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Archive for the ‘Carlos Cachoeira’ Category

Delta recebeu mais de R$ 884 milhões do governo federal, é maior empreiteira do PAC #laranja #deltagate #pizzanão

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Por que as obras do Brasil são empacadas????

Não me considero um rebelde, mas não posso aceitar que o relatório da CPI, feito pelo deputado petista Odair Cunha, ignore as oitivas e as informações enviadas para a CPMI. Não podemos calar diante do que me parece o maior esquema de corrupção já flagrado no Brasil, um esquema que supera em muitas vezes o mensalão e envolve governos de todas as esferas em praticamente todo o território nacional. Isto tem que ser investigado e trazido à tona para que a opinão pública saiba por que as obras do Brasil são empacadas. O Brasil já foi capaz de construir uma capital em 4 anos, hoje em 10 anos não consegue reformar aeroportos, manter estradas e erguer viadutos. As informações enviadas a CPMI do Cachoeira são parte da explicação sobre por que as obras do Brasil são tão caras e lentas. Uma ponte no Brasil chega a custar 200 vezes mais do que em outros países. O brasileiro paga altos impostos e não consegue retorno por eles por que está havendo um desvio gigantesco de recursos, e o governo quer abafar o caso. Segue a reportagem da Agência Senado compartilhada pelo portal Brasil247. 

CPI: ONYX É O PRIMEIRO REBELDE CONTRA ODAIR

Deputado Onyx Lorenzoni (DEM) é o primeiro a protocolar voto em separado na CPI do Cachoeira. Reunião para votação do relatório final de Odair acontece na próxima terça. Onyx diz que documento apresenta-se fora de foco e também afirma que CPI não aprofundou nas relações mantidas entre a construtora Delta e governo federal

A CPI mista que investiga as relações criminosas de Carlinhos Cachoeira vai se reunir na próxima terça-feira (11) para votar o relatório final do deputado Odair Cunha (PT-MG). O primeiro voto em separado já foi protocolado na secretaria da comissão pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), insatisfeito com a condução dos trabalhos por parte da relatoria.

Para Lorenzoni, a maioria na CPI “acovardou-se” ao não permitir o avanço nas investigações sobre o esquema de desvio de dinheiro público com a participação da construtora Delta.

Em seu voto em separado, o parlamentar do DEM alega que o relatório de Odair Cunha, apesar de ter mais de 5 mil páginas, apresenta-se fora de foco e totalmente dissociado da farta quantidade de provas que chegou à comissão.

Seria necessária uma atitude proativa da comissão para perceber que, mais do que o sr. Carlos Cachoeira, o grande problema a ser enfrentado pela CPMI seria o de aprofundar o exame das relações entre a Delta e os governos de todas as esferas”, informa o voto em separado.

Onyx Lorenzoni destacou em seu texto que em 2011 a Delta recebeu mais de R$ 884 milhões do governo federal, tornando-se a maior empreiteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo ele, dados provenientes de quebras de sigilo revelam uma série de operações suspeitas, ocorridas principalmente em meses eleitorais.
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A necessidade de investigação de um grupo de empresas consideradas de fachada e que teriam recebido dinheiro da construtora Delta também tem sido reivindicada pelos senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodruigues (PSOL-AP). Este último, inclusive, também já anunciou que apresentaria um voto em separado, com o resultado da investigação paralela feita por sua assessoria técnica.

Polêmica

O deputado Odair Cunha leu um resumo de relatório numa reunião tumultuada no dia 23 de novembro. Pressionado, mudou seu texto e retirou o pedido de investigação contra o procurador-geral, Roberto Gurgel, e o indiciamento de cinco jornalistas, entre os quais, Policarpo Júnior, da Veja em Brasília.

As divergências são muitas. Integrantes do PSDB, por exemplo, não concordam com a recomendação do relator pelo indiciamento do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e dizem considerar o relatório um instrumento de ataque político.

