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Archive for the ‘custo Brasil’ Category

Por que Rosemary não foi indiciada como quadrilheira? #falarosemary

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ONYX LORENZONI QUER CPI PARA INVESTIGAR NOVAS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO NO GOVERNO

Os detalhes da operação Porto Seguro da Polícia Federal foram discutidos na Comissão de Segurança Pública da Câmara, que recebeu o ministro da Justiça. O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas do Rio Grande do Sul) defende a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as novas denúncias de corrupção no governo. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

Link do YouTube: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=x1WklXXlkgI

(Degravação do vídeo) “A polícia federal, e o próprio ministro da justiça, devem estar surpresos com o alcance da operação Porto Seguro. Ela revela uma situação de tráfico de influência que perpassa vários organismos do governo federal. Não entendo como essa secretária que tinha um superpoder que permitiu a organização e articulação de uma quadrilha dentro do gabinete da presidência foi poupada de ser indiciada como quadrilheira. A transação dela era permanente com os irmãos. Portanto, este processo mereceria uma CPMI, para que trouxéssemos ao Congresso Nacional as pessoas que tem explicações a dar para o país. Uma caso com tal repercução que mereceria uma CPMI, para que nós pudéssemos entender por que o presidente Luis Ignácio da Silva bancou, e por que a presidente Dilma aceitou manter uma pessoa capaz de construir um esquema de corrupção que perpassa todos os poderes da república. Segue a reportagem do Ucho.info sobre a tentativa de furar a blindagem feita a Rosemary Noronha.”

#PAC na mão da #Dilma sempre andou empacado. @youtube

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(Fonte: TV Câmara)

CLIQUE AQUI E ASSISTA NO YOUTUBE.

(Degravação na manifestação na tribuna do plenário Ulysses Guimarães pelo Deputado Federal Onyx Lorenzoni) “Senhores deputados, senhoras deputadas, aqueles que acompanham esta sessão. Quero comentar neste pronunciamento as declarações feitas recentemente pela ministra do Planejamento, Sra. Miriam Belchior, que quando fez o balanço das obras do PAC não teve nenhuma vergonha de reconhecer que atrasos fazem parte da regra do jogo. Só se for na regra do jogo da incompetência. Uma das grandes dificuldades que o Brasil vive hoje é justamente a questão da logística, que impede o escoamento rápido da nossa safra, que dificulta o acesso de nossos produtos a nossos portos e aeroportos, e que estabelece uma dificuldade quase intransponível quando o Brasil vai competir, duelar com o resto do mundo nas suas exportações. O presidente Lula criou o PAC, que era, na verdade, falou daqui desta tribuna, um programa, que reunia uma série de programas e que recebeu um nome pomposo: Programa de aceleração do crescimento. Colocou a Dilma como a mãe do PAC, que resultou depois na plataforma em que ela chegou a presidência. Seguramente não pelos resultados do PAC, por que o PAC na mão da Dilma sempre andou empacado. O PAC com a Dilma presidente tem, neste ano, o menor número de recursos em investimento e o menor volume de execução. Portanto, O PAC que o governo usa como um dos mecanismos,  inclusive quando sai do Brasil para contar sobre como é que o Brasil combate a crise, um dos argumentos é que governo tem um forte programa de investimentos em grandes obras públicas, estruturantes, que é um verdadeiro fracasso. E só para não ser um verdadeiro fracasso a Sra. Ministra, e a Sra. Presidente da República, ficam reclassificando as obras, por que existe uma normativa onde se coloca a obra no prazo adequado, a obra está em atenção, a obra é preocupante. Quando a obra atrasa o que faz o governo? Vai resolver o gargalo? Vai cobrar eficiência? Vai reduzir o aparelhamento da máquina para as coisas funcionarem? Não. Dilata o prazo da obra e carimba a obra como adequada com um novo prazo a ser cumprido. Isto é um jogo de ilusão, tanto é verdade que as licitações recentemente feitas para os aeroportos. E os aeroportos não mudaram em nada. Ao contrário, não se vê nenhuma ação para mudar a realidade de quem pega um avião hoje. Do momento de chegada aos aeroportos, quer na utilização dos terminais. Quanto mais ainda do acesso às aeronaves. Tem aeronave que passa mais tempo taxiando que voando, tal a incompetência administrativa, de gestão, gerencial, que é inerente, está no DNA do governo Lula e do governo Dilma. Por quê? Por que o governo não consegue abrir mão do aparelhamento da máquina pública. Dai o Brasil, quase campeão mundial em número de ministérios, com 39 ministérios, e o resultado é o que nós estamos vendo aqui; as declarações para dizer, mais ou menos como Lula disse na origem do mensalão: Todo mundo faz. Não. Não é todo mundo que faz, não! Tem gente que age corretamente e eticamente. Tem gente não age corretamente, nem eticamente. Da mesma maneira a ministra Miriam Belchior, espelhada no presidente Lula, veio dizer que atraso em obra é regra do jogo do PAC. Sra. Ministra, quero dizer que não é. Os brasileiros querem eficiência. A população brasileira exige que exista capacidade gerencial, agilidade nas obras, recursos a tempo. Por que o Brasil não pode mais esperar, com rodovias que matam milhares de brasileiros a cada ano. O Brasil mata um Vietnam por ano. Morreram 50  mil soldados na guerra do Vietnam, o  Brasil mata mais do que isso. Por que as estradas brasileiras não são duplicadas, não tem boa engenharia, por que as polícias rodoviárias estaduais, e a polícia rodoviária federal estão desaparelhadas. Pela mesma razão os produtos brasileiros, tem menor competitividade, no MERCOSUL ou em qualquer outro lugar do mundo. Por que para tirar um produto de qualquer unidade produtiva e levar até um porto, aeroporto, ou porto aeroporto, é ineficaz, é caro, e traz, pela ausência de estradas, pela ausência de ferrovias, pela ausência de hidrovias, retira a competitividade dos produtos brasileiro. Portanto o Brasil tem que melhorar e parar de dar desculpas para o povo brasileiro, tem que trabalhar.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=qvVWCv07_ec

