que se vê no trato com o setor elétrico se replica em vários outros setores que simplesmente não estão sendo pensados e planejados para que a população, que paga os mais altos impostos das Américas, tenha retorno em serviços pelo dinheiro subtraído compulsoriamente de seu bolso. O PT age como a política fosse um mero jogo de quem tem mais poder e o único foco fosse manter-se no poder. Mas não é isto, em uma democracia o objetivo da política não é a mera disputa, o objetivo deveria ser representar o eleitor e seus interesses. A população, que participa muito pouco deste jogo de disputa pelo poder,  está sendo esquecida, quando na verdade todo o sentido de existir de Estado, dos governos e seus representantes é dar assistência às pessoas que, repita-se, pagaram caro por isso. Esta inversão de valores acaba gerando cenários como o que estamos vendo no Brasil, uma economia pujante com ativos valorizados de forma crescente no mundo todo, mas que não consegue entregar para seus cidadãos hospitais, escolas, estradas, saneamento e energia. Segue a excelente reportagem de Eduardo Rodrigues para a Agência Estado em que o ministro Zimmermann admite que não há confiabilidade no sistema elétrico. Será o sistema que não é confiavel?

Sequência de apagões não é normal, admite Ministério de Minas e Energia

Ministro Zimmermann disse que o sistema elétrico brasileiro é um dos mais seguros do mundo, mas teve diminuição da confiabilidade no último mês

BRASÍLIA – Pela primeira vez, o Ministério de Minas e Energia (MME) admitiu que a sequência de quedas de energia, que têm afetado diversas regiões do País nas últimas semanas, pode não se tratar apenas de coincidências. O ministro interino, Márcio Zimmermann, disse há pouco que esse tipo de evento “não é normal” e que “essas coincidências são menos ainda”. Na madrugada desta sexta-feira, um apagão atingiu estados do Nordeste e do Norte do País.

“Já é a terceira semana seguida em que isso acontece e vamos tomar todas as providências para análise do que ocorreu”, disse o ministro interino ao chegar ao MME para reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), marcada para às 11 horas. Segundo Zimmermann, o problema de hoje ocorreu em uma linha de transmissão da Cemig, entre as cidades de Colinas e Imperatriz, ambas no Maranhão. O problema teria ocorrido, segundo ele, em uma chave seccionadora de um banco de capacitores.

“O sistema elétrico brasileiro é um dos maiores do mundo e é muito seguro, mas tivemos uma diminuição dessa confiabilidade no último mês”, completou o ministro interino. “Estas ocorrências têm sido registradas sempre com uma falha de equipamento e com a não atuação da primeira proteção, levando a eventos de grandes proporções”, concluiu.

Ainda de acordo com Zimmermann, técnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estão se dirigindo para a subestação de Imperatriz para obter mais dados sobre a falha de hoje.

Autor: Eduardo Rodrigues, da Agência Estado
Fonte: jornal O Estado de São Paulo

(compartilhado do resistenciaufscar.blogspot.com)

#ApagãoGeral: para onde foi o dinheiro da segurança, saúde e educação?

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Este é o Brasil sem miséria? (Foto: do Facebook)

PARA ONDE FOI O DINHEIRO DA SEGURANÇA, SAÚDE E EDUCAÇAO?

Os anos Lula/Dilma já podem ser intitulados como os anos do colapso da segurança, saúde e educação brasileiras. Um período muito paradoxal em que mesmo o Brasil sendo ajudado por um contexto favorável da economia internacional, em que nossos produtos se valorizaram várias vezes, catapultando nossa economia para uma situação de superávit, vemos o colapso extensivo de serviços indispensáveis para a população. Sucateamento de universidades, achatamento da qualidade da educação, hospitais sem condições de prática da medicina, forças de segurança encurraladas por traficantes, exploradores do sexo e mafiosos que têm a audácia de comprar governantes e parlamentares para avançarem sobre recursos públicos.

A corrupção brasileira, fato que já invadiu inclusive o âmbito da opinião pública internacional, está diretamente ligada a este sucateamento de serviços básicos, pelos quais os cidadãos pagaram altíssimos impostos em adiantamento a prestação de tais serviços. Entre 80 a 100 bilhões de reais foram drenados nos anos de Lula/Dilma por esquemas como o que está sendo julgado agora pelo STF, o vulgo Mensalão, entre outros esquemas  ainda em funcionamento e que estão sendo investigados, como o caso da Delta e do chefe de máfia Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira.