Odair Cunha não comenta o teor do texto a ser votado, mas a assessoria dele informou que o deputado tem conversado com integrantes da CPI, discutindo possíveis sugestões ao seu documento.

Na última reunião da CPI, ele disse que as sugestões poderiam ser enviadas pelos parlamentares até o dia da leitura, mas destacou que tem prerrogativa para aceitá-las ou não. A votação está marcada para as 10h15, na sala 2 da Ala Nilo Coelho.

Pontos polêmicos do relatório de Odair Cunha, com votação prevista para 11/12:

* Ministério Público: Pedido de investigação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel desagradou a vários parlamentares. O relator sugeriu ao Conselho Nacional do Ministério Público que apure a possível omissão dele em relação à Operação Vegas, conduzida pela Polícia Federal.

* Jornalistas: Também desagradou a parte dos parlamentares o indiciamento do jornalista da Veja Policarpo Júnior por formação de quadrilha. Para o relator, ele teria “extrapolado o limite da relação entre fonte e jornalista”.

* Laranjas: Quase meio bilhão foi repassado pela construtora Delta a empresas consideradas laranjas, e a CPMI só quebrou o sigilo de 20% delas.

* Requerimentos: Os trabalhos da comissão terminaram e mais de 600 requerimentos de convocação e quebras de sigilo nem sequer foram analisados.

* Governadores: Apesar da proximidade entre o dono da Delta, Fernando Cavendish, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), não houve investigação sobre o assunto.

* Cavendish: Foi indiciado apenas por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O relatório não lista outros crimes que teriam sido cometidos pelo dono da Delta, que sequer teve o sigilo bancário quebrado.

* Contas no exterior: Carlinhos Cachoeira teria contas fora do país, fato que não chegou a ser apurado pela comissão.

* Caixa 2 do PT: O ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot confirmou que atuou junto a empreiteiras para pedir recursos para campanha do PT, mas o assunto não foi levado adiante pela comissão, para revolta de opositores do governo.

Autor: Agência Senado

Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/87418/CPI-Onyx-%C3%A9-o-primeiro-rebelde-contra-Odair.htm 

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#CPMI: Vamos contestar o relator e preencher as falhas e lacunas em relatório independente a #PGR

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Relatório paralelo da CPMI colocará Cabral e o Judiciário do Rio como alvos

O grupo de parlamentares independentes que atua na CPMI do Cachoeira, continua disposto a contra atacar o relatório final oficial da CPMI a ser apresentado na terça-feira (20) pelo deputado Odair Cunha (PT-MG), na condição de relator da comissão.

O trabalho deste grupo que inclui os senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Pedro Taques (PDT-MT), Pedro Simnon (PMDB-RS) e os deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Miro Teixeira (PDT-RJ), surgirá a partir da quarta-feira, um dia depois de ser apresentado o relatório oficial, com a divulgação de uma representação ao Procurador Geral da República, Roberto Gurgel.

A data foi escolhida justamente para que o documento dos independentes possa contestar e preencher as “falhas” e “lacunas” que os compromissos políticos do relator o impedirão de colocar no seu documento.

Assim, enquanto o documento oficial, segundo o que já vazou, proporá o indiciamento do governador de Goiás, Marconi Perillo e de alguns prefeitos goianos, o documento dos independentes terá maior profundidade, como prometeu Lorenzoni.

A partir de um levantamento feito, “com lupas”, nos documentos recebidos e, principalmente, nas quebras de sigilo que lhes foram encaminhadas, eles proporão o indiciamento de empresários, governadores e de outros políticos – “no plural”, esclareceu Lorenzoni – pelos crimes de corrupção ativa e passiva, indicando uma relação de delitos que descobertos.

Estas descobertas foram fruto de uma análise detalhada em cerca das 95% das operações de Delta nos últimos dez anos, em diversos estados. Com isto, mesmo nos casos em que não haja indícios suficientes para indiciamentos, será cobrada da Procuradoria da República o aprofundamento das investigações de alguns casos, notadamente no Rio de Janeiro.

