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Fica claro que o PT não pretende parar de promover a roubalheira, o aliciamento e a compra de apoio #jantar470

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(Charge compartilhada do novoblogdobarata.blogspot.com)

(Charge compartilhada do novoblogdobarata.blogspot.com)

SEM RETRATAÇÃO

Repita uma mentira várias vezes que ela parecerá verdade. Esta frase já foi atribuída por diversos analistas à atitude do PT em relação a seus mensaleiros e corruptos condenados. Ao contrário do que afirmam os membros do PT, os personagens do governo Lula; Dirceu, Genoíno, Cunha, Gushiken, Delúbio, e os outros comparsas do esquema do mensalão; não são heróis, não estavam a serviço do povo e o que fizeram, suas quadrilhas, o desvio de dinheiro, são unicamente crimes graves contra a ordem democrática e um desrespeito total pelo bem público e pelos recursos que se retiram do bolso do contribuinte para promover o bem público. Estes corruptos não passam de traidores da República. Quando a juventude do PT organiza um jantar para levantar fundos que serviriam a defesa de seus condenados fica claro que o PT não pretende parar de promover a roubalheira, o aliciamento espúrio e a compra de apoio para fazer prevalecer seu projeto de poder. Não existe retratação alguma diante da  sociedade pelos crimes e desvios de verbas públicas promovidos dentro do partido e em benefício de seus membros. Ao contrário do arrependimento, da retratação e do compromisso de não mais cometer este tipo de desvio o que vemos é a afirmação clara de que o que foi feito estava correto, e portanto, pode ser repetido. De forma clara o PT está incentivando a violação das leis e da moral em favor de seu projeto de poder.  É evidente que estamos diante de um grupo que deliberadamente promove a  desobediência civil, a desordem e o desrespeito a moral. Até quando os brasileiros irão aceitar que um grupo que desobedece a lei e rouba o contribuinte esteja no comando de governos? Seguem reportagens compartilhadas do Estadão e da Folha de São Paulo sobre a janta promovida pela juventude do PT. 

Ato pró-condenados do mensalão tem mais convite vendido que participante
Juventude do PT de Brasília promoveu jantar para pagar multas de petistas envolvidos no processo; das 150 vendas, somente cerca de 70 compareceu

BRASÍLIA – O jantar promovido pela Juventude do PT de Brasília para ajudar a pagar as multas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal a petistas condenados no mensalão teve baixo quórum. Dos 170 convites oferecidos, 150 foram vendidos até o fim do evento. No entanto, compareceram cerca de 70 pessoas à Galeteria Gaúcha, restaurante localizado em um dos barros nobres da cidade. Nenhuma delas de expressão na sigla.

Com ingressos de R$ 100, R$ 200, R$ 500 e R$ 1 mil, o PT arrecadou pelo menos R$ 15 mil – levando em conta só o preço mínimo. O valor total, contudo, não foi informado. Do total levantado, serão retirados os custos do jantar – R$ 46 por pessoa, inclusos o buffet e bebida não alcoólica.

A iniciativa beneficia o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro Delúbio Soares e os deputados José Genoino (SP) e João Paulo Cunha (SP), condenados a pagar, juntos, R$ 1,8 milhão.

Para um dos organizadores, Pedro Henrichs, porém, o valor não é o mais importante. A intenção era espalhar a iniciativa pelo País, ideia que já parece ter dados frutos. “O pessoal do Rio Grande do Sul vai promover um evento semelhante na segunda quinzena desse mês”, afirmou.

Apesar do pouco movimento, uma moradora da região que soube do jantar pelo noticiário, decidiu fazer um protesto silencioso. A advogada Marília Gabriela Ferreira de Faria, de 31 anos, chegou à porta do restaurante com um recado escrito em uma folha de papel: “Querem ajudar seus amigos? Dividam com eles parte da pena restritiva de liberdade”.

Ela classificou a iniciativa do jantar como imoral, apesar de saber que não é ilegal. “Quem ajuda bandido também está contribuindo para o crime”, disse. O cartaz foi deixado na porta do restaurante, até que um dos militantes presentes retirou a placa.

Marthius Sávio Lobato, advogado do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato – um dos condenados pelo STF – foi uma das presenças mais marcantes da noite. Lobato afirmou ter comparecido a convite do PT Brasília, não tendo contribuído como a arrecadação. No discurso ele ressaltou que não houve desvio de recursos públicos no mensalão. “Direito e Justiça não podem ser separados. O processo não terminou. Há batalhas a serem enfrentadas”, afirmou.

