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Archive for the ‘Deputado Onyx Lorenzoni’ Category

Bancada do Democratas unida com Caiado e Mendonça Filho @democratas #video

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Foram escolhidos Ronaldo Caiado e Mendonça Filho para a liderenaça de bancada da Câmara Federal. Para os deputados do Democratas o acordo firmado em torno da liderança do partido para 2013 e 2014 mostra que a bancada está cada vez mais unida em torno do programa do Democratas para um Brasil onde os cidadãos podem sonhar, onde podem crescer, ter emprego, educação, segurança e saúde.

Link do YouTube: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mY_KutFtg60

onyx_lideranca_caiado_mendonca

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Written by onyxlorenzoni

fevereiro 5, 2013 at 7:55 pm

Dados sigilosos da CPI do Cachoeira vão ser apreciados pelo MPF. #pizzanão

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É preciso investigar a fundo o que foi levantado na CPMI do Cachoeira, 21 empresas laranjas que receberam R$ 545 milhões da Delta nos últimos 5 anos. #pizzanão

É preciso investigar a fundo o que foi levantado na CPMI do Cachoeira, 21 empresas laranjas que receberam R$ 545 milhões da Delta nos últimos 5 anos. #pizzanão

Garantimos que o impressionante banco de dados, que foi colhido pela CPMI do Cachoeira, seja apreciado pela MPF. Neste banco de dados encontram-se as evidências do esquema de desvio de lavagem de dinheiro articulado através da Delta, com Cavendish e Cachoeira com tentáculos em várias esferas do poder. Pode demorar, mas mais cedo ou mais tarde o crime organizado dentro do governo vai responder por seus roubos. Eu não vou desistir. Nem com pizza gigante, nem com CPI sem relatório, não desisto nunca. #pizzanão Segue a reportagem do G1 sobre o requerimento que garantiu o envio dos dados sigilosos ao MPF. 

 

CPI aprova encaminhamento de dados sigilosos ao Ministério Público

Requerimento de autoria do relator foi votado antes do relatório final.
Oposição quis garantir que informações não fossem perdidas.

Os parlamentares que integram a CPI Mista do Cachoeira aprovaram na manhã desta terça-feira (18) um requerimento de autoria do relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), que determina que todas as informações obtidas pela comissão durante o período de investigação sejam encaminhadas ao Ministério Público Federal. O requerimento recebeu prioridade na votação após ser destacado pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

Segundo parlamentares, o destaque ao requerimento foi a forma encontrada pela bancada da oposição para garantir que, ao menos, as informações conseguidas pela comissão durante os meses de funcionamento não fossem perdidas. Os parlamentares ainda não conseguiram um acordo para votar o relatório final apresentado pelo deputado Odair Cunha. Se não houvesse o requerimento, e caso o relatório não venha a ser votado, as informações sigilosas que estão em poder da CPI poderiam nem mesmo ser encaminhadas ao Ministério Público.

“É uma medida importante porque estamos compartilhando o inteiro teor e o estado bruto de todas as informações sigilosas que a CPI tem em seu poder. É uma iniciativa que visa garantir que, independentemente das conclusões do nosso relatório, os dados brutos sejam encaminhados aos órgãos competentes”, afirmou o relator.

O deputado Onyx Lorenzoni, autor do destaque, afirmou que o material obtido desde o mês de abril pela comissão poderá se usado pelos órgãos públicos para dar procedimento às investigações.

“Todo este material dará ao Ministério Público a condição ímpar de poder avançar na investigação muito além do que a Operação Monte Carlo e Vegas fez. Uma CPI tem os caminhos tortuosos do meio político, mas nós conseguimos reunir um número de informações impressionate […] Sem este requerimento, as informações ficariam na gaveta”, disse Onyx.

Os parlamentares ainda precisam chegar a um acordo sobre o relatório de Odair Cunha, que foi lido há duas semanas. O PPS, o DEM, o PSOL e o PSDB, insatisfeitos com o resultado, apresentaram voto em separado, espécie de relatório alternativo, ao texto apresentado por Odair Cunha. Os parlamentares apresentaram um requerimento que pede preferência na apreciação dos votos em separado, que ainda precisa ser analisado pela CPI.

