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Tudo vai dar certo

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É perfeitamente compreensível que todos tenham pressa para que as coisas se encaminhem e o petismo não dite mais os rumos do país. O Brasil atravessa enormes dificuldades pela forma nada republicana com que se apropriaram do governo, como se o país fosse deles. Mas não é e nunca será. A urgência em se livrar do petismo também é minha. Desde que Lula assumiu, eu combato e denuncio na Câmara dos Deputados o jeito petista de governar e, antes disso, como deputado estadual no Rio Grande do Sul, fui opositor ao primeiro governo petista em um estado brasileiro. Quero pedir a vocês que confiem no trabalho do Ministério Público Federal, na Polícia Federal e em nosso trabalho, no que estamos fazendo na CPI da Petrobras. Às vezes, fazer oposição no Brasil pode parecer pregar no deserto, mas nós já tivemos importantes conquistas. Para lembrar, na CPI dos Correios, nosso trabalho foi fundamental para desvendar o mensalão. Tudo que apontamos no relatório, aquela época, foi acatado pela justiça e nos livrou da possibilidade de ter como presidente da República o condenado José Dirceu.

O Brasil é um estado democrático de direito, muito embora o petismo tente desqualificar as instituições, como fizeram quando Joaquim Barbosa mandou para a cadeia a cúpula petista pela sujeira do mensalão, como agora tentam fazer com o Doutor Sérgio Moro que conduz a operação Lava Jato, mandando para a cadeia mais uma série de bandidos. Também são constantes as manifestações lulo-petistas de descaso com as regras de uma democracia e as tentativas de nivelar a política por baixo e fazer com que os brasileiros acreditem que todos os políticos são iguais. Não são! O que eles fazem não é política, é politicagem. Agora Lula é investigado por tráfico de influência e, como sempre fez, tenta dividir a nação, incitando o ódio. A lei é para todos e ele sabe que o fim está perto, por isso dissemina o ódio. É a única arma que ele tem. Não podemos cair no jogo rasteiro. O ódio e a raiva só interessam a um lado, a quem já mostrou que não tem capacidade e autoridade moral para nada. O fim desse ciclo nefasto servirá para mudarmos o rumo do Brasil e varrer o estrago feito por Lula, Dilma e todos que agiram nas sombras, saqueando o país em nome de um projeto de poder a qualquer custo. Vamos dar a eles uma lição de democracia. Tudo pode ser feito dentro das regras do jogo democrático. As instituições estão trabalhando, investigando e denunciando. Não podemos perder a esperança. Eu sei que é difícil no meio de tantas notícias ruins, mas nós podemos e vamos construir um Brasil melhor, dando uma lição àqueles que se serviram do país e do fruto do trabalho de todos os brasileiros de bem, a imensa maioria, os verdadeiros donos deste país. Quem roubou o país e os sonhos de todos os brasileiros vai pagar, podem acreditar. Lugar de bandido é na cadeia. Nós não desistiremos e quanto mais apoio tivermos, melhor. Acompanhem nosso trabalho, cobrem. Podem contar comigo e os meus 21 anos de vida pública. Na última eleição, 51 milhões de brasileiros disseram não ao petismo. Agora, 10 meses depois, com toda a certeza este número aumentou muito. Somos muitos e somos a maioria. A gente pode e o Brasil precisa. Fé e coragem não nos faltam.

Written by onyxlorenzoni

julho 26, 2015 at 6:37 pm

Onyx lança livro Máfia da Estrela 2 sobre impacto da CPMI dos Correios e do julgamento do mensalão

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O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) lançou nesta quarta-feira (27/11), em Brasília, o segundo volume do seu livro A Máfia da Estrela. A publicação conta a história da CPMI dos Correios, realizada em 2005, e o impacto do mais importante julgamento do Supremo Tribunal Federal que resultou na condenação de políticos e outras pessoas envolvidas com o escândalo da mensalão. O livro ainda traz análises de integrantes das investigações que revelaram o esquema criminoso que desmascarou o PT, como o senador Álvaro Dias; os agora prefeitos de Salvador, ACM Neto e de Curitiba, Gustavo Fruet; o deputado Arnaldo Faria de Sá; o relator da CPMI, deputado Osmar Serraglio, além do próprio Lorenzoni. O lançamento ocorreu no espaço Luís Eduardo Magalhães, na Câmara dos Deputados.   A-Máfia-da-Estrela-2

“O livro, acima de tudo, é para as pessoas que acreditam numa gestão pública decente. Espero que possam, através desse livro, levar adiante os princípios morais e éticos da administração pública”, atesta o parlamentar.  O deputado lembra que um dos impactos mais importantes da CPMI dos Correios, além do próprio julgamento da ação penal 470, foi deixar um legado de métodos de investigação hoje utilizados no País.