Estes desvios de dinheiro público amealham os recursos que faltam no saneamento básico, que precisaria de 22 bilhões para ser “consertado”, segundo cálculo do próprio governo, ou da saúde pública, que precisaria de 40 bilhões por ano para conseguir funcionar em patamares normais. Por conta da corrupção o governo Lula/Dilma está conseguindo jogar fora um dos melhores momentos da história econômica do Brasil, momento em que deveríamos estar concentrando esforços na melhoria da infra estrutura e na qualificação profissional de nossa gente, para darmos de uma vez por todas o salto que nos levaria definitivamente para o grupo dos países desenvolvidos. Mas, isto não está acontecendo. Muito pior, vemos os mentores destes esquemas criminosos entre as pessoas mais ricas do Brasil e do mundo, livres, gozando desta riqueza e se perpetuando no poder. Mesmo que a justiça esboce reação, e que a sociedade fique indignada com tantas e recorrentes situação de degradação humana e social incompatíveis com o níveis de riqueza produzidas no Brasil, esta resposta tem que vir de outra forma, e a melhor forma são as urnas. Por isso peço a todos que pensem e repensem  sobre estes fatos na hora de definir seu voto.

CLIQUE AQUI E ASSISTA NO YOUTUBE A ENTREVISTA QUE DEI A PAULO HENRIQUE AMORIN, DA TV RECORD.

Link do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=6O9Ojq4BBhk&feature=colike

(Fonte: YouTube)

#MARACUTAIA #RDC para obras do #PAC, querem tirar a licitude e transparência das licitações.

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Entendem por que o Brasil está em uma crise de infra estrutura que compromete seu crescimento econômico bem como a segurança e a vida dos cidadãos brasileiros? O PAC, está emPACado, não anda, e querem por a culpa nas licitações, que já tem uma fórmula muito boa e que dificultava superfaturamentos. Agora querem licitações sem transparência, a portas fechadas. Vai ser uma farra de superfaturamentos e rios de dinheiro para parceiros de negócios do PT. O jeitinho é assim: primerio enrola a obra até que todos os prazos estourem, então tenta fazê-la a toque de caixa por custos estratosféricos em licitações sem transparência. É muita falta de vergonha na cara! Não vamos compactuar com essa MARACUTAIA.

Contrabando em MP amplia licitação simplificada

Governo negocia emenda em MP para permitir que o RDC, um novo regime de contratação menos complicado criado para a Copa, seja usado também em obras do PAC, escolas, creches, quadras esportivas e postos de saúde

O governo federal quer ampliar o uso das licitações simplificadas, o polêmico Regime Diferenciado de Contratação (RDC), para construir e reformar escolas, creches, quadras, e postos de saúde, além de tocar as grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para tanto, pretende valer-se de um expediente que se tornou rotineiro e igualmente polêmico: a inclusão de emendas em medidas provisórias com assuntos inteiramente diversos do propósito original, os chamados “contrabandos”.

Aprovado no ano passado e questionado no Supremo Tribunal Federal porque, para o Ministério Público, abre brechas para “graves desvios de verbas”, o sistema de compras hoje é permitido apenas para serviços e obras relacionados à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. Ao contrário da opinião do Ministério Público, o governo entende que o RDC reduz o preço das obras em até 15% e, por isso, quer estendê-lo a outros projetos além daqueles vinculados à Copa e aos Jogos Olímpicos.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, entregou uma emenda à Medida Provisória 556/11, cujo relator é o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). O deputado disse ao Congresso em Foco que pretende acolher a permissão para mais obras usarem o RDC: “Isso tem lógica”. A previsão de seu gabinete é votar a MP esta semana no plenário da Câmara. Na sua proposta original, a medida provisória relatada por Jerônimo Goergen passa longe de versar sobre licitação de obras públicas. A sua ementa trata de isenções de impostos para vários setores da atividade econômica. Goergen, que brigou para manter e ampliar isenções de impostos, especialmente para setores ligados à produção agrícola, diz que boa parte de seus objetivos foi atingida na negociação com o Palácio do Planalto.

O relator diz que não haverá “contrabando” na MP apesar de o assunto obras não fazer parte da redação original, que tratava de tributos. “Chequei isso e meu consultor designado confirmou que pode”, disse o deputado ao site.

A reportagem tentou contato com assessores de Ideli na sexta-feira (11) e no fim de semana, mas não conseguiu. Há dez dias, a ministra disse à agência Radioweb que “há boas possibilidades de aprovar” a inclusão do PAC no sistema de licitações simplificadas. “O RDC diminui o tempo e diminui também o custo da obra, pelos lances mais baixos que as empresas acabam dando na licitação”, disse Ideli à agência. “Isso vai agilizar em muito as obras em todo o Brasil, o que é muito importante.”

