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Archive for the ‘crime organizado’ Category

Por que Rosemary não foi indiciada como quadrilheira? #falarosemary

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ONYX LORENZONI QUER CPI PARA INVESTIGAR NOVAS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO NO GOVERNO

Os detalhes da operação Porto Seguro da Polícia Federal foram discutidos na Comissão de Segurança Pública da Câmara, que recebeu o ministro da Justiça. O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas do Rio Grande do Sul) defende a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as novas denúncias de corrupção no governo. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

Link do YouTube: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=x1WklXXlkgI

(Degravação do vídeo) “A polícia federal, e o próprio ministro da justiça, devem estar surpresos com o alcance da operação Porto Seguro. Ela revela uma situação de tráfico de influência que perpassa vários organismos do governo federal. Não entendo como essa secretária que tinha um superpoder que permitiu a organização e articulação de uma quadrilha dentro do gabinete da presidência foi poupada de ser indiciada como quadrilheira. A transação dela era permanente com os irmãos. Portanto, este processo mereceria uma CPMI, para que trouxéssemos ao Congresso Nacional as pessoas que tem explicações a dar para o país. Uma caso com tal repercução que mereceria uma CPMI, para que nós pudéssemos entender por que o presidente Luis Ignácio da Silva bancou, e por que a presidente Dilma aceitou manter uma pessoa capaz de construir um esquema de corrupção que perpassa todos os poderes da república. Segue a reportagem do Ucho.info sobre a tentativa de furar a blindagem feita a Rosemary Noronha.”

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Corrupção empaca o crescimento do Brasil #desgovernodilma

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corrupcao_estradasO fraco desempenho do PIB e o fato de o Brasil ser o membro dos BRICS que menos cresce revela que o governo Dilma, da consagrada “mãe do Pac”, empacou o crescimento do país que pode ser considerado um gigante encalhado. Prestes a nos tornarmos a quinta economia do mundo, pelas forças do mercado que demanda fortemente por grãos e minerais, o governo, que deveria azeitar este processo de crescimento, não consegue senão atrapalhar e dificultar a vida de quem produz. O (dês)governo Dilma até agora se mostrou incapaz de promover as reformas necessárias para que o Brasil deslanche, o contexto da economia mundial é favorável, mesmo em meio a crise financeira de governos europeus, os preços daquilo que o Brasil sabe produzir sobem e pressionam para que se invista e produza mais. Mas como fazê-lo sem energia, sem estradas e enrolado em uma barafunda  de com quase noventa tipos de impostos diferentes e centenas de situações burocráticas que consomem o tempo e a criatividade de nossos empreendedores? O mais curioso é ver de um lado os maiores esquemas de corrupção já vistos neste país consumirem perto de R$90 bi por ano em desvios de verbas e, do outro, números muito próximos disso serem apontados como “o que falta” para a modernização do país. O governo Dilma não é só incompetente, inchado e enpacado é também profundamente marcado pela corrupção. A cultura da corrupção e do vale tudo para conseguir dinheiro para campanhas e partidos obstaculiza o salto que o Brasil hoje poderia vir a dar em direção ao desenvolvimento pleno. Para atrapalhar este movimento temos milhares de salinhas em 39 ministérios ocupadas por membros do partido cuja função é contemplar a incompetência petista e pleitear dinheiro a fundo perdido para campanhas e enriquecimento pessoal, isto é o que está pondo todo o país a perder. Segue a reportagem do Estadão sobre a avaliação da S&P sobre a infra estrutura brasileira.

Infraestrutura precisa atrair US$ 100 bi por ano
Essa é a estimativa do que o setor deve receber em investimentos públicos e privados no Brasil, segundo a Standard & Poor’s

Os investimentos em infraestrutura no Brasil poderão alcançar entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões em cinco anos. A estimativa é da presidente da Standard & Poor’s para o Cone Sul, Regina Nunes, que participou na quarta-feira, em São Paulo, do evento Financiamento para o Desenvolvimento, da série Fóruns Estadão Brasil Competitivo, promovido pelo Grupo Estado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“É uma média de US$ 100 bilhões por ano de recursos necessários para modernizar vários setores fundamentais para o País, como rodovias, portos e aeroportos”, afirmou. Segundo ela, entre esses recursos está uma parcela dos investimentos previstos para o pré-sal que, se fossem considerados integralmente, elevariam o montante para US$ 1 trilhão.

Ela apontou que a própria classificação de risco do Brasil poderia ser elevada se o País tivesse uma melhor infraestrutura – a nota do Brasil é BBB, cuja perspectiva estável tem viés positivo para o médio prazo.

A presidente da Standard & Poor’s se mostrou otimista e disse acreditar que, conforme os novos investimentos forem sendo feitos, isso deve ocorrer. “Na medida em que os investimentos do setor de logística e transportes começam a maturar, em poucos anos isso vai reduzir os custos das empresas, o que vai baixar pressões sobre inflação e elevar o PIB potencial.”

