Blog do Onyx

Liberdade | Democracia

Posts Tagged ‘Antidesenvolvimentista

#FIERGS: Exportações gaúchas desaceleram 17% @JC_RS @empresasgauchas @inovacaosebrae @FGV

leave a comment »

O empresário brasileiro é o que mais trabalha no mundo para dar conta da burocracia gerada com os 86 impostos brasileiros. São 2600 horas de trabalho por ano só para a burocracia fiscal, seguido de perto pela Bolívia, com 1080 horas por ano. A média mundial não passa de 200 hs/ano. Estes números são do relatório DOING BUSINESS 2012 do Banco Mundial. Além da pesadíssima burocracia o empresário brasileiro ainda enfrenta gargalos de infra-estrutura, estradas e portos subdimensionados, dificuldades para importar maquinário e materiais, capital de giro a juros muito maiores que as médias mundiais, e falta de mão de obra qualificada. O (dês)Governo Dilma promove o antidesenvolvimento, e, mesmo assim, setores como o agronegócio, permanentemente penalizado pelas políticas do (des)Governo praticamente leva os bons resultados da balança comercial nas costas. O preço favorável às commodities agrícolas e metálicos está cedendo no mercado mundial, em crise, e o Brasil não se prepara para competir com produtos e serviços. A forte estatização do mercado promovido pelo (des)Governo já mostra que está comprometendo o desempenho da economia. O PT diz que quer combater a miséria, mas esquece que miséria se combate com desenvolvimento econômico, e o Brasil, mesmo com ventos favoráveis a suas exportações, é o país cujo PIB menos cresce entre os emergentes BRICS. Medidas protecionistas, do qual o Brasil também é o campeão mundial, segundo a ONU, só maquiam a falta de competitividade e no médio prazo a tendência é que os empresários fiquem ainda mais “viciados” nestas medidas de proteção de mercado e menos competitivos. Menos impostos, menos burocracia, menos intervencionismo na economia, mais infra estrutura e educação voltada para o empreendimento, sem isso o Brasil vai continuar sendo uma colônia exportadora de matérias primas que agrega pouco valor ao que produz, este modelo, sabemos pela história dos ciclos econômicos brasileiros varia conforme os preços mundiais, tem altos e baixos.  Assim não  irá se tirar nosso povo da miséria e do subdesenvolvimento. (Foto: demauk.com)

As exportações do Rio Grande do Sul tiveram uma queda de 17,2% em maio ante o mesmo mês de 2011. As commodities agrícolas foram as principais responsáveis por este resultado negativo, sofrendo com as consequências da estiagem no Estado. Conforme a balança comercial do mês passado, as vendas gaúchas totalizaram US$ 1,68 bilhão.

Com o resultado, o Rio Grande do Sul ficou na sexta posição entre os estados que mais exportaram, representando 7% da pauta brasileira. A primeira posição ficou com São Paulo (24%), seguido por Minas Gerais (13%), Rio de Janeiro (10%), Paraná (9%) e Mato Grosso (8%).

Na indústria, que respondeu por 70% de tudo que o Estado embarcou, a desaceleração somou 9,6%. Conforme o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, “além dos efeitos da seca, também reforçaram este cenário as medidas protecionistas da Argentina e as dificuldades econômicas de importantes parceiros comerciais, como a Zona do Euro”.

Dos 25 setores industriais pesquisados, 13 apresentaram retração. Os mais afetados foram Couro e Calçados (-28,3%), Máquinas e Equipamentos (-25%) e Alimentos (-16%). Os três juntos somaram 31% das exportações gaúchas em maio. Os crescimentos mais significativos vieram de Derivados de Petróleo (350%) e Produtos de Metal (36,6%).

