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Archive for the ‘PAClhaçada’ Category

Corrupção empaca o crescimento do Brasil #desgovernodilma

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corrupcao_estradasO fraco desempenho do PIB e o fato de o Brasil ser o membro dos BRICS que menos cresce revela que o governo Dilma, da consagrada “mãe do Pac”, empacou o crescimento do país que pode ser considerado um gigante encalhado. Prestes a nos tornarmos a quinta economia do mundo, pelas forças do mercado que demanda fortemente por grãos e minerais, o governo, que deveria azeitar este processo de crescimento, não consegue senão atrapalhar e dificultar a vida de quem produz. O (dês)governo Dilma até agora se mostrou incapaz de promover as reformas necessárias para que o Brasil deslanche, o contexto da economia mundial é favorável, mesmo em meio a crise financeira de governos europeus, os preços daquilo que o Brasil sabe produzir sobem e pressionam para que se invista e produza mais. Mas como fazê-lo sem energia, sem estradas e enrolado em uma barafunda  de com quase noventa tipos de impostos diferentes e centenas de situações burocráticas que consomem o tempo e a criatividade de nossos empreendedores? O mais curioso é ver de um lado os maiores esquemas de corrupção já vistos neste país consumirem perto de R$90 bi por ano em desvios de verbas e, do outro, números muito próximos disso serem apontados como “o que falta” para a modernização do país. O governo Dilma não é só incompetente, inchado e enpacado é também profundamente marcado pela corrupção. A cultura da corrupção e do vale tudo para conseguir dinheiro para campanhas e partidos obstaculiza o salto que o Brasil hoje poderia vir a dar em direção ao desenvolvimento pleno. Para atrapalhar este movimento temos milhares de salinhas em 39 ministérios ocupadas por membros do partido cuja função é contemplar a incompetência petista e pleitear dinheiro a fundo perdido para campanhas e enriquecimento pessoal, isto é o que está pondo todo o país a perder. Segue a reportagem do Estadão sobre a avaliação da S&P sobre a infra estrutura brasileira.

Infraestrutura precisa atrair US$ 100 bi por ano
Essa é a estimativa do que o setor deve receber em investimentos públicos e privados no Brasil, segundo a Standard & Poor’s

Os investimentos em infraestrutura no Brasil poderão alcançar entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões em cinco anos. A estimativa é da presidente da Standard & Poor’s para o Cone Sul, Regina Nunes, que participou na quarta-feira, em São Paulo, do evento Financiamento para o Desenvolvimento, da série Fóruns Estadão Brasil Competitivo, promovido pelo Grupo Estado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“É uma média de US$ 100 bilhões por ano de recursos necessários para modernizar vários setores fundamentais para o País, como rodovias, portos e aeroportos”, afirmou. Segundo ela, entre esses recursos está uma parcela dos investimentos previstos para o pré-sal que, se fossem considerados integralmente, elevariam o montante para US$ 1 trilhão.

Ela apontou que a própria classificação de risco do Brasil poderia ser elevada se o País tivesse uma melhor infraestrutura – a nota do Brasil é BBB, cuja perspectiva estável tem viés positivo para o médio prazo.

A presidente da Standard & Poor’s se mostrou otimista e disse acreditar que, conforme os novos investimentos forem sendo feitos, isso deve ocorrer. “Na medida em que os investimentos do setor de logística e transportes começam a maturar, em poucos anos isso vai reduzir os custos das empresas, o que vai baixar pressões sobre inflação e elevar o PIB potencial.”

Velocidade. O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, concorda com a importância da infraestrutura para o desempenho do Brasil. “Temos de utilizar a infraestrutura como fator indutor da atividade econômica”, disse. “Precisamos ter uma logística que dê competitividade ao nosso setor produtivo.”

Mas ele admitiu que o governo tem deixado a desejar no ritmo de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Figueiredo defendeu, porém, o programa e afirmou que o nível de execução vem melhorando.

