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Para cobrir os supergastos do governo Dilma precisa de muito dinheiro, que sai do bolso de quem trabalha. #impostosabusivos

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impostos_alem_do_razoavelPara cobrir seus supergastos, obras sem licitação, desvio do rio São Francisco, escandalosos esquemas de desvios de verbas, 25 mil CCs, 39 ministérios, ajuda a amigos socialistas e comunistas no mundo todo precisa muito dinheiro. Como o governo não produz nada este dinheiro acaba saindo do bolso de quem trabalha, do orçamento das famílias. Só tem um jeito de baixar juros, impostos e reduzir o famoso “custo Brasil”, reduzindo os gastos do governo, investindo no que é muito prioritário para a população e evitando toda forma de desperdício de recursos públicos, quanto mais desvio de recursos públicos. Mas nem mesmo o dinheiro desviado no mensalão, que enricou muita gente da companheirada, está sendo cobrado de volta. O AGU, Dr. Luis Inácio Adams, engavetou o processo que pede o reembolso para os tesouro nacional dos valores desviados. Ai não tem imposto que chegue para tanta conta mal feita. Segue a reportagem do ESTADÃO sobre o recorde de arrecadação do mês de janeiro: A arrecadação federal atingiu em janeiro o valor recorde de 116 bilhões de reais, aumento real de 6,59 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

(Fonte: ESTADÃO)

(Fonte: ESTADÃO)

Fonte: ESTADÃO

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A Década do PT ou a Década Perdida?

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10_anos_de_pt_chargePossivelmente as únicas agendas que o PT cumpre com mais rigor são aquelas ligadas a propaganda política, a presença em palanques. Estes 10 anos do PT no poder mostraram claramente que tipo de DNA é replicado sempre na prática deste partido. Vimos o desrespeito sistemático a constituição, o desmantelamento dos fundamentos da democracia, a permanente confusão entre público e privado, maldades com pensionistas e aposentados, o sucatemanto das forças de segurança, a morosidade absurda para que obras públicas fossem concluídas, e principalmente, os mais escandalosos esquemas de desvio de verbas públicas já flagrados em solo brasileiro. Lula, quando eleito no primeiro mandadato tinha aglutinado a força política para fazer reformas fundamentais, entre elas a reforma política, a reforma tributária e a reforma agrária. O que vimos foi um perigoso aparelhamento que transforma o Brasil no país dos CCs, só na esplanada por volta de 25 mil cargos mudam conforme o governo, o financiamento de campanhas e a obtenção de dinheiro para estes campanhas virou um mercado de doações e lavagem de dinheiro. Os impostos do Brasil são os mais altos das Américas, entre os mais altos do mundo e quando consideramos o retorno que o governo dá pelo mais de um trilhão e meio de reais retirado dos bolsos dos contribuinte (quase metade do PIB brasileiro) vemos o caos no saneamento básico, a falta de atenção a educação fundamental e hospitais com corredores abarrotados de pacientes a espera de remédios, procedimentos e atenção. O PT, que prometia reforma agrária, só fez fomentar a guerra no campo e o obscurantismo tecnológico. Permanentemente envolvidos com explicações sobre a saúde dos nossos rebanhos o que temos é falta de assistência ao homem do campo, que se vira sozinho para vacinar e controlar a saúde de seus animais. Segurança, educação e saúde foram relegados a segundo plano. Adequação da infra estrutura serviu basicamente para se deitar e rolar com desvios, aditamentos e contratos sem licitação em desvios estimados por volta de 80 bilhões de reais por ano. Justamente quando os ventos sopraram a favor da economia brasileira, com a valorização dos commodities agrícolas e metálicos, o que vimos foi o desperdício de uma oportunidade histórica de saltarmos para o mundo do desenvolvimento ser rapinada por corruptos, intervencionistas de carteirinha e pessoas interessadas no enriquecimento ilícito associadas a políticos que só focaram em sua permanência no poder. Não tenho dúvida, a década do PT foi a década perdida mais cara de nossa história. Abaixo segue a reportagem do Jornal do Comércio sobre os preparativos que o PT faz para celelbrar seus 10 anos no poder. Quantos mais teremos que ter até que se perceba o enorme dano que este grupo causa ao Brasil?

