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Liberdade | Democracia

Archive for the ‘presidenta incompetenta’ Category

#GripeA: Só uma ínfima parcela da população gaúcha tem acesso a vacina. @g1 @g1brasil

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Santo Ângelo, a capital das missões, tem uma população que beira os 80.000 habitantes. Ou seja, 3 mil vacinas é o mesmo que dizer: SÓ UMA ÍNFIMA PARTE DA POPULAÇÃO SERÁ VACINADA, e só uma pequena parta da população de risco (idosos, crianças, profissionais da saúde e professores) que é perto de 30 % da populção será vacinada. Isto mostra o TOTAL DESPREPARO para uma situação anunciada, sazonal, conhecida, previsível mas que NEM PASSOU PELO PLANEJAMENTO DA SECRETARIA DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL de forma séria. Nem de alcool gel o estado está abastecido, quem dirá de vacinas.

Vacinação contra a gripe A H1N1 é retomada em Santo Ângelo, RS

Doses foram aplicadas nesta terça na região das Missões, no Noroeste.
São Borja, com cinco vítimas fatais confirmadas, recebeu 10 mil doses.

A vacinação contra a gripe A H1N1 foi retomada nesta terça-feira (17) em Santo Ângelo, na Região da Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul. A imunização começou pela manhã e se estende até as 16h. A aplicação é feita em idosos, gestantes, portadores de doenças crônicas e crianças de até 10 anos.

Foram disponibilizadas 3 mil vacinas para a cidade e, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, é provável que este seja o último lote. A Brigada Militar e o 1º Batalhão de Comunicações do Exército ajudam na organização das filas.

Das 20 mil vacinas garantidas na semana passada para a região, 10 mil foram encaminhadas a São Borja, cidade que teve cinco mortes confirmadas por gripe A H1N1. O restante do lote foi distribuído aos outros municípios da região.

Segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (16) pela Secretaria Estadual da Saúde, na região missioneira ocorreu um terço das mortes confirmadas devido à gripe A H1N1 no Rio Grande do Sul. Ao todo, a doença fez 33 vítimas fatais no estado, em um total de 218 casos de contaminação.

Também nesta segunda, o Ministério da Saúde enviou técnicos ao estado para estudar a propagação da doença. A avaliação deve orientar alterações na campanha de vacinação para o próximo ano. A principal ideia é que toda a população gaúcha seja imunizada e não apenas o considerado grupo de risco, composto por crianças, gestantes, idosos e profissionais de saúde.

Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2012/07/vacinacao-contra-gripe-h1n1-e-retomada-em-santo-angelo-rs.html

Santo Ângelo, segundo o último censo de 2010 tinha 76.456 habitantes, sendo que a população de até 10 anos de idade já passava dos 7 mil naquela época. As 3 mil vacinas nem de perto significam a prevenção adequada para a situação da cidade.

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#PETROBRAS: “Hoje, importamos gasolina, diesel, querosene de aviação e até etanol.” AP @cmuriloc

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Consultorias milionárias, membros de partido político em cargos de altos salários em sociedades anônimas das quais a União Federal é sócia, obras sem licitação, esquemas de super faturamento e propinas de milhões de reais. ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA INCOMPETENTA que já consumiu com mais da metade do valor de mercado da  Petrobrás, empresa que o PT encontrou saneada, lucrativa e em crescimento, hoje descredibilizada no mercado mundial não consegue cumprir as metas que ela mesmo planejou. Patinando na incompetência o PT aplica que está “moralizando” a Petrobrás, mas não reduz o cabide de empregos dentro da empresa. 

O Resgate da Petrobrás

Adriano Pires*

Nas últimas três campanhas para a Presidência da República, um dos temas principais foi a política do petróleo e a Petrobrás. De um lado, o PT acusando os candidatos do PSDB de entregar as reservas brasileiras de petróleo para empresas privadas estrangeiras e privatizar a Petrobrás. Essa tese se acentuou na última campanha presidencial, com a descoberta da camada do pré-sal. De outro lado, o PSDB refém dos argumentos populistas e nacionalistas petistas e fugindo do debate em torno do setor de petróleo e da Petrobrás.