O diretor regional da CUT, Cícero Rola, disse que comprometeria 10% da sua renda familiar ou deixaria de pagar a prestação da casa para ajudar Dirceu e Delúbio.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,ato-pro-condenados-do-mensalao-tem-mais-convite-vendido-que-participante-,985728,0.htm

(Foto compartilhada da Folha de São Paulo on-line)

“Esta advogada é das nossas e ela não estava solitária protestando não, ela representou todos nós e os 20 do MASP, que deram as caras e mostraram o protesto contra toda esta bandalheira que o PT vem promovendo com o nosso país… Eles falam que nós éramos 20 na Paulista, mas fizemos barulho na mídia internacional e estes ABESTADOS tiraram do bolso para pagar as contas de BANDIDOS MENSALEIROS E TRAIDORES DA PÁTRIA, foram vendidos 150 convites, que variaram de R$ 100 a R$ 1.000 o que, com isso, levou a uma arrecadação mínima de R$ 15 mil… Ou seja, 150 ABESTADOS incluindo o palmério dória que aparece sentado em uma das fotos de costas com camisa preta, PAGARAM para demonstrar apoio ao PT… ” TEXTO DE CIDADÃO INDIGNADO COLHIDO NO FACEBOOK.
Foto: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1216628-pt-
(Foto compartilhada da Folha de São Paulo on-line)

Mantega, o mago do faz de conta não convence os analistas estrangeiros #explicamantega

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Os números da calculadora psicodélica de Mantega não convence analistas internacionais. (Imagem compartilhada de weheartit.com)

Os números da calculadora psicodélica de Mantega não convencem  analistas internacionais. (Imagem compartilhada de weheartit.com)

O jeitinho para fazer os números da economia brasileira parecerem mais favoráveis não convence os analistas internacionais. O excessivo intervencionismo do (des)Governo Dilma na economia afugenta bons investidores, aqueles que querem trazer investimentos voltados para a produção (que geram empregos) e atrai só os especuladores que gostam de arriscar com o juros estratosféricos do Brasil (pagos com o dinheiro do contribuinte). A miopia econômica da cartilha dilmista esquece do básico: empregos se geram quando existem empreendimentos competitivos que se sustentam da competitividade e não apesar dela. Enquanto o barco afunda os magos da equipe econômica da presidente preferem maquiar números, fazer parecer que está tudo bem e ficam assistindo os principais investimentos dos quais o governo faz parte perderem valor, atratividade e liquidez; ao exemplo da Petrobrás (empresa que mais perdeu valor em 2012) e das próprias obras da Copa (que deveriam atrair investimentos privados ao invés de serem movidos à base de polpudos investimentos públicos). Segue a reportagem do Jornal do Comércio sobre a desconfiança gringa em relação aos cálculos mágicos de Mantega para as contas do governo brasileiro.

Mantega é profissional do ‘jeitinho’, diz jornal inglês

O blog dedicado aos mercados emergentes do jornal britânico Financial Times, o Beyondbrics, publicou no fim da noite de terça-feira (15) um texto crítico aos procedimentos adotados pela equipe econômica brasileira. “Com o crescimento ainda lento e os preços subindo mais rápido do que o esperado, o Banco Central do Brasil e o Ministério da Fazenda também estão se tornando profissionais do ‘jeitinho'”, diz o texto, ao comentar que o famoso ‘jeitinho brasileiro’ chega agora à economia.

Com a ressalva de que tudo o que o governo tem feito é legal, o texto destaca a entrevista dada na terça-feira (15) pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, à Rádio Estadão como exemplo do ‘jeitinho’ aplicado à economia. “O prefeito de São Paulo disse à Rádio Estadão que Mantega pediu para adiar o aumento na tarifa de ônibus por alguns meses para não prejudicar a inflação”, diz o texto. “Com o aumento da taxa de juro fora de questão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também está trabalhando com alguns ‘jeitinhos’ para controlar a inflação”, diz o texto.

Para o blog do Financial Times, o ministro brasileiro é algo como um “especialista no jeitinho”. “Ele passou os últimos dois anos ajustando impostos no País para microgerenciar o crescimento e a moeda. As metas fiscais do Brasil também foram alvo de um pouco de criatividade”, cita o texto.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=113835

(Compartilhado de humorpolitico.com.br)

(Compartilhado de humorpolitico.com.br)

Written by onyxlorenzoni

janeiro 16, 2013 at 6:28 pm

O crime organizado infiltrado no governo desafia nossa justiça e debocha do cidadão