PREÇO DA #GASOLINA: e os biocombustíveis? E o pré-sal? E a autosuficiência? Foram para onde?

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O paraíso esquecido: Quando o ministro Lobão diz que não está definido o aumento da gasolina, isto quer dizer: vai aumentar só não se sabe exatamente o quanto. Terminada a Rio+20 saberemos com certeza. O Brasil poderia ser tranquilamente o “paraíso do biocombustível”, mas o DesGoverno Lula/Dilma preferiu especular no mercado internacional com as promessas do pré-sal e abandonou projetos brasileiros pioneiros como o Etanol. O governo brasileiro teve que importar etanol para regular o preço na entresafra, isto pela mais absurda falta de planejamento e custeio de safras de cana-de-açúcar, associada a alta do preço do açúcar na bolsa de Chicago. Mesmo assim poderíamos fazer etanol de arroz, ou até de beterraba, entre outras fontes vegetais que se prestam para produção de combustível a base de etanol. Os anúncios mais recentes da Petrobrás desmentem as promessas de aumento da produção de petróleo, a gigante pretrolífera brasileira perdeu 30% de seu valor sob a administração petista, que recebeu uma Petrobrás saneada, transparente e que respeitava normas de governança corporativa, hoje a empresa não consegue se livrar da (má) influência do governo que interfere nos rumos do que poderia realmente ter se tornado a maior empresa de petróleo do hemisfério sul. E o consumidor brasileiro? Sente no bolso o que é transformar postos de gasolina em guichês de arrecadação de impostos. Quase metade do preço dos combustíveis vendidos ao consumidor é composto de impostos. Resumo da ópera: a política de combustíveis do Brasil tem como prioridade arrecadar impostos. Questões como desenvolvimento de alternativas para energia e combustíveis, fomento a produção de biocombustíveis  e a redução do custo do transporte  são totalmente secundárias na mentalidade vigente na esplanada.(Foto: washingtonindependent.com) 

“Reajuste de gasolina não está definido”, diz Lobão
O ministro disse queas simulações dos cálculos de reajuste do combustível são feitas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta quinta-feira que ainda não há definição por parte do governo sobre um reajuste do preço da gasolina, mas admitiu que há estudos da Petrobras sobre aumento do combustível.