“A Máfia da Estrela, assim como a Máfia da Estrela 2 é justamente essa história, essa perspectiva de uma CPI que cumpriu o seu dever, que processou 73 milhões de informações diferentes. As planilhas hoje usadas para obtenção de sigilo bancário e fiscal foram desenvolvidas na CPI dos Correios. Os métodos investigativos utilizados foram compartilhados e são utilizados hoje nas grande investigações do Brasil e está tudo aqui”, relata Lorenzoni.

Para o parlamentar, o trabalho da CPMI dos Correios mudou a história do País porque leva, pela primeira vez, homens poderosos para a cadeia. “São líderes políticos de alta relevância, de muito poder que puderam pagar os maiores e melhores escritórios de advocacia no Brasil na busca da impunidade em um país que, até então, era o país aonde somente os pobres iam para cadeia. Agora mudou. Os poderosos de ontem, aqueles que queriam subverter tudo aquilo que são as práticas éticas e morais imprescindíveis à gestão pública do Brasil, no dia 15 de novembro, no Dia da República, acabou sendo o dia do pagamento de suas contas com a sociedade brasileira”, disse sobre a data em que foram expedidos os mandados de prisão de parte dos condenados no processo do mensalão.

“Um grupo de parlamentares enfrentou com honradez, com destemor e, principalmente, com senso público a CPI dos Correios. Construiu uma página muito importante na história brasileira. Foi a CPI que primeiro desvendou um escândalo de proporções gigantescas com um processo de corrupção que o Brasil nunca havia tido conhecimento antes”, acrescentou Onyx Lorenzoni.

O primeiro volume do livro foi lançado em 2006 quando foram apresentados os bastidores da CPMI dos Correios.

 

por assessoria de imprensa

Written by onyxlorenzoni

novembro 27, 2013 at 8:49 pm

Lula sempre soube de tudo e sempre participou de tudo #mensalão

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Eu não tenho nenhuma dúvida de que esta investigação deva ser aberta pelo Ministério Público Federal. As informações que Marcus Valério traz na tentativa de ter alguma vantagem pelo instituto da delação premiada são gravíssimas, são gravosas, e dão respaldo a tudo aquilo que aqueles que conheceram o esquema do mensalão de perto, como membro da CPI dos Correios e sub-relator das normas de combate a corrupção, eu não fiquei com nenhuma dúvida de que Lula sempre soube de tudo e sempre participou de tudo. Na condenação dos 40 ladrões sempre faltou o Ali-Babá, que a gente sabia, reconhecia e hoje tem a confirmação.

Onyx Lorenzoni quer punição para Lula

O deputado federal Onyx Lorenzoni (Democratas do Rio Grande do Sul) reafirmou a necessidade da abertura de um inquérito para investigar o ex-presidente Lula, acusado de participar do esquema do mensalão. (Fonte: Assessoria de Imprensa)

(Compartilhado do blog esmaelmorais.com.br)

(Compartilhado do blog esmaelmorais.com.br)

 

 

#MENSALÃO: Gushiken escapou por que não se investigou o suficiente na #CPI dos Correios

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“Gushiken escapou por que não se investigou o suficiente na CPI dos Correios”

O Deputado Federal Onyx Lorenzoni hoje relembrou fatos e detalhes sobre a CPI do Correios que investigou o esquema do mensalão. “Alguns escaparam, e minha dúvida é ZERO que Gushiken escapou graças ao bloqueio que na época o governo fez” lamentou o parlamentar ao lembrar que “ninguém liberava nenhum valor acima de 50 mil reais sem a autorização do Sr. Luiz Gushiken”. Segundo Onyx o Sr. Gushiken escapou das acusações no STF por que houve um “bloqueio muito grande na CPI dos Correios para rastrearmos o destino dado ao dinheiro, sabíamos a origem, mas não o destino”.

CLIQUE AQUI E ASSISTA NO YOUTUBE A MANIFESTAÇÃO DO DEPUTADO ONYX SOBRE O JULGAMENTO DO MENSALÃO.

Link do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=O7X5kJm-aDE

(Fonte: TV Câmara)

Abaixo segue a transcrição completa da manifestação do Deputado Onyx Lorenzoni na tribuna do Plenário Ulisses Guimarães na Câmara dos Deputados.

