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Onyx Denuncia: o mensalão nunca acabou

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O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) afirmou nesta quarta-feira (17/9) que o esquema de corrupção na Petrobras mostra que o mensalão petista nunca terminou. Durante sessão hoje da CPMI que apura as irregularidades na estatal, o parlamentar apresentou uma linha do tempo em que o ex-diretor da empresa, Paulo Roberto Costa, um dos principais operadores do esquema, foi indicado pelo ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, condenado no processo do mensalão e apontado como chefe do esquema. E os dados já apurados revelam a participação de personagens em comum aos dois esquemas criminosos.

“Ficou muito claro que o mensalão não acabou. Conseguimos apresentar uma linha de tempo que demonstra claramente que Paulo Roberto chegou em 2004 à diretoria de Abastecimento da Petrobras com amém de José Dirceu e suportado à época pelo deputado José Janene. Os mesmos personagens que estavam na lavagem do dinheiro das operações do Marcos Valério (operador do mensalão) estão nas operações do Paulo Roberto Costa. São os mesmos doleiros, é o mesmo modus operandi, ou seja, o PT e o atual governo não aprenderam nada com a condenação feita pelo Supremo Tribunal Federal do mensalão”, opinou Lorenzoni.

Para o deputado, os documentos já de posse da CPMI exigem uma acareação entre Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef, Meire Poza (contadora de Youssef) e Enivaldo Quadrado (condenado no processo do mensalão).  “Feito isso, nós conseguiríamos, na minha opinião, esclarecer muitos pontos que revelariam de maneira clara que esse é um esquema que foi mantido por todos aqueles que mantiveram a  presidência da Petrobras, mantiveram o Ministério de Minas e Energia  e mantiveram a Presidência brasileira até porque Paulo Roberto Costa era chamado de Paulinho pelo ex-presidente Lula. Essa intimidade seguramente tinha alguma razão de ser”, pontua Onyx Lorenzoni.

Depoimento

O parlamentar ainda criticou a postura da base governista de votar contra a realização de uma sessão fechada para favorecer o depoimento de Costa a CPMI, submetido a processo de delação premiada. O Democratas, por meio do líder Mendonça Filho (PE), apresentou requerimento para transformar a reunião em fechada. “A oposição lutou para que a sessão fosse secreta e toda a base do governo orientada pelo governo aprovou a sessão aberta porque ele obviamente não falaria. Nós estávamos tentando ir para uma sessão secreta exatamente para dar espaço para que ele pudesse falar alguma coisa e nos desse alguma pista”, disse.

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Written by onyxlorenzoni

setembro 17, 2014 at 7:54 pm

Onyx acusa ex-presidente da Petrobras América de conivência com quadrilha

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14672248045_80149429a7O deputado federal Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) fez duras críticas ao comportamento evasivo do ex-diretor da Petrobras America, José Orlando de Azevedo, durante seu depoimento na CPMI da Petrobras, nesta quarta-feira (30/07).

Onyx lamentou a desculpa de Azevedo que afirmou que, por ter o perfil técnico, não se metia nas decisões que levaram a Petrobras a perder cerca de R$ 1 bilhão na aquisição da Refinaria de Pasadena e no posterior litígio com a então sócia no negócio, a multinacional Astra Oil.

“O senhor diz que é técnico, que não discute política, mas ajudou a dar um prejuízo milionário em todos brasileiros. Alguém ganhou e ganhou muito dinheiro com essa negociação toda. Dinheiro dos brasileiros. O senhor falhou poque só disse amém à Diretoria. Foi uma bênção para quem fez essa quadrilha. E isso tem nome: conivência”, acusou.14788445905_193430f8f5

Durante o interrogatório promovido pelos deputados de oposição, o ex-funcionário, que é primo do ex-presidente José Sérgio Gabrielli, admitiu que sua indicação partiu de Jorge Luiz Zelada, então diretor internacional da estatal. Zelada é o mesmo que disse que as cláusulas omitidas do relatório enviado ao Conselho Administrativo não eram importantes.

Gastos com advogados
O democrata também quis saber quanto custou os honorários para que o escritório de advocacia defendesse a Petrobras durante o litígio. Onyx lembrou da su
speita relação entre o escritório contratado e o ex-presidente da Petrobras America, Nestor Cerveró, que virou funcionário de uma subsidiária do escritório. Azevedo avaliou que os honorários ficaram em cerca de US$ 6,5 milhões

Técnicos e ‘Vaquinha’14765457436_345aeb50c9
Onyx ainda ironizou a estratégia de altos funcionários vinculados a Petrobras que estão sendo investigados na CPMI que usam do argumento de serem apenas “técnicos” para dizer que não se envolvem com as decisões administrativas da empresa.