Os políticos independentes entendem fundamental uma maior investigação nas relações entre o governador Sérgio Cabral e o presidente da Delta, Fernando Cavendish.

Querem uma fiscalização minuciosa nas obras realizadas pela construtora no estado, não apenas em contratos assinados com os Executivos governado por Cabral e, eventualmente, por Eduardo Paes e outros prefeitos, mas também do que foi contratado pelo Judiciário quando presidido por Luiz Zveiter e Manoel Alberto Rebêlo dos Santos.

Jornal do Brasil
Marcelo Auker

(Fonte: TERRA)

Fonte: http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2012/11/19/relatorio-paralelo-da-cpmi-colocara-cabral-e-o-judiciario-do-rio-como-alvos/

#PRORROGAÇÃO #CPI sem pizza: é preciso investigar a fundo. #Cachoeira #Delta #DNIT

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Prorrogação é importante para evitar pizza e investigar a fundo.

A prorrogação é fundamental. Se for mantido o acordo a prorrogação deve acontecer, o que estaria em discussão é o “quanto será prorrogado”.

Precisamos de 120 dias para conseguir incluir mais elementos no relatório que será aprovado pela CPMI e enviado para o MP. Pagot, funcionário do DNIT, já confessou em sessão da CPMI ao vivo na TV, que pediu dinheiro para a campanha de Dilma e ainda recebeu boletos dessas doações. Entre outros números alarmantes, constatados no material enviado a CPMI, 420 milhões de reais repassados a empresas laranja que operavam com a Delta. Isto tem que ser investigado mais a fundo pela CPMI, para que o relatório possibilite a que o MP realmente apure quem são os mentores deste esquema, a quem ele beneficia, de que maneira operou. Os desvios articulados com o intermédio de Cachoeira-Cavendish são gigantescos, fazem o mensalão parecer coisa de trambadinha. É preciso investigar a fundo! Segue abaixo a excelente reportagem do jornal Cruzeiro do Sul sobre a necessidade da prorrogação na CPMI que investiga o equema Cacheira-Cavendish.

Prorrogação da CPI do Cachoeira tem apoio no Senado

Contrariando o governo, a CPMI do Cachoeira obteve no Senado o apoio de 34 senadores – sete além do necessário – para prorrogar os trabalhos por mais 180 dias, como quer a oposição. Na Câmara, em um único dia, 80 deputados assinaram o requerimento estendendo a investigação até maio. O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) acredita que não haverá dificuldade em obter as 47 assinaturas que faltam. O problema é que as assinaturas restantes no Senado e na Câmara devem ser obtidas até o dia 4 de novembro quando termina o prazo inicialmente previsto para o término do funcionamento da CPMI.

O futuro da comissão será decidido na reunião marcada para a próxima terça-feira, dia 30, às 15 horas. Lorenzoni prevê que os governistas querem evitar “uma queda de braço e o confronto com a sociedade” que, segundo ele, resultará do fato de a CPI virar pizza. A ordem no Palácio do Planalto, no entanto, é outra, de encerrar o quanto antes as investigações.

O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR) afirma que transformar a CPMI em pizza, como quer o relator Odair Cunha (PT-MG), seria evidenciar a “ligação promíscua” do governo com a Construtora Delta. A empresa é a maior beneficiada por recursos do PAC,tendo recebido da União mais de R$ 3 bilhões desde o início do programa. O líder embasa suas suspeitas no bloqueio feito pela bancada governista contra os requerimentos para quebrar o sigilo bancário e fiscal de 29 empresas de fachada, suspeitas de atuarem como braços da Delta. Ele lembra que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou “movimentações atípicas” em todas essas empresas. Ou seja, elas não produzem nada, mas recebem e repassam altas somas de dinheiro.