Segundo a comissão, os votos paralelos não poderão ser apreciados pelos parlamentares. Eles poderão apenas ser apresentados, segundo a CPI.

Para ler mais notícias do G1 Política, clique em g1.globo.com/politica. Siga também o G1 Política no Twitter e por RSS.

(Fonte: G1)

(Fonte: G1)

Esta é a VERDADEIRA PIZZA da CPI do Cachoeira, a que querem fazer o Brasil todo engolir. (Fonte: Blog do Camarotti)

Esta é a VERDADEIRA PIZZA da CPI do Cachoeira, a que querem fazer o Brasil todo engolir. Uma pizza gigante de meio bilhão de reais.  (Fonte: Blog do Camarotti)

Written by onyxlorenzoni

dezembro 19, 2012 at 12:55 pm

Ao Brasil foi negado o direito de ver a verdade #CPMI #cachoeira #delta

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(Imagem compartilhada do brasildacorrupcao.blogspot.com)

(Imagem compartilhada do brasildacorrupcao.blogspot.com)

O maior esquema de desvio de verbas já flagrado no Brasil é abafado no relatório da CPMI do Cachoeira. Esquema que envolve cifras bilionárias, empresas laranja, o DNIT e a empreiteira Delta e que tinha na organização de Carlos Cachoeira um braço operacional. A análise desta CPMI pelo relator Odair Cunha deixa de fora 435 milhões de reais de recursos públicos que foram desviados e lavados. Ao Brasil foi negado o direito de ver a verdade! Abaixo segue o vídeo no YouTube e a degravação da fala em que explico meu voto em separado.