“O PAC trouxe uma grande novidade, que é o fato de todas as obras terem recursos para começar e acabar. Ele trouxe essa condição financeira para executar as obras. Também trouxe para o setor público o compromisso com prazos. Hoje só é possível identificar atraso nas obras porque há um cronograma”, disse, ressaltando que a cada quatro meses o governo presta contas à sociedade sobre o andamento dessas obras.

Na semana passada, o governo informou que a execução global dos investimentos no PAC 2 soma R$ 181,5 bilhões no acumulado entre janeiro e setembro, 26% mais do que no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro de 2011 até setembro deste ano, são R$ 385,9 bilhões, 40,4% do investimento total previsto até 2014.

Segundo Figueiredo, há grandes dificuldades de execução das obras e a origem disso está na “desestruturação do Estado nos anos 90”. “Não tinha estrutura de gestão pública bem formada e bem aparelhada”, afirmou.

A grande dependência dos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos projetos de infraestrutura hoje, no Brasil, que geralmente respondem por cerca de 70% dos recursos das obras, foi um dos temas do debate.

Mas Gustavo Nunes da Silva Rocha, presidente da Invepar, que liderou o consórcio vencedor do leilão do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, realizado em fevereiro, disse acreditar que haverá um aumento na disponibilidade de recursos privados para os projetos de infraestrutura.

Segundo ele, a própria crise dos governos contribui nesse sentido. “Alguns títulos de projetos de infraestrutura têm se mostrado mais seguros do que os de alguns governos”, afirmou o executivo.

Rocha considera que as debêntures de infraestrutura, criadas recentemente pelo governo, serão uma importante fonte de recursos. O executivo também afirmou que já é possível verificar no mercado de financiamento privado condições mais alongadas para captação de recursos.

O presidente da Invepar ressaltou, porém, que é fundamental que o ambiente regulatório seja forte para que esses papéis atraiam o investidor. A Invepar é formada pela construtora OAS e pelos três maior fundos de pensão de empresas públicas no Brasil – a Previ, do Banco do Brasil; o Petros, da Petrobrás; e a Funcef, da Caixa.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,infraestrutura–precisa-atrair–us-100-bi-por-ano-,967340,0.htm

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Obras emPACadas são a regra, e não a exceção. #PAC2

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(Compartilhado do istoepiaui.blogspot.com)

A Sra. Miriam Belchior, quando fez o balanço das obras do PAC, não teve nenhuma vergonha de reconhecer que atrasos fazem parte da regra do jogo. Só se for na regra do jogo da incompetência. Uma das grandes dificuldades que o Brasil vive hoje é justamente a questão da logística, que impede o escoamento rápido da nossa safra, que dificulta o acesso de nossos produtos a nossos portos e aeroportos, e que estabelece uma dificuldade quase intransponível quando o Brasil vai competir com o resto do mundo nas suas exportações.  O PAC com a Dilma presidente tem, neste ano, o menor número de recursos em investimento e o menor volume de execução. Portanto, O PAC que o governo usa como um dos mecanismos,  inclusive quando sai do Brasil para contar sobre como é que o Brasil combate a crise, um dos argumentos é que governo tem um forte programa de investimentos em grandes obras públicas, estruturantes, que é um verdadeiro fracasso. E só para não ser um verdadeiro fracasso a Sra. Ministra, e a Sra. Presidente da República, ficam reclassificando as obras, por que existe uma normativa onde se coloca a obra no prazo adequado, a obra está em atenção, a obra é preocupante. Quando a obra atrasa o que faz o governo? Vai resolver o gargalo? Vai cobrar eficiência? Vai reduzir o aparelhamento da máquina para as coisas funcionarem? Não. Dilata o prazo da obra e carimba a obra como adequada com um novo prazo a ser cumprido. A incompetência administrativa está no DNA do governo Lula e do governo Dilma. Por quê? Por que o governo não consegue abrir mão do aparelhamento da máquina pública. O Brasil já é quase campeão mundial em número de ministérios, com 39 ministérios, e o resultado é o que nós estamos vendo aqui, obras emPACadas. Os brasileiros querem eficiência. A população brasileira exige que exista capacidade gerencial, agilidade nas obras, recursos a tempo. Para tirar um produto de qualquer unidade produtiva e levar até um porto, aeroporto, ou porto aeroporto é caro e retira a competitividade dos produtos brasileiro. Portanto o Brasil tem que melhorar e parar de dar desculpas para o povo brasileiro, tem que trabalhar Ministra Belchior.