(Fonte: Jornal do Comércio, compartilhado do Facebook de Macnoll Brasil Verdade)

(Fonte: Jornal do Comércio, compartilhado do Facebook de Macnoll Brasil Verdade)

Projeções para a inflação avançam e para o PIB recuam #desgoverno

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Os brasileiros pagam os mais altos impostos do mundo e NÃO recebem o devido retorno em serviços, tendo que desenbolsar a mais para ter saúde, segurança e educação.  O brasileiro gasta mais que o Governo Federal em saúde, tem que desenbolsar alto para educar as crianças e adolescentes. O brasileiro é o cidadão mais oprimido no mundo pelos impostos, são 86 impostos diferentes, ocultados nos preços de todos os produtos e serviços. Pagamos muitos impostos, não sabemos quando pagamos, ou o quanto é cobrado, não vemos o retorno em serviços e toda a semana surge um novo escândalo de corrupção com o dinheiro retirado dos contribuintes. Isto é um caso grave de TIRANIA FISCAL, que é um nomo tipo de ditadura tecnocrática que oprime economicamente. O Brasil é um dos piores casos mundiais de TIRANIA FISCAL, ou DITADURA DE IMPOSTOS.

O modo mais eficiente de reduzir a inflação é reduzir o custo da máquina pública, mas com 39 ministérios ineficientes e inchados isto vai ser muito difícil. 

Projeções para a inflação avançam e para o PIB recuam; é a fórmula Dilmista de desenvolvimento as avessas, que dificulta a formação de empresas, aumenta impostos e como poucos é ineficiente na execução de obras. O resultado está nos números do mercado e no bolso das pessoas. Uma parte importante deste problema está no modelo de gestão da “presidenta da miséria”, com 39 ministérios Dilma se esmerou em achar uma vaguinha para um grande número de correligionários e apoiadores, que com parte de seus salários engordam as doações ao partido, sob o ponto de vista moral isto não se diferencia em nada da compra de apoio perpetrada pelo mensalão. Não é função da máquina pública financiar campanhas e partidos, só que esta distorção além de ser imoral emperra por completo a administração do país, que passa a replicar em todos os níveis o “toma lá da cá” que a formou. Para piorar ainda mais este cenário de imobilismo governamental temos o gigantesco custo deste modelo distorcido de gestão, que esquece de sua principal função, que é administrar bem, e se foca completamente na sua disfunção, acomodar a companheirada em carguinhos e salinhas de Brasília. É fundamental ter pessoas tecnicamente qualificadas trabalhando na administração pública, executores de políticas públicas comprometidos com sua boa execução que valorizam os técnicos e tem eficiência em seu desempenho, se isto não acontecer logo na gestão de Dilma veremos por mais dois anos o que já estamos vendo: ineficiência, obras paradas e muita corrupção.  Segue a reportagem veiculada pelo Jornal do Comércio sobre o avanço da inflação no Brasil.

Mercado eleva previsão de inflação pela terceira semana

A mediana das projeções do mercado financeiro para o IPCA deste ano voltou a subir, de acordo com o levantamento Focus, realizado pelo Banco Central com instituições financeiras. A estimativa para a inflação oficial do País passou de 5,53% para 5,65%, conforme o relatório, divulgado na manhã desta segunda-feira. Esta é a terceira semana consecutiva de alta, de acordo com o documento.

Há um mês, a mediana das previsões estava em 5,47%. Com a escalada, o mercado revela que espera que o IPCA esteja cada vez mais longe do centro da meta de 4,5% estipulado para o período pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2014, no entanto, não houve alterações. A mediana das projeções segue em 5,00% há 10 semanas.

O mercado financeiro também voltou a elevar suas projeções para a inflação no curto prazo. A mediana das estimativas para o IPCA de janeiro subiu de 0,78% para 0,81%. Esta é a segunda semana consecutiva de alta. Há um mês, a taxa aguardada era de 0,73%. Para fevereiro, os analistas não mexeram nas previsões, e a mediana para o IPCA segue em 0,45%. Vale lembrar, no entanto, que há um mês, essa taxa estava em 0,40%, conforme a Focus.

Também foi observada na pesquisa mais uma alta das estimativas para o IPCA suavizado para os próximos 12 meses. Pela Focus, a mediana passou de 5,53% na semana passada para 5,56% agora, registrando a segunda elevação consecutiva. Há um mês, a mediana para esse indicador estava em 5,55%. O mercado financeiro também manteve congeladas suas expectativas para a taxa básica de juros, a Selic, neste e no próximo ano, depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu que não mexeria nesse indicador na reunião realizada na semana passada.

O colegiado manteve a Selic em 7,25% ao ano e é essa taxa a aguardada pelos analistas para o fim de 2013. As projeções estão estacionadas neste patamar há 10 semanas, de acordo com a Focus. Para 2014, a previsão de que a taxa básica de juros fechará o ano em 8,25% aparece na pesquisa há quatro semanas.

As projeções de analistas do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2013 voltaram a recuar. A mediana das estimativas para a atividade passou de 3,20% para 3,19%. Apesar de ser um ajuste modesto, a tendência de esfriamento da economia é aguardada pelos economistas há três semanas seguidas. Há um mês, a mediana para este indicador estava em 3,30%. Para 2014, a taxa mediana se manteve em 3,60% para o crescimento do País. Esta é a primeira vez no curto prazo que o mercado não altera suas projeções para o PIB, que estavam em 3,80% há quatro semanas.

Já a estimativa para o câmbio foi alterada tanto para este quanto para o próximo ano – nos dois casos para cima. Para o final de 2013, a mediana das previsões passou de R$ 2,07 para R$ 2,08, exatamente o valor em que a previsão para o dólar se encontrava há um mês. No caso de 2014, a mediana passou de R$ 2,05, patamar em que estava quatro semanas atrás, para R$ 2,09. A estimativa para o câmbio médio ao longo do ano ficou inalterada em R$ 2,06 para 2013 – há um mês estava em R$ 2,08. Para 2014, porém, subiu de R$ 2,04 – taxa vista um mês atrás – para R$ 2,06.

Autor:  Agência Estado

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=113917

Só falta o ministério da cevada, com Zeca Pagodinho de ministro #youtube

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O MAIOR DAS AMÉRICAS – O governo Dilma exagera no número de ministérios e por isso mesmo não consegue administrar com competência. Os ministérios brasileiros são o maior cabide de empregos da América do Sul. 39 ministérios; é um absurdo o tamanho da máquina pública do governo federal, é o próprio paraíso dos CCs, onde o aparelhamento exacerbado está levando a paralisia do governo. Veja a quantidade de Ministérios na América do Sul – BRASIL 39 MINISTÉRIOS.; Argentina 15; Bolivia 20; Colombia 13; Chile 20; Equador 28; Peru 17; Uruguai 15; Venezuela 29. O “cargo lá, apoio cá” de Dilma não difere em nada, sob o ponto de vista moral, do mensalão de Lula, é compra de apoio político e, portanto, atenta contra a democracia e a põe em risco a boa gestão. (Com informações da wikipedia.org)

O Brasil é candidato a campeão mundial em número de ministérios, já éu campeão das Américas. Seria razoável entre 10 a 15 ministérios. Mas 39 é o completo abuso. Usar a máquina de governo para acomodar os companheiros e companheiras depois da campanha é uma distorção que, sob o ponto de vista moral, em nada difere do mensalão. Rapinar os cofres do governo criando ministérios com cargos e mais cargos para assim arrecadar recursos para partidos e campanhas em nada difere do mensalão e deveria ser investigado. Só falta agora criar o ministério da cevada, afinal tomar cerveja é um hábito de uma imensa parcela da população que em um inegável impacto sob a economia e orçamento de muitas famílias. Metáforas políticas a parte, ou a máquina pública é otimizada, até mesmo para conseguir funcionar ou vamos continuar em um legítimo estado de DESGOVERNO.

CLIQUE AQUI E ASSISTA A ENTREVISTA NO YOUTUBE.

(Fonte: Assessoria de Imprensa)

Written by onyxlorenzoni

novembro 16, 2012 at 4:38 pm

Brasil é o país do abuso na cobrança de impostos. #ReformaTributária

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O Brasil é a pior TIRANIA FISCAL do mundo, ou seja, uma ditadura que oprime os cidadãos através de impostos. No Brasil mais da metade da renda que um cidadão produz acaba indo para o governo na forma de impostos diretos e indiretos.