“Já cansei de ver técnico nesse plenário dizendo ser apartidário, mas e o prejuízo? Quem vai pagar os mais de R$ 700 milhões cobrados pelo TCU? Será que o PT vai fazer ‘vaquinha” novamente para pagar?”, questionou o democrata.

                                                                                         Fonte: Assessoria de imprensa

Written by onyxlorenzoni

julho 31, 2014 at 9:34 am

Graça Foster muda versão e expõe mentira sobre compra de Pasadena

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Ao revelar documento da área jurídica da Petrobras, deputado prova que cúpula da estatal teve acesso a informações sobre as cláusulas Marlim e Put Option

Ao revelar documento da área jurídica da Petrobras, deputado prova que cúpula da estatal teve acesso a informações sobre as cláusulas Marlim e Put Option

 

O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) expôs, nesta quarta-feira (11/6), mais uma mentira do governo na operação da compra da refinaria de Pasadena. Durante depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster, à CPMI da Petrobras, o parlamentar revelou um documento da assessoria jurídica internacional da estatal que no inciso 7 se refere às cláusulas Marlim e Put Option. São as mesmas cláusulas, que segundo a presidente da República, Dilma Rousseff foram omitidas do conselho de administração da empresa na tomada de decisão da compra de Pasadena. Conforme Dilma, se Marlim se o conselho soubesse de Marlim e Put Option o negócio não seria fechado.

Até então, a versão dita por Dilma Roussef e referendada por Graça Foster era de que a diretoria e o conselho da Petrobras desconheciam as referidas cláusulas. Hoje, quando questionada sobre o documento assinado pelo gerente do Jurídico Internacional Carlos Cesar Borromeu de Andrade, Graça Foster afirmou que a comissão interna da estatal aeu investiga a operação Pasadena identificou falhas na anexação dessa informação ao parecer entregue ao conselho de administração.

“Toda argumentação do governo até o dia de hoje inclusive nos depoimentos dados pelas autoridades do governo aqui no Senado Federal e na Câmara dos Deputados, era de que essa informação (cláusulas) nunca havia chegado para o conselho de administração. Hoje, pela primeira vez, a presidente das Petrobras muda sua versão de maneira clara a demonstrar que a presidente Dilma é pega na mentira seja através da comunicação feita pela Secretaria de Comunicação da presidência da República, seja a mentira vocalizada pela presidente da Petrobras”, pontuou Lorenzoni.

Para o deputado, o aparelhamento da estatal promovido no governo do PT, além da má gestão, trouxe uma organização criminosa para dentro da empresa que tem causando enormes prejuízos aos acionistas e ao País.

Onyx ainda questionou a decisão da Petrobras de insistir em promover os investimentos (Revamp) para processar 200 mil barris/dia de petróleo pesado, quando a própria Graça Foster afirmou que 100 mil barris seriam satisfatórios. A Astra Oil, antiga sócia da Petrobras em Pasadena, se comprometeu com os 100 mil barris/dia, como prova documento datado de 2005. O ponto de divergência foi o que causou a saída da Astra da sociedade com acionamento da cláusula Put Option.

“Por que a Petrobras manteve essa decisão dos 200 mil barris? Exatamente para criar toda essa situação que acaba se refletindo no conflito e no prejuízo de US$ 1,2 bilhão pagos pelos brasileiros”, argumentou

Written by onyxlorenzoni

junho 11, 2014 at 11:06 pm

Comissão Externa apresenta conjunto de ações para investigar propina a funcionários da Petrobras

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A Comissão Externa destinada a acompanhar as investigações efetuadas pelo Openbaar Ministerie da Holanda acerca das operações e procedimentos no Brasil entre a empresa SBM Offshore e a Petrobras apresentou seu relatório parcial na manhã desta quarta-feira (21/5).

De acordo com o deputado federal Onyx Lorenzoni (Democratas-RS), membro da comissão, o colegiado construiu um conjunto de ações destinado à CPMI da Petrobras para que se investigue a fundo a denúncia do pagamento de propina da ordem de US$ 140 milhões a funcionários da estatal pela empresa holandesa. onyx comissao externa 2

“A CPMI pode quebrar sigilos, o que é fundamental para se identificar as operações e o eventual reparte de propina derivada das operações da SBM com a Petrobras”, explicou o democrata.