O que chama a atenção é como o PSDB nunca teve coragem de defender a política que o seu governo elaborou e implantou para o setor de petróleo, bem como a gestão da Petrobrás. Isso porque, se houve uma política no governo do PSDB que só apresentou resultados positivos e diríamos até mesmo espetaculares, essa foi no setor de petróleo. Durante o governo Fernando Henrique assistimos à abertura do mercado de petróleo, que levou a um aumento nas reservas provadas de 82%, entre 1995 e 2002, e de 118%, na produção de petróleo. Em quatro anos, a ANP promoveu quatro leilões de concessão de áreas exploratórias de petróleo e gás. Isso proporcionou a entrada das principais empresas internacionais do setor, como BG, Shell, Statoil, Repsol, etc., e possibilitou a criação de empresas privadas nacionais como OGX, QGEP e HRT. A Petrobrás elevou seus lucros, modernizou-se e internacionalizou-se, atingindo um nível de governança que permitiu que suas ações passassem a ser negociadas na Bolsa de Nova York. Como resultado das práticas de mercado e da melhora da governança, as ações da empresa apresentaram valorização de 386% no governo FHC.

Nos oito anos de governo do presidente Lula, os resultados obtidos no setor de petróleo, bem como os da Petrobrás, foram decepcionantes. A ANP realizou apenas cinco leilões e a área exploratória, que alcançou um máximo de 341 mil km², em 2009, será reduzida para 114 mil km², no final de 2012, devido a não ocorrência de leilões desde 2008. Os preços dos combustíveis voltaram a ser administrados pelo governo e promoveu-se a política do “falta tudo”. Hoje, importamos gasolina, diesel, querosene de aviação e até etanol. O uso e abuso da Petrobrás levou ao não cumprimento das metas de produção de petróleo e a atrasos no plano de investimentos. Após a descoberta das reservas do pré-sal, foi realizada uma operação de capitalização da estatal, que se mostrou desastrosa para o acionista minoritário, desvalorizando em 44% as ações da empresa desde então. Ante a má performance da Petrobrás nos últimos anos, chama novamente a atenção como os partidos de oposição, em particular o PSDB, não denunciaram o que estava ocorrendo na gestão da Petrobrás. Ao contrário, tiveram uma participação tímida quando o governo mudou, em 2010, o marco regulatório do setor de petróleo, mais uma vez, perdendo a oportunidade de mostrar para a sociedade os êxitos do governo FHC e fazer ver que o que estava atrás das alterações propostas eram questões mais de cunho político do que técnico.

Para a surpresa da maioria, é no governo da presidente Dilma, com a nomeação de Graça Foster para a presidência da Petrobrás, que se estão explicitando as mazelas da estatal e tentando reencontrar o caminho da excelência. A primeira boa notícia foi a nomeação da nova diretoria, sem qualquer interferência política. O anúncio do novo Plano de Negócios também mostrou metas mais realistas. A priorização dos investimentos em exploração e produção e o adiamento dos de refino demonstram que prevaleceu a racionalidade econômica.

Falta superar uma série de obstáculos para que a gestão da Petrobrás volte a olhar mais os interesses dos acionistas e menos os dos políticos. Os dois principais desafios seriam a empresa ter autonomia para propor e executar a sua política de preços de combustíveis e deixar de ser utilizada pelo governo como instrumento de política industrial no que se refere ao conteúdo local. É preciso voltar a cuidar e resgatar a Petrobrás.

*Adriano Pires é Diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)

Fonte: http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=09&mes=07&ano=2012&idnoticia=118507

Discursos, especulação e manipulação de dados não erguem prédios e muito menos a economia. @correio_web

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PAC empacado!