Brasil é o país do abuso na cobrança de impostos. Não existe quase tranparência nenhuma nesta cobrança, feita muitas vezes sob pena de prisão, o contribuinte não sabe o quanto de sua renda é destinada direta ou indiretamente para impostos, não sabe o quanto paga em impostos diretos e indiretos quando faz compras, quando paga uma tarifa de transporte público, ou quando adquire um remédio. O respeito pelo contribuinte no Brasil é NULO. Para agravar a situação ainda vemos cifras bilionárias sendo desviadas dos cofres públicos. O desequilíbrio de direitos entre o Estado arrecadador, que se cerca de garantias na cobrança de impostos, e o cidadão contribuinte, é uma violação de direitos humanos clara, evidente, amplamente registrada. Mas os direitos de quem paga impostos; e os brasileiros de menor renda pagam mais que os de altíssima renda; não são o foco das políticas que vem do Palácio do Planalto, prova disto foi o recente veto da Presidente Dilma a lei que desonerava os impostos sobre a cesta básica.  Segue a reportagem do TERRA sobre a proposta de reforma tributária do economista Bernard Appy.

Economista: brasileiro ficaria 10% mais rico com reforma tributária

O economista Bernard Appy, autor de uma proposta de reforma tributária, afirmou que se o governo fizesse a alteração na cobrança do PIS/Cofins, ICMS e ampliasse a desoneração da folha de pagamento para todos o setores, o Produto Interno Bruto (PIB) poderia crescer 1 ponto percentual a mais por ano. Com isso, cada brasileiro estaria 10% mais rico em dez anos, segundo a Folha de S.Paulo desta terça-feira.

O economista elaborou entre 2008 e 2009 essa proposta de reforma, que não foi implantada. Porém, de acordo com a publicação, o governo sinaliza que pretende pensar sobre o assunto para resgatar a competitividade. A reforma de Appy estabelece cobrança não cumulativa dos impostos citados e o fim de restrições ao crédito. Atualmente só entram como crédito gastos incorporados fisicamente ao produto – energia elétrica de escritório e custo de telecomunicações, por exemplo, não entram na conta.

Fonte:  Terra

Written by onyxlorenzoni

outubro 9, 2012 at 1:48 pm

#FIERGS: Exportações gaúchas desaceleram 17% @JC_RS @empresasgauchas @inovacaosebrae @FGV

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O empresário brasileiro é o que mais trabalha no mundo para dar conta da burocracia gerada com os 86 impostos brasileiros. São 2600 horas de trabalho por ano só para a burocracia fiscal, seguido de perto pela Bolívia, com 1080 horas por ano. A média mundial não passa de 200 hs/ano. Estes números são do relatório DOING BUSINESS 2012 do Banco Mundial. Além da pesadíssima burocracia o empresário brasileiro ainda enfrenta gargalos de infra-estrutura, estradas e portos subdimensionados, dificuldades para importar maquinário e materiais, capital de giro a juros muito maiores que as médias mundiais, e falta de mão de obra qualificada. O (dês)Governo Dilma promove o antidesenvolvimento, e, mesmo assim, setores como o agronegócio, permanentemente penalizado pelas políticas do (des)Governo praticamente leva os bons resultados da balança comercial nas costas. O preço favorável às commodities agrícolas e metálicos está cedendo no mercado mundial, em crise, e o Brasil não se prepara para competir com produtos e serviços. A forte estatização do mercado promovido pelo (des)Governo já mostra que está comprometendo o desempenho da economia. O PT diz que quer combater a miséria, mas esquece que miséria se combate com desenvolvimento econômico, e o Brasil, mesmo com ventos favoráveis a suas exportações, é o país cujo PIB menos cresce entre os emergentes BRICS. Medidas protecionistas, do qual o Brasil também é o campeão mundial, segundo a ONU, só maquiam a falta de competitividade e no médio prazo a tendência é que os empresários fiquem ainda mais “viciados” nestas medidas de proteção de mercado e menos competitivos. Menos impostos, menos burocracia, menos intervencionismo na economia, mais infra estrutura e educação voltada para o empreendimento, sem isso o Brasil vai continuar sendo uma colônia exportadora de matérias primas que agrega pouco valor ao que produz, este modelo, sabemos pela história dos ciclos econômicos brasileiros varia conforme os preços mundiais, tem altos e baixos.  Assim não  irá se tirar nosso povo da miséria e do subdesenvolvimento. (Foto: demauk.com)

As exportações do Rio Grande do Sul tiveram uma queda de 17,2% em maio ante o mesmo mês de 2011. As commodities agrícolas foram as principais responsáveis por este resultado negativo, sofrendo com as consequências da estiagem no Estado. Conforme a balança comercial do mês passado, as vendas gaúchas totalizaram US$ 1,68 bilhão.