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Cachoeira, liberado por um Habeas Corpus, curte praias de luxo com o dinheiro que desviou do contribuinte. Isto é uma vergonha, ver mafiosos envolvidos com esquemas de desvio de verbas públicas aproveitando a vida e gastando o dinheiro roubaram. Isto desanima o cidadão honesto e desafia nossa justiça. (Compartilhado de ultimosegundo.ig.com.br)

Cachoeira, liberado por um Habeas Corpus, curte praias de luxo com o dinheiro que desviou do contribuinte. Isto é uma vergonha, ver mafiosos envolvidos com esquemas de desvio de verbas públicas aproveitando a vida e gastando o dinheiro que roubaram. Isto desanima o cidadão honesto e desafia nossa justiça. (Compartilhado de ultimosegundo.ig.com.br)

O contador de Cachoeira tenta seguir os passos do chefe, afinal por que ser um foragido se ter habeas corpus é muito melhor e mais seguro? Habeas Corpus não foi inventado para proteger mafiosos ligados a governos e que roubam do bolso do cidadão. A lógica do crime organizado é perverter as leis e aos tribunais, isto não é novidade. Descumprir a lei não é uma questão ideológica para eles, e sim usá-la em seu favor de forma pragmática. Isto é uma perversão da ordem e do sentido das leis; deveria ser coibido por nossos magistrados. Os mafiosos infiltrados no governo são movidos pelo dinheiro que podem desviar, seja burlando a lei ou não, de dentro ou de fora da prisão, de forma velada ou escancarada. A sociedade brasileira precisa estar atenta, e não aceitar que criminosos que desviam e ajudam a desviar verbas públicas fiquem impunes, livres e curtindo a vida com o dinheiro roubado. Os habeas corpi concedidos a estes espertalhões e que beneficiaram mafiosos que se calaram em CPIs, permitem a criminosos sob investigação curtirem o verão numa boa, ao exemplo de Cachoeira. Isto é uma vergonha para nosso país e faz o cidadão honesto se sentir feito de palhaço. Os magistrados brasileiros precisam se sensibilizar com isso e estarem atentos para o fato de que a credibilidade de nossas instituições democráticas está sendo desafiada pelo crime organizado. Não podemos esquecer que Cachoeira está operando o maior esquema de desvio de verbas públicas já flagrado neste país, um esquema muitas vezes maior que o mensalão e que foi exposto em vários momentos da CPMI do Cachoeira. Segue a reportagem da Folha de São Paulo sobre a tentativa de Habeas Corpus pelo contador de Carlos Cachoeira. 

Único foragido da Monte Carlo, contador de Cachoeira se entrega

Único foragido da Operação Monte Carlo, o contador Geovani Pereira da Silva, o Geo, entregou-se na manhã desta segunda-feira à Polícia Federal de Anápolis.

Segundo a PF, ele estava acompanhado de seu advogado e apresentou-se espontâneamente por volta das 9h40 na delegacia da Polícia Federal da cidade. Ele deve ser transferido para Goiânia ainda hoje.

Silva, apontado como um dos principais integrantes da quadrilha liderada por Carlinhos Cachoeira, estava foragido desde que a operação Monte Carlo da Polícia Federal foi deflagrada, em fevereiro de 2012.

O contador é apontado pela Polícia Federal como tesoureiro do esquema de Cachoeira. Perícias em sigilo bancário feitas pela PF, mostram que Pereira sacou os recursos de uma conta bancária em nome de uma empresa em Brasília chamada Alberto e Pantoja Construções e Transportes Ltda. Ela não existe no endereço declarado. Essa empresa, segundo a investigação, foi criada em fevereiro de 2010 somente para receber dinheiro da Delta.

No dia 11 de maio de 2010, a Pantoja abriu uma conta bancária na agência do banco HSBC em Anápolis (GO), terra natal de Cachoeira. Onze dias depois, a Delta começou a transferir dinheiro para esta conta, conforme mostram os extratos.

Como a Folha revelou, foi Pereira quem sacou no ano eleitoral de 2010 R$ 8,5 milhões que saíram dos cofres da construtora Delta, empresa que detém contratos milionários com o poder público.

Procurado pela reportagem, Calisto Abdala Neto, advogado de Silva, informou que apresentou pedido de habeas corpus no início da tarde e espera que ele seja julgado até amanhã.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, Silva era homem de confiança de Carlinhos Cachoeira, responsável pela contabilidade e pela representação legal da quadrilha. Ele controlava empresas de fachada utilizadas para efetuar e receber pagamentos.

No início de dezembro, ele foi condenado pela 11ª Vara Federal de Goiás a 13 anos e quatro meses de prisão. O advogado de Silva recorreu contra a decisão.