— A gente vai avaliando, estudando o cálculo do impacto possível na inflação. Nós fazemos isso há muito tempo — afirmou o ministro em entrevista no hotel na Barra da Tijuca, onde participa da Rio+20. Na conversa, Lobão disse que as simulações dos cálculos de reajuste do combustível são feitas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia e levam em conta o plano de investimento da Petrobras.

— Não há um aumento de preços para o consumidor há nove anos — disse o ministro. Lobão rejeitou a ideia de uso da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) como instrumento para equilibrar o preço do combustível se houver reajuste.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, evitou comentar um possível reajuste no preço da gasolina.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/06/reajuste-de-gasolina-nao-esta-definido-diz-lobao-3797615.html

(Fonte: humorpolitico.com.br)

#MARACUTAIA #RDC para obras do #PAC, querem tirar a licitude e transparência das licitações.

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Entendem por que o Brasil está em uma crise de infra estrutura que compromete seu crescimento econômico bem como a segurança e a vida dos cidadãos brasileiros? O PAC, está emPACado, não anda, e querem por a culpa nas licitações, que já tem uma fórmula muito boa e que dificultava superfaturamentos. Agora querem licitações sem transparência, a portas fechadas. Vai ser uma farra de superfaturamentos e rios de dinheiro para parceiros de negócios do PT. O jeitinho é assim: primerio enrola a obra até que todos os prazos estourem, então tenta fazê-la a toque de caixa por custos estratosféricos em licitações sem transparência. É muita falta de vergonha na cara! Não vamos compactuar com essa MARACUTAIA.

Contrabando em MP amplia licitação simplificada

Governo negocia emenda em MP para permitir que o RDC, um novo regime de contratação menos complicado criado para a Copa, seja usado também em obras do PAC, escolas, creches, quadras esportivas e postos de saúde

O governo federal quer ampliar o uso das licitações simplificadas, o polêmico Regime Diferenciado de Contratação (RDC), para construir e reformar escolas, creches, quadras, e postos de saúde, além de tocar as grandes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para tanto, pretende valer-se de um expediente que se tornou rotineiro e igualmente polêmico: a inclusão de emendas em medidas provisórias com assuntos inteiramente diversos do propósito original, os chamados “contrabandos”.

Aprovado no ano passado e questionado no Supremo Tribunal Federal porque, para o Ministério Público, abre brechas para “graves desvios de verbas”, o sistema de compras hoje é permitido apenas para serviços e obras relacionados à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. Ao contrário da opinião do Ministério Público, o governo entende que o RDC reduz o preço das obras em até 15% e, por isso, quer estendê-lo a outros projetos além daqueles vinculados à Copa e aos Jogos Olímpicos.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, entregou uma emenda à Medida Provisória 556/11, cujo relator é o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). O deputado disse ao Congresso em Foco que pretende acolher a permissão para mais obras usarem o RDC: “Isso tem lógica”. A previsão de seu gabinete é votar a MP esta semana no plenário da Câmara. Na sua proposta original, a medida provisória relatada por Jerônimo Goergen passa longe de versar sobre licitação de obras públicas. A sua ementa trata de isenções de impostos para vários setores da atividade econômica. Goergen, que brigou para manter e ampliar isenções de impostos, especialmente para setores ligados à produção agrícola, diz que boa parte de seus objetivos foi atingida na negociação com o Palácio do Planalto.

O relator diz que não haverá “contrabando” na MP apesar de o assunto obras não fazer parte da redação original, que tratava de tributos. “Chequei isso e meu consultor designado confirmou que pode”, disse o deputado ao site.

A reportagem tentou contato com assessores de Ideli na sexta-feira (11) e no fim de semana, mas não conseguiu. Há dez dias, a ministra disse à agência Radioweb que “há boas possibilidades de aprovar” a inclusão do PAC no sistema de licitações simplificadas. “O RDC diminui o tempo e diminui também o custo da obra, pelos lances mais baixos que as empresas acabam dando na licitação”, disse Ideli à agência. “Isso vai agilizar em muito as obras em todo o Brasil, o que é muito importante.”