Degravação da apresentação do meu voto em separado na CPMI do Cachoeira:  “Sr. Presidente, Sr. Relator, senhores deputados e senhoras deputadas, senadores e senadoras que compõe esta comissão. O início desta CPMI foi um início que poderia ter se encaminhado para uma investigação extremamente profunda, haja visto o volume de tomos que o relator precisou para poder incluir todos aqueles documentos, os anexos, as quebras de sigilo, e a análise do material disponibilizado para esta CPMI. Não há nenhuma dúvida para este parlamentar, e por isso meu voto em separado, de que esta CPMI mereceria mais 6 meses ou até um ano de continuidade. Isto por que nós iniciamos para analisar uma quadrilha que era originalmente envolvida com jogos e atividades ilegais na área de jogos, que ia do jogo do bicho aos vídeo bingos, mas que dado a ter desenvolvido uma expertise na cooptação de agentes públicos ela cresceu em importância, por que passou a atrair uma outra quadrilha, na minha visão muito maior, muito mais bem organizada muito mais danosa ao interesse público brasileiro, que é a quadrilha que se albergava, e que se alberga hoje ainda, sob a sigla de uma empreiteira de obras públicas chamada Delta Construções. Quando a operação da Delta no centro-oeste se une a quadrilha de Carlinhos Cachoeira, ela perpassa as fronteiras estaduais. Ela atinge no mínimo, e os dados da CPMI apontam a permeabilidade dela no estado de Goiás, no Distrito Federal e no estado de Tocantins; isto já está no relatório. Que tenho tristemente, apesar de respeitar o relator, de chamar de relatório chapa branca. Por que de maneira clara procurou protejer e salvaguardar outros interesses. Alguns localizados lá no estado do Rio de Janeiro, como o ex-governador Leonel Brizola lembraria se ainda estivesse vivo, e interesses, sem dúvida nenhuma relativos ao governo federal, e que acabou trazendo a luz no depoimento do Sr.Luiz Pagot, aqui nesta comissão, do cometimento, na minha visão, de crime, que fez que até apresentasse denúncia a PGR, por que ele admitiu aqui ter sem dúvida nenhuma, de maneira clara e desassombrada, utilizar de seu cargo público para cooptar recursos para uma campanha eleitoral, isto aconteceu no âmbito de uma de nossas reuniões. Eu queria neste breve tempo pelo menos poder lembrar que o equívoco cometido por esta CPMI no momento em que aqueles que aqui vieram escudados em habeas corpus, no meu ponto de vista emitidos sem uma atenção acurada, e ai vai uma crítica construtiva ao STF, vieram aqui, e a CPMI poderia e deveria se valer do princípio da construção probatória através dos questionamentos, viu pelo simples exibir do habeas corpus as pessoas serem liberadas de todo e qualquer depoimento, de todo e qualquer esclarecimento, impedindo até que o relator Odair Cunha pudesse receber denúncias ou investigações que as equipes que atuavam dando suporte as diversas bancadas pudessem trazer. Então fica registrado o meu veemente protesto e a esperança de que futuras CPMIs do Congresso Nacional não sigam esta trilha. Que foi inovadora e inovou equivocadamente ao liberar testemunhas, que deveriam ficar até a última pergunta, se por duas ou três horas se assim lhes aprouvesse, continuar repetindo que se resguardariam em seu direito de ficar em silêncio. Mas não retiraria dos parlamentares o direito ao diálogo e a construção de outros caminhos investigativos, dos quais esta CPMI se viu privada ao longo de sua ação. Por outro lado a junção da quadrilha de Carlinhos Cachoeira com a quadrilha pilotada pela Delta já é encontrada numa análise do meu voto em separado, e quero fazer uma síntese rápida de um documento que talvez merecesse mais de uma hora de reflexão, pela profundidade do trabalho desenvolvido e pela qualidade do trabalho desenvolvido, mas eu vou me deter a pagina 15 do meu voto em separado onde se demonstra de maneira cabal que a empresa Delta, logo após a contratação do Sr. José Dirceu como seu consultor e apoiada na ação objetiva do Sr. Luiz Pagot, então Diretor Geral do DNIT, ela obteve de 2008 para 2009 um crescimento extraordinário. Se nós somarmos todas as grandes construtoras brasileiras, e quero lembrar nominalmente, Odebrecht, OAS, Camargo Correa, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez, todas elas somadas prestando serviços ao DNIT, no ano de 2009 a Delta faturou praticamente do dobro do que todas elas somadas. No ano de 2010 chegou a faturar quase três vezes o que todas as 5 maiores empreiteiras do Brasil somadas faturaram. Da mesma maneira quero lembrar que a pagina 17 do mesmo relatório analisamos algo extraordinário, de acordo com o DNIT no período de 1996 a 2012 foram celebrados 361 instrumentos complementares a contratos que a Delta tinha com o DNIT. Destes 190 sofreram termos de aditivos, entre estes termos aditivos, e ai está o modus operandi desta empresa, no momento em que ela colocava seu preço 20% abaixo da concorrência, ou havia a dispensa de licitação, ou entrava abaixo de suas concorrentes, depois cooptava aqueles que respondiam pela capacidade de recuperação financeira destes contratos, e ela conseguia contratos aditivos que são inexplicáveis. Como por exemplo dois contratos, um celebrado em 2009, que se conclui em 24 de novembro de 2012 e que tem um percentual de aditivamento de 222%, não tem matemática que atinja isso, da mesma maneira que uma obra no Maranhão, na BR 135, da mesma maneira um contrato no Pará na Br 422, que em um período de recebe 108% de aditivos. Ai fiz uma comparação usando o INCC acumulado pelos períodos de vigência dos contratos, no máximo que se poderia ter no contrato do Maranhão teria sido 23,3% de aditivamento, o contrato teve 222%, no caso do Pará que recebeu 108%, seria no máximo de 44,5%. Falo