Velocidade. O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, concorda com a importância da infraestrutura para o desempenho do Brasil. “Temos de utilizar a infraestrutura como fator indutor da atividade econômica”, disse. “Precisamos ter uma logística que dê competitividade ao nosso setor produtivo.”

Mas ele admitiu que o governo tem deixado a desejar no ritmo de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Figueiredo defendeu, porém, o programa e afirmou que o nível de execução vem melhorando.

“O PAC trouxe uma grande novidade, que é o fato de todas as obras terem recursos para começar e acabar. Ele trouxe essa condição financeira para executar as obras. Também trouxe para o setor público o compromisso com prazos. Hoje só é possível identificar atraso nas obras porque há um cronograma”, disse, ressaltando que a cada quatro meses o governo presta contas à sociedade sobre o andamento dessas obras.

Na semana passada, o governo informou que a execução global dos investimentos no PAC 2 soma R$ 181,5 bilhões no acumulado entre janeiro e setembro, 26% mais do que no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro de 2011 até setembro deste ano, são R$ 385,9 bilhões, 40,4% do investimento total previsto até 2014.

Segundo Figueiredo, há grandes dificuldades de execução das obras e a origem disso está na “desestruturação do Estado nos anos 90”. “Não tinha estrutura de gestão pública bem formada e bem aparelhada”, afirmou.

A grande dependência dos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos projetos de infraestrutura hoje, no Brasil, que geralmente respondem por cerca de 70% dos recursos das obras, foi um dos temas do debate.

Mas Gustavo Nunes da Silva Rocha, presidente da Invepar, que liderou o consórcio vencedor do leilão do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, realizado em fevereiro, disse acreditar que haverá um aumento na disponibilidade de recursos privados para os projetos de infraestrutura.

Segundo ele, a própria crise dos governos contribui nesse sentido. “Alguns títulos de projetos de infraestrutura têm se mostrado mais seguros do que os de alguns governos”, afirmou o executivo.

Rocha considera que as debêntures de infraestrutura, criadas recentemente pelo governo, serão uma importante fonte de recursos. O executivo também afirmou que já é possível verificar no mercado de financiamento privado condições mais alongadas para captação de recursos.

O presidente da Invepar ressaltou, porém, que é fundamental que o ambiente regulatório seja forte para que esses papéis atraiam o investidor. A Invepar é formada pela construtora OAS e pelos três maior fundos de pensão de empresas públicas no Brasil – a Previ, do Banco do Brasil; o Petros, da Petrobrás; e a Funcef, da Caixa.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,infraestrutura–precisa-atrair–us-100-bi-por-ano-,967340,0.htm

Relatório da CPMI do Cachoeira omite os maiores desvios de verba pública já feitos no Brasil #pizza

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O direcionamento desta CMPI deve prosseguir à Procuradoria Geral da República sem acobertar, sem omitir e sem proteger ninguém, mas sim investigar este grande esquema de corrupção deste país. Nós estamos diante de um grande esquema de corrupção com bandidos de colarinho branco. Temos proceder de forma correta, sem ocultação de informações para pescar tubarões e não peixes pequenos.

Hoje mais uma vez a leitura do relatório foi suspensa, dessa vez pelo próprio relator o deputado Odair Cunha PT/MG que percebeu que seria insustentável defender um relatório tão truncado. Já se passaram 06 meses e 32 seções desta CPMI, o relatório final possui 5 mil paginas de informações pela metade. Não é possível que deixamos impunes bandidos que roubam uma nação inteira. Segue a reportagem da revista VEJA sobre a parcialidade do relatório que se o PT quer que a CPMI engula. 

Relatório da CPI é revanche pelo mensalão, afirma Perillo
Governador de Goiás estuda entrar na Justiça contra pedido de indiciamento
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), acusou nesta quarta-feira o relator da CPI do Cachoeira, deputado federal Odair Cunha (PT-MG), de querer prejudicá-lo por ter feito “uma denúncia relativa ao mensalão” em 2005. O tucano deve decidir nesta quinta-feira se vai procurar a Justiça para evitar o indiciamento pretendido pelo petista em seu relatório, segundo informação de sua assessoria de imprensa. A leitura do relatório ocorre nesta quinta-feira.
Imprensa: Nota de esclarecimento da revista VEJA
“O relator, que é ligado a um partido político, tem um único objetivo: prejudicar-me politicamente, porque lá atrás eu fiz uma denúncia relativa ao mensalão”, disse Perillo, ao visitar nesta quarta um hospital de Goiânia. Em 2005, quando o escândalo da compra de apoio político ao governo Luiz Inácio Lula da Silva veio a público, o tucano exercia o mandato de senador e disse ter alertado o então presidente sobre o esquema.
“Os envolvidos no mensalão estão sendo condenados. Eu tinha razão quanto a isso”, disse Perillo. “O que não pode é essa tentativa de vingança permanente. O que algumas pessoas querem, nesse momento, é tentar politizar e prejudicar alguns por serem adversários.”
No relatório, Cunha atribui cinco crimes a Perillo, incluindo formação de quadrilha, corrupção passiva e tráfico de influência. O governador é suspeito de ligação com o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A Polícia Federal chegou a interceptar uma ligação de Perillo ao contraventor, para desejar feliz aniversário – o tucano nega ter ajudado o esquema de Cachoeira em seu governo.
Leia no blog de Reinaldo Azevedo:
Há quem não tenha se dado conta da gravidade dos atos praticados pelo deputado Odair Cunha (PT-MG), relator da CPI do Cachoeira. Seu relatório tem mais importância do que parece. Ele revela a vocação do PT para construir, se não for devidamente enfrentado, um estado policial no país. Não estou exagerando, não! Ao contrário! Estou dando à coisa o nome que ela tem. Se as palavras, os conceitos e a instituições fazem sentido, então é isto mesmo: os petistas, se julgarem necessário, transformam instâncias do estado em instrumento de perseguição dos adversários.