Em pronunciamento na noite de domingo (13), no Dia das Mães, a presidente Dilma Rousseff lembrou da construção de creches, parte do programa Brasil Carinhoso, para retirar da pobreza crianças de 0 a 6 anos de idade. “Vamos construir novas creches e, especialmente, ampliar e estimular convênios com entidades públicas e privadas”, afirmou a presidente. Acelerar essas obras com o RDC facilitaria a execução do programa anunciado.

Leilão às avessas

A razão pela qual o governo defende que o RDC baixa o custo das obras é que ele permite que o governo feche uma grande obra, em todas as suas etapas, com uma empresa só, evitando “jogo de empurra” entre os fornecedores, e permite que os concorrentes façam lances para baixar os preços oferecidos, numa espécie de leilão às avessas.

Mas os procuradores do Ministério Público, críticos do RDC, lembram que, ao contrário do que exige a Lei de Licitações, a nova modalidade não prevê a obrigatoriedade de um projeto básico para os empreendimentos serem licitados. Esse projeto básico é que estabelece as condições mínimas de uma obra, e é a partir dele que se torna possível fiscalizar se a sua execução segue o que estava previsto inicialmente. Sem ele, as ofertas das construtoras podem ser difíceis de comparar entre si. “É a partir [do objeto] que as propostas podem ser objetivamente comparadas”, afirmou o procurador geral República, Roberto Gurgel. Além disso, fica impossível fiscalizar o que realmente foi feito ou não. Sem ele, a definição e comparação de preços pode ser arbitrária.

Licitação três vezes mais veloz

Ao contrário do Ministério Público, o governo entende que o RDC vai beneficiar os cofres públicos. Uma apresentação do Ministério da Fazenda a líderes no Congresso analisou seis obras em aeroportos administradas pela Infraero e com uso do novo sistema. O documento diz que as licitações ficaram três vezes mais rápidas. A duração caiu de 250 dias em média para 80 dias.

O preço dos empreendimentos também caiu. “Nessa amostra, o desconto médio obtido nas propostas vencedoras foi de 15%”, informou o documento da Fazenda. “Em todos os casos houve redução de lances após as propostas iniciais.”

De acordo com a Fazenda, nem todas as obras do PAC poderão usar o RDC. Estão excluídas as obras antigas, aquelas em andamento. Ainda assim, mais de 8 mil obras se beneficiariam do novo sistema. A contratação integrada – que deixa a obra inteira na mão de uma única construtora – só poderá ser usada em empreendimentos com valor superior a R$ 37,5 milhões – cerca de 250 obras.

As obras menores, que não terão contratação integrada, são creches, pré-escolas, postos de saúde, obras de saneamento básico, Unidades de Pronto Atedimento (UPAs). Nessa conta, entrariam mais de 7.500 empreendimentos.

Entre as cerca de 250 grandes obras, que poderão usar a licitação simplificada e mesmo a contratação integral, estão a Hidrovia Tietê-Paraná, a adequação da BR-153 no Paraná, a duplicação da BR-381 em Minas Gerais, a Ferrovia de Integração do Centro-oeste e o metrô de Fortaleza (CE).

Repetição

Pelo texto da emenda enviada a Goergen pelo Palácio, o RDC poderá servir para “serviços de engenharia no âmbito do sistema público de ensino”, obras do PAC e em aeroportos a serem utilizados na Copa e nas Olimpíadas em capitais distantes até 350 km das sedes das competições, caso, por exemplo, de Goiânia. Mas, nesses casos, a emenda simplesmente repete o que já está no inciso 3º do primeiro artigo da lei do RDC.

CLIQUE AQUI E CONHEÇA A LEI DO RDC – Regime Diferenciado de Contratação.

POR EDUARDO MILITÃO

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/contrabando-em-mp-amplia-licitacao-simplificada/

#DESINDUSTRIALIZAÇÃO: emprego na indústria cai.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para produzir e exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Por mais que se alerte para a impossibilidade de competir quando se tem tanto imposto, juros e encargos a governo não se preocupa. Está mais preocupado com parecer que promove o combate a corrupção. Enquanto isso nossas indústrias fecham, é impossível exportar imposto. Não tem como ser competitivo pagando a energia mais cara do mundo, as tarifas telefônicas mais caras do mundo e os mais altos juros. A indústria no Brasil vai acabar deste jeito, e todos seremos funcionários públicos ou iremos segurar uma bandeirinha vermelha na campanha. Este é o projeto de poder HEGEMÔNICO do qual falo, ele existe e todos os dias vemos as vítimas dele.