O relatório parcial manifesta ser imprescindível a quebra dos sigilos bancário, telefônico e fiscal de Julio Faeman, representante comercial da SBM Offshore no Brasil à época dos fatos, e também indica a convocação do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa.

“Já temos a lista das empresas do senhor Julio Faeman, o que vai permitir que possamos fazer o pareamento e a verificação e, então, confirmar a denúncia de que US$ 140 milhões foram depositados aqui no Brasil e distribuídos por essa empresas”, anunciou Onyx.

As empresas identificadas como pertencentes a Faeman são a Faercom Energia Ltda e a Oildrive Consultoria em Energia e Petróleo Ltda. Também é indicado que se investigue a relação do Grupo Faeman com as empresa Bienfaire, Jandell, Journey Advisors e Hades Production Inc.

“Acreditamos que desvendar para onde foi encaminhado o dinheiro recebido pelo Julio Faeman e suas empresas a título de “comissão” é o principal meio de se descobrir o que realmente aconteceu na Petrobras”, diz o texto do relatório parcial.

Lava-jato

O relatório final também sugere que seja requerido à Justiça Federal a remessa da documentação referente à Operação Lava-jato, esquema milionário de desvio de dinheiro que tem sua principal ramificação na estatal brasileira.

 Holanda

A Comissão Externa também decidiu adiar a visita oficial que será feita às autoridades holandesas devido ao aguardo de mais informações do Openbaar Ministerie em relação à investigação contra a SBM Offshore.

por assessoria de imprensa

Written by onyxlorenzoni

maio 21, 2014 at 3:11 pm

Onyx critica soltura de ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa

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O deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) criticou a decisão do ministro do STF, Teori Zavascki de determinar a soltura dos investigados pela Operação Lava-Jato. Hoje, o ministro o voltou atrás, mas permitiu a liberdade do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa acusado de participar de um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a estatal. Onyx ainda enfatizou lançamento do site http://www.cpmidapetrobrasja.com para que a sociedade acompanhe e cobre a indicação dos membros da CPMI.

Written by onyxlorenzoni

maio 20, 2014 at 9:17 pm

Onyx defende a instalação imediata da CPMI da Petrobras: ‘No Senado o governo controla’

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onyx espelho

Foto: Laycer Tomaz / Câmara dos Deputados

O deputado federal Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) defendeu a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) como melhor forma de apurar as denúncias de irregularidades na Petrobras. Em depoimento na manhã desta quarta-feira (30), o democrata declarou que uma CPI instalada unicamente no Senado Federal acabará controlada pelo governo federal. “No Senado o governo controla absolutamente a CPI. Na CPMI, nós temos mais pessoas dedicadas à investigação”, defendeu. De acordo com Onyx, a história demonstra que as comissões que envolveram todo o Congresso foram mais eficientes. “São mais agudas, mais profundas, são mais investigativas e é por isso que o Democratas luta para instalar a CPMI”, concluiu.

por assessoria de imprensa

Written by onyxlorenzoni

maio 1, 2014 at 10:14 am

Com requerimento de Onyx, comissão pedirá dados de movimentação financeira de executivo da SBM

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A Comissão Externa da Câmara dos Deputados que apura denúncias de pagamento de propina da SBM a funcionários da Petrobras aprovou nesta terça-feira (22/4) convite para esclarecimentos do executivo Julio Faerman. Faernam cuidava dos interesses da holandesa SBM no Brasil e é apontado como o articulador do repasse de subornos que totalizam US$ 139 milhões para garantir contratos com a estatal brasileira.

A comissão externa ainda aprovou requerimento do deputado Onyx Lorenzoni (RS) para solicitar informações ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para verificar se houve movimentação financeira atípica em sua conta corrente e nas contas de seis empresas de sua propriedade: JF Oil Drive, EM Energia, Bien Fair, Sandel, Journey Advises e Hades Production Inc.    Onyx comissao externa

 

“A quebra objetiva fiscal ou bancária dessas empresas, apenas através de uma CPMI ou com autorização judicial. Como é uma comissão de representação externa, estamos reunido elementos que vão nos ajudar a embasar um pedido judicial de quebra ou numa futura CPI a apresentação de requerimentos”, explica Lorenzoni.

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