Não é de hoje que os petistas desmoralizaram as CPIs. A dos Correios — ou do Mensalão — já exibia figuras grotescas, que lá estavam para sabotar as investigações, não para apurar o eventual cometimento de crimes contra a ordem do estado. Quem não se lembra da voz maviosa e bela da agora ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) tentando impedir, a todo custo, que se chegasse à verdade dos fatos? Coube a dois parlamentares da base governista — o senador e presidente daquela comissão, Delcídio Amaral (PT-MS), e o deputado e relator, Osmar Serraglio (PMDB-PR) — zelar pela dignidade possível da comissão. Se, por causa das chicanas, não avançaram tanto quanto deveriam, fizeram, é fato, um trabalho digno.

Fonte: VEJA

Crime organizado vs. Justiça Brasileira: esta é a mais trágica disputa de nossa história.

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Juízes sendo perseguidos por criminosos e mafiosos, magistrados ignorarando a opinião pública e usando a dogmática jurídica de forma casuística, julgando a favor dos interesses de governos corruptos e de seus corruptores, atribuindo-se supersalários superfaturando obras, desviando recursos, fechando-se em uma torre de marfim que não leva em conta o clamor das ruas por mais moralidade e pelo fim da corrupção. Os problemas na justiça brasileira não são em nada diferentes dos problemas nos outros poderes. Ou aqueles a frente das instituições brasileiras promovem um choque de moralidade ou nossos poderes correm o risco de perder sua função junto a sociedade. Ao agudizar-se este processo  de distanciamento entre  poderes e a população veremos, como em outros tempos, a dissolução e desconstituição destes poderes. O retrocesso sendo promovido pelo abuso das liberdades democráticas pode levar ao sufocamento desta democracia, o que seria o pior cenário para todos.

Associação pede que PF investigue ameaças a juiz do caso Cachoeira

Paulo Augusto Moreira Lima pediu para deixar caso por estar sob ameaça.
Juiz autorizou escutas da Operação Monte Carlo e prisão de Cachoeira.

O presidente da Associação Nacional dos Juízes Federais (Ajufe), Nino Toldo, solicitou à Polícia Federal nesta quarta-feira (20) que investigue as ameaças feitas ao juiz Paulo Augusto Moreira Lima, que autorizou escutas da Operação Monte Carlo e também a prisão do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Moreira Lima, que participou de reunião da Ajufe na PF em Brasília, pediu para deixar o caso e disse sofrer ameaças.
Após o encontro na Polícia Federal, Toldo e o juíz seguiram para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde se reuniriam com corregedora-nacional de Justiça, Eliana Calmon.

O G1 perguntou à Polícia Federal se a investigação será aberta, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

No pedido encaminhado à Corregedoria do TRF-1, feito no dia 13 de junho, o juiz Moreira Lima relata que havia solicitado, em fevereiro, carro blindado mesmo em horário fora do expediente e viagem de três meses para o exterior a partir de setembro. Moreria Lima diz que ele e familiares sofreram ameaças.

O juiz alegou que, depois de deflagrada a Operação Monte Carlo, familiares foram procurados “em sua própria residência, por policias que gostariam de conversar a respeito do processo atinente à Operação (…) em nítida ameaça velada, visto que sabem quem são meus familiares e onde moram”, afirma o magistrado.

A Operação Monte Carlo, comandada pela Polícia Federal, investigou relações entre agentes públicos e quadrilha que atua na exploração do jogo ilegal em Goiás. Dois policiais militares, entre outros, foram presos.

Moreira Lima revela ainda no ofício que foi orientado pela Polícia Federal a “não frequentar bares, restaurantes” e obedecer a “outras várias restrições”. O juiz diz também que delegados da PF alertaram que ele corre maiores riscos no segundo semestre, “quando poderá ocorrer alguma represália pela atuação no processo”.

O magistrado escolhido para suceder o juiz Paulo Augusto Moreira Lima no processo sobre a Operação Monte Carlo, Leão Aparecido Alves, se declarou impedido de conduzir o processo. Ele alega ser amigo de José Olímpio Queiroga Neto, suspeito de ser aliado de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/06/associacao-pede-que-pf-investigue-ameacas-juiz-do-caso-cachoeira.html

Written by onyxlorenzoni

junho 20, 2012 at 4:09 pm

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