Com o resultado, o Rio Grande do Sul ficou na sexta posição entre os estados que mais exportaram, representando 7% da pauta brasileira. A primeira posição ficou com São Paulo (24%), seguido por Minas Gerais (13%), Rio de Janeiro (10%), Paraná (9%) e Mato Grosso (8%).

Na indústria, que respondeu por 70% de tudo que o Estado embarcou, a desaceleração somou 9,6%. Conforme o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, “além dos efeitos da seca, também reforçaram este cenário as medidas protecionistas da Argentina e as dificuldades econômicas de importantes parceiros comerciais, como a Zona do Euro”.

Dos 25 setores industriais pesquisados, 13 apresentaram retração. Os mais afetados foram Couro e Calçados (-28,3%), Máquinas e Equipamentos (-25%) e Alimentos (-16%). Os três juntos somaram 31% das exportações gaúchas em maio. Os crescimentos mais significativos vieram de Derivados de Petróleo (350%) e Produtos de Metal (36,6%).

Já as importações aumentaram 8,6% em maio e totalizaram US$ 1,54 bilhão. A elevação foi influenciada, conforme nota da Fiergs, pelo avanço nas compras de bens de capital (80%), bens de consumo duráveis (53,2%) e bens intermediários (30%).
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=95947

#PortoAlegre: cesta básica custa R$ 272,45 e está entre as mais caras do #Brasil @UchoInfo

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Os juros pagos pelo governo, os gastos públicos sem controle e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e do custo do crédito. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil.

Preço da cesta básica sobe na maioria das capitais e avança sobre o pífio salário mínimo

Hora da morte – Os brasileiros de quinze capitais do País pagaram, em maio, mais caro pela cesta básica, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese). As maiores altas foram registradas em Recife (7,12%), Fortaleza (6,91%), Salvador (4,74%), Goiânia (4,69%) e João Pessoa (4,14%). Das dezessete capitais pesquisadas, apenas Florianópolis e Brasília apresentaram queda nos preços da cesta básica, de 1,01% e 0,9%, respectivamente.

De acordo com a pesquisa, as altas verificadas nos preços do óleo de soja e da banana foram destaque no quinto mês do ano – ambos os produtos ficaram mais caros em 16 das 17 cidades pesquisadas. Em Recife, o óleo de soja subiu 8,19% em maio; em Belém, 7,93%. Já as maiores altas nos preços da banana foram registradas em Goiânia (21,59%), Recife (16,40%) e Salvador (14,09%).

Em São Paulo, maior cidade brasileira, o preço médio da cesta básica subiu 2,72%, para R$ 283,69, mantendo a capital paulista na liderança do ranking das cestas mais caras. Em segundo lugar aparece Manaus, onde a cesta alcançou R$ 272,86, seguida por Porto Alegre (R$ 272,45) e Vitória (R$ 271,16). “Os menores custos foram encontrados em Aracaju (R$ 199,26), João Pessoa (R$ 225,94) e Salvador (R$ 228,25)”, aponta o Dieese em nota.

Na mesma pesquisa, o Dieese informa que o salário mínimo ideal deveria ser, em maio, de R$ 2.383,28, a fim de suprir as necessidades básicas das famílias brasileiras. Considerando que o salário mínimo atual é de R$ 622 e o custo médio da cesta básica é de R$ 249,80, o trabalhador brasileiro terá de desembolsar 40,16% do seu provento para adquirir os gêneros considerados essenciais. O cenário fica ainda pior quando percebe-se que o salário atual corresponde a 26,1% do ideal calculado pelo Dieese.

Não faz muito tempo, os palacianos estufavam o peito ao dizer que o salário mínimo evoluiu em termos de valores na era Lula e que poucos trabalhadores no País recebiam mensalmente esse valor. Acontece que há dias o IBGE divulgou os resultados de pesquisa que apontam que 70% da população economicamente ativa recebem menos do que dois salários mínimos.

O mais estranho é que mesmo diante dessa aviltante conjunção de números, o governo considera como integrante da chamada classe média o cidadão que recebe R$ 800 mensais. De tal modo, não há como transformar o consumo interno em antídoto contra os efeitos colaterais da crise econômica que vem tirando o sono dos europeus e começa a singrar as águas do Atlântico em direção a outras nações.

Fonte: http://ucho.info/preco-da-cesta-basica-sobe-na-maioria-das-capitais-brasileiras-e-avanca-sobre-o-pifio-salario-minimo

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