OPERAÇÃO

A Operação Monte Carlo desarticulou um esquema de exploração de jogos ilegais na região Centro-Oeste. As investigações indicaram o envolvimento de agentes públicos e privados com o empresário Carlos Augusto Ramos, Carlinhos Cachoeira.

O empresário já foi condenado a cinco anos de prisão em regime semiaberto pela Justiça do Distrito Federal e responde ainda a outro processo em Goiânia decorrente do mesmo caso, além de ter sido alvo de mais uma denúncia por parte do Ministério Público Federal.

Ele responde aos processos em liberdade desde dezembro, quando conseguiu um habeas corpus.

Autores: FERNANDO MELLO (DE BRASÍLIA) CAROLINA DE ANDRADE (DE SÃO PAULO)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1214560-unico-foragido-da-monte-carlo-contador-de-cachoeira-se-entrega.shtml

A posse de Genoino como deputado é uma aberração política. #faltavergonha #apagãomoral

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Torturador moderno? Ouvir uma pergunta sobre o fato de ele se tornar deputado mesmo condenado é tortura? Genoino, as vésperas de encarar o xilindró por seus atos de corrupção, não perde a pose de soldado da revolução. Será que ele tomaria a pílula de cianureto como os nazistas presos, num de sacrifício extremo por sua fidelidade ao partido? Será que vai atear fogo a ele mesmo, ou virar homem bomba? Duvido, para isto precisa de coragem e uma boa dose de loucura. E de louco e herói ele não tem nada, é só mais um corrupto que promoveu o enriquecimento ilícito as custas do desvio de recursos públicos e, como é do PT, gosta de posar de revolucionário e salvador do povo. O fato de ter sido torturado, ou participado de guerrilhas políticas não lhe dá direito de roubar, de desviar, de corromper. É muito confortável burlar as leis, promover um esquema de compra de votos dentro do congresso e depois dizer: fiz pelo povo. Que balela, que charlatanismo de última categoria! O pior é ver outros congressistas manobrarem para que este segundo suplente assuma e termos que escutar o Presidente da Câmara ameaçar a sociedade com algum tipo de “asilo” político dentro do Congresso, em que ele, Marco Maia, usaria a Polícia Legislativa, para impedir a prisão do agora Deputado empossado, Sr. Genoino. Precisamos estar firmes em nossas convicções democráticas e protestarmos com toda veemência contra esta aberração que é a posse do J.Genoino. Segie a reportabem do G1 que nos conta como Genoino chamou o repórter de “torturador moderno”. Fica a pergunta: quem é o torturador pós-moderno?

Na Câmara, Genoino chama repórter de ‘torturador moderno’
Ex-deputado, condenado no mensalão, toma posse nesta quinta na Câmara.
Nesta quarta (2), ex-presidente do PT entregou documentos à Mesa.

Prestes a ser empossado novamente como deputado federal, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino se referiu a um repórter como “torturador moderno” na tarde desta quarta-feira (2).

Genoino toma posse na tarde desta quinta (3) como deputado federal. Nesta quarta, ele esteve na Câmara, acompanhado da sua filha Mariana para entregar a documentação necessária para a posse na Secretaria da Mesa.

Questionado por repórteres sobre os impactos da condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do mensalão, no qual pegou seis anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto, o ex-deputado reagiu irritado.

“Eu falo amanhã depois da posse. E você [repórter] está me provocando, seu torturador moderno […] Você não é repórter, você é um provocador”, disse o deputado.

Genoino assumirá, segundo a Secretaria Geral da Mesa, o cargo de suplente deixado por Vanderlei Siraque, que vai ocupar a vaga titular no lugar de Carlinhos Almeida (PT-SP), que renunciou por ter tomado posse como prefeito de São José dos Campos (SP). Como Siraque estava ocupando a suplência no lugar do deputado Aldo Rebelo, que é o atual ministro dos Esportes, Genoino, segundo suplente, ficará com a vaga.

Durante o julgamento do mensalão, o Supremo decidiu que os deputados condenados perderão o mandato após o trânsito em julgado do processo (quando não houver mais recursos), o que deve afetar Genoino e mais três deputados: João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).

O STF decidiu que após o fim do processo notificará a Câmara para que ela declare os cargos vagos, mas o atual presidente da Câmara, Marco Maia, disse que a decisão pode não ser cumprida. Ainda nesta quarta, o advogado de José Genoino no processo do mensalão, Luiz Fernando Pacheco, disse seu cliente vê como “dever” assumir a vaga de deputado.

“Ele assume amanhã (quinta) às 15h, em respeito aos eleitores. É um dever assumir, teve mais de 90 mil votos. Ele está tranquilo, é um deputado experiente desde 1982. Vai assumir a função e nós continuaremos brigando contra aquilo que a gente considera uma grande injustiça, que foi a condenação pelo STF. E, enquanto isso, ele vai atender a população que depositou nele sua confiança”, disse.