Na avaliação do líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), há “indícios claros” de que essas empresas abasteceram partidos nas campanhas eleitorais de 2010, quando a presidente Dilma Rousseff foi eleita. “Tentam blindar o acesso para esconder caixas de campanha”, acusa. Ele lembra que o relator e o presidente da CPMI, Odair Cunha e senador Vital do Rego (PMDB-PB), vêm paralisando os trabalhos sob os mais variados pretextos. A última alegação de Cunha é a de que já dispõe de dados para fechar seu relatório. Procurado, Cunha não atende ao telefone. Como a investigação não avançou, Rubens Bueno supõe que o relator se contentará em repetir no relatório fatos já divulgados pela imprensa. A suspensão dos trabalhos resultou no acúmulo de 508 requerimentos que não foram votados, entre eles os 29 do líder tucano pedindo a abertura das contas das “laranjas” da Delta.

No início das atividades, a CPMI foi atendida pela Polícia Federal no pedido de disponibilizar três servidores para ajudar no trabalho de investigação. Como dois profissionais vieram das superintendências fora de Brasília, receberam do Senado diárias que totalizam R$ 101 mil, segundo levantamento da ONG Contas Abertas. A Comunicação Social da PF informa que os três delegados à disposição da comissão, Alexandre da Silveira Ibarrola e Christian Robert Wuestern, que receberam as diárias, e Cairo Costa Duarte foram indicados “em virtude da grande experiência que possuem em operações policiais complexas, notadamente em assuntos relacionados a crimes financeiros e lavagem de dinheiro”. O certo é que, por mais experiente que sejam, sem acesso a dados, eles nada puderam fazer. O Senado, que bancou as diárias, esconde os valores, a exemplo do que faz em todas as ocasiões em que se questiona o uso de dinheiro público. Mas avisa que, se depender da Casa, a CPMI pode prorrogar o quanto quiser os trabalhos porque não faltará dinheiro. “Mesmo com o pagamento das referidas diárias aos delegados federais e transcorridos quase seis meses de trabalho, a CPMI não consumiu todos os recursos financeiros que foram previstos em sua instalação”, informa a comunicação social da Casa. (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

Link:  http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=429729

(Fonte: Cruzeiro do Sul)

Muito há que ser investigado #CPMI #Cachoeira #Delta #DNIT

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Agora estamos colhendo as assinaturas, para que se prorrogue a CPMI do Cachoeira. A prorrogação é importante para que se possa ouvir testemunhas do esquema montado por Cachoeira e Cavendish, para que se possa requerer mais quebras de sigilos bancários e telefônicos dos envolvidos. Este esquema, pelo que  podemos avaliar até agora, já desviou mais de R$ 420 milhões para empresas laranja ligadas a Delta, isto faz o Valerioduto e o mensalão parecerem coisa de trombadinha. Não podemos permitir que se blinde altos escalões da administração federal envolvidas com os devios da Delta. 98,9% do faturamento da Delta é dinheiro do Governo Federal e dinheiro dos Estados, isto é dinheiro público, o que é um fato. Por exemplo, o DNIT, de 2007 para cá, desde que assumo o Sr. Luiz Antônio Pagot, a Delta em alguns anos dobrou e até triplicou seu faturamento. Se juntarmos as maiores empreiteiras do Brasil, Camargo Correia, Andrade Gutierrez, Queirz Galvão, OAS, que não são empresas pequenas, são gigantes não apenas nacionais mas também internacionais,  estas 5 somadas são superadas pela Delta em três vezes no recebimento de verbas do DNIT.  Muito há que ser investigado e minha dúvida é zero de que os que hoje se esbaldam no desvio de recursos públicos vão pagar por seus crimes. Segue a notícia da Agência Câmara sobre a prorrogação da CPMI, esta notícia foi extraída do Jornal do Brasil.

Prazo de prorrogação da CPMI do Cachoeira será decidido no dia 30

No dia 30 de outubro,  a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira decidirá por quanto tempo prorrogará os seus trabalhos. Os representantes dos partidos no colegiado decidiram nesta terça-feira que os trabalhos não devem terminar no dia 4 de novembro, como estava previsto, mas não existe acordo quanto à duração do período extra.