Em pronunciamento na noite de domingo (13), no Dia das Mães, a presidente Dilma Rousseff lembrou da construção de creches, parte do programa Brasil Carinhoso, para retirar da pobreza crianças de 0 a 6 anos de idade. “Vamos construir novas creches e, especialmente, ampliar e estimular convênios com entidades públicas e privadas”, afirmou a presidente. Acelerar essas obras com o RDC facilitaria a execução do programa anunciado.

Leilão às avessas

A razão pela qual o governo defende que o RDC baixa o custo das obras é que ele permite que o governo feche uma grande obra, em todas as suas etapas, com uma empresa só, evitando “jogo de empurra” entre os fornecedores, e permite que os concorrentes façam lances para baixar os preços oferecidos, numa espécie de leilão às avessas.

Mas os procuradores do Ministério Público, críticos do RDC, lembram que, ao contrário do que exige a Lei de Licitações, a nova modalidade não prevê a obrigatoriedade de um projeto básico para os empreendimentos serem licitados. Esse projeto básico é que estabelece as condições mínimas de uma obra, e é a partir dele que se torna possível fiscalizar se a sua execução segue o que estava previsto inicialmente. Sem ele, as ofertas das construtoras podem ser difíceis de comparar entre si. “É a partir [do objeto] que as propostas podem ser objetivamente comparadas”, afirmou o procurador geral República, Roberto Gurgel. Além disso, fica impossível fiscalizar o que realmente foi feito ou não. Sem ele, a definição e comparação de preços pode ser arbitrária.

Licitação três vezes mais veloz

Ao contrário do Ministério Público, o governo entende que o RDC vai beneficiar os cofres públicos. Uma apresentação do Ministério da Fazenda a líderes no Congresso analisou seis obras em aeroportos administradas pela Infraero e com uso do novo sistema. O documento diz que as licitações ficaram três vezes mais rápidas. A duração caiu de 250 dias em média para 80 dias.

O preço dos empreendimentos também caiu. “Nessa amostra, o desconto médio obtido nas propostas vencedoras foi de 15%”, informou o documento da Fazenda. “Em todos os casos houve redução de lances após as propostas iniciais.”

De acordo com a Fazenda, nem todas as obras do PAC poderão usar o RDC. Estão excluídas as obras antigas, aquelas em andamento. Ainda assim, mais de 8 mil obras se beneficiariam do novo sistema. A contratação integrada – que deixa a obra inteira na mão de uma única construtora – só poderá ser usada em empreendimentos com valor superior a R$ 37,5 milhões – cerca de 250 obras.

As obras menores, que não terão contratação integrada, são creches, pré-escolas, postos de saúde, obras de saneamento básico, Unidades de Pronto Atedimento (UPAs). Nessa conta, entrariam mais de 7.500 empreendimentos.

Entre as cerca de 250 grandes obras, que poderão usar a licitação simplificada e mesmo a contratação integral, estão a Hidrovia Tietê-Paraná, a adequação da BR-153 no Paraná, a duplicação da BR-381 em Minas Gerais, a Ferrovia de Integração do Centro-oeste e o metrô de Fortaleza (CE).

Repetição

Pelo texto da emenda enviada a Goergen pelo Palácio, o RDC poderá servir para “serviços de engenharia no âmbito do sistema público de ensino”, obras do PAC e em aeroportos a serem utilizados na Copa e nas Olimpíadas em capitais distantes até 350 km das sedes das competições, caso, por exemplo, de Goiânia. Mas, nesses casos, a emenda simplesmente repete o que já está no inciso 3º do primeiro artigo da lei do RDC.

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A LEI DO RDC – Regime Diferenciado de Contratação.

POR EDUARDO MILITÃO

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/contrabando-em-mp-amplia-licitacao-simplificada/

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.

Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos

Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011

RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).

Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.

No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.

Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.

Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).

No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.

Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm

Pacote para #indústria: #governo está admitindo que com os atuais impostos é impossível ter indústria

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Com o atual pacote para a indústria o (Des)Governo está simplesmente admitindo o que os empresários já sabem: COM ESTES IMPOSTOS NÃO TEM COMO MANTER AS INDÚSTRIAS ABERTAS. O que falta agora é a presidente Dilma cumprir a promessa de campanha e realmente fazer a tão esperada reforma tributária. O que já é promessa desde o governo de Lula, e sempre acaba abortada e substituída por ações pontuais e pacotes, como a que se relata abaixo na reportagem da UOL. O problema dos pacotes é que se beneficia alguns setores, algumas empresas mas o conjunto da economia continua sofrendo com uma carga tributária alta e cobrada de forma abusiva. De qualquer maneira além dos impostos mais altos do mundo,  de muita burocracia para exportar, da dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, o que é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO, ainda enfrentamos dificuldades com a produção de tecnologia, com a falta de mão de obra qualificada e com falta de  infra estrutura energética e de logística que possam atender a demanda caso a indústria cresça no Brasil.

Com novo pacote, governo deixa de arrecadar quase R$ 10 bi em um ano

O governo anunciou nesta terça-feira um pacote de estímulo à indústria nacional que envolve, entre outras medidas, corte de tributos. Com isso, deve deixar de arrecadar perto de R$ 10 bilhões em 12 meses.

“Com essas medidas, acreditamos que o Brasil terá o estímulo necessário para continuar na trajetória de crescimento”, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “É possível o Brasil crescer 4,5% (neste ano).”

De acordo com o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, o montante que o governo deixa de arrecadar em 12 meses se aproxima de R$ 10 bilhões. Só até o final deste ano, acrescentou Mantega, serão R$ 6,4 bilhões.

VEJA AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE ESTÍMULO ANUNCIADAS PELO GOVERNO

  • Redução de até 30 pontos percentuais no IPI de carros de montadoras que comprarem peças nacionais ou do restante do Mercosul e investirem em pesquisa e inovação.
  • Empresas deixam de pagar 20% de contribuição ao INSS, e Tesouro Nacional banca eventual rombo da Previdência. No lugar dos 20%, as empresas pagarão de 1% a 2,5% sobre o faturamento. Essa taxa não será cobrada na exportação, mas incidirá na importação.
  • Redução de Imposto de Importação, IPI e PIS e Cofins em equipamentos e investimentos em portos e ferrovias
  • Adiamento do pagamento de PIS e Cofins para cinco setores industriais com mais dificuldades: autopeças, têxtil, confecção, calçados e móveis. As empresas deixam de pagar os impostos em abril e maio e pagarão em novembro e dezembro. Isso deixa as empresas com um pouco mais de dinheiro em caixa por agora.
  • Incentivos no Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas que contribuam com entidades de pesquisa sobre o câncer.
  • Instalação de 19 câmaras de competitividade, tendo como conselheiros empresários e trabalhadores. Entre os setores estão: saúde, bens de capital, mineração etc.
  • Levar banda larga à metade das casas nas cidades até 2014 e 15% das casas na área rural. Atingir 60 milhões de acessos individuais à internet móvel e aumentar uma rede nacional de banda larga de 11 mil para 30 mil km até 2014
  • Compras do governo darão prioridade a produtos nacionais, em áreas como remédios e retroescavadeiras
  • Financiamento à exportação aumenta de R$ 1,24 bilhões para R$ 3,1 bilhões
  • Redução de IPI e PIS/Cofins em equipamentos nacionais e obras de infraestrutura em telecomunicação e internet de banda larga
  • Suspensão de IPI PIS/Pasep, Cofins e Cide de fabricantes de notebooks para o programa “Um computador por aluno” (para estudantes da rede pública)
  • Criação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) para apoiar inovação, com validade até dezembro de 2013. Aporte de R$ 45 bilhões do Tesouro para o BNDES (banco oficial de financiamento de empresas)
Fonte: Ministério da Fazenda

Entre as medidas, o governo cortou impostos sobre a folha de pagamento para 15 setores, considerados de mão de obra intensiva. Com isso, eles deixarão de pagar alíquota de 20% sobre a folha de pagamento e passarão a arcar com alíquota entre 1% e 2,5% sobre o faturamento.

O governo também adiou o recolhimento do PIS/Cofins de abril e maio para novembro e dezembro de 2012 para alguns setores.

Para indústria paulista, faltam ‘medidas essenciais’
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, criticou o pacote anunciado pelo governo. Para ele, faltou tratar “medidas essenciais”, como o custo da energia.

“A questão cambial, que é fundamental para a competitividade da indústria, também permanece (em aberto)”, afirmou ele, acrescentando que, na quarta-feira deve haver uma manifestação em São Paulo organizada pela Fiesp para chamar a atenção para o que chamou de desindustrialização do Brasil.

(Com informações da Reuters)

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