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Archive for the ‘Enquete’ Category

Deveria ter revidado quando roubaram o microfone em que falava? #enquete #suaopinião

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O microfone do Deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi roubado pelo colega Devanir Ribeiro (PT-SP) quando ele protestava contra a retirada pelos líderos do PT do painel que descrevia o ano de 2005, em que o mensalão foi denunciado. (G1)

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69% das pessoas que ligaram para o Conversas Cruzadas consideram RUINS os 10 anos do PT no poder. Qual a tua opinião?

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O debate foi esclarecedor. Ficou muito evidente que mensalão, roubalheria, ataque a liberdade de imprensa, manipulação de dados, volta da inflação, cesta básica cara, obras paradas, super impostos, alta no preço de combustíveis e incompetência na gestão da Petrobrás não agradam a imensa maioria.

(Fonte: TVCOM)

(Fonte: TVCOM)

Rosemary deve falar sobre o que fazia no Gabinete da Presidente? #enquete #falarose

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#falarosemary #batomdesuperbonder

#falarose sem #batomdesuperbonder

Rosemary Noronha não fala, não é indiciada, está a sombra de uma blindagem inexplicável. Ela, e outros que atuavam com ela, devem explicações sobre a fábrica de pareceres técnicos que se formou dentro do Gabinete da Presidencia. Uma parte da explicação sobre a absurda paralisia de nossas agências reguladoras pode ser revelada se Rosemary falar, talvez até consigamos trazer a luz da opinião pública como se gerou pela articulação criminosa de uma quadrilha dentro do governo o maior aumento no preço das passagens aéreas já vista na história deste país. Muitas perguntas estão sem resposta e certamente um escândalo dessas proporções, que atinge todos os poderes, merece uma CPMI, que mesmo com limitações, tem o poder de trazer ao parlamento, para todos verem, as pessoas que precisam nos contar como enriqueceram operando esquemas de corrupção debaixo dos olhos da presidente que posa de faxineira da corrupção. Passaram batom de super bonder na boca de Rosemary, ela precisa falar. Compartilhe e retuite #falarose sem #batomdesuperbonder

PARTICIPE DE NOSSA ENQUENTE

Participa da Campanha #FALAROSE, compartilha e retuita, todos queremos saber o que Rose tem a dizer, sem #batomdesuperbonder.

Participa da Campanha #FALAROSE, compartilha e retuita, todos queremos saber o que Rose tem a dizer, sem #batomdesuperbonder.

Written by onyxlorenzoni

dezembro 6, 2012 at 12:51 pm

Julgamento do mensalão vai punir mandantes? Ou só laranjas? Participe da enquete.

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Participe da enquete. O julgamento do mensalão vai punir mandantes? Ou só laranjas e subalternos?

Written by onyxlorenzoni

agosto 22, 2012 at 6:59 pm

O mensalão foi roubo de dinheiro do povo #enquete #participe

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O MENSALÃO EXISTIU? Dê sua opinião em nossa enquete logo abaixo.

O mensalão foi roubo de dinheiro do povo

Relator do processo do mensalão o ministro Joaquim Barbosa foi ao ponto no seu voto: houve desvio de dinheiro público nas operações engendradas pelo Partido dos Trabalhadores.

Em palavras mais simples, a população brasileira foi roubada nas tenebrosas transações que visavam manter o projeto de poder petista por meio de vultosas mesadas a parlamentares da base.  Sem tergiversar, Joaquim Barbosa afirmou que dinheiro do Banco do Brasil abasteceu o esquema. Mais especificamente, do fundo Visanet, também suprido por fontes privadas. O Banco do Brasil é proprietário de 32,3% das ações desse fundo, que financia a publicidade do cartão Visa. Ou seja, dinheiro do povo, do contribuinte e de acionistas de um banco cujo sócio mais importante é a União Federal, portanto um banco público.

Rigoroso, o relator ainda pediu condenação para mais um envolvido: o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. O petista poderá ser sentenciado por peculato, crime cometido quando um funcionário desvia bens públicos para proveito próprio ou de alheios.