Para um pequeno esclarecimento ao orador que me antecedeu. A derrubada do mensalão foi no ano de 2007. Eu fui um dos líderes da derrubada da CPMF, ela não tem nada a ver com o mensalão que já tinha explodido em 2005. O deputado que me antecedeu não estava aqui, mas eu estava. E vi o Valdomiro Diniz ali (aponta) dar ordem para todos os líderes da base aliada. Ninguém votava nada sem ir ao homem do telefone. Na época os telefones não eram assim (pequenos). Na época o Sr. era Senador da República. E ele ia para o canto. E se ele não dava OK, é por que o homem não dava OK. E quem era o homem. Era o Zé Dirceu, que vai ser condenado agora, lá no Suprem Tribunal Federal, que o governo Lula nomeou 8 de 11. Então se tem influência política, a influência política é do governo. Então não dá para ficar misturando os sinais.  Eu prometi  aqui na terça feira passada que eu vou estar aqui toda a terça para contar e relembrar a história do mensalão. E eu terminei meu discurso da semana passada dizendo que eu lamentava que houvesse pessoas que estavam na lista dos 40. O chefe, o Ali-Baba, não vai nunca. Mas eu lamento que o homem que autorizou, chamado seu Henrique Pizzolato, que era o diretor de marketing do Banco do Brasil, a liberar 23 milhões a VisaNet, para a DNA que fez o reparte do dinheiro. O que aconteceu com o depoimento do Seu Henrique Pizzolatto, que eu acompanhei na CPI dos Correios. Ele disse “ninguém liberava nenhum valor acima de 50 mil reais sem a autorização do Sr. Luiz Gushiken”. O todo poderoso substituto do pleno potenciário homem que mandava neste país, o Sr. José Dirceu. Ninguém gastava um centavo em comunicação no governo Lula sem o aval do Senhor Gushiken. Eu lamento pelo Sr. Gushiken, por que houve um bloqueio muito grande na CPI dos Correios para rastrearmos o destino dado ao dinheiro, sabíamos a origem, mas não o destino. Alguns escaparam, e minha dúvida é ZERO que Gushiken escapou graças ao bloqueio que na época o governo fez. Tanto é que o TCU refez uma análise que havia feito sobre a atuação de Pizzolato, que era aquele que usava uma gravatinha borboleta e o único que recebeu, dos milhões de reias repartidos por Marcus Valério, que sempre dava em números redondos, 20 mil pra um, 30 mil para outro, 50 mil para outro que tinha que pagar contas de TV a cabo, mas Pizzolato recebeu “quebradinho”. Levou um pacote de dinheiro de 336.723 reais. Sabe por que ele recebeu isso? Por que isto é 5%, do total de 20% de comissão que deveria voltar para o Banco do Brasil, segundo o contrato. Se nós aplicarmos 5% sobre 23 milhões, e repartir entre 3, pois eram 3 diretores, entre eles Pizzolato, que liberava sob a ordem de Gushiken o dinheiro da VisaNet, que é dinheiro público que foi abastecer o caixa do mensalão, o que acontece, a divisão entre os 3 dá exatamente 336 mil reais, direitinho, fracionado. Toda terça quero subir aqui para episódios como este que estou lembrando aqui. Na próxima semana vou lembrar aqui como foi a história do Duda, o depoimento do Duda Mendonça, o que ele disse, o que o Marcus Valério disse nos bastidores. Por que isto ajuda a população brasileira a relembrar de que se montou uma organização criminosa para desviar dinheiro público para comprar apoio político, e isso dissemos nós da oposição, disse o Ministério Público e está lá no STF. Sabe qual é o problema? É que vai ter sentença. E na sentença os ministros do STF vão dizer: 1) Existiu o mensalão. 2) Foi organizado pelos maiores líderes do PT na época. 3) José Dirceu sabia de tudo. 4) Genoíno, Delúbio e Marcos Valério operaram tudo de forma diligente, para saquear os cofres públicos e entregar dinheiro por interessa partidário para dar sustentação ao governo. Só para concluir, aquele jipinho, o Land Rover dado a Silvio Pereira, o TCU investigou a situação, sabe de quanto era o superfaturamento, de 128 milhões. É por isso que a Petrobrás está do jeito que está. E aqui eu vou lembrar até o fim do julgamento detalhe a detalha detalhe de todo o esquema do mensalão. Muito obrigado presidente.” Deputado Onyx Lorenzoni

#ENQUETE: O julgamento do #mensalão vai punir os mandantes? #PARTICIPE

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Manifestantes celebram com bolo julgamento do mensalão. (Foto de Nicolas Braga/Folhapress)

Julgamento do mensalão é comemorado com bolo em calçadão no Rio

Com bolo temático, figuras representando os 11 juízes do STF (Supremo Tribunal Federal) e caminhada pelo calçadão do Leblon e Ipanema, na zona sul do Rio, o Movimento 31 de Julho.