destes casos rapidamente por que eles espelham com clareza o que a CPI se negou a investigar. Ou seja, o profundo desvio de dinheiro público pelos ralos da corrupção e que esta CPMI tendo estes dados em mãos tomou deliberadamente, por determinação do Governo Federal, e os partidos da base aliada seguiram a determinação de não investigar. Por fim Senhor presidente, eu queria avançar nesta análise que é pontual em virtude da exiguidade do tempo, para uma breve arquitetura das atividades ilícitas da Delta, por que eu não tenho nenhuma dúvida de que esta empresa é um esquema de corrupção muito maior, por que ela lavou 545 milhões de reais em pouco mais de 5 anos, quase 6 anos. Ela é muito maior do que o que foi o foco desta CPMI, que é a organização e Carlinhos Cachoeira. A organização de Cachoeira é um apêndice, é um pequeno braço na operação de uma situação que é muito maior e que a base do governo, por orientação do governo, resolveu suprimir ou impedir que esta CPMI investigasse. Nos dados que chegaram a CPMI se verificou que a Delta enviou depósitos para empresas localizadas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Ceará, que não foram sequer foco da investigação. Houveram inúmeras tentativas dos parlamentares para quebrar o sigilo destas 14 empresas que receberam volumes que somam mais de 400 milhões de reais. Todos os esforços foram inócuos, e o relator e seu trabalho cingiu a investigação em apenas … A análise desta CPMI deixa de fora 435 milhões de reais de recursos que foram obviamente lavados, e se debruça sob apenas 110 milhões, por que isto Sr. Presidente? Estas 110 milhões de reais já constavam na Operação Vegas e na Operação Monte Carlo, eles já haviam sido elucidados pela análise da PF, e do MP de Goiás. Propositalmente tudo que é novo, e este conjunto de empresas que aqui está, Sr. Presidente, forma propositalmente evitadas. Por que elas fatalmente chegariam ao núcleo de poder no Ministério dos Transportes e, muito provavelmente, ao governo do estado do Rio de Janeiro. Para isso quero analisar a empresa Mamut, que nem de perto e nem de longe, transitou como foco de interesse dessa CPMI, e vou dar dados: esta empresa Mamut foi constituída em 7 de fevereiro de 2008, ela foi registrada a praça Moreira de Barros, loja C, número 24, bairro Olaria, seu nome fantasia é Fórmula 1. Pois muito bem, onde esta Mamut funcionaria, existe outra empresa chamada Hidrovitec componentes hidráulicos, e recebemos a confirmação que ambas, a Hidrovitec e a Mamut estão em outro endereço, na Rua Barreiros 1293, no bairro Olaria no Rio de Janeiro.  A Mamut chamou nossa atenção por que ela movimentou 33,7 milhões de reais da sua fundação até o ano de 2011. Sendo que como se vê neste gráfico, 77% deste dinheiro saiu só da Delta, coincidentemente em um ano eleitoral. São 21 milhões 358 mil reais movimentados por esta empresa, e a CPMI fez vistas grossas a este escândalo que está lá no Rio de Janeiro e que eu espero o MPF investigue. Por fim Sr. presidente eu quero chegar a página 57 do meu voto em separado, para termos uma pálida ideia do que o relatório não quis falar, deliberadamente por determinação do governo federal, e talvez por determinação do Sr. Fernando Cavendish, que para  mim é um chefe de quadrilha muito mais importante, muito mais forte e muito mais danoso ao país do que o Sr. Carlinhos Cachoeira. Vou ler uma frase da Exma. Ministra Carmen Lúcia, que de forma muito sucinta durante o julgamento do mensalão disse uma frase que para mim é brilhante. “O dinheiro está para o crime como o sangue está para as veias.” E nesse caso específico o dinheiro público de todos os brasileiros, resultante do esforço de cada um de nós, recursos que deveriam retornar ao cidadão brasileiro na forma de serviços, estão na verdade sendo cooptados, sendo arrestados, sendo saqueados, de maneira bucaneira, por uma organização criminosa que não houve coragem nesta CPMI de se enfrentar. Na verdade houve a deliberada decisão partidária de muitos por proteger a Delta Construções e ao Sr. Fernando Cavendish. Ao Brasil foi negado o direito de ver a verdade vir a tona aqui. Permitir que as falcatruas fossem desvendadas e assistir a punição dos culpados em um trabalho sério do Congresso Nacional, lamentavelmente não é isso que estamos concluindo neste trabalho, por isso a preocupação que tive em apresentar o requerimento que vai permitir o compartilhamento dos sigilos fiscais e bancários, para que a PGR possa chegar lá, pelo conjunto de dados que estão em nossos votos em separados, que é a maior quadrilha já organizada em território brasileiro. Ela tem toda a característica de uma organização criminosa, como o Dep. Odair Cunha coloca em seu relatório. Ela tem chefia, ela é hierarquizada, ela tem metodologia, como a máfia. O triângulo de ferro que Odair Cunha para caracterizar as operações de Carlinhos Cachoeira, em seu relatório, cabe como uma luva nas ações de Fernando Cavendish, a Delta, o governo do Estado do Rio e o Governo Federal no que diz respeito ao DNIT. E concluo pedindo que esse voto em separado e essa CPMI possa levar todo o conjunto que nós reunimos aqui, que é um banco de dados extraordinário, ao conhecimento do MPF, para que permita para que o MPF possa alcançar em nome dos brasileiros aquilo que uma maioria chapa branca tomou a decisão de blindar, que é a verdade no DNIT. Desde Roberto Jefferson já apontava o DNIT como fonte de financiamento do mensalão, até as operações que flagramos aqui nesta mesa ao seu lado Sr. Presidente, que é a empresa Delta e todas as suas ramificações. Agradeço a paciência de Vossa Excelência com a indignação deste parlamentar por ver a corrupção não ser investigada em toda sua profundidade. ” (Fonte: TV Câmara)