Emprego na indústria tem pior queda anual em quase dois anos

Ocupação no setor recuou 0,7% em fevereiro perante mesmo mês de 2011

RIO – O emprego na indústria teve leve alta de 0,1% na passagem de janeiro para fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na leitura anterior, de dezembro para janeiro, o emprego industrial tinha registrado queda de 0,2%. Como resultado, o índice de média móvel trimestral repetiu em fevereiro a estabilidade do mês anterior (0,0%).

Na comparação com fevereiro de 2011, o emprego industrial recuou 0,7% em fevereiro deste ano. Foi o quinto resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde janeiro de 2010, quando a taxa ficou em -0,9%.

No acumulado de 2012, os postos de trabalho na indústria recuaram 0,6%. No entanto, em 12 meses, o emprego industrial ainda tem alta acumulada de 0,5%.

O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro. Entretanto, na comparação com fevereiro de 2011, o número de horas pagas recuou 0,8%, a sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação.

No acumulado do ano, também houve queda no número de horas pagas, de 1,1%. Em 12 meses, a taxa acumulada ficou com variação negativa de 0,2% em fevereiro, a primeira queda desde junho de 2010 (-0,9%).

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria avançou 1,3% em fevereiro ante janeiro.

Entretanto, o IBGE ressalta que houve, em março, grande influência da expansão de 22,0% verificada no setor extrativo, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em empresas extrativas. A indústria de transformação, por outro lado, apontou queda de 0,6% no mês.

Em relação a fevereiro de 2011, o valor da folha de pagamento cresceu 5,4%, o 26º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, e o mais intenso desde agosto de 2011 (7,1%).

No ano, a folha de pagamento da indústria acumula alta de 4,8%, e, em 12 meses, de 4,0%.

Autora: Daniela Amorim, da Agência Estado
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-na-industria-tem-pior-queda-anual-em-quase-dois-anos,109059,0.htm

Explica #Mercadante: por que nossas metas para educação estão TÃO LONGE!

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O desenvolvimento dos tigres asiáticos sempre esteve ligado ao incentivo a educação. Ou o Brasil qualifica sua educação ou teremos um país de operadores de máquinas que não sabemos construir. Hoje a realidade não está muito longe disto. Grandes empresas que dependem de alta tecnologia já importam profissionais de desenvolvimento tecnológico. No Rio Grande do Sul não estamos em uma situação diferente, existe muito pouca pesquisa voltada para desenvolver soluções tecnológicas para problemas recorrentes como a seca e técnicas de irrigação de baixo custo e consumo de energia. Os números de nossa educação explicam uma parte da nossa dependência tecnológica, desde a pré-escola já somos negligentes, das 6427 creches prometidas por Dilma, nenhuma saiu do papel, há poucas semanas Mercadante veio a público mostrar que a verba para a construção já estava destinada, mas não saiu disso, do papel. Dilma cortou verbas da pesquisa científica, e é muito pouco provável que consiga mandar os 75 mil alunos de graduação para estudos fora do país. O (Des)Governo Dilma sabe mesmo é falar de um Brasil irreal, de desenvolvimento pujante que só existe em suas planilhas. (Charge: blogdamartabellini.blogspot.com)

MEC está longe da meta de levar 75 mil estudantes para o exterior até 2015

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou ontem um balanço parcial do programa Ciência Sem Fronteiras, principal aposta da presidente Dilma Rousseff para a formação de pesquisadores e para o aprimoramento da formação de estudantes de ciências exatas. Apesar do entusiasmo do titular da pasta, a iniciativa não apresenta bons resultados. Das 75 mil bolsas de estudo que o governo federal se comprometeu a oferecer até 2015, somente 3.897 foram implementadas até o momento. De acordo com o MEC, porém, outras 10.979 vagas foram confirmadas até o fim deste ano. O ministério, inclusive, estendeu a meta global de distribuição de bolsas, inicialmente prevista para ser atingida em 2014.