Miriam Belchior diz que atrasos em obras do PAC 2 são “regras do jogo”
BRASÍLIA – Em quase dois anos, metade do tempo previsto para a conclusão dos serviços, o programa atingiu menos da metade das obras concluídas…

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, avaliou nesta segunda-feira (19) que os atrasos das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) fazem parte “da regra do jogo”. Em quase dois anos, metade do tempo previsto para a conclusão dos serviços, o programa, atingiu até setembro, menos da metade das obras concluídas. Até o momento, 38,5% dos empreendimentos foram entregues.

“O atraso [da obra] é da regra do jogo, tem que se verificar o tamanho proporcionalmente à obra. O que avaliamos é a criticidade, em alguns casos é mais sério que outro. Por exemplo, obra paralisada por decisão judicial, para nós é risco maior que a obra retomada com atraso, não tem mais sentido classificá-la [obra com atraso], como preocupante”, comentou.

Para melhorara o “monitoramento”, o ministério adotou uma tabela de controle, considerando valores gastos, no qual considera que 92% das obras estão concluídas. “Se eu considerar valor, do nosso ponto de vista, este é o melhor critério para avaliar as obras do PAC, 92% estão concluídas”, disse a titular da pasta.

A tabela, que considera valores, indica que 74% das obras estão com andamento adequado, 6% estão em estado de atenção e 2% em estágio preocupante. Apenas 18% dos serviços estão concluídos. A segunda etapa do programa, investiu, até o momento, R$ 385,9 bilhões. Dados do balanço, divulgado hoje, apontam que foram gastos R$ 272,7 bilhões com obras finalizadas.

Autor: Agência Brasil
Fonte: DCI

Written by onyxlorenzoni

novembro 20, 2012 at 8:58 pm

#PAC na mão da #Dilma sempre andou empacado. @youtube

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(Fonte: TV Câmara)