Já as importações aumentaram 8,6% em maio e totalizaram US$ 1,54 bilhão. A elevação foi influenciada, conforme nota da Fiergs, pelo avanço nas compras de bens de capital (80%), bens de consumo duráveis (53,2%) e bens intermediários (30%).
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=95947

Anúncios

Pacote industrial: mais do mesmo, ou mais do “menos”?

leave a comment »

Altos impostos, endividamente crescente promovido por super juros, falta de infra estrutura...é muito caro e difícil ser produtivo e competitivo neste ambiente. As indústiras não conseguem se manter e fecham. Esta é a realidade da indústria brasileira com ou sem o pacote industrial do (des)Goveno Dilma. Este pacote nem chega perto do que seria uma eficaz e bem estruturada "política de desenvolvimento industrial", e mesmo que a propaganda oficial diga que é um "alento", o que o governo está admitindo com este pacote é o que já sabemos: é impossível ser competitivo com tantos impostos, burocracia e falta de infra estrutura. O Brasil precisa da reforma tributária, de mais respeito aos direitos do contribuinte, de um Código de Defesa dos Direitos do Contribuinte, de mais governança nas empresas, principalmente as do próprio governo. Mas o que temos é mais do mesmo, ou seria mais do menos? "Menos" do que é preciso, "menos" reforma tributária, "menos" burocracia, "menos" competitividade. Charge: http://www.demetal.org.br

Manifestação em SP é o primeiro resultado desastroso do pacote de medidas anunciado pelo governo

(Foto: ucho.info)

Efeito imediato – Menos de 24 horas depois de anunciar um pacote de medidas para incentivar a indústria brasileira, o governo federal colheu o primeiro resultado prático. Criticado pelo viés pontual e quase inócuo das medidas, o Palácio do Planalto acompanhou à distância uma manifestação promovida por empresários, sindicalistas e trabalhadores, que diante da Assembleia Legislativa paulista protestavam contra o câmbio e a enxurrada de produtos importados.
Os manifestantes tinham como base o processo de desindustrialização porque passa o País, assunto para o qual o ucho.info vem alertando desde 2006, mas que Lula e seus assessores aduladores de plantão preferiram não dar importância, como se os jornalistas deste noticioso fossem inconsequentes. Não se trata de profecia do apocalipse, mas de analisar a conjuntura momentânea e projetar o futuro, a partir das iniciativas do governo. E na contramão do dito popular, quem não planta não colhe.
A manifestação que aconteceu na manhã desta quarta-feira (4), próximo ao Parque do Ibirapuera, provocou enormes congestionamentos no trânsito de parte da Zona Sul de São Paulo. De acordo com alguns sindicatos, perto de 100 mil pessoas participaram do ato, que se estendeu até o meio-dia. Centenas de ônibus ocuparam as ruas próximas ao local, que recebeu diversas barracas de apoio, muitas das quais ocupando parte de importantes avenidas.
Traduzindo para o bom e velho idioma, os palacianos não entendem do riscado e está cada vez mais difícil compreender como a presidente Dilma Rousseff consegue 77% de aprovação popular, enquanto do Oiapoque ao Chuí todos reclamam. Enfim, como disse certa feita o messiânico Luiz Inácio, “nunca antes na história deste país”.

Autor: ucho.info

Fonte: http://ucho.info/efeito-imediato-%E2%80%93-menos-de-24-horas-depois-de-anunciar-um-pacote-de-medidas-para-incentivar-a-industria-brasileira-o-governo-federal-colheu-o-primeiro-resultado-pratico-criticado-pelo-vies-p

Mais recente censo do #IBGE mostra um Brasil ainda pobre, desigual e com avanços lentos

leave a comment »

Desigualdades regionais: A taxa de analfabetismo é de 5,4% no Sudeste, 5,1% no Sul, 7,2% no Centro-Oeste e 11,2% no Norte. O estado com o pior índice do Brasil é Alagoas (22,5%). (Foto: mercadoetico.terra.com.br)

Mais recente censo do IBGE mostra um Brasil ainda pobre, desigual e com avanços lentos

Os novos dados divulgados na semana passada do Censo 2010, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o Brasil avança a passos bastante lentos em tarefas fundamentais da chamada área social, como o combate à violência, o fim do analfabetismo, e a diminuição da desigualdade de renda.

Os números oficiais decepcionaram aqueles que propagandeavam a ilusão de que o Brasil havia avançado excepcionalmente na era Lula.

Nordeste rural: O índice de analfabetismo chega a 32,9%. Ou seja, atinge um a cada três adultos. (Foto:portalodm.com.br)

O analfabetismo caiu apenas discretamente em uma década. A taxa entre as pessoas de 15 anos ou mais anos foi de 13,6% em 2000 para 9,6% em 2010. Isso significa que há 13,9 milhões de brasileiros analfabetos, quase 40% deles com mais de 60 anos.