Fonte: G1

Links relacionados:
http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/01/na-camara-genoino-chama-reporter-de-torturador-moderno.html

O polvo de tentáculos gigantes #rose #mafiadaestrela

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red-octopus-montereyAs intrincadas relações das quadrilhas e esquemas de corrupção infiltrados nos governos Lula/Dilma se ligam a várias esferas do poder em diferentes localidades do Brasil e exterior como um polvo de tentáculos gigantes. O caso de Rose é só mais um das pontas operacionais do núcleo de poder que se comporta como máfia, se associa a criminosos, faz negócios privados e desvia cifras bilionárias dos cofres públicos, lava dinheiro e esconde dinheiro em contas off-shore. A criticada CPMI do Cachoeira teve o mérito de expor ao Brasil as relações escusas da Delta Construçôes com o DNIT e empresas laranja. Agora temos o caso de Rose vindo a público e mostrando outros braços operacionais da Máfia da Estrela com a venda de pareceres técnicos articulada de dentro do gabinete da presidência da República. Será que Lula e Dilma deveriam ser investigados? Será que o Advogado Geral da União deveria ser mantido no seu cargo? O Brasil está imobilizado e sendo parasitado por um polvo vermelho gigante. Segue a reportagem de  BRUNO BOGHOSSIAN , FAUSTO MACEDO para o jornal O Estado de S.Paulo.

PF adiou operação ao descobrir elo com Rose
Porto Seguro seria encerrada em março, mas escutas apontavam novos passos do esquema

A descoberta do envolvimento da então chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rose Noronha, e do então advogado-geral adjunto da União, José Weber Holanda, com o grupo acusado de comercializar pareceres técnicos de órgãos públicos para beneficiar empresas privadas levou a Polícia Federal a adiar por quase oito meses a deflagração da Operação Porto Seguro.

Os investigadores estavam prestes a fazer buscas nas casas e escritórios de somente quatro suspeitos em março de 2012, mas desistiram depois que escutas telefônicas revelaram a participação de autoridades no esquema. A operação só foi deflagrada de fato em 23 de novembro, com buscas em 44 endereços. No total, 24 pessoas foram denunciadas por envolvimento no esquema.

Até a data da expedição dos primeiros mandados de busca, a PF só havia recolhido provas sobre uma oferta de propina do então diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Paulo Vieira, para ao ex-auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Cyonil Borges. Em troca do pagamento de R$ 300 mil, Cyonil deveria redigir um parecer técnico favorável a um projeto da empresa Tecondi, que era ligada a Vieira.

Em 16 de março, os investigadores obtiveram da Justiça Federal a autorização de quebra do sigilo telefônico e mandados de busca nos endereços residenciais e comerciais de Vieira, de seus dois irmãos e do vice-presidente da Tecondi, Carlos Cesar Floriano. Os policiais teriam até 60 dias para entrar nas casas e escritórios para colher provas relacionadas ao suposto crime.

Relatórios da operação apontam que a investigação quase foi encerrada naquele momento, antes que os policiais descobrissem que a quadrilha também comercializou pareceres para beneficiar outras empresas.

Nas semanas seguintes, no entanto, os telefonemas e e-mails interceptados pela PF revelaram que o esquema tinha uma dimensão maior do que um ato isolado de corrupção e envolvia autoridades de diversos órgãos federais. Os investigadores perceberam que seria necessário adiar a operação para monitorar os novos suspeitos e conseguir mais detalhes sobre o esquema.

Caso os policiais entrassem nas casas e escritórios do grupo, os suspeitos tomariam conhecimento sobre a investigação imediatamente e interromperiam o funcionamento da quadrilha, o que praticamente impediria a obtenção de novas provas.

“Diante das novas evidências que estão sendo coletadas e considerando que eventual ação ostensiva, neste momento, poderia prejudicar a eficiência da investigação, acreditamos que seja necessária a expedição de novos mandados”, escreveu o delegado Ricardo Hiroshi, da PF, em ofício enviado à juíza federal Adriana de Zanetti, em 9 de maio.

Mais tempo. O adiamento foi fundamental para que a PF descobrisse a extensão das atividades da quadrilha. Em abril e maio, os investigadores foram surpreendidos por trocas de mensagens eletrônicas entre Paulo Vieira e Rose, então chefe de gabinete da Presidência em São Paulo. Os e-mails davam os primeiros sinais de uma rotina de troca de favores mantida pela dupla, que seria revelada nos meses seguintes. Rose providenciava reuniões com autoridades e indicações para cargos públicos em troca de presentes, como passagens para um cruzeiro.