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(Degravação na manifestação na tribuna do plenário Ulysses Guimarães pelo Deputado Federal Onyx Lorenzoni) “Senhores deputados, senhoras deputadas, aqueles que acompanham esta sessão. Quero comentar neste pronunciamento as declarações feitas recentemente pela ministra do Planejamento, Sra. Miriam Belchior, que quando fez o balanço das obras do PAC não teve nenhuma vergonha de reconhecer que atrasos fazem parte da regra do jogo. Só se for na regra do jogo da incompetência. Uma das grandes dificuldades que o Brasil vive hoje é justamente a questão da logística, que impede o escoamento rápido da nossa safra, que dificulta o acesso de nossos produtos a nossos portos e aeroportos, e que estabelece uma dificuldade quase intransponível quando o Brasil vai competir, duelar com o resto do mundo nas suas exportações. O presidente Lula criou o PAC, que era, na verdade, falou daqui desta tribuna, um programa, que reunia uma série de programas e que recebeu um nome pomposo: Programa de aceleração do crescimento. Colocou a Dilma como a mãe do PAC, que resultou depois na plataforma em que ela chegou a presidência. Seguramente não pelos resultados do PAC, por que o PAC na mão da Dilma sempre andou empacado. O PAC com a Dilma presidente tem, neste ano, o menor número de recursos em investimento e o menor volume de execução. Portanto, O PAC que o governo usa como um dos mecanismos,  inclusive quando sai do Brasil para contar sobre como é que o Brasil combate a crise, um dos argumentos é que governo tem um forte programa de investimentos em grandes obras públicas, estruturantes, que é um verdadeiro fracasso. E só para não ser um verdadeiro fracasso a Sra. Ministra, e a Sra. Presidente da República, ficam reclassificando as obras, por que existe uma normativa onde se coloca a obra no prazo adequado, a obra está em atenção, a obra é preocupante. Quando a obra atrasa o que faz o governo? Vai resolver o gargalo? Vai cobrar eficiência? Vai reduzir o aparelhamento da máquina para as coisas funcionarem? Não. Dilata o prazo da obra e carimba a obra como adequada com um novo prazo a ser cumprido. Isto é um jogo de ilusão, tanto é verdade que as licitações recentemente feitas para os aeroportos. E os aeroportos não mudaram em nada. Ao contrário, não se vê nenhuma ação para mudar a realidade de quem pega um avião hoje. Do momento de chegada aos aeroportos, quer na utilização dos terminais. Quanto mais ainda do acesso às aeronaves. Tem aeronave que passa mais tempo taxiando que voando, tal a incompetência administrativa, de gestão, gerencial, que é inerente, está no DNA do governo Lula e do governo Dilma. Por quê? Por que o governo não consegue abrir mão do aparelhamento da máquina pública. Dai o Brasil, quase campeão mundial em número de ministérios, com 39 ministérios, e o resultado é o que nós estamos vendo aqui; as declarações para dizer, mais ou menos como Lula disse na origem do mensalão: Todo mundo faz. Não. Não é todo mundo que faz, não! Tem gente que age corretamente e eticamente. Tem gente não age corretamente, nem eticamente. Da mesma maneira a ministra Miriam Belchior, espelhada no presidente Lula, veio dizer que atraso em obra é regra do jogo do PAC. Sra. Ministra, quero dizer que não é. Os brasileiros querem eficiência. A população brasileira exige que exista capacidade gerencial, agilidade nas obras, recursos a tempo. Por que o Brasil não pode mais esperar, com rodovias que matam milhares de brasileiros a cada ano. O Brasil mata um Vietnam por ano. Morreram 50  mil soldados na guerra do Vietnam, o  Brasil mata mais do que isso. Por que as estradas brasileiras não são duplicadas, não tem boa engenharia, por que as polícias rodoviárias estaduais, e a polícia rodoviária federal estão desaparelhadas. Pela mesma razão os produtos brasileiros, tem menor competitividade, no MERCOSUL ou em qualquer outro lugar do mundo. Por que para tirar um produto de qualquer unidade produtiva e levar até um porto, aeroporto, ou porto aeroporto, é ineficaz, é caro, e traz, pela ausência de estradas, pela ausência de ferrovias, pela ausência de hidrovias, retira a competitividade dos produtos brasileiro. Portanto o Brasil tem que melhorar e parar de dar desculpas para o povo brasileiro, tem que trabalhar.

Link: http://www.youtube.com/watch?v=qvVWCv07_ec

Quanto maior mais emPACado. #ObrasDoPac

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PAC empacado!Desperdiçar, desviar e usar mal o dinheiro público estão virando especialidades do desgoverno Lula/Dilma. O festival multimilionário de assaltos aos cofres dos governos estaduais e federal, que vemos todos os dias descritos em detalhes nas transmissões do julgamento do mensalão e da CPMI do Cachoeira, é pago com o SANGUE dos brasileiros que morrem por falta de assistência médica, por falta de segurança, por falta de educação e apoio a infância. O governo liderado por terroristas e sequestradores não poderia ser um governo de respeito pela integridade das pessoas e pela moralidade. O amadurecimento político do Brasil está custando bem caro, está custando vidas. As cenas de violência e chacina que vemos no oriente médio, nos desdobramentos da primavera árabe, se repetem nas periferias brasileiras, nas obras que usam trabalho escravo, nas filas de postos de saúde, nos embates entre gangues de marginais, traficantes, assaltantes, mafiosos que se infiltram no poder e fazem toda sorte de negócios ilegais envolvendo até mesmo as autoridades que deveriam combater estas atividades.  

Grandes obras do PAC são campeãs de irregularidades, diz relatório do TCU

Uma lista enviada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao Congresso Nacional junto com o Projeto da Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2013 aponta que as principais obras tocadas pelo governo federal, como a Refinaria Abreu e Lima, a Ferrovia Norte-Sul e a transposição do Rio São Francisco, são reincidentes em irregularidades e desperdício de dinheiro público. As irregularidades apontadas pelo tribunal em 25 obras somam R$ 19 bilhões. Só as 16 reincidentes podem ser responsáveis pelo desvio de R$ 17 bilhões, mais do que o investimento previsto para o Ministério dos Transportes no ano que vem, por exemplo.

Os técnicos do TCU recomendaram que as 25 obras fossem paralisadas ou tivessem verbas retidas em 2013 até que as irregularidades, como superfuramento, sobrepreço, projeto mal elaborado e licitações fraudulentas, sejam sanadas e que não haja mais prejuízos aos cofres públicos. O órgão deve formalizar uma lista definitiva em novembro e, até o fim de dezembro, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisará cada caso, ouvindo as justificativas dos gestores, para decidir se as obras devem ser interrompidas. Na maioria das vezes, os parlamentares descartam as irregularidades após essa etapa. Na análise do Orçamento deste ano, a lista do TCU continha 26 obras, mas apenas cinco foram paralisadas. No entanto, 16 voltaram a apresentar problemas e constam, agora, entre as relacionadas para ficar de fora do Orçamento 2013.

Com atraso de dois anos, obra da Refinaria Abreu e Lima tem quase metade do seu orçamento sob suspeita (Foto: Teresa Maia/DP/D.A.Press – Vista aerea do Complexo Industrial Portuario de Suape. Na foto, Refinaria Abreu e Lima)

Autores: Adriana Caitano e Leandro Kleber
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/09/11/interna_politica,321842/grandes-obras-do-pac-sao-campeas-de-irregularidades-diz-relatorio-do-tcu.shtml

#ENQUETE: o dinheiro da Delta pode ter ido para a campanha de Dilma? Qual sua opinião?

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(Fonte: humorpolitico.com.br)

Em qualquer país responsável Dilma já estaria sendo investigada por causa das doações de empreiteiras

Fora da lei – Fosse o Brasil um país com doses mínimas de seriedade, o governo da neopetista Dilma Vana Rousseff já estaria na alça de mira da suspeição, com largas chances de ser interrompido por decisão da Justiça. Esse cenário deveria se configurar a partir da declaração de Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que em depoimento à CPI do Cachoeira disse que, em 2010, cobrou de empreiteiras ligadas ao órgão doações financeiras à campanha de Dilma, então candidata do governo à presidência.

Considerando que aquilo que é escândalo na seara dos adversários é algo normal quando cometido por petistas, não causou estranheza o posicionamento de alguns parlamentares do PT sobre o assunto. Vice-presidente da CPI do Cachoeira e deputado federal pelo PT paulista, Paulo Teixeira disse que nada de ilegal existiu na atuação de Pagot, pois as doações foram informadas à Justiça Eleitoral. Uma bobagem desmedida, pois seria o mesmo que considerar como legal o dinheiro acumulado por Fernandinho Beira-Mar, caso o traficante tivesse declarado seus rendimentos à Receita Federal.

(Foto: ucho.info)

Líder do PT na Câmara, o deputado federal Jilmar Tatto (SP) também segue a linha de pensamento do companheiro Paulo Teixeira. Tatto entende que as arrecadações feitas por Luiz António Pagot em nada comprometem o PT e o mandato de Dilma Rousseff.

Derradeiros paladinos da moralidade universal, os petistas são especialistas em transformar os crimes que cometem em atitudes inocentes ou milagres suaves. Basta ver o exemplo do abusado João Paulo Cunha, que reconheceu ter recebido dinheiro do Mensalão do PT, mas diante da iminência da condenação se diz injustiçado.

O Congresso Nacional, tomando por base o depoimento sob juramento de Luiz Antônio Pagot, deveria abrir uma CPI para investigar o caso das doações, que por certo ocorreram por meio de extorsão ou intimidação, e requerer o impeachment de Dilma Rousseff, pois a legislação eleitoral vigente não permite o uso da máquina pública em benefício de candidatos.

Dilma, que deve explicações ao povo brasileiro, pois foi com o suado dinheiro do contribuinte que as empreiteiras reforçaram financeiramente a campanha presidencial petista, continua calada e fingindo que de nada sabe, no melhor estilo inocente inútil.

Esperar que o Congresso faça alguma coisa é sonhar em demasia. Dominado pelo PT e pela base aliada, o parlamento brasileiro é um misto de balcão de negócios com genuflexório de amestrados. Por mais que a oposição tente se mobilizar, qualquer ação será atropelada pelo rolo compressor palaciano, sempre acionado quando petistas estão em perigo. Mesmo assim, um pedido de impeachment pode ser protocolado por qualquer cidadão, até porque o Brasil está nas mãos de uma quadrilha.

Autor: Ucho.info
Fonte: http://ucho.info/em-qualquer-pais-responsavel-dilma-ja-estaria-sendo-investigada-por-causa-das-doacoes-de-empreiteiras

Written by onyxlorenzoni

agosto 30, 2012 at 3:21 pm

Mais dinheiro para o #PAC emPACado, grandes projetos estão atrasados.

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PAC empacado!

O Brasil vive o drama dos gargalos de infraestrutura. Hospitais super lotados, longas filas de espera por vagas em creches, estradas em más condições, portos e aeroportos subdimensionados. Para onde vai o dinheiro dos mais altos impostos das Américas? Certamente não está indo para a infra-estrutura. O outro detalhe fundamental, e do qual o governo LULA/DILMA carece, é competência administrativa. Discurso, especulação e manipulação de dados econômicos não erguem prédios nem pavimentam estradas. O dinheiro do contribuinte é injetado aos milhões em obras que não andam, na melhor das hipóteses falta competência de gestão, no pior cenário o que falta mesmo é lisura, transparência e expertise na gestão destas obras.

Governo aumenta desembolsos do PAC; grandes projetos estão atrasados

A ministra do Planejamento, Mirian Belchior, anunciou nesta quinta-feira um aumento de 32% nos gastos do governo com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no primeiro semestre desse ano, comparado ao mesmo período de 2011.

Segundo o balanço, o programa como um todo já executou em um ano e meio R$ 324 bilhões, o que significa 34% do previsto no início do projeto.
Governo aumenta desembolsos do PAC; grandes projetos estão atrasados

Segundo o balanço, 30% dos projetos estão concluídos. A cerimônia contou com a presença de oito ministros, além de Mirian.

“O PAC está muito próximo de uma distribuição linear no tempo”, disse Mirian Belchior em relação às execução orçamentária. “O PAC continua a sua trajetória de a cada balanço ter um desempenho melhor que o anterior”.

Os números, no entanto, encobrem uma piora de desempenho justamente no foco original do programa: as obras públicas de infraestrutura destinadas a ampliar o potencial de crescimento econômico do país.

Em valores corrigidos pela inflação, as obras do PAC receberam R$ 8,4 bilhões do Tesouro Nacional no primeiro semestre, de acordo reportagem da Folha.