Segundo o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), até lá a CPMI vai trabalhar apenas na análise dos dados já colhidos, sem novas reuniões ou votações.

“Os partidos entenderam que, por estarmos vivendo um período eleitoral, não poderíamos contaminar nenhuma discussão de apresentação de relatórios ou outras discussões e requerimentos neste momento”, disse o presidente.

Por causa do segundo turno das eleições municipais (28/10), os deputados e senadores que integram a CPMI também decidiram cancelar a reunião administrativa que estava prevista para esta quarta-feira e remarcá-la para o dia 31, quando deverão ser votados em bloco os requerimentos de novas convocações de testemunhas e de requisição de documentos. Mais de 500 requerimentos aguardam votação.

Assinaturas

O Psol e o PDT já estão colhendo assinaturas para que a prorrogação seja de 180 dias, o máximo permitido regimentalmente. Para a prorrogação dos trabalhos de uma CPMI, são necessárias as assinaturas de um terço dos deputados (171) e um terço dos senadores (27). O PPS, o PSDB e o DEM apoiam a iniciativa, mas não têm maioria na comissão. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) afirmou que é preciso tempo para analisar os dados de 29 empresas laranjas já encontradas.

Na avaliação do líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), os partidos da base do governo querem um prazo muito restrito, que não permitirá que sejam apuradas todas as linhas abertas pelas investigações até agora: “Há empresas cujos sigilos fiscal e bancário têm de ser quebrados para a CPMI saber onde foram parar dezenas de milhões de reais da campanha de 2010, o que envolve governos estaduais e federal, e todo o mundo está preocupado com quem será atingido. Então, o fato é o seguinte: tem que encaminhar para o Ministério Público, porque a CPMI não quer cumprir o seu papel de investigar”.

Para o vice-presidente da comissão, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), é preciso saber quanto trabalho terá de ser feito antes de decidir por quantos dias a CPMI será prorrogada: “Vamos ver quais requerimentos serão aprovados e assim definir uma data, e não o contrário. A prorrogação já é consensual. Nós precisamos de mais tempo, mas precisamos fazer uma definição do trabalho que nos resta”, ponderou.

Autor: Agência Câmara
Fonte: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/10/17/prazo-de-prorrogacao-da-cpmi-do-cachoeira-sera-decidido-no-dia-30/

Written by onyxlorenzoni

outubro 17, 2012 at 11:12 am

#TOGASeBANDIDOS: #Tourinho solta #Cachoeira, mas Saint-Michel mantém bicheiro na prisão

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Togas e bandidos

Insisto, quem rouba dinheiro público, rouba vidas. O dinheiro desviado nos esquemas de Cachoeira e Cavendish usando a Delta, o Dnit e dezenas de empresas laranja não pode ser tratado como um crime comum, como aquele que rouba um tablete de manteiga no balcão da padaria. Existe um caráter especial nos crimes cometidos por corruptos e corruptores dos negócios do governo. A luta contra a corrupção no Brasil não acontece só dentro do judiciário, do legislativo, do executivo, nas manifestações de rua contra a corrupção, nas páginas do jornal, nos bares das milhares de esquinas do Brasil. Acontece dentro da consciência de cada um de nós brasileiros, espero que Tourinho também faça esta reflexão ao se confrontar com outras decisões envolvendo corrputos e corruptores que, ao menos por forte suspeita, contribuem tão negativamente para toda a coletividade através de negócios com o Estado.

