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21 empresas laranjas receberam R$ 545 milhões da Delta nos últimos 5 anos #istotemqueserinvestigado

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Grupo cede para evitar pizza na CPI do Cachoeira
O relator está disposto a incorporar no texto um pedido para o Ministério Público investigar 21 empresas laranjas que receberam R$ 545 milhões da Delta nos últimos 5 anos

É preciso investigar a fundo o que foi levantado na CPMI do Cachoeira, 21 empresas laranjas que receberam R$ 545 milhões da Delta nos últimos 5 anos. #pizzanão

É preciso investigar a fundo o que foi levantado na CPMI do Cachoeira, 21 empresas laranjas receberam R$ 545 milhões da Delta nos últimos 5 anos, precisamos saber mais sobre esta operação que é 3x maior que o mensalão em recursos desviados. #pizzanão

Brasília – Na tentativa de evitar que a CPI do Cachoeira termine em pizza, o grupo de parlamentares chamado de “independentes” está decidido a votar a favor do relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG). Integrado pelos deputados Miro Teixeira (PDT-RJ), Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Rubens Bueno (PPS-PR) e pelos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Pedro Taques (PDT-MT), o grupo tem divergências em relação ao parecer do petista e estuda apresentar um voto em separado, mas não descarta aprovar o texto de Cunha para evitar que a CPI seja concluída sem um relatório final.

Para conquistar os votos do grupo, o relator está disposto a incorporar no texto um pedido para o Ministério Público investigar 21 empresas laranjas que receberam R$ 545 milhões da empreiteira Delta nos últimos cinco anos. Os votos dos independentes são essenciais para o relatório de Cunha, apresentado em sua primeira versão há duas semanas, ser aprovado.

Parte da base aliada, em especial do PMDB, se uniu ao PSDB para retirar do parecer o pedido de indiciamento do governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo; e do dono da Delta Construções, Fernando Cavendish; além da investigação das transações feitas pela empreiteira. No relatório final, Cunha recomenda ao Ministério Público que investigue 117 empresas, incluindo a Delta, que movimentaram R$ 84 bilhões nos últimos dez anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Revista Exame

Links relacionados:
http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/grupo-cede-para-evitar-pizza-na-cpi-do-cachoeira

http://noticias.r7.com/brasil/grupo+cede+para+evitar+pizza+na+cpi+do+cachoeira-05122012

Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary @democratas

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OPOSIÇÃO CRITICA BLINDAGEM A ROSEMARY NORONHA

Deputados do Democratas questionam ministro da Justiça sobre a decisão de não quebrar o sigilo telefônico da ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, envolvida na operação Porto Seguro

Deputado Onyx Lorenzoni (Fonto: Sidney Lins)

Deputado Onyx Lorenzoni (Fonto: Sidney Lins)

Em audiência pública nesta terça-feira (4) na Câmara dos Deputados, parlamentares do Democratas questionaram o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre a decisão da Polícia Federal de não quebrar o sigilo telefônico da ex-chefe de gabinete da Presidência da República Rosemary Nóvoa Noronha. Cardozo falou na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Organizado sobre a operação Porto Seguro, do qual a ex-auxiliar do governo federal está envolvida. A audiência também é realizada em conjunto com a Comissão de Fiscalização e Controle.

Para o deputado Mendonça Filho (Democratas-PE), Rosemary estava claramente envolvida com a quadrilha de compra de pareceres infiltrada no governo, o que justificaria o acesso aos seus dados telefônicos, como foi feito com os correios eletrônicos. “Até para esclarecer lendas urbanas que se criaram em torno dos envolvidos na operação seria importante capturar o sigilo de pessoas consideradas peças chave do esquema como é o caso de Rosemary Noronha”, afirmou o deputado Efraim Filho (Democratas-PB), presidente da Comissão de Segurança Pública. “Quando chega perto da Presidência da República, a operação abafa é imediata. Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary”, concordou, o também democrata Onyx Lorenzoni (RS). Os parlamentares também criticaram o fato da ex-funcionária do governo não estar indiciada por formação de quadrilha.

O ministro assim como o superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Roberto Trocon, disseram que no momento da investigação não havia situação em curso que justificasse a quebra dos dados da ex-chefe de gabinete. Cardozo também negou que havia um esquema de corrupção agindo no seio da Presidência da República. “Havia um núcleo agindo de forma articulada e pessoas servindo a esse núcleo”, afirmou José Eduardo Cardozo ao argumentar que quem comandava o esquema era Paulo Viera, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), que atuava de forma ilícita na elaboração de pareceres no Ministério da Educação, ANA, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Advocacia-Geral da União, Secretaria de Patrimônio da União (SPU) e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Mendonça Filho não ficou satisfeito com as explicações do ministro e reiterou a necessidade da convocação de envolvidos na operação, como a própria Rosemary, dos irmãos Paulo e Rubens Viera e do ex-auditor do Tribunal de Contas da União, Cyonil Borges, denunciante do esquema. “Esta não é uma simples operação da Polícia Federal. Se esse País fosse sério, o advogado-geral da União deveria estar demitido. O senhor Weber já tinha ficha corrida com irregularidades quando foi nomeado”, completou Onux Lorenzoni mencionando José Weber, ex-advogado-geral da União adjunto também indiciado pela PF na operação Porto Seguro.

Política de segurança

Durante a audiência, o ministro da Justiça também falou sobre a onde de criminalidade que atinge o País. “A execução do orçamento da Segurança Pública é pífia, desastrosa. Dos R$ 255 milhões destinados ao sistema carcerário, apenas R$ 2,5 milhões foram executados. E para 2013, o orçamento do setor vai cair 30%”, informou Efraim Filho. Ele lembra que a Comissão de Segurança criou, na semana passada, uma subcomissão para estudar um novo modelo de segurança pública para o País que, na sua opinião, está ultrapassado. Cardozo reconheceu que o controle nas fronteiras do País tem problemas sérios e as condições na maioria dos presídios brasileiros são inaceitáveis. “O Brasil é, lamentavelmente, um país violento”, concluiu o ministro ao falar sobre o índice de homicídios no País, que ultrapassa, em todos os estados, aos níveis aceitáveis pela Organização das Nações Unidas (ONU) de menos de 10 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Liderança da Câmara

Quando chega perto da Presidência da República, a operação abafa é imediata. Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary.

Quando chega perto da Presidência da República, a operação abafa é imediata. Não há justificativa para não se quebrar o sigilo telefônico da senhora Rosemary.

Corrupção empaca o crescimento do Brasil #desgovernodilma

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corrupcao_estradasO fraco desempenho do PIB e o fato de o Brasil ser o membro dos BRICS que menos cresce revela que o governo Dilma, da consagrada “mãe do Pac”, empacou o crescimento do país que pode ser considerado um gigante encalhado. Prestes a nos tornarmos a quinta economia do mundo, pelas forças do mercado que demanda fortemente por grãos e minerais, o governo, que deveria azeitar este processo de crescimento, não consegue senão atrapalhar e dificultar a vida de quem produz. O (dês)governo Dilma até agora se mostrou incapaz de promover as reformas necessárias para que o Brasil deslanche, o contexto da economia mundial é favorável, mesmo em meio a crise financeira de governos europeus, os preços daquilo que o Brasil sabe produzir sobem e pressionam para que se invista e produza mais. Mas como fazê-lo sem energia, sem estradas e enrolado em uma barafunda  de com quase noventa tipos de impostos diferentes e centenas de situações burocráticas que consomem o tempo e a criatividade de nossos empreendedores? O mais curioso é ver de um lado os maiores esquemas de corrupção já vistos neste país consumirem perto de R$90 bi por ano em desvios de verbas e, do outro, números muito próximos disso serem apontados como “o que falta” para a modernização do país. O governo Dilma não é só incompetente, inchado e enpacado é também profundamente marcado pela corrupção. A cultura da corrupção e do vale tudo para conseguir dinheiro para campanhas e partidos obstaculiza o salto que o Brasil hoje poderia vir a dar em direção ao desenvolvimento pleno. Para atrapalhar este movimento temos milhares de salinhas em 39 ministérios ocupadas por membros do partido cuja função é contemplar a incompetência petista e pleitear dinheiro a fundo perdido para campanhas e enriquecimento pessoal, isto é o que está pondo todo o país a perder. Segue a reportagem do Estadão sobre a avaliação da S&P sobre a infra estrutura brasileira.

Infraestrutura precisa atrair US$ 100 bi por ano
Essa é a estimativa do que o setor deve receber em investimentos públicos e privados no Brasil, segundo a Standard & Poor’s

Os investimentos em infraestrutura no Brasil poderão alcançar entre US$ 500 bilhões e US$ 700 bilhões em cinco anos. A estimativa é da presidente da Standard & Poor’s para o Cone Sul, Regina Nunes, que participou na quarta-feira, em São Paulo, do evento Financiamento para o Desenvolvimento, da série Fóruns Estadão Brasil Competitivo, promovido pelo Grupo Estado em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“É uma média de US$ 100 bilhões por ano de recursos necessários para modernizar vários setores fundamentais para o País, como rodovias, portos e aeroportos”, afirmou. Segundo ela, entre esses recursos está uma parcela dos investimentos previstos para o pré-sal que, se fossem considerados integralmente, elevariam o montante para US$ 1 trilhão.

Ela apontou que a própria classificação de risco do Brasil poderia ser elevada se o País tivesse uma melhor infraestrutura – a nota do Brasil é BBB, cuja perspectiva estável tem viés positivo para o médio prazo.

A presidente da Standard & Poor’s se mostrou otimista e disse acreditar que, conforme os novos investimentos forem sendo feitos, isso deve ocorrer. “Na medida em que os investimentos do setor de logística e transportes começam a maturar, em poucos anos isso vai reduzir os custos das empresas, o que vai baixar pressões sobre inflação e elevar o PIB potencial.”

Velocidade. O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, concorda com a importância da infraestrutura para o desempenho do Brasil. “Temos de utilizar a infraestrutura como fator indutor da atividade econômica”, disse. “Precisamos ter uma logística que dê competitividade ao nosso setor produtivo.”

Mas ele admitiu que o governo tem deixado a desejar no ritmo de execução das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Figueiredo defendeu, porém, o programa e afirmou que o nível de execução vem melhorando.

“O PAC trouxe uma grande novidade, que é o fato de todas as obras terem recursos para começar e acabar. Ele trouxe essa condição financeira para executar as obras. Também trouxe para o setor público o compromisso com prazos. Hoje só é possível identificar atraso nas obras porque há um cronograma”, disse, ressaltando que a cada quatro meses o governo presta contas à sociedade sobre o andamento dessas obras.

Na semana passada, o governo informou que a execução global dos investimentos no PAC 2 soma R$ 181,5 bilhões no acumulado entre janeiro e setembro, 26% mais do que no mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro de 2011 até setembro deste ano, são R$ 385,9 bilhões, 40,4% do investimento total previsto até 2014.

Segundo Figueiredo, há grandes dificuldades de execução das obras e a origem disso está na “desestruturação do Estado nos anos 90”. “Não tinha estrutura de gestão pública bem formada e bem aparelhada”, afirmou.

A grande dependência dos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos projetos de infraestrutura hoje, no Brasil, que geralmente respondem por cerca de 70% dos recursos das obras, foi um dos temas do debate.

Mas Gustavo Nunes da Silva Rocha, presidente da Invepar, que liderou o consórcio vencedor do leilão do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, realizado em fevereiro, disse acreditar que haverá um aumento na disponibilidade de recursos privados para os projetos de infraestrutura.

Segundo ele, a própria crise dos governos contribui nesse sentido. “Alguns títulos de projetos de infraestrutura têm se mostrado mais seguros do que os de alguns governos”, afirmou o executivo.

Rocha considera que as debêntures de infraestrutura, criadas recentemente pelo governo, serão uma importante fonte de recursos. O executivo também afirmou que já é possível verificar no mercado de financiamento privado condições mais alongadas para captação de recursos.

O presidente da Invepar ressaltou, porém, que é fundamental que o ambiente regulatório seja forte para que esses papéis atraiam o investidor. A Invepar é formada pela construtora OAS e pelos três maior fundos de pensão de empresas públicas no Brasil – a Previ, do Banco do Brasil; o Petros, da Petrobrás; e a Funcef, da Caixa.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,infraestrutura–precisa-atrair–us-100-bi-por-ano-,967340,0.htm

Inércia e omissão do Governo na compra predatória da WebJet pela Gol, quem paga é o #consumidor

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A ação da Gol inflacionou o mercado. Com a oferta de bilhetes restrita, as demais empresas reajustaram de forma estratosférica os preços. Um exemplo disso é que uma viagem de Brasília para Fortaleza ou Natal, entre os dias 26 de dezembro e 2 de janeiro próximo, trechos de ida e volta, pode passar de R$ 5 mil por passageiro, sem incluir as taxas aeroportuárias, superando os valores de bilhetes internacionais da capital federal para Londres e Paris, entre R$ 4,3 mil e R$ 4,7 mil, e são quase o dobro da média cobrada no trajeto para Buenos Aires, algo que não pode ser creditado ao início da alta temporada de férias, mas sim à exclusão de um concorrente do mercado, no caso a Webjet. A Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, expôs o envolvimento de servidores federais na emissão fraudulenta de pareceres técnicos para beneficiar empresas e empresários, e nos permite perguntar se isso pode explicar a conivência do governo Dilma com a aquisição predatória da Webjet pela Gol.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Foram demitidos 850 trabalhadores e a Gol reajustou suas tarifas em 200% #webjet

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Deputado federal Onyx Lorenzoni denuncia explosão de preços depois da vampirização da Webjet

O deputado federal gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM) está indignado com o fechamento da companhia Webjet pela Gol, que a comprou só para esse fim. O parlamentar diz que o único objetivo foi promover um violento aumento de preços nas passagens aéreas. Em uma rápida pesquisa que ele fez, aponta estes absurdos de preços para o período entre 26 de dezembro e 2 de janeiro do próximo ano: Brasília-Fortaleza – R$ 5 mil; Brasília-Paris – R$ 4,3 mil. Onyx Lorenzoni afirma que a liquidação da Webjet por parte da Gol foi uma jogada ensaiada com o mercado e com o governo petista de Dilma Rousseff, destinada a reduzir a concorrência e com isto permitir aumentos abusivos de preços. O deputado do DEM do Rio Grande do Sul fez a denúncia nesta quarta-feira e exigiu a convocação do ministro da Aviação Civil e do presidente da Anac. Ele também relacionou tudo com o atual escândalo da Operação Porto Seguro. “Foram demitidos 850 trabalhadores, mas a Gol reajustou suas tarifas em 200% depois disto. O governo e os órgãos reguladores falharam quando aprovaram a compra da Webjet por parte da Gol. São cúmplices nas práticas nocivas aos trabalhadores, aos consumidores e à livre concorrência. Faltou transparência. A Gol comprou a concorrente para tirá-la da frente“, afirma Onyx Lorenzoni. Ele acrescenta: “A ação da Gol inflacionou o mercado. Com a oferta de bilhetes restrita, as demais empresas reajustaram de forma estratosférica os preços. Um exemplo disso é que uma viagem de Brasília para Fortaleza ou Natal, entre os dias 26 de dezembro e 2 de janeiro próximo, trechos de ida e volta, pode passar de R$ 5 mil por passageiro, sem incluir as taxas aeroportuárias, superando os valores de bilhetes internacionais da capital federal para Londres e Paris, entre R$ 4,3 mil e R$ 4,7 mil, e são quase o dobro da média cobrada no trajeto para Buenos Aires, algo que não pode ser creditado ao início da alta temporada de férias, mas sim à exclusão de um concorrente do mercado, no caso a Webjet”. E vai mais longe ainda o deputado federal Onyx Lorenzoni: “A Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, expôs o envolvimento de servidores federais na emissão fraudulenta de pareceres técnicos para beneficiar empresas e empresários, e nos permite perguntar se isso pode explicar a conivência do governo Dilma com a aquisição predatória da Webjet pela Gol“. Fonte: Vide Versus

Fonte: Vide Versus

Link: http://poncheverde.blogspot.com.br/2012/11/deputado-federal-onyx-lorenzoni.html

Written by onyxlorenzoni

novembro 29, 2012 at 5:30 pm

Vamos nominar cada um dos deputados e senadores que atua para impedir a investigação. #CPI #Cachoeira

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(Imagem compartilhada do goodvibeblog.com)