Os policiais da operação também precisaram do tempo extra para descobrir o envolvimento. no esquema, de Holanda, o advogado-adjunto da Advocacia-Geral da União (AGU). Só em maio o nome “Weber” foi citado pela primeira vez em um telefonema interceptado pela polícia.

“Em pesquisas junto ao sítio mantido pela AGU, obtivemos que há um certo José Weber Holanda Alves no cargo de adjunto do advogado-geral da União”, escreveram os investigadores em um relatório enviado à Justiça Federal no dia 11 de maio.

Nos meses seguintes, a PF anotou que Weber teria articulado, dentro da AGU, a emissão de pareceres técnicos que beneficiaram empreendimentos portuários de empresas ligadas ao ex-senador Gilberto Miranda, denunciado por corrupção ativa.

Com a ampliação das investigações, os policiais também decidiram pedir a interceptação das contas de e-mail dos novos suspeitos, como Rose e Weber. O adiamento permitiu ainda que a PF conseguisse rastrear contas bancárias que receberam o dinheiro obtido pelo esquema.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,pf-adiou-operacao-ao-descobrir-elo-com-rose-,979690,0.htm

(Fonte: Estadão)

(Fonte: Estadão)

Written by onyxlorenzoni

janeiro 2, 2013 at 4:14 pm

Manobrar vagas de deputados para que o segundo suplente, José Genoino, assuma na Câmara #vergonha

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(Compartilhado de autosurf.wcsa.info)

(Compartilhado de autosurf.wcsa.info)

Manobrar com vagas de deputados federais para que o segundo suplente, José Genoino, assuma como Congressista e assim possa usar a imunidade parlamentar para criar ainda mais dificuldades a que a justiça possa cumprir o inevitável mandato de prisão de condenado é por si só um comportamento extremamente questionável. Em culturas políticas em que a vergonha na cara é muito importante para o exercício da vida pública o condenado se retiraria, em um exílio político, para não comprometer seus correligionários e para não desgastar a instituição parlamento. Mas o que vemos é justamente o contrário, vemos a total falta de vergonha na cara. O que podemos pensar dos que estão manobrando para que o segundo suplente assuma uma vaga como membro do Congresso Nacional? Conluio? Manobra de quadrilha? Obstrução da justiça premeditada, planejada e posta em prática por um grupo de mafiosos infiltrados nos poderes? E a validade da lei da Ficha Limpa como fica? O conjunto de absurdos é tão grande na tentativa de blindar José Genoino que a única certeza que fica é, este grupo político não tem limites éticos e compromete a imagem do Congresso com esta manobra que tenta safar um condenado da prisão. Com esta manobra escusa e inaceitável todos os representantes eleitos se desgastam achatando ainda mais a credibilidade da atividade que deve ser a mais nobre e bem intencionada da sociedade, a atividade política. Segue a reportagem do G1 sobre o caso de José Genoino.

Genoino vai assumir vaga na Câmara dos Deputados, diz advogado
Ex-presidente do PT foi condenado pelo STF no julgamento do mensalão.
“Ele tomará posse no 1º dia útil em que isso for possível”, diz defensor.

O advogado de José Genoino no processo do mensalão, Luiz Fernando Pacheco, disse nesta quinta-feira (27) que o ex-presidente do PT vai assumir a vaga de deputado federal em 2013. O deputado federal Carlinhos Almeida (PT-SP) protocolou nesta quinta-feira na Câmara pedido de renúncia do mandato a partir do dia 1º de janeiro. Com a saída, fica aberto espaço para que Genoino, condenado no processo do mensalão e que é suplente da coligação, assuma mandato na Casa.

“Ele tomará posse no primeiro dia útil em que isso for possível”, afirmou Pacheco.  De acordo com o advogado, não há dúvida nenhuma de que Genoíno tem direito à vaga. “Não há dúvida alguma. A lei e a Constrituição exigem que ele tome posse porque ele é o primeiro da lista de suplentes, foi eleito pelo voto popular, ele é réu primário e a decisão do STF não tem caráter definitivo. Ele tem obrigação de tomar posse”, afirmou.

Almeida deixará o cargo porque foi eleito prefeito de São José dos Camposx (SP). Em seu lugar, deverá ser efetivado como deputado Vanderlei Siraque (PT-SP), o primeiro suplente da coligação. Genoino, segundo suplente, entra na vaga de Aldo Rebelo (PC do B-SP), que se licenciou do mandato de deputado no ano passado para ser ministro do Esporte.

As mudanças já podem ocorrer na semana que vem, já que a renúncia de Almeida deve ser publicada na quarta-feira (2). Cabe à Secretaria Geral da Mesa efetuar as formalidades para as trocas. Genoino só não assumiria se Almeida desistisse da renúncia (e do mandato de prefeito); se Aldo deixasse o Ministério do Esporte e voltasse para a Câmara; ou se abrisse mão da vaga, deixando o posto para o próximo suplente

Genoino foi condenado no processo do mensalão a 6 anos e 11 meses de prisão, para cumprimento em regime semiaberto (em que o condenado apenas dorme na prisão ou se apresenta regularmente à Justiça). No julgamento, o Supremo Tribunal Federal também decidiu que os deputados condenados perderão o mandato, o que deve afetar Genoino.

O advogado acredita que a decisão do Supremo pode mudar em favor de Genoino. “Essa decisão do Supremo poderá mudar talvez para absolvê-lo. Temos todo um trâmite jurídico para percorrer. Nós vamos lutar até o fim  para que essa decisão seja revertida”, afirmou.

Genoino e outros três deputados condenados, no entanto, poderão exercer o cargo parlamentar mesmo condenados, enquanto recorrem da decisão do STF em liberdade.

Isso porque a perda do mandato só deverá ocorrer após o chamado “trânsito em julgado”, quando se esgotam as possibilidades de recurso. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, prevê que isso só ocorrerá em 2014. No STF, ministros avaliam que podem terminar de julgar os recursos antes.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/genoino-vai-assumir-vaga-na-camara-dos-deputados-diz-advogado.html

Written by onyxlorenzoni

dezembro 29, 2012 at 11:05 am

#Simples: quem rouba dos cofres públicos tem que cumprir pena na prisão e devolver o dinheiro desviado.

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Se o governo fosse sério já teria exonerado Luis Adams. (Foto: André Dusek/Estadão)

Se o governo fosse sério já teria exonerado Luis Adams. (Foto: André Dusek/Estadão)

É evidente que o Dr. Luis Inácio Adams, que na minha opinião já deveria ter sido exonerado, está no mais escancarado descumprimento da função de Advogado Geral da União. Ele deveria zelar pelo bem público e advogar em prol da recuperação dos valores desviados.  A conivência do douto jurista com criminosos condenados pela justiça no mínimo abre margem para que se suspeite ainda mais sobre sua conduta a frente da AGU. Não bastasse o envolvimento de seus indicados com a venda de pareceres agora ele esquece de cumprir sua função com argumentas pra lá de esfarrapados. O erário público foi lesado é dinheiro público roubado nos esquemas do mensalão tem que ser devolvido pelos condenados. Por uma questão de respeito cidadão brasileiro não podemos permitir que os mensaleiros manobrem para fugir das penas ou escapem de devolver o dinheiro que desviaram para seus bolsos. Não adianta julgar e condenar se depois deixar estes mafiosos que se infiltraram no governo aproveitando o dinheiro em liberdade, não há argumentação técnica que me convença de que quem rouba dos cofres públicos não tenha que cumprir pena na prisão e devolver o dinheiro. Só para lembrar, quem rouba dinheiro público rouba vidas e para este advogado que para minha tristeza é gaúcho falta uma boa dose de vergonha na cara. Segue a excelente reportagem de Vinicius Sassine para o jornal O GLOBO.

 

AGU se recusou a pedir de volta dinheiro do mensalão

Por duas vezes, órgão preferiu não fazer parte de processos de ressarcimento

BRASÍLIA — A Advocacia Geral da União (AGU) se recusou por duas vezes a fazer parte de processos que pedem a devolução de dinheiro desviado para o mensalão. Uma das recusas ocorreu há menos de três meses, em meio ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da ação penal referente ao esquema criminoso, e foi orientada pela Procuradoria Geral da União, órgão de direção superior da AGU.

Numa das ações em que a AGU preferiu não entrar no caso, para tentar recuperar o dinheiro desviado, há 21 réus acusados de transações que resultaram em suposto enriquecimento ilícito de beneficiários do mensalão. O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o ex-presidente do PT José Genoino, o operador do esquema, Marcos Valério, e diretores do Banco Rural são réus no processo, em tramitação na Justiça comum desde 2007. Os beneficiários apontados na ação do Ministério Público Federal (MPF) são políticos do PP, entre eles o deputado federal Pedro Henry (MT). A “vantagem econômica” mencionada na ação é de R$ 4,1 milhões. No STF, todos já foram condenados pela prática dos crimes.