O valor é inferior aos R$ 9,6 bilhões do mesmo período do ano passado e, mais ainda, aos R$ 10,1 bilhões aplicados nos seis meses iniciais do ano eleitoral de 2010.

O aumento do desembolso geral do PAC é devido aos gastos com o programa Minha Casa Minha Vida, que alcançaram R$ 108 bilhões disponibilizados no semestre, segundo o governo.

O anúncio manteve a política de maquiar os dados. Obras que estão muito atrasadas, como a Ferrovia Norte-Sul, o Trem-Bala, a Transposição do São Francisco e o Arco Metropolitano do RJ, têm seus prazos de conclusão adiados e o governo mantêm nelas o selo de que estão adequadas.

O secretário de acompanhamento econômico do Ministério da Fazenda, Antonio Henrique Silveira, afirmou durante a cerimônia que a expectativa do governo é que o país voltar a crescer 4,5% já no 4º trimestre deste ano e que o PIB vai acelerar para 4,5% de crescimento no semestre seguinte.

Autores: DIMMI AMORA e GUSTAVO PATU, DE BRASÍLIA
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1126202-governo-aumenta-desembolsos-do-pac-grandes-projetos-estao-atrasados.shtml

Written by onyxlorenzoni

julho 26, 2012 at 12:22 pm

Discursos, especulação e manipulação de dados não erguem prédios e muito menos a economia. @correio_web

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PAC empacado!

O Brasil vive o drama dos gargalos de infra estrutura, hospitais super lotados, longas filas de espera por vagas em creches, estradas em más condições, portos e aeroportos subdimensionados. Para onde vai o dinheiro dos mais altos impostos das Américas? Certamente não está indo para o fomento da CONSTRUÇÃO CIVIL, mesmo que tenha havido muito alavancamento desta setor em anos anteriores só alavancagem financeira não constutui uma política robusta de fomento do setor essencial ao desenvolvimento da infra estrutura e da habitação. O outro detalhe fundamental, e do qual o governo LULA/DILMA carece é competência. Discurso, especulação e manipulação de dados não ergue prédios muito menos a economia.

Indice de Confiança da Construção tem terceira queda consecutiva

São Paulo – O Índice de Confiança da Construção, medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentou o pior resultado dos últimos 18 meses, ao registrar recuo de 9,5%, em junho, ante redução de 7,8%, em maio. É a terceira queda seguida na comparação anual e a mais expressiva desde dezembro de 2011 (-9,9%).

O levantamento mostra a expectativa dos empresários para os negócios tanto no presente quanto no médio prazo, com sondagens feitas em um período de três meses. Em junho, entre os segmentos que contribuíram para o resultado estão as empresas de construção de edifícios e obras de engenharia, com variação de -9,8% ante -7,7%, e as de aluguel de equipamentos de construção e demolição, com 3,9% ante 6,1%.

Em sentido oposto, houve uma redução na intensidade de queda nos segmentos de preparação de terreno (de -6,2% para -5,8%) e de obras de infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicação (de -15% para -13,9%).

O Índice de Expectativas passou de -6,5% para -8,6% e o Índice da Situação Atual, de -9,3% para -10,5%. Um quarto das 701 empresas ouvidas, ou 25,2%, classificou como boa a situação atual ante 33,3% que manifestaram a mesma avaliação no trimestre terminado em junho do ano passado. Para 16,5% das empresas consultadas, o quadro é ruim, percentual superior ao de igual período de 2011 (11,9%).

Segundo a FGV, 43% dos entrevistados declararam esperar uma melhora dos negócios nos próximos seis meses ante o índice de 54,3% registrado em maio. Ao mesmo tempo, cresceu o percentual dos pessimistas (de 1,3% para 3,5%).

Autor: Agência Brasil

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/07/04/internas_economia,310534/indice-de-confianca-da-construcao-tem-terceira-queda-consecutiva.shtml

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