O Brasil vive o drama dos gargalos de infra estrutura, hospitais super lotados, longas filas de espera por vagas em creches, estradas em más condições, portos e aeroportos subdimensionados. Para onde vai o dinheiro dos mais altos impostos das Américas? Certamente não está indo para o fomento da CONSTRUÇÃO CIVIL, mesmo que tenha havido muito alavancamento desta setor em anos anteriores só alavancagem financeira não constutui uma política robusta de fomento do setor essencial ao desenvolvimento da infra estrutura e da habitação. O outro detalhe fundamental, e do qual o governo LULA/DILMA carece é competência. Discurso, especulação e manipulação de dados não ergue prédios muito menos a economia.

Indice de Confiança da Construção tem terceira queda consecutiva

São Paulo – O Índice de Confiança da Construção, medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentou o pior resultado dos últimos 18 meses, ao registrar recuo de 9,5%, em junho, ante redução de 7,8%, em maio. É a terceira queda seguida na comparação anual e a mais expressiva desde dezembro de 2011 (-9,9%).

O levantamento mostra a expectativa dos empresários para os negócios tanto no presente quanto no médio prazo, com sondagens feitas em um período de três meses. Em junho, entre os segmentos que contribuíram para o resultado estão as empresas de construção de edifícios e obras de engenharia, com variação de -9,8% ante -7,7%, e as de aluguel de equipamentos de construção e demolição, com 3,9% ante 6,1%.

Em sentido oposto, houve uma redução na intensidade de queda nos segmentos de preparação de terreno (de -6,2% para -5,8%) e de obras de infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicação (de -15% para -13,9%).

O Índice de Expectativas passou de -6,5% para -8,6% e o Índice da Situação Atual, de -9,3% para -10,5%. Um quarto das 701 empresas ouvidas, ou 25,2%, classificou como boa a situação atual ante 33,3% que manifestaram a mesma avaliação no trimestre terminado em junho do ano passado. Para 16,5% das empresas consultadas, o quadro é ruim, percentual superior ao de igual período de 2011 (11,9%).

Segundo a FGV, 43% dos entrevistados declararam esperar uma melhora dos negócios nos próximos seis meses ante o índice de 54,3% registrado em maio. Ao mesmo tempo, cresceu o percentual dos pessimistas (de 1,3% para 3,5%).

Autor: Agência Brasil

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/07/04/internas_economia,310534/indice-de-confianca-da-construcao-tem-terceira-queda-consecutiva.shtml

O paraíso esquecido dos biocombustíveis

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A amnésia alcoólica de Lula.

Brasil: O paraíso esquecido dos biocombustíveis!
Quando a presidente da Petrobrás, Sra. Graça Foster, nos diz que as metas da Petrobras vinham sendo “ousadas” e que agora o plano de negócios é mais “realista”, o que ela está admitindo é que houve muita especulação em torno das possibilidades do pré-sal e pouca execução e entrega de resultados. Nos últimos anos a Petrobrás sempre prometeu ao mercado investir e produzir mais do que acabou fazendo. E quem vai pagar por esta especulação que conseguiu descredibilizar a Petrobrás no mercado e lhe fazer perder mais de 30% do valor das ações da empresa, corroendo o caixa da petrolífera e o patrimônio da empresa e seus acionistas, e até estimulando a importação de combustíveis? O Brasil poderia ser tranquilamente o “paraíso do biocombustível”, mas o DesGoverno Lula/Dilma preferiu especular no mercado internacional com as promessas do pré-sal e abandonou projetos brasileiros pioneiros como o Etanol. O governo brasileiro sob o comando de Lula/Dilma teve que importar etanol para regular o preço na entresafra, isto pela mais absurda falta de planejamento e custeio de safras de cana-de-açúcar, associada a alta do preço do açúcar na bolsa de Chicago. Ainda assim poderíamos fazer etanol de arroz, batata, milho ou até de beterraba, entre outras fontes vegetais que se prestam para produção de combustível a base de etanol e que muitas vezes apodrecem em silos Brasil afora. Mesmo o governo prometendo que o aumento de 15% nos combustíveis, proposto no plano de negócios da Petrobras, não venha a ser rapassado ao consumidor, por conta de uma suposta redução de impostos, o que na verdade deve acontecer é que este aumento seja aos poucos repassado ao consumidor e que a desoneração sobre o custo da gasolina só desestimule ainda mais o uso e produção de etanol. A administração petista, que recebeu uma Petrobrás saneada, transparente e que respeitava normas de governança corporativa, hoje nos apresenta uma empresa que maculada pela (má) influência do governo que interfere nos rumos da gestão do que poderia ter se tornado a maior empresa de petróleo do hemisfério sul. E o consumidor brasileiro? Sente no bolso o que é se transformar postos de gasolina em guichês de arrecadação de impostos. Quase metade do preço dos combustíveis vendidos ao consumidor é composto de impostos. Resumo da ópera: a política de combustíveis do Brasil tem como prioridade arrecadar impostos e amealhar recursos para setores do governo. Questões como o fomento ao uso e produção de biocombustíveis, o desenvolvimento de alternativas energéticas, custo e a eficiência do transporte e o interesse de acionistas minoritários são totalmente secundárias na mentalidade vigente na esplanada.