Para relembrar

em 2005, a CPI dos bingos revelou que Pizzolato recebeu um pacote com R$ 326 mil em seu gabinete, sacados de uma agência do Banco Rural. O remetente oculto era o empresário Marcos Valério. O ex-dirigente do BB alegou ter sido surpreendido pelo conteúdo do embrulho que chegou misteriosamente em sua mesa. Sobrenatural? Nada disso. Sete anos depois, ao condená-lo, o ministro relator explicou que o dinheiro era fruto de corrupção.

Mas Pizzolato não seria um qualquer, figura periférica nas operações. Joaquim Barbosa demonstrou que R$ 73,8 milhões do fundo Visanet foram repassados por Pizzolato a Marcos Valério e seus sócios sem que houvesse qualquer contrapartida em serviços de publicidade da agência DNA, comandada pelo empresário. A agência ainda teria recebido outros R$ 2,9 milhões de maneira irregular, o que aumentaria o rombo para R$ 76,7 milhões.

Após isso tudo, Marcos Valério deu um jeito de o dinheiro furtado do BB chegar ao tesoureiro do PT, Delúbio Soares que, em seguida, os repassou aos parlamentares comprados. Empréstimos fictícios feitos ao Banco Rural e ao BMG serviriam apenas para dar aparência legal à negociata.

Nos autos, as palavras de Joaquim Barbosa: “os depósitos de R$ 73.851.536,18 na conta da DNA Propaganda só ocorreram porque assim determinou o réu HENRIQUE PIZZOLATO, responsável maior pela verba de marketing e publicidade do Banco do Brasil, em razão do cargo que ocupava. Assim, HENRIQUE PIZZOLATO agiu com o dolo de beneficiar a agência representada por MARCOS VALÉRIO, que não havia prestado qualquer serviço em prol dos cartões do Banco do Brasil de bandeira Visa, tampouco tinha respaldo contratual para fazê-lo”. Mais claro impossível.

Se o dinheiro roubado foi usado para Caixa 2, para uso particular, atividades políticas, pouco importaria em relação ao maior crime, a tunga no bolso dos cidadãos brasileiros. Como lembra a colunista do Estadão, Dora Kramer, só costumam admitir ilícito menor (no caso, o Caixa 2) aqueles que sabem que cometeram delitos muito maiores. (No link do Estadão o artigo de Dora Kramer http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,refens-da-fantasia-,919381,0.htm)

Se a lógica de Joaquim Barbosa for seguida, muitos pedidos de condenação surgirão nos próximos dias. Sobre o ex-presidente da Câmara, João Paulo, já pesam os delitos de peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.  É preciso registrar que Joaquim Barbosa pediu a absolvição do ex-ministro Luiz Gushiken, o que mostra que o ministro não está tomado por uma sanha condenatória, apenas quer justiça.

Para conseguir condenar os réus, o voto de Joaquim Barbosa precisará ser acompanhado por no mínimo cinco outros ministros. Prestes a se aposentar, o ministro César Peluso pode antecipar seu voto já na próxima semana. Hoje começa a leitura do voto do ministro revisor, Ricardo Lewandowski, que pode dar uma interpretação alternativa aos fatos apresentados pelo relator.

Autor:  Assessoria de Imprensa

Written by onyxlorenzoni

agosto 22, 2012 at 3:24 pm

#ENQUETE Joaquim Barbosa já reconheceu a existência do mensalão. Na sua opinião o mensalão existiu?

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Há muito tempo os membros do PT insistem em dizer que o mensalão NÃO existiu. Qual a sua opinião? Participe da enquete.

Com base em fatos, o ministro Joaquim Barbosa já pediu as primeiras condenações do escândalo do mensalão. Com isso, caiu a tese de que o escândalo era caixa 2 ou invenção da imprensa e oposição. Na última semana, saíram as primeiras indicações para condenar os denunciados pelo escândalo do mensalão. O ministro Joaquim Barbosa pediu punições para o ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT), para o empresário Marcos Valério e dois de seus sócios da agência SMP&B.