Se o atual governo fosse sério, o ministro-chefe da AGU, Luís Adams, já teria sido exonerado.

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Deputado Onyx Lorenzoni afirma que se o governo fosse realmente sério já teria exonerado o chefe da AGU

Se o governo fosse sério já teria exonerado Luis Adams. (Foto: André Dusek/Estadão)

Se o governo fosse sério já teria exonerado Luis Adams. (Foto: André Dusek/Estadão)

O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) afirmou, há pouco, que “se o atual governo fosse realmente sério, o ministro-chefe da Advocacia Geral  da União (AGU), Luís Adams, já teria sido exonerado”. Lorenzoni fez menção à indicação por Adams de José Weber Holanda para ser advogado-geral adjunto da AGU.

No período em que esteve no órgão, Weber recebeu 23 pedidos de audiência dos dirigentes de agências reguladoras investigados pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal (PF). Um dos pareceres emitidos por Weber trata do desmatamento da Ilha de Bagres. Esse parecer está no centro da Porto Seguro.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que na época da indicação não havia nada na ficha profissional de Weber que pudesse fazer Adams preteri-lo.

Lorenzoni também questionou o fato de o nome da chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary de Noronha, não constar das listas de viagens internacionais da Presidência da República. “Em várias listas, ela não aparece, apesar de ter participado da comitiva da presidência em algumas viagens.”

Por sugestão do presidente da comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Efraim Filho (DEM-PB), será apresentado um requerimento ao Ministério da Justiça para obter as informações do sistema da PF que registraram as entradas e saídas do País de Rosemery de Noronha.

O líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), defendeu a conduta da Polícia Federal e do ministro da Justiça. Tatto citou ainda a atuação do ministro na tentativa de coibir a morte de policiais pelo crime organizado em São Paulo.

“Em um primeiro momento, o governo de São Paulo negou a ajuda oferecida pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Federal. Em seguida, o governo de São Paulo se curvou diante da necessidade e da gravidade dos fatos”, disse Tatto.

Autor: Agência Câmara de Notícias
Fonte: http://juridico.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?id=5092

(Fonte: Olhar Jurídico)

(Fonte: Olhar Jurídico)

FAMÍLIA-ADAMS-002

Quem é o Dr. Luis Adams? Ele é da família Adams.

Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary @democratas

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OPOSIÇÃO CRITICA BLINDAGEM A ROSEMARY NORONHA

Deputados do Democratas questionam ministro da Justiça sobre a decisão de não quebrar o sigilo telefônico da ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, envolvida na operação Porto Seguro

Deputado Onyx Lorenzoni (Fonto: Sidney Lins)

Deputado Onyx Lorenzoni (Fonto: Sidney Lins)

Em audiência pública nesta terça-feira (4) na Câmara dos Deputados, parlamentares do Democratas questionaram o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre a decisão da Polícia Federal de não quebrar o sigilo telefônico da ex-chefe de gabinete da Presidência da República Rosemary Nóvoa Noronha. Cardozo falou na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Organizado sobre a operação Porto Seguro, do qual a ex-auxiliar do governo federal está envolvida. A audiência também é realizada em conjunto com a Comissão de Fiscalização e Controle.

Para o deputado Mendonça Filho (Democratas-PE), Rosemary estava claramente envolvida com a quadrilha de compra de pareceres infiltrada no governo, o que justificaria o acesso aos seus dados telefônicos, como foi feito com os correios eletrônicos. “Até para esclarecer lendas urbanas que se criaram em torno dos envolvidos na operação seria importante capturar o sigilo de pessoas consideradas peças chave do esquema como é o caso de Rosemary Noronha”, afirmou o deputado Efraim Filho (Democratas-PB), presidente da Comissão de Segurança Pública. “Quando chega perto da Presidência da República, a operação abafa é imediata. Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary”, concordou, o também democrata Onyx Lorenzoni (RS). Os parlamentares também criticaram o fato da ex-funcionária do governo não estar indiciada por formação de quadrilha.

O ministro assim como o superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Roberto Trocon, disseram que no momento da investigação não havia situação em curso que justificasse a quebra dos dados da ex-chefe de gabinete. Cardozo também negou que havia um esquema de corrupção agindo no seio da Presidência da República. “Havia um núcleo agindo de forma articulada e pessoas servindo a esse núcleo”, afirmou José Eduardo Cardozo ao argumentar que quem comandava o esquema era Paulo Viera, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), que atuava de forma ilícita na elaboração de pareceres no Ministério da Educação, ANA, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Advocacia-Geral da União, Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Mendonça Filho não ficou satisfeito com as explicações do ministro e reiterou a necessidade da convocação de envolvidos na operação, como a própria Rosemary, dos irmãos Paulo e Rubens Viera e do ex-auditor do Tribunal de Contas da União, Cyonil Borges, denunciante do esquema. “Esta não é uma simples operação da Polícia Federal. Se esse País fosse sério, o advogado-geral da União deveria estar demitido. O senhor Weber já tinha ficha corrida com irregularidades quando foi nomeado”, completou Onux Lorenzoni mencionando José Weber, ex-advogado-geral da União adjunto também indiciado pela PF na operação Porto Seguro.

Política de segurança

Durante a audiência, o ministro da Justiça também falou sobre a onde de criminalidade que atinge o País. “A execução do orçamento da Segurança Pública é pífia, desastrosa. Dos R$ 255 milhões destinados ao sistema carcerário, apenas R$ 2,5 milhões foram executados. E para 2013, o orçamento do setor vai cair 30%”, informou Efraim Filho. Ele lembra que a Comissão de Segurança criou, na semana passada, uma subcomissão para estudar um novo modelo de segurança pública para o País que, na sua opinião, está ultrapassado. Cardozo reconheceu que o controle nas fronteiras do País tem problemas sérios e as condições na maioria dos presídios brasileiros são inaceitáveis. “O Brasil é, lamentavelmente, um país violento”, concluiu o ministro ao falar sobre o índice de homicídios no País, que ultrapassa, em todos os estados, aos níveis aceitáveis pela Organização das Nações Unidas (ONU) de menos de 10 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Liderança da Câmara

Quando chega perto da Presidência da República, a operação abafa é imediata. Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary.

Quando chega perto da Presidência da República, a operação abafa é imediata. Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary.