Um dado positivo foi a queda do analfabetismo na faixa entre 10 a 14 anos de idade. De 7,3% para 3,9%. O percentual de crianças de 7 a 14 anos que não frequenta a escola caiu de 5,5% em 2000 para 3,1% em 2010. Já entre a população entre 15 a 17 anos, esse índice caiu de 22,3% para 16,7%.

Devido à violência, para cada mulher entre 20 e 24 anos que morre no Brasil, o País perde quatro homens na mesma faixa etária.

Mortalidade infantil no Maranhão: O índice chega a 7% e no Amazonas a 8%. Foto:diariodasaude.com.br


Na área da mortalidade infantil, alguns avanços, apesar da desigualdade. O Censo registrou 3,4% de mortes de crianças menores de um ano no País em 2010, em relação a todos os óbitos. Em 1980 o percentual era de 23%.

Avanços também nos índices de emprego formal. Passaram de 54,8% da população em 2000 para 65,2% dez anos depois.

A desigualdade continua grande. Segundo o Censo, os 10% mais ricos são donos de 42,8% do patrimônio nacional. Já os 10% mais pobres ficam com 1,3%. Metade da população brasileira tem ganhos  médios de R$ 375 por mês, valor abaixo do mínimo (R$ 510).

Desigualdade: 1% da população mais rica concentra renda igual a dos 40% mais pobres.(Foto: corposaun.com)

O perfil familiar dos brasileiros tem mudado rapidamente. Segundo o IBGE, as mulheres já estão à frente de 38,7% dos domicílios. Em 2000 esse índice era de 24,9%. Já são 29,6% os domicílios brasileiros onde a responsabilidade pela residência é compartilhada.

Esses números não significam que a igualdade entre os gêneros esteja próxima de ser conquistada. Os homens ainda ganham por mês 42% a mais do que as mulheres: R$ 1.395 contra R$ 984, em média.

Já o risco de explosão populacional está cada vez mais distante.  Hoje, o número médio de filhos por cada mulher é de 1,86. Há uma década era de 2,38 filhos.

Na área de consumo, muitos avanços. Entre todos os bens duráveis, o computador foi o que aumentou mais sua presença no País de 2000 a 2010: de 10,6% para 38,3% dos domicílios.

Violência: O índice varia em cada estado. Em Alagoas, por exemplo, morrem oito homens para cada mulher devido a causas como homicídios ou acidentes de trânsito. (Foto: lettypinheiro.blogspot.com)

No Brasil de hoje, 39,5% das residências contam com automóveis particulares (eram 32,7% em 2000).  Já o número de casas com máquina de lavar roupa subiu de 32,9% para 47,2%.

Com relação à questão de cor, desigualdade.  O Censo aponta que nas cidades com mais de 500 mil habitantes o ganho dos brancos é 2,4 vezes maior do que o dos negros (que incluem pardos e pretos, na classificação do IBGE).  Mas, segundo o Instituto, a renda dos pretos, isoladamente, é maior do que a dos pardos.

Saúde no campo: Os avanços em três décadas se devem ao maior acesso aos serviços de saúde. Mesmo assim, os índices de óbitos na área rural são 118,9% maiores do que na área urbana.(Foto:olhares.aeiou.pt)

Somados com os índices do IDH, também publicados este mês, os dados do Censo mostram que o País está muito longe do paraíso anunciado pelo marketing do governo com relação às conquistas da sociedade. Há muito mais a ser

Menos nenês: A diminuição das taxas de fecundidade na última década foi drástica no Norte (23,5%) e no Nordeste (25,2%). Como o governo não desenvolveu nenhuma campanha massiva nesse sentido nos últimos anos, trata-se mais de um avanço da sociedade do que resultado de uma política de Estado. (Foto: A Casa Encantada)

feito do que tarefas concluídas. Obviamente não foi uma década perdida. Mas, pelos números do IBGE, também não foram dez anos de avanços velozes na área social.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Democratas

Written by onyxlorenzoni

novembro 21, 2011 at 4:28 pm

%d blogueiros gostam disto: