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Desgoverno Dilma/PT subestima o descontentamento e a revolta da população

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zero hora crNunca gostei da ideia da Força Nacional de Segurança Pública. É o tipo de artifício que pode ser usado para péssimas intenções. No papel, é uma força adicional de segurança pública para situações emergenciais. Mas, na prática, se presta para funcionar como uma guarda pretoriana, para ser usada arbitrariamente quando um governo solicita. E, como agora, em Camaquã, para ser usada contra a população. Esse desgoverno Dilma/PT subestima o descontentamento e a revolta da população com tanta corrupção, com a perda de direitos e com a recessão que esvazia nossos bolsos. Isso depois do festival de mentiras e falsas promessas feitas na campanha eleitoral.

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Written by onyxlorenzoni

março 3, 2015 at 4:06 pm

Onyx demanda audiência para debater atraso na convocação de concursados da PRF

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Foto arquivo OL

O deputado federal Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) anunciou que vai propor uma audiência pública na Comissão de Segurança Pública para debater o atraso na convocação de concursados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que, inclusive, já foram treinados.

O anúncio se deu na sessão ordinária desta quarta-feira (6/8), no colegiado. De acordo com o democrata, os cerca de 1.000 futuros agentes já preparados para serem efetivados estão há mais de 60 dias sem receber qualquer informação dos ministérios da Justiça e do Planejamento.

“Estou protocolando na próxima comissão para nós aprovarmos essa audiência com os ministérios. Precisamos de respostas sobre o motivo de o governo ter autorizado esse concurso e chegado até mesmo a treinar os aprovados. São cerca de mil agentes. Muitos abandonaram seus empregos, outros mudaram de cidade e não recebem uma palavra de retorno do governo sobre os reais motivos dessa demora”, explicou Onyx durante a sessão.

O deputado também lembrou que o quadro profissional da PRF hoje é deficitário, o que compromete o serviço ofertado e contribui para aumentar o índice de insegurança nas estradas federais.

“Isto é um absurdo. A Polícia Rodoviária Federal precisa desse efetivo em todos os estados. Estas pessoas estão sem nenhuma informação. A ministra Miriam Belchior [Planejamento] está com este processo parado há mais de 60 dias sem nenhuma movimentação. As pessoas estão morrendo nas estradas, há incapacidade de atendimento à população e nós temos praticamente mil novos agentes concursados, com direito adquirido, treinados com dinheiro público e estes não podem servir à sociedade? Por quê?”, questionou.

O requerimento para a audiência deve ser votado na próxima sessão da Comissão de Segurança Pública e já há um entendimento entre os membros do colegiado para aprovar o documento.

audio

 

Terceirização da responsabilidade: o disfarce do desgoverno petista

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Veja você o que disse a Presidente Dilma durante o anuncio do PAC do Saneamento.

“Hoje nós sofremos consequências na área de serviços de decisões tomadas 5 anos atrás.” Dilma Rousssef. (Veja o vídeo no final do texto)

No desespero de buscar culpados e terceirizar as suas responsabilidades, Dilma escorrega põe no colo de Lula o motivo de seu governo não conseguir concluir as obras que anuncia.

Perceba que não é uma entrevista, ela não foi pressionada. O que acontece aqui é que se conhece por “ato falho”. É o que acontece quando a gente deixa escapar o que está pensando ou o que deseja esconder. São várias as falhas em que a presidente Dilma comete esses deslizes. De uma forma geral acaba-se tratando esses fatos pelo lado cômico. Mas a piada (se fosse) é de muito mau gosto.

O PT tem conduzido o país rumo ao passado a passos largos. É uma sucessão de decisões erradas que se soma a um pernicioso desmonte do Estado. Sim. “Desmonte do Estado”.  Quando as instituições são ocupadas por cargos políticos na escala em que o PT promoveu no país, temos consequências trágicas e visíveis nos noticiários. Os interesses partidários e as alianças políticas são colocados acima do país, a incompetência se instala e se enraíza e a corrupção ganha passe livre.

Os interesses privados são colocados acima das necessidades do país. O partido é colocado em primeiro lugar. E os interesses do povo são tratados medidas populistas e imediatistas e com muita propaganda. É preciso “convencer” o povo de que as coisas estão boas e isso custou 1,7 bilhões de reais em propaganda em 2012 e 2,3 bilhões de reais em 2013. Isso sem levar em conta 1,6 bilhão da Caixa, 1,4 bilhão da Petrobras e 1 bilhão do Banco do Brasil.

A mentalidade socialista não admite que exista alguma instituição que não esteja subordinada ao comando do partido. É dessa forma que eles atacam a democracia. Se o IBGE vai revelar dados que não são bons para o governo, cale-se o IBGE. Se a economia vai mal, invente-se a “contabilidade criativa” que é o reconhecimento da maquiagem dos números de governo.

É dessa forma que eles usaram o IPEA para desviar a atenção de notícias ruins para o governo. Usaram uma pesquisa de 2013, sem pé nem cabeça para iludir o país e criar uma falsa polêmica na sociedade brasileira. Um alvoroço diversionista. É nessa lógica do “tudo vale se servir ao partido” que a Petrobras foi arrastada para o ralo e se tornou uma empresa 10 vezes menor do que era.

É o governo do atraso. Estamos voltando no tempo. Somos cada vez menores com o PT no governo.

Written by onyxlorenzoni

maio 7, 2014 at 11:50 am

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1.013 dias de um governo que não faz

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Tarso Genro está no comando do estado a 1013 dias. Entendemos que era uma data interessante para fazer uma avaliação. Preparamos um panfleto para a distribuição na esquina democrática e fomos conversar com a população. A receptividade foi incrível e os relatos também. As queixas são inúmeras e tem em comum a percepção de que este é um apático. Um governo que não faz. As mudanças que tarso trouxe em seu governo foram para pior.  DSC_0082-aa-reduzida-2

Impôs uma reforma ao ensino médio que levou os estudantes a protestarem. Eles entendem que essa reforma os prejudica e que chegaram ao Enem ou vestibular com menos conhecimento.

Os pedágios do Tarso tornaram-se o mais evidente exemplo de populismo. Serviram para sua eleição, serviram para fazer notícias, só não serviram para a população. Os municípios não recebem os impostos que eram repassados pelas concessionárias. Quem usa a rodovia trafega entre buracos e não possui nem serviço de socorro médico nem serviço de socorro mecânico ou mesmo guincho. As rodovias se desmancham enquanto os pedágios do Tarso seguem sendo cobrados sem oferecer nada em troca. A situação é tal que o Ministério Público concedeu liminar obrigando a interrupção da cobrança e determinando multas pela não prestação de serviços.

Como disse os relatos eram diversos. Muitos. Muitos mesmo se referiam à insegurança e relatavam como as nossas cidades tornaram-se reféns do tráfico e como o interior perdeu a tranquilidade que possuía. Outros tantos se queixavam da forma como o governo sequestrou um dinheiro que ele não poderia mexer: os depósitos judiciais dos gaúchos. Esse dinheiro pertence a cada gaúcho que discute alguma causa na justiça. O governo não poderia usar isso para tapar o rombo que fez com as nossas finanças, para empregar seus companheiros de partido.

Tudo o que eu vi na caminhada de hoje, reforça o que tenho visto nas visitas ao interior. Os depoimentos que ouvi, reforçam a nossa crítica e nossa visão negativa da atual gestão. Saí revigorado, ainda mais convencido de que estamos do lado certo e de que é necessário tratar o nosso Rio Grande com o carinho. O governo Tarso tem sido um atraso para o Estado. O Rio Grande merece mais. Vamos à luta para colocar o Rio Grande no rumo certo.

Arquivo em PDF do panfleto:

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Written by onyxlorenzoni

outubro 10, 2013 at 5:39 pm

Temos que decentralizar os recursos. É nos municípios que as coisas acontecem. #royalties

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Através da repartição dos royalties, começaremos a construir o caminho para o resgate do ente da Federação mais importante: o Município. Temos a obrigação de derrubar os vetos da presidente Dilma à Lei 12.734/12 que redistribui os royalties do petróleo para todos os estados, o Distrito Federal e os municípios.

É de conhecimento público que os prefeitos têm dificuldades por que existe uma "inversão fiscal", ou seja, os municípios ficam com a menor fatia da arrecadação de impostos (entre 5% a 15%, enquanto Estados e União Federal ficam com a fatia bem maior (entre 75% a 90%). Esta situação que ROMPE com o pacto federativo, e torna a responsabilidade fiscal uma ficção jurídica não se corrigirá com ações pontuais que não foquem na repactuação da divisão de impostos entre Municípios, Estados e União Federal, esta última nem mesmo cogita a possibilidade de renunciar a alguma fatia dos impostos em benefício dos municípios.

É de conhecimento público que os prefeitos têm dificuldades por que existe uma “inversão fiscal”, ou seja, os municípios ficam com a menor fatia da arrecadação de impostos (entre 5% a 15%, enquanto Estados e União Federal ficam com a fatia bem maior (entre 75% a 90%).
Esta situação que ROMPE com o pacto federativo, e torna a responsabilidade fiscal uma ficção jurídica.

Em novembro, apresentei um destaque de preferência no qual foi aprovado uma divisão mais igualitária dos recursos dos royalties do petróleo entre estados e municípios produtores e não produtores. Aprovamos um projeto que foi fruto de um entendimento feito no Senado e que tem o apoio da Confederação Nacional de Municípios para sua aprovação.

Hoje a estrutura tributária brasileira coloca 64% nos cofres da União. Ninguém mora na União. As pessoas moram nas cidades. Isto é um fato. E por que houve o entendimento e a aprovação no Senado de maneira unânime? Por conta de que o entendimento do Senado contemplava, de forma clara, o incremento da receita dos Municípios para a próxima década, por meio da repartição dos royalties já existentes, dos royalties novos, que serão licitados, e também do Fundo de Participação Especial.

A presidente vetou a distribuição justa do recurso dos royalties e vamos derrubar estes vetos por uma distribuição equânime, respeitosa para com os Municípios e Estados brasileiros. Em favor da distribuição destes recursos, advindos dos royalties, a todas as cidades e a todos os Estados brasileiros de maneira justa.

O nosso Estado ganhará com a nova regra mais R$ 382 milhões. Serão mais R$ 118 milhões para o Rio Grande do Sul, ganhávamos R$ 5 milhões e proporcionaremos R$ 123 milhões ao Governo do Estado. Os nossos municípios gaúchos terão um acréscimo de R$ 264 milhões beneficiando todas as cidades que recebiam R$ 119 milhões e receberão R$ 383 milhões pela nova regra. Tudo isso, apenas se derrubarmos o veto da presidente Dilma. Portanto, com o veto, é muito séria e é muito grave a perda para a maioria dos Estados e Municípios. Temos que decentralizar os recursos. É nos municípios que as coisas acontecem.

No Rio Grande do Sul, 329 municípios terão um incremento na receita anual de R$ 357.778,00 cada. Em 2011 foi distribuído em royalties R$ 69.353,00. Com o meu destaque aprovado em novembro passado, estes 329 municípios receberiam R$ 427.131,00 em 2013, cada um. Isto faz diferença para a maioria dos municípios que, por terem muitas responsabilidades, passam por dificuldades para cumprir o que a lei exige: saneamento, urbanização, educação infantil, saúde de base, entre outras atribuições onerorsas.

Segue a reportagem da Folha de São Paulo sobre o clamor dos prefeitos pela distribuição justa dos Royalties.

(Fonte: Folha de São Paulo)

(Fonte: Folha de São Paulo)

O PIBinho da incompetência.

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O IBGE divulgou o crescimento do PIB, vulgo PIBinho. Crescemos menos que os outros BRICS, somos o emergente que menos cresce, crescemos menos que países menores aqui da América do Sul. O que há com o Brasil? Por que cresce tão pouco?A resposta lógica é conhecida: impostos demais, custos altos demais, muita intervenção do governo na economia, leis trabalhistas ultrapassadas, burocracia pesada, infra estrutura no limite, falta de energia, falta de mão de obra qualificada. Evidentemente a genial equipe de economistas de Lula/Dilma nos devem explicações. Não adianta maquiar dados, dizer que a classe média aumentou e que juros baixaram quando sabemos que o que mudou foi o critério para ser considerado classe média (para o governo famílias com renda a partir de 292 reais agora estão incluídas na classe média). Os juros baixaram muito pouco dentro do contexto mundial de queda de juros e mesmo assim os juros praticados para o consumidor final ainda são muito altos. A política de juros do governo está levando a população brasileira a um limite de endividamento, dificultando que as famílias consigam pagar suas dívidas e em algumas situações impossibilitando que as pessoas, na prática, tenham crédito, pois estão com seus nomes em listas de devedores. Mantega gosta muito de dizer que “vivemos uma crise mundial”, meia verdade pode ser mais perigoso que uma mentira total; o contexto internacional que nos atingiu foi o do aumento do preço dos alimentos, dos metais e dos combustíveis e o aumento da renda per capita nos mais populosos países do planeta, China e Índia, um dos fatores que pressionou o preço dos alimentos. Somos produtores de alimentos, o aumento desses preços fizeram mais dinheiro entrar no país, mas o (dês)governo Lula/Dilma não soube aproveitar este momento favorável e hoje perdemos espaço para outros emergentes, que são mais atrativos e competitivos do que o Brasil para quem quer investir na economia real (produção, serviços, tecnologia, etc). Atraímos os piores especuladores com os super juros e enxotamos quem quer gerar empregos e renda para as pessoas. Mas Mantega, e seus cálculos mirabolantes, tem uma versão no mínimo estranha para o PIBinho, que claro, não quer enxergar sua própria incompetência. Segue a reportagem do G1 sobre o pedido de explicações sobre o PIBinho para os ministros de Dilma.

(Fonte: G1)

(Fonte: G1)

CLIQUE AQUI E VEJA A REPORTAGEM NO G1.

Para cobrir os supergastos do governo Dilma precisa de muito dinheiro, que sai do bolso de quem trabalha. #impostosabusivos

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impostos_alem_do_razoavelPara cobrir seus supergastos, obras sem licitação, desvio do rio São Francisco, escandalosos esquemas de desvios de verbas, 25 mil CCs, 39 ministérios, ajuda a amigos socialistas e comunistas no mundo todo precisa muito dinheiro. Como o governo não produz nada este dinheiro acaba saindo do bolso de quem trabalha, do orçamento das famílias. Só tem um jeito de baixar juros, impostos e reduzir o famoso “custo Brasil”, reduzindo os gastos do governo, investindo no que é muito prioritário para a população e evitando toda forma de desperdício de recursos públicos, quanto mais desvio de recursos públicos. Mas nem mesmo o dinheiro desviado no mensalão, que enricou muita gente da companheirada, está sendo cobrado de volta. O AGU, Dr. Luis Inácio Adams, engavetou o processo que pede o reembolso para os tesouro nacional dos valores desviados. Ai não tem imposto que chegue para tanta conta mal feita. Segue a reportagem do ESTADÃO sobre o recorde de arrecadação do mês de janeiro: A arrecadação federal atingiu em janeiro o valor recorde de 116 bilhões de reais, aumento real de 6,59 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

(Fonte: ESTADÃO)

(Fonte: ESTADÃO)

Fonte: ESTADÃO

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