Petrobras reduz meta de produção de petróleo
Para o ano passado, a meta era 2,1 milhões de barris por dia, mas a Petrobras conseguiu produzir uma média de apenas 2,02 milhões

No Plano de Negócios 2012-2016, apresentado nesta segunda-feira, a Petrobras decidiu reduzir a meta de crescimento da produção de petróleo em relação ao plano anterior, do ano passado. Se no plano 2011-2015, os objetivos eram chegar a 3,07 milhões de barris por dia em 2015 e a 4,91 milhões em 2020, no novo planejamento as metas são mais realistas: 2,5 milhões de barris diários em 2016 e 4,2 milhões em 2020.

Historicamente, a Petrobras não cumpre suas metas de produção. Essa tem sido a leitura e o discurso de muitos. E nosso discurso dentro da nossa companhia. Verificamos exatamente que nesses oito planos de negócios, não temos cumprido nossa meta de produção. Temos, como uma de nossas conclusões que nosso plano esteja sendo trabalhado em metas ousadas, que se mostraram ano a ano metas não realistas”, disse a presidenta da empresa, Graça Foster.

Para o ano passado, por exemplo, a meta era 2,1 milhões de barris por dia, mas a Petrobras conseguiu produzir uma média de apenas 2,02 milhões.

Autor: Da Redação da Band com a Agência Brasil

Fonte: http://www.band.com.br/noticias/economia/noticia/?id=100000512611

PREÇO DA #GASOLINA: e os biocombustíveis? E o pré-sal? E a autosuficiência? Foram para onde?

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O paraíso esquecido: Quando o ministro Lobão diz que não está definido o aumento da gasolina, isto quer dizer: vai aumentar só não se sabe exatamente o quanto. Terminada a Rio+20 saberemos com certeza. O Brasil poderia ser tranquilamente o “paraíso do biocombustível”, mas o DesGoverno Lula/Dilma preferiu especular no mercado internacional com as promessas do pré-sal e abandonou projetos brasileiros pioneiros como o Etanol. O governo brasileiro teve que importar etanol para regular o preço na entresafra, isto pela mais absurda falta de planejamento e custeio de safras de cana-de-açúcar, associada a alta do preço do açúcar na bolsa de Chicago. Mesmo assim poderíamos fazer etanol de arroz, ou até de beterraba, entre outras fontes vegetais que se prestam para produção de combustível a base de etanol. Os anúncios mais recentes da Petrobrás desmentem as promessas de aumento da produção de petróleo, a gigante pretrolífera brasileira perdeu 30% de seu valor sob a administração petista, que recebeu uma Petrobrás saneada, transparente e que respeitava normas de governança corporativa, hoje a empresa não consegue se livrar da (má) influência do governo que interfere nos rumos do que poderia realmente ter se tornado a maior empresa de petróleo do hemisfério sul. E o consumidor brasileiro? Sente no bolso o que é transformar postos de gasolina em guichês de arrecadação de impostos. Quase metade do preço dos combustíveis vendidos ao consumidor é composto de impostos. Resumo da ópera: a política de combustíveis do Brasil tem como prioridade arrecadar impostos. Questões como desenvolvimento de alternativas para energia e combustíveis, fomento a produção de biocombustíveis  e a redução do custo do transporte  são totalmente secundárias na mentalidade vigente na esplanada.(Foto: washingtonindependent.com) 