Foram demitidos 850 trabalhadores e a Gol reajustou suas tarifas em 200% #webjet

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Deputado federal Onyx Lorenzoni denuncia explosão de preços depois da vampirização da Webjet

O deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM) está indignado com o fechamento da companhia Webjet pela Gol, que a comprou só para esse fim. O parlamentar diz que o único objetivo foi promover um violento aumento de preços nas passagens aéreas. Em uma rápida pesquisa que ele fez, aponta estes absurdos de preços para o período entre 26 de dezembro e 2 de janeiro do próximo ano: Brasília-Fortaleza – R$ 5 mil; Brasília-Paris – R$ 4,3 mil. Onyx Lorenzoni afirma que a liquidação da Webjet por parte da Gol foi uma jogada ensaiada com o mercado e com o governo petista de Dilma Rousseff, destinada a reduzir a concorrência e com isto permitir aumentos abusivos de preços. O deputado do DEM do Rio Grande do Sul fez a denúncia nesta quarta-feira e exigiu a convocação do ministro da Aviação Civil e do presidente da Anac. Ele também relacionou tudo com o atual escândalo da Operação Porto Seguro. “Foram demitidos 850 trabalhadores, mas a Gol reajustou suas tarifas em 200% depois disto. O governo e os órgãos reguladores falharam quando aprovaram a compra da Webjet por parte da Gol. São cúmplices nas práticas nocivas aos trabalhadores, aos consumidores e à livre concorrência. Faltou transparência. A Gol comprou a concorrente para tirá-la da frente“, afirma Onyx Lorenzoni. Ele acrescenta: “A ação da Gol inflacionou o mercado. Com a oferta de bilhetes restrita, as demais empresas reajustaram de forma estratosférica os preços. Um exemplo disso é que uma viagem de Brasília para Fortaleza ou Natal, entre os dias 26 de dezembro e 2 de janeiro próximo, trechos de ida e volta, pode passar de R$ 5 mil por passageiro, sem incluir as taxas aeroportuárias, superando os valores de bilhetes internacionais da capital federal para Londres e Paris, entre R$ 4,3 mil e R$ 4,7 mil, e são quase o dobro da média cobrada no trajeto para Buenos Aires, algo que não pode ser creditado ao início da alta temporada de férias, mas sim à exclusão de um concorrente do mercado, no caso a Webjet”. E vai mais longe ainda o deputado federal Onyx Lorenzoni: “A Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, expôs o envolvimento de servidores federais na emissão fraudulenta de pareceres técnicos para beneficiar empresas e empresários, e nos permite perguntar se isso pode explicar a conivência do governo Dilma com a aquisição predatória da Webjet pela Gol“. Fonte: Vide Versus

Fonte: Vide Versus

Link: http://poncheverde.blogspot.com.br/2012/11/deputado-federal-onyx-lorenzoni.html

Written by onyxlorenzoni

novembro 29, 2012 at 5:30 pm

Pedi vistas ao relatório da CPI do Cachoeira e a votação do texto de Odair Cunha ficou para quinta. #PIZZANÃO

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Onyx pede vistas ao relatório da CPI do Cachoeira e a votação do texto de Odair Cunha fica para quinta.

Em sessão tensa, a leitura do relatório do dep. Odair Cunha (PT-SP) foi concluída, com o pedido de vistas do dep. Onyx Lorenzoni a votação do relatório ficou adiada para a próxima quinta-feira. O relatório que jé teve dois capítulos suprimidos antes da leitura, pelo próprio relator, as partes 6 e 7 do relatório que tratavam sobre acusações contra a imprensa e o Procurador Geral da República. Este adiamento dá mais tempo para que se negocie o que será incluído no relatório que ainda não reflete a realidade integral das oitivas, documentos e dados sigilosos de suspeitos. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

NÃO VAMOS ENGOLIR PIZZA, COMPARTILHE E RETUITE #PIZZANÃO @onyxlorenzoni

Written by onyxlorenzoni

novembro 28, 2012 at 2:51 pm

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