Contra a Corrupção e a Impunidade celebrou ontem “o início da mobilização da sociedade para acompanhar o julgamento do mensalão”.

Para o empresário Marcelo Medeiros, um dos fundadores do movimento, o julgamento é uma conquista da sociedade. “Apesar de existir uma manobra clara dos advogados dos acusados para criar situações que venham a atrasar o julgamento, acredito que o STF está muito bem preparado”, afirmou.

A caminhada teve concentração na praia do Leblon, em frente à rua Rita Ludolf, às 10h, e começou às 11h, chegando ao Posto 9, já em Ipanema, por volta das 12h30. Lá, o bolo foi partido e distribuído entre os participantes do ato e pessoas que passavam pelo local.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1128190-julgamento-do-mensalao-e-comemorado-com-bolo-em-calcadao-no-rio.shtml

 

#CPI dos Correios: parlamentares do governo impediram que se investigasse o destino do dinheiro usado no mensalão

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CPI dos Correios não concluiu investigações de desvio de dinheiro
Em entrevista ao Estado, o deputado Osmar Serraglio (PMDB) falou sobre a obstrução dos trabalhos da comissão

A blindagem do Palácio do Planalto para poupar petistas, em especial o ex-ministro José Dirceu, impediu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Correios de investigar o destino da totalidade dos R$ 55 milhões de recursos que o publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza disse ter contraído em empréstimos para o PT. A obstrução aos trabalhos da CPI dos Correios foi denunciada na quarta-feira, 25, ao Estado pelo relator da comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR).

Retiraram de nós toda a possibilidade de irmos atrás do destino do dinheiro“, afirmou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), um dos integrantes da CPI dos Correios, que foi instalada em 2005, logo depois das denúncias do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) de que parlamentares estavam sendo comprados para votar a favor de projetos de interesse do Palácio do Planalto.

Uma das investigações que não chegaram ao fim, segundo Lorenzoni, foi o empréstimo feito ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo PT. A dívida foi paga pelo ex-presidente do Sebrae Paulo Okamoto sem que Lula soubesse. Ou, pelo menos, que dissesse que não sabia. Também não houve avanço nas investigações envolvendo a empresa Gamecorp, na época de propriedade de um dos filhos de Lula, com o esquema do “mensalão”.

Deputado Federal Onyx Lorenzoni (Foto: Sidney Lins)

“Foi feita uma blindagem geral aos principais petistas que apareceram ao longo das investigações”, resumiu o deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), que foi sub-relator da CPI dos Correios. Segundo ele, o governo passou a atuar “com mais força” do meio para o fim dos trabalhos da comissão, depois do depoimento do publicitário Duda Mendonça, que confessou ter recebido dinheiro no exterior como pagamento pela campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. “No começo da CPI, o governo estava desarticulado”, lembrou.

Assim como o relator da CPI, Osmar Serraglio (PMDB-PR), o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) também está certo de que a atuação da tropa de choque do governo impediu que a CPI dos Correios obtivesse provas do destino do dinheiro usado para pagar o chamado “mensalão”. A estratégia usada pelo governo foi criar a CPI da Compra de Votos, conhecida como “mensalão”, totalmente controlada por governistas. “Foi uma CPI que não levou a lugar nenhum”, argumentou Lorenzoni.

Na época, a oposição tentou reagir na CPI dos Bingos, que ficou conhecida como a “CPI do fim do mundo”. Mas também acabou não conseguindo levar à frente as investigações sobre o ex-ministro José Dirceu e empréstimo feito a Lula pelo PT e pago pelo ex-presidente do Sebrae, Paulo Okamoto. “O governo não deixou quebrar o sigilo do Okamoto de jeito nenhum“, recordou Lorenzoni.

Em entrevista ao Estado, Serraglio afirmou que o então ministro da Casa Civil, José Dirceu, foi um dos personagens mais “protegidos” por uma tropa de choque do PT, que atuava na CPI dos Correios. Segundo o relator, Dirceu supostamente contava com uma “tropa de choque” formada pela então senadora Ideli Salvatti (hoje ministra das Relações Institucionais), e pelos então deputados federais Jorge Bittar (PT-RJ) e Carlos Abicalil (PT-MT). O Estado procurou deputados e senadores petistas que participaram da CPI dos Correios para responder às informações de que o governo blindou José Dirceu durante as investigações da comissão. Ninguém quis fazer comentários. Há no PT a disposição para não falar do assunto.

Fonte: Estadão on-line.
Link: http://m.estadao.com.br/noticias/nacional,cpi-dos-correios-nao-concluiu-investigacoes-de-desvio-de-dinheiro,906173.htm

 

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