“Reajuste de gasolina não está definido”, diz Lobão
O ministro disse queas simulações dos cálculos de reajuste do combustível são feitas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta quinta-feira que ainda não há definição por parte do governo sobre um reajuste do preço da gasolina, mas admitiu que há estudos da Petrobras sobre aumento do combustível.

— A gente vai avaliando, estudando o cálculo do impacto possível na inflação. Nós fazemos isso há muito tempo — afirmou o ministro em entrevista no hotel na Barra da Tijuca, onde participa da Rio+20. Na conversa, Lobão disse que as simulações dos cálculos de reajuste do combustível são feitas pelos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia e levam em conta o plano de investimento da Petrobras.

— Não há um aumento de preços para o consumidor há nove anos — disse o ministro. Lobão rejeitou a ideia de uso da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) como instrumento para equilibrar o preço do combustível se houver reajuste.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, evitou comentar um possível reajuste no preço da gasolina.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2012/06/reajuste-de-gasolina-nao-esta-definido-diz-lobao-3797615.html

(Fonte: humorpolitico.com.br)

#MEC dá 14 milhões para museu do #Lula…enquanto isso nenhuma creche é construída.

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Enquanto o MUSEU DO LULA tem recursos, terreno, projeto e ampla divulgação NENHUMA das 6427 creches prometidas por Dilma e Lula na campanha de 2010 saiu do chão...ficaram só no programa da campanha. ISTO É UMA VERGONHA.

União dá R$ 14 milhões a museu de Lula no ABC

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT), vão anunciar amanhã o início da construção de um museu que lembrará as greves de metalúrgicos comandadas pelo ex-presidente Lula no ABC.

As obras devem custar R$ 18 milhões aos cofres públicos, sendo R$ 14,4 milhões do governo federal e R$ 3,6 milhões do município. O valor inclui apenas as despesas com instalações físicas.

(Fonte: Folha de São Paulo)

O anúncio será feito um dia antes do primeiro ato público de Lula após o desaparecimento do câncer na laringe, sábado, também em São Bernardo. Ele dividirá o palanque com Marinho, que tenta a reeleição, e Fernando Haddad, pré-candidato do PT a prefeito de São Paulo.

O Museu do Trabalho e do Trabalhador será erguido num terreno de cerca de 10 mil m2 ao lado do Paço Municipal, um dos cenários das greves que antecederam a criação do partido.

Entre as principais atrações, está prevista uma sala que vai recriar, com recursos audiovisuais, o ambiente das reuniões a céu aberto lideradas pelo fundador do PT.

“Não é um museu do Lula, mas é evidente que ele terá uma presença muito forte. Queremos que o visitante se sinta como se estivesse dentro de uma assembleia de trabalhadores”, diz Marinho.

Segundo o petista, a parte exterior do edifício deve ganhar uma coleção de ferramentas antigas. “Incluindo um torno similar ao que o Lula usava quando perdeu o dedo”, anima-se Marinho.

O convênio com o Ministério da Cultura foi assinado em 2010, mas atrasou devido a problemas burocráticos e só agora começará a sair do papel, com um repasse inicial de R$ 1 milhão da União.

A obra começará pela demolição do prédio que abrigava o antigo mercado municipal da cidade, e poderá ser acompanhada pelo prefeito da janela de seu gabinete.

De acordo com aliados, Marinho, ex-ministro do Trabalho e da Previdência no governo Lula, quer usar o museu como símbolo de sua gestão como prefeito.

Ele é cotado para disputar o governo de São Paulo em 2014, mas afirma não ter intenção de concorrer.