Não estou ameaçando ninguém, esta leitura fica por conta do redator da reportagem, que é muito oportuna, pois alerta para uma situação gravíssima; a de tentar-se blindar, ou reduzir, a CPMI do Cachoeira que está trazendo a luz da opinião pública o maior esquema de desvio de verbas públicas já flagrado no Brasil, me refiro ao esquema de Cachoeira-Cavendish, que usou a Delta e o DNIT para rapinar os cofres públicos. Este esquema, pelo que podemos avaliar até agora, já desviou mais de R$ 420 milhões para empresas laranja ligadas a Delta, isto faz o Valerioduto e o mensalão parecerem coisa de trombadinha. Não podemos permitir que se blinde altos escalões da administração federal envolvidas com os devios da Delta. 98,9% do faturamento da Delta é dinheiro do Governo Federal e dinheiro dos Estados, isto é dinheiro público. Por exemplo, o DNIT, de 2007 para cá, desde que assumiu o Sr. Luiz Antônio Pagot, a Delta em alguns anos dobrou e até triplicou seu faturamento. Se juntarmos as maiores empreiteiras do Brasil, Camargo Correia, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS, que não são empresas pequenas, são gigantes não apenas nacionais mas também internacionais,  estas 5 somadas são superadas pela Delta em três vezes no recebimento de verbas do DNIT. Fica o convite para que cada cidadão, eleitor, deste país fique atento a quais são os deputados e senadores que atuam para que não se desvende quem se beneficia do maior desvio de verbas já visto no Brasil. Segue a importante reportagem escrita por MELISSA BULEGON para o TERRA. 

Onyx ameaça quem tentar parar CPI: ‘vamos nominar cada um’

A biografia dos políticos envolvidos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira está em jogo. A afirmação é do deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que critica o possível acordo entre o PMDB e o PT para encerrar ou estender a comissão, por no máximo, 30 dias. Integrantes das duas legendas estariam temerosos com possíveis “respingos” das investigações. “Se esse acordão, que sem dúvida nenhuma foi tentado, impedir que a CPI se prolongue por um tempo razoável nós vamos levar o caminho mastigadinho para o Ministério Público para que faça a investigação. Isso vai ser a desmoralização do Congresso Nacional e dos partidos que vão fazer esse acordão porque os dados estavam todos lá, só não foi adiante porque um grupo de deputados e senadores, e aí nós vamos nominar cada um, atuou para impedir a investigação”, ameaçou Onyx, um dos integrantes da CPI.

Os parlamentares só vão decidir por quanto tempo a comissão será prorrogada em reunião no dia 30 de outubro, após o segundo turno das eleições. O plano B de encaminhar o caso ao MP para evitar que tudo “acabe em pizza” está sendo arquitetado pelo grupo dos chamados parlamentares “independentes” – entre eles os deputados Rubens Bueno (PPS-PR), Miro Teixeira (PDT-RJ) e Onyx; e os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

Embora o tempo a ser prorrogado ainda não tenha sido definido, o foco das investigações no prazo extra já está sacramentado: esmiuçar o esquema criminoso – apelidado de deltaduto – que tem como protagonistas Carlinhos Cachoeira e o dono da empreiteira da Delta, Fernando Cavendish. “O mensalão que está sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) envolveu R$ 150 milhões. Nós já identificamos de que a Delta transferiu para empresas laranjas algo na ordem de R$ 400 milhões. Estamos atrás do maior esquema de roubo de dinheiro público que se tem notícia no Brasil nas últimas décadas. O mensalão vai virar coisa de moleque”, comparou o deputado do DEM.

Para o parlamentar, o ideal seria estender o prazo da CPI em, no mínimo, 120 dias. “A prorrogação é imprescindível para que a gente consiga a quebra do sigilo bancário de 12 empresas que nós suspeitamos que sejam laranjas e que vão poder nos ajudar a identificar qual foi o destino desse dinheiro porque as sete empresas que quebramos já nos mostram que houve de maneira inequívoca um esquema característico de lavagem de dinheiro”, afirmou o democrata. “É um dever do Congresso investigar até onde chegou o conluio Carlinhos Cachoeira e Cavendish. Até onde a rapinagem de recursos públicos se confirma. Até onde houve favorecimento, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e peculato”, reforçou.
Pelas apurações levantadas até o momento, a atuação do deltaduto atinge várias regiões do País. A Delta, por exemplo, recebia recursos de um Estado ou do governo federal e repassava para quatro, cinco outras contas bancárias antes de enviar o montante para uma laranja. “O dinheiro toma dois ou três tombos dentro da própria empresa, exatamente para fazer uma mistura e não ter como ser rastreado. Isso se faz para esconder que está se lavando dinheiro. Não se trata se um achado usual. É uma normativa de procedimento”, explicou Onyx.