A primeira seleção do Ciência Sem Fronteiras foi aberta em agosto do ano passado e ofereceu vagas em instituições de ensino superior nos Estados Unidos, no Reino Unido, na França, na Itália e na Alemanha. O segundo edital, disponível para os alunos interessados, inclui vagas na Austrália, na Bélgica, na Holanda, no Canadá, na Coreia do Sul, na Espanha e em Portugal. As inscrições estão abertas até 30 de abril, no site http://www.ciencia semfronteiras.gov.br/web/csf.

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2012/04/05/interna_brasil,296548/mec-esta-longe-da-meta-de-levar-75-mil-estudantes-para-o-exterior-ate-2015.shtml

#Brasil: Produção industrial registra 6ª queda consecutiva em fevereiro, segundo R7.

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Os impostos mais altos do mundo, muita burocracia para exportar, dificuldade de conseguir crédito com juros razoáveis, regras trabalhistas engessadas, é a própria FÓRMULA DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO. E Dilma ainda quer pedir aos empresários que invistam, quando ela mesma corta verbas para setores essencias como saúde e segurança. Estamos no mesmo nível de indústria dos anos 50, quando JK virou presidente e mesmo com bons resultados de balança comercial o país não encontra dinheiro para melhorar sua infra estrutura.

Produção industrial registra 6ª queda consecutiva em fevereiro

Sondagem Industrial ficou em 46,5 pontos em fevereiro, diz CNI

A produção industrial caiu pelo sexto mês consecutivo em fevereiro, atingindo 46,5 pontos. A utilização da capacidade instalada também ficou abaixo do usual para o mês ao registrar 42,9 pontos, divulgou nesta quarta-feira (21) a CNI (Confederação Nacional da Indústria) .

Os indicadores variam de zero a cem. Valores acima de 50 indicam aumento da atividade, do emprego, acúmulo de estoques indesejados e UCI (Utilização da Capacidade Instalada) acima do usual.

O porcentual médio de UCI em fevereiro ficou em 71%; ante 69% em janeiro. O indicador sobre número de empregados ficou em 48,3 pontos em fevereiro, contra 47,1 pontos, em janeiro.

Esses indicadores medem o nível de atividade da indústria. Em relação aos estoques de produtos finais em relação ao planejado, a Sondagem Industrial da CNI mostra que o indicador marcou 52,1 pontos em fevereiro, ante 52,7 pontos em janeiro.
A CNI informa que o resultado da Sondagem Industrial, apesar de apresentar recuperação de alguns indicadores, significa que a produção industrial caiu em fevereiro pelo sexto mês consecutivo, ao atingir 46,5 pontos (ou seja, ao ficar mais uma vez abaixo da marca dos 50 pontos).

Apesar do desaquecimento da indústria, a CNI avalia que os empresários estão mais otimistas sobre a evolução da atividade nos próximos seis meses.

O economista da CNI Marcelo Azevedo explica que a confiança dos empresários cresceu devido às medidas adotadas pelo governo para tentar reduzir a valorização cambial, com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas operações de câmbio, e pela redução contínua da taxa de juros, cujos efeitos devem ser sentidos nos próximos meses.

– De qualquer forma, essa retomada da atividade industrial, que provavelmente começará no segundo trimestre, deve ser lenta.

Expectativa

A pesquisa também mede níveis de expectativas. Em relação à demanda, foram marcados 60,4 pontos relativos a março, ante 59,3 pontos no mês anterior.

Em relação à exportação, o indicador deste mês alcançou 51,2 pontos, ante 51,9 pontos, em fevereiro. Sobre compras de matérias-primas, o indicador de expectativas chegou a 57,5 pontos, em março, ante 56,4 pontos, em fevereiro.

A Sondagem Industrial foi realizada entre os dias 1º e 14 de março com 1.883 empresas, das quais 683 de pequeno porte, 710 médias e 490 grandes.

Autor: AE – Agência Estado

Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/sondagem-industrial-tem-pequena-alta-20120321.html?question=0

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