O petista quer recorrer à Lei Rouanet, mecanismo de renúncia fiscal do Ministério da Cultura, para bancar os gastos com o interior do museu. “Isso pode ser mais caro ou mais barato que o prédio. Ainda não sabemos”, diz.

MEMORIAL

O projeto do ABC deve ser o segundo museu com referências à trajetória de Lula construído simultaneamente na região metropolitana.

Ontem, vereadores do PSDB paulistano voltaram a adiar a votação do projeto que autoriza a cessão ao Instituto Lula de um terreno oferecido pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) para o Memorial da Democracia, na região da cracolândia.

O líder tucano Floriano Pesaro tenta convencer os colegas a realizar audiências públicas sobre o tema, numa tentativa de adiar o começo das obras.

O memorial receberá o acervo de Lula na Presidência e, segundo o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, ainda não tem orçamento definido.

“Só os estudos devem custar alguns milhões. O total pode chegar a R$ 40 milhões, R$ 60 milhões. Temos que fazer os projetos antes.”

Ele disse que pretende obter financiamento privado, mas não descartou a possibilidade de firmar convênios com o poder público.

Autor: BERNARDO MELLO FRANCO DE SÃO PAULO

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1074834-uniao-da-r-14-milhoes-a-museu-de-lula-no-abc.shtml

Explica #Mercadante: por que nossas metas para educação estão TÃO LONGE!

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O desenvolvimento dos tigres asiáticos sempre esteve ligado ao incentivo a educação. Ou o Brasil qualifica sua educação ou teremos um país de operadores de máquinas que não sabemos construir. Hoje a realidade não está muito longe disto. Grandes empresas que dependem de alta tecnologia já importam profissionais de desenvolvimento tecnológico. No Rio Grande do Sul não estamos em uma situação diferente, existe muito pouca pesquisa voltada para desenvolver soluções tecnológicas para problemas recorrentes como a seca e técnicas de irrigação de baixo custo e consumo de energia. Os números de nossa educação explicam uma parte da nossa dependência tecnológica, desde a pré-escola já somos negligentes, das 6427 creches prometidas por Dilma, nenhuma saiu do papel, há poucas semanas Mercadante veio a público mostrar que a verba para a construção já estava destinada, mas não saiu disso, do papel. Dilma cortou verbas da pesquisa científica, e é muito pouco provável que consiga mandar os 75 mil alunos de graduação para estudos fora do país. O (Des)Governo Dilma sabe mesmo é falar de um Brasil irreal, de desenvolvimento pujante que só existe em suas planilhas. (Charge: blogdamartabellini.blogspot.com)

MEC está longe da meta de levar 75 mil estudantes para o exterior até 2015

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou ontem um balanço parcial do programa Ciência Sem Fronteiras, principal aposta da presidente Dilma Rousseff para a formação de pesquisadores e para o aprimoramento da formação de estudantes de ciências exatas. Apesar do entusiasmo do titular da pasta, a iniciativa não apresenta bons resultados. Das 75 mil bolsas de estudo que o governo federal se comprometeu a oferecer até 2015, somente 3.897 foram implementadas até o momento. De acordo com o MEC, porém, outras 10.979 vagas foram confirmadas até o fim deste ano. O ministério, inclusive, estendeu a meta global de distribuição de bolsas, inicialmente prevista para ser atingida em 2014.

A primeira seleção do Ciência Sem Fronteiras foi aberta em agosto do ano passado e ofereceu vagas em instituições de ensino superior nos Estados Unidos, no Reino Unido, na França, na Itália e na Alemanha. O segundo edital, disponível para os alunos interessados, inclui vagas na Austrália, na Bélgica, na Holanda, no Canadá, na Coreia do Sul, na Espanha e em Portugal. As inscrições estão abertas até 30 de abril, no site http://www.ciencia semfronteiras.gov.br/web/csf.

Autor: Agência Brasil
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2012/04/05/interna_brasil,296548/mec-esta-longe-da-meta-de-levar-75-mil-estudantes-para-o-exterior-ate-2015.shtml

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