No julgamento do mensalão, o STF concluiu que houve desvio de dinheiro público para o mensalão. Os ministros já iniciaram uma discussão sobre a recuperação dos recursos desviados. A proposta do decano do tribunal, Celso de Mello, é estabelecer um valor mínimo a ser indenizado pelos réus, o que deve ser discutida nesta fase final do julgamento. Os ministros decidiram pela perda de bens de Valério para ressarcir o Erário pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo manifestação de Celso de Mello em plenário, a AGU já deveria ter ingressado com ações para recuperar o dinheiro público.

Decisões tomadas na gestão de Adams

A decisão de não fazer parte de duas ações de improbidade administrativa em curso na Justiça Federal em Brasília foi tomada na gestão do atual advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. Apesar da recusa da AGU em fazer parte dos processos, o dinheiro proveniente de um eventual ressarcimento de danos é destinado diretamente ao Tesouro Nacional. Para isso, o juiz responsável deve calcular o valor a ser ressarcido e determinar a devolução na sentença.

A ação na esfera cível pede o ressarcimento integral do dano ao Erário e a intimação da União para atuar no caso junto ao MPF, caso exista o interesse pela recuperação do dinheiro público. A primeira manifestação da AGU foi em maio de 2011, quatro anos depois de iniciada a tramitação do processo. “Aguarda-se autorização do procurador-geral da União para intervir ou não no presente processo”, manifestou em ofício a Procuradoria Regional da União da 1ª Região. Em 14 de setembro deste ano, a mesma unidade confirmou a negativa à Justiça: “Não é pertinente o ingresso da União. A assistência ao MPF só ocorre em ação de improbidade em que, objetiva e concretamente, a atuação da União agregue utilidade ao processo”.

O outro processo em que a AGU se recusou a recuperar o dinheiro público desviado diz respeito à contratação pela Câmara dos Deputados — sob a presidência do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) — da SMP&B Comunicação, empresa de Marcos Valério, e ao saque de R$ 50 mil na boca do caixa do Banco Rural pela mulher do parlamentar. São réus no processo o deputado João Paulo, Valério e sócios e diretores do Rural. Também nesse caso, o STF já condenou os envolvidos no esquema.

A ação de improbidade administrativa, com pedido de ressarcimento integral do dano causado, tramita desde 2007. O MPF sugeriu o ingresso da União no processo. “Não se mostra pertinente o ingresso da União, seja pela ausência de elementos próprios a reforçar o quadro probatório, seja porque o interesse público já se encontra devidamente resguardado pela atuação do MPF”, argumentou a AGU na resposta à Justiça, em setembro de 2011. João Paulo responde a outra ação de improbidade na Justiça Federal em Brasília. Uma decisão judicial referente a este processo, em 2007, intimou a União para se posicionar sobre o interesse em atuar ao lado do MPF. Não houve resposta da AGU.

Em reportagem do GLOBO publicada em novembro, sobre as dificuldades da União para reaver o dinheiro público desviado no mensalão, a AGU sustentou que a “reparação pecuniária” decorrente do esquema já era objeto de ações cíveis propostas pelo MPF na primeira instância do Judiciário. Nas manifestações entregues até agora à Justiça, a AGU preferiu ficar fora dos processos.

Sete ações de improbidade em curso

São sete ações de improbidade administrativa abertas como desdobramento da ação penal julgada pelo STF: cinco se referem aos principais núcleos e aos integrantes de cinco partidos beneficiários do valerioduto — as “vantagens econômicas” somam quase R$ 41 milhões — e as outras duas tratam da participação do deputado João Paulo no esquema. A AGU confirmou que não integra o polo ativo em nenhum dos sete processos, apesar da sugestão do MPF nas ações.

A AGU informou ao GLOBO que uma das razões de não ter feito parte nas ações de improbidade em curso na Justiça foi para não atrapalhar e atrasar o pedido de ressarcimento da Procuradoria. “O ingresso da União poderia atrasar a tramitação do processo, impondo a necessidade de sua intimação em todos os atos processuais.” O MPF no DF, por sua vez, diz aguardar decisão do STF sobre como agir em relação ao ingresso da AGU nos autos.“Não houve investigação por parte de órgãos de controle (CGU, TCU, procedimentos disciplinares), o que não legitima a atuação da União no caso”, diz a AGU em resposta ao GLOBO, em referência às ações de improbidade em curso na Justiça.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/agu-se-recusou-pedir-de-volta-dinheiro-do-mensalao-7051493#ixzz2F38MQdMJ

Autor: VINICIUS SASSINE
Fonte: jornal O GLOBO

MENSALEIRO TEM QUE DEVOLVER O DINHEIRO.

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