A descoberta da ação de Cachoeira – e, posteriormente, a sua ligação com Cavendish – sobre dinheiro público é consequência das investigações Monte Carlo e Vegas da Polícia Federal (PF) que desvendaram o esquema de jogo do contraventor. Nessa nova fase, a CPI quer confirmar também a suspeita de recursos obtidos com obras e contratos sem licitação ou fraudes nas concorrências. “Nós temos hoje indícios claríssimos de como esse processo se deu. Inclusive há que se explicar como a Delta, no período do Pagot (Luiz Antônio, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – Dnit), se transformou de uma empresa inexpressiva para uma que chegou a ter o triplo dos recebimentos do Ministério dos Transportes do que as cinco maiores empreiteiras do brasil somadas”, disse.

Autora: MELISSA BULEGON para o TERRA
Fonte: TERRA

Written by onyxlorenzoni

outubro 22, 2012 at 11:08 am

A quem interessa o encerramento da CPMI sem que se possa convocar mais ninguém a depor? #CPI #Cachoeira

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Pizzaiolos de plantão do PT articulam junto a membros do PMDB para tentar amarrar as mãos dos que querem investigar o maior esquema de desvio de verbas já flagrado no Brasil, me refiro ao esquema Cachoeira-Cavendish.

A quem interessa o encerramento da CPMI sem que se possa convocar mais ninguém a depor? A resposta está na ponta da língua e na boca do povo: aos envolvidos. É bom lembrar que o esquema que a CPMI do Cachoeira está trazendo à tona envolve os maiores desvios de verbas públicas já flagrados no Brasil, fazendo o mensalão parecer coisa de trombadinha. Cavendish-Cachoeira operando através da Delta e do DNIT desviaram pelo menos 420 milhões de reais, segundo nossas estimativas, é quase meio bilhão em recursos, em muitas situações estes valores foram respassados a empresas laranja ligadas a Delta. Depois que Luiz Antonio Pagot confessou ter pedido dinheiro para a campanha da Presidente Dilma os partidos ligados a base do governo simplesmente não admitiram mais a possibilidade de que se continuasse ouvindo operadores deste esquema. Muito mais que a disputa de partidos estamos diante da vergonhosa tendência de se querer OCULTAR as tenebrosas transações que acabam enchendo bolsos de pessoas ligadas a altos escalões da administração federal. Onde está a vontade do governo de “faxinar”? Sumiu! As faxinas de Dilma só a interessam quando acontecem no pátio dos seus vizinhos. Mas, em baixo dos seus próprios tapetes ela não quer limpar. O fato é que a CPMI, originalmente feita para atacar a oposição, saiu de controle e acabou atingindo em cheio o próprio Planalto, diante disso a CPMI tem sido objeto de todo tipo de ação para a coibir sua atuação. Segue a reportagem da Folha de São Paulo sobre o acordo que tenta amarrar as mãos dos que querem investigar a corrupção no Brasil.

Acordo encerra CPI do Cachoeira sem investigar políticos

O PT e o PMDB fizeram um acordo para encerrar a CPI do Cachoeira sem levar à frente investigações que poderiam elucidar o envolvimento de políticos no esquema do empresário Carlinhos Cachoeira.

Os dois partidos, que comandam a comissão, temem ser atingidos pela continuidade das apurações da CPI –cujo trabalho será retomado hoje, após um mês paralisado por causa das eleições.

A Folha apurou que o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), já avisou ao partido que apresentará seu relatório final em duas semanas, como estipulado pelo calendário da comissão, mesmo que haja pedidos de prorrogação das apurações.

O relatório não trará novidades ao que já foi investigado pela Polícia Federal nas operações Monte Carlo e Vegas, que focaram os negócios de Cachoeira, e não nos beneficiários de seus recursos, os quais a CPI se propôs inicialmente a identificar.

O esquema, segundo a apuração dos parlamentares da comissão, movimentou cerca de R$ 36 bilhões.

A decisão de Cunha cindiu o PT. “Se o relatório for apresentado a tempo não há porque prorrogar”, defende o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). “Eu sou totalmente contra encerrar a CPI agora sem concluir as investigações”, discorda o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

A ala petista favorável à prorrogação da comissão quer esticar a sangria política do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