A expectativa de que os outros ministros do STF sigam o voto do relator e reconheçam a existência do Mensalão (esquema de desvio de verbas públicas e lavagem de dinheiro promovido pelo PT) certamente enseja a que novas ações na justiça contra os mandantes e beneficiários deste escandaloso e atrevido esquema. O esquema mafioso que se instalou com o governo Lula só será completamente desmascarado com muita participação da sociedade. Muito mais que desmascarar corruptos precisamos de uma tomada de consiciência de toda a sociedade no sentido de rejeitar práticas de desvio de verbas e enriquecimento por tráfico de influências.

Relator pede a condenação de João Paulo Cunha e Marcos Valério

Barbosa também votou pela condenação de Ramon Hollerbach e Cristiano Paz

BRASÍLIA – O relator do processo mensalão, ministro Joaquim Barbosa, pediu a condenação do deputado João Paulo Cunha (PT) pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e por dois crimes de peculato. Barbosa também pediu a condenação de Marcos Valério e seus sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz por peculato e corrupção ativa, por terem oferecido vantagem indevida ao réu. A sessão do julgamento do mensalão desta quinta-feira também foi marcada por bate-boca entre Barbosa o revisor do processo, ministro Ricardo Lewandowski.

– Eu condeno o réu João Paulo Cunha por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, por ter recebido vantagem indevida no montante de R$ 50 mil, por meio de mecanismos de lavagem de dinheiro vinculada à prática em benefícios de lavagem de dinheiro. Condeno, ainda, por dois crimes de peculato, porque mediante autorizações de subcontratções e pagamento de honorários à SMP&B, desviou recursos públicos de que tinha posse em razão do cargo de presidente da Câmara em proveito dos réus e em proveito próprio. Condeno, ainda, os réus Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach pela prática dos crimes de corrupção ativa e peculato – declarou.

O relator iniciou a leitura do seu voto pelo item 3 da acusação, referente à lavagem de dinheiro e ao desvio de recursos das empresas de Marcos Valério em contratos firmados com a Câmara de Deputados. O relator declarou que o então deputado João Paulo Cunha permitiu a realização de contratação de serviços terceirizados com objetivo de lavagem de dinheiro.

– A partir de janeiro de 2004, João Paulo Cunha assinou dezenas de autorizações para contratação de serviços de terceiros, sempre embutindo pagamento de honorários. Somente R$ 17 mil de um contrato de R$ 10 milhões constituíram pagamentos por serviços prestados diretamente pela SMP&B. João Paulo Cunha autorizou duas novas contratações no montante de R$ 252 mil. Estabelecidas as relações entre João Paulo Cunha, Marcos Valério, Ramon e Cristiano, o presidente da Câmara recebeu a soma de R$ 50 mil oriundas da agência de Marcos Valério. Imputações de corrupção ativa e passiva. (…) Não havia dúvida de que o dinheiro não era do PT, mas sim da agência pertencente aos sócios da empresa que fez a campanha de João Paulo Cunha.
Durante a leitura do seu voto, Barbosa lembrou que no mesmo dia em que Cunha recebeu R$ 50 mil, ele assinou uma portaria que dava início ao processo de licitação.

– Vale destacar que a contratação de agência de publicidade não era comum na Câmara dos deputados. Aquela foi a segunda licitação da história da Câmara com essa finalidade. A João Paulo Cunha, cabia-lhe participar da execução do contrato, autorizando a realização de gastos. O montante de despesas dependia da ação direta de João Paulo Cunha. O presidente da Câmara participou das dezenas de subcontratações, conduzindo a contínua remuneração de Marcos Valério, Ramon e Cristiano sem a necessidade de contraprestação.