Não podemos generalizar afirmando que o Poder Judiciário estaria a serviço do partido no comando do Poder Executivo Federal. O que se observa dentro do Poder Judiciário, atrás de seus balcões, é o mesmo embate que acontece dentro da sociedade; que é o embate entre aqueles que querem o cumprimento da lei, a transparência dos atos públicos, o avanço da democracia, a participação democrática do cidadão na vida política de seu país, o respeito aos direitos do contribuinte, o respeito a infância e a terceira idade; e aqueles que se interessam em se beneficiar, e aos seus parceiros de negócio, de tráfico de influências, de informações privilegiadas, de desvios e malversações de recursos públicos. Este embate é um dos mais decisivos para o futuro deste país, e o desfecho dele depende da participação de cada cidadão brasileiro naquilo que chamamos de política. Ou a sociedade toma as rédeas do processo político, ou a oligarquia de picaretas, a máfia e o crime organizado vão fazê-lo com muita eficiência. Segue o excelente texto de Ana Maria Campos para o Correio Braziliense.

Tourinho solta Cachoeira, mas Saint-Michel mantém bicheiro na prisão

O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, concedeu nova liminar em Habeas Corpus para soltar Carlos Cachoeira, preso na Papuda. O magistrado considerou que há excesso de prazo para mantê-lo preso preventivamente e determinou a imediata liberação do contraventor em respeito à “dignidade da pessoa humana”.

Cachoeira, no entanto, não pode ser liberado da cadeia porque há outra ordem de prisão em vigor decretada pela 5ª Vara Criminal de Brasília na Operação Saint-Michel.

A investigação dos promotores do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do DF, relacionada a tráfico de influência para obter o negócio de bilhetagem eletrônica no transporte público coletivo do DF, já resultou em denúncia contra Cachoeira e outras sete pessoas.

Esta é a terceira liminar concedida por Tourinho a Cachoeira em razão da prisão decretada pela Justiça Federal de Goiás na Operação Monte Carlo, relacionada ao suposto envolvimento dele num esquema de corrupção de autoridades e de jogos de azar.

Se dependesse do desembargador federal, Cachoeira já estaria em liberdade, mas o Tribunal de Justiça do DF rejeitou habeas corpus impetrado pela defesa do contraventor na Operação Saint-Michel. O advogado dele, Nabor Bulhões, deve entrar com novo pedido na 2ª Turma Criminal do TJDFT.

Na liminar despachada ontem, Tourinho Neto afirma que o juiz Daniel Guerra Alves, da 11ª Vara Federal de Goiânia, tem deixado de cumprir diligências requeridas pela defesa o que estaria retardando a conclusão da instrução criminal da denúncia contra Cachoeira ajuizada pelo Ministério Público Federal de Goiás.

Diz o desembargador: “Esse excesso de prazo para a conclusão da instrução é irrazoável, abusivo, ofendendo de modo intolerável o ordenamento pátrio, ferindo a dignidade da pessoa humana”.

Com o impedimento pela Justiça do DF de liberar Cachoeira, o Ministério Público Federal terá tempo para tentar mais uma vez cassar a liminar de Tourinho no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Cachoeira está preso preventivamente desde 29 de fevereiro e já tentou várias medidas judiciais para deixar a prisão. Até agora em vão. O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Distrito Federal sustentam que a liberdade de Cachoeira representa risco pelo poder que ele detém como o chefe de uma organização criminosa que corrompeu autoridades públicas e arrecadou muito dinheiro.

Autora: Ana Maria Campos
Fonte: http://www.dzai.com.br/anamariacampos/blog/blogdaanamariacampos?tv_pos_id=114393
Veículo: Correio Braziliense

Written by onyxlorenzoni

outubro 16, 2012 at 12:13 pm

#CPMI avança para além do que a PF já investigou @youtube @record_imprensa

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CLIQUE AQUI E ASSISTA AO TRECHO DA ENTREVISTA DO DEPUTADO ONYX.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=QBtB9bFyhsQ

Deputado Federal Onyx Lorenzoni fala ao jornalista da TV Record, Paulo Henrique Amorin, sobre os avanços da CPMI. O programa foi ao ar pela TV Record dia 9 de julho as 22h15.

Fonte: YouTube

Fonte: Assessoria de Imprensa

#Cachoeira: #grampos telefônicos da operação Monte Carlo considerados ILEGAIS! Grampear bandido é ilegal?

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GRAMPEAR BANDIDO É ILEGAL? Por isso a CPMI é fundamental, para que se exponha a opinião pública os fatos, para que as tentativas de obscurecer a verdade fiquem a mostra, por que a CPMI pode ir onde PF e o MP não conseguem. Precisamos mais do que nunca DA VERDADE.E aqueles que a querem ocultar devem ser MOSTRADOS. Qual o fundamento jurídico desta decisão? Ora, “Segundo Tourinho Neto, o delegado encarregado da investigação, Matheus Mella Rodrigues, cometeu um erro ao fundamentar o pedido de interceptações ao basear-se apenas em denúncias anônimas e em uma notícia de jornal.” É precisa mais do que isto para iniciar uma investigação séria com quebra de sigilo telefônico? Será que precisa uma confissão do investigado para quebrar seu sigilo telefônico e de mensagens eletrônicas? O ministério público tem a prerrogativa de acolher as denúncias que lhes parecerem relevantes e até mesmo de proteger a identidade de denunciantes. Os grampos estavam devidamente autorizados. A veracidade das denúncias foi comprovada. Se os grampos não tivessem trazido à tona nenhum fato relevante e não tivessem comprovado as suspeitas que os motivaram a decisão do desembargador faria sentido, mas do jeito que foi feita parece ser uma manobra jurídica para ajudar a defesa dos criminosos e chefes do crime organizado envolvidos com administradores públicos e negócios feitos com o dinheiro do contribuinte. Agora, que as denúncias já se comprovam por várias outras provas e até confissões querer anular as provas colhidas por grampos telefônicos é um INJUSTIFICÁVEL desserviço da justiça à sociedade que ser esforça para se livrar da praga da corrupção. As tentativas de esvaziar as provas da CPMI só reforçam a idéia de que ela está mostrando para opinião pública o que gente muito poderosa não quer que seja mostrado. A VERDADE HÁ DE PREVALECER! (Texto com contribuição de Romeine Hack via Facebook)

Desembargador considera ilegais grampos da operação Monte Carlo

Provas são consideradas nulas; Cachoeira só não foi libertado ainda porque um dos ministros pediu vista do processo
BRASÍLIA – O desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), do Distrito Federal, reconheceu como ilegais as interceptações telefônicas da operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que desmontou o grupo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e consequentemente considera nulas as provas decorrentes desses grampos. O resultado imediato desse voto do relator Tourinho Neto, sobre o habeas corpus movido pela defesa de Cachoeira, seria a imediata libertação do contraventor. Isso só não aconteceu porque um dos ministros pediu do vista do processo. O julgamento será retomado somente na próxima semana.
Segundo Tourinho Neto, o delegado encarregado da investigação, Matheus Mella Rodrigues, cometeu um erro ao fundamentar o pedido de interceptações ao basear-se apenas em denúncias anônimas e em uma notícia de jornal. Segundo o desembargador, o juiz federal que autorizou os grampos tomou essa decisão sem a devida fundamentação. “Não se pode haver a banalização das interceptações, que não podem ser o ponto de partida de uma investigação, sob o risco de grave violação ao Estado de Direito”, citou.
O julgamento do habeas corpus está a cargo da terceira turma do TRF1, que tem três membros. Ou seja, se apenas mais um juiz acompanhar o relator, os grampos da operação Monte Carlo estarão anulados, quebrando, com isso, toda a espinha dorsal da investigação e facilitando a defesa dos 81 denunciados pelo Ministério Público.
A operação Monte Carlo investiga uma rede de corrupção, trafico de influência, lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais em Goiás e no Distrito Federal. O esquema seria comando por Carlos Augusto, o Carlinhos Cachoeira, com a participação de policiais, inclusive delegados das polícias federal e civil, além de empresários, autoridades e políticos.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,desembargador-considera-ilegais-grampos-da-operacao-monte-carlo,885412,0.htm

Written by onyxlorenzoni

junho 12, 2012 at 7:29 pm

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