Antes da pedir um intervalo, o relator já havia dado a pista do seu voto: – Estão caracterizados, a meu ver, os crimes de corrupção ativa de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach e a corrupção passiva atribuída a João Paulo Cunha”.
Ao analisar a acusação por crime de lavagem de dinheiro, Barbosa mostrou como funcionava o esquema.

– O modus operandi utilizado para a consecução das operações de lavagem de dinheiro: a SMP&B emitiu cheques nomeais a ela própria, com o respectivo endosso, sem qualquer identificação de outro beneficiário além dela própria. A agencia enviou fax à agência do Banco Rural, onde o saque seria efetuado, ou seja, em Brasília, confirmando a posse do cheque e autorizando o levantamento dos valores pela pessoa indicada informalmente, no caso, a esposa do acusado. O Banco Rural, apesar de saber quem era o verdadeiro sacador, não registrava o saque em nome do verdadeiro sacador ou beneficiário. A própria SMP&B aparecia como sacadora com a justificação que os valores se destinavam a fornecedores. (…) Tudo permaneceu na clandestinidade até que a busca a e apreensão levaram aos fatos. Tenho como caracterizado o crime de lavagem de dinheiro imputado ao réu João Paulo Cunha – disse.

Sobre peculato, Barbosa explicou que a acusação do procurador-geral diz que o contrato com a Câmara foi utilizado para o desvio de recursos públicos em duas modalidades:

– Ao iniciar a execução do contrato, João Paulo Cunha, valendo-se de permissão contratual, autorizou a subcontratação da empresa IFT, de propriedade de Luiz Costa Pinto, pela SMP&B para prestar serviço de comunicação. Comprovou-se, no entanto, que a justificativa para a subcontratação foi meramente formal, sendo a finalidade permitir que Luiz Costa Pinto continuasse assessorando Cunha, como fez desde 2003. (…) O crime de peculato se configurou pelo excessivo volume de subcontratações. Enquanto os gastos da execução contratual somaram cerca de R$ 10 milhões, apenas R$ 17 mil corresponderam a pagamentos de serviços prestados diretamente pela empresa. (…) O réu João Paulo Cunha proferiu mais de 50 autorizações para contratação de serviços de terceiros no âmbito do contrato da SMP&B com a Câmara, participando ativamente do mecanismo que autorizou a SMP&B , embora a maioria dessas contratações não guardasse relações com a SMP&B.(…)

Bate-boca no início da sessão

Logo no início da sessão desta quinta-feira do julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal (STF), o relator e o revisor do processo começaram um bate-boca quando iriam definir a forma de votação dos ministros. Enquanto o ministro Joaquim Barbosa falava que votaria de acordo com a metodologia da acusação do MPF, por itens, Ricardo Lewandowski afirmou que, dessa forma, o STF estaria admitindo que existem núcleos no mensalão. Os dois começaram uma discussão sobre como seria a leitura dos votos, que acabou envolvendo todos os ministros.

Joaquim Barbosa: – A exemplo do que fiz por ocasião do recebimento da denúncia vou seguir a mesma metodologia. A denúncia contém oito itens e julgarei a começar pelo item 3.

Ricardo Lewandowski: – Me oponho a essa metodologia por que estaremos adotando a ótica do MP e admitindo que existem núcleos. Segundo lugar, temos cronograma ao qual me amoldei rigorosamente. Este cronograma estabelece que o senhor relator terá pelo menos três dias e o revisor também. Tudo rigorosamente segundo expõe nosso artigo. Na minha compreensão, o eminente relator, que tem uma ótica do que se contém na denúncia, deverá ler e esgotar.
Joaquim Barbosa: – Não venha Vossa Excelência também me ofender.

Ricardo Lewandowski: – Eu peço perdão a Vossa Excelência, senhor presidente. Eu preparei ao longo desses seis meses um voto consistente, que tem uma lógica, que não tem essa mesma lógica, respeitável, do eminente relator, Quero apresentar minha versão inteira para o plenário. Então, essa tentativa, essa proposta de fatiar a votação ou fatiar a leitura do voto. eu quero dizer que isso é antirregimental.

Marco Aurélio: – Eu penso que há uma dualidade. em primeiro lugar, o voto do relator. a forma do voto fica sob critério de sua excelência. Em segundo lugar, o julgamento. E o julgamento pressupõe que o relator esgote a matéria para ter-se a fala do revisor e a tomada dos votos, principalmente em uma situação em que atos e fatos estão entrelaçados. Precisamos nós, que estamos na bancada, ter uma ideia do conjunto, na fala do relator e na fala do revisor.

Ayres Britto: – Proponho que cada ministro decida sobre a metodologia do seu próprio voto.
A discussão tomou todos os ministros. O ministro Ayres Britto então definiu que o relator e o revisor poderiam ler seus votos como quiserem.

– Eu vou dar por encerrado o período de debate e proclamo o resultado: cada ministro adotará a metodologia de voto que entender cabível. a estrutura de voto fica a cargo de cada ministro. Por maioria, assim decidiu este plenário. Ministro Barbosa, pode começar a leitura de seu voto – disse Ayres Britto.
Barbosa e Lewandowski voltaram a discutir no final da sessão, mas Ayres Brito encerrou o bate-boca, informando que a questão já havia sido discutida.

De acordo com a equipe de analistadas da FGV, que participa da cobertura em tempo real do GLOBO, ao se opor à forma com que o ministro Joaquim Barbosa pretende votar o processo, o ministro Ricardo Lewandowski argumentou que analisar o processo de acordo com a sistemática apresentada na denúncia significaria adotar a mesma ótica do Ministério Público. O ministro presidente, Ayres Britto, sugere que cada ministro adote a forma como queira. Posta a questão à votação, logo se percebe que houve incompreensão na proposta do ministro relator. Não se votará em doses homeopáticas, como disse o ministro Marco Aurélio, mas apenas a organização do voto será organizada pelos itens postos na denúncia, como “desvio de recursos públicos” (item 3) e “gestão fraudulenta” (item 5). Assim, o relator votará sobre todos os pontos, exaurindo sua manifestação para, em seguida, os demais ministros darem seus votos. Por fim, prevaleceu a autonomia de cada ministro: seus votos serão proferidos da forma como melhor entenderem.

Antes do bate-boca, o relator informou que esqueceu de ler uma preliminar na sessão de quarta, suscitada pela defesa de Enivaldo Quadrado e Breno Fischberg, que dizia que a acusação teria extrapolado a previsão legal ao refutar cada uma das defesas preliminares apresentadas pelos acusados quando só poderia manifestar-se sobre documentos novos. A preliminar não foi acatada pelo revisor Lewandowski nem pelos demais ministros. o ex-presidente do tribunal.

Autor: jornal O GLOBO

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/relator-pede-condenacao-de-joao-paulo-cunha-marcos-valerio-5804725

Fonte: O GLOBO

ENQUETE: qual deve ser a atitude do parlamentar ao perceber que seu assessor está cometendo uma ilegalidade?

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Tenho recebido muitas manifestações de apoio e também muitos questinamentos e até críticas feitas a partir das reportagens veiculadas na imprensa gaúcha em relação a exoneração do meu funcionário. É importante esclarecer a imprensa e ao público que o assessor que exonerei trabalhava em um dos meus escritórios no Rio Grande do Sul, cumprindo horário e se reportando de sua atividade.
Este assessor foi flagrado por repórter da RBS TV trabalhando em um comitê eleitoral em horário de expediente, o que é irregular. Todos os meus assessores, desde sempre, foram e estão orientados de que há vedação a prestar qualquer tipo de trabalho em comitê eleitoral de candidato a vereador ou prefeito durante horário de expediente. A pergunta que fica, tema desta enquete que procura saber qual a opinião do público em relação a esta atitude que tomei.
Participe, assim você está me ajudando a melhorar minhas práticas e procedimentos.

Written by onyxlorenzoni

agosto 15, 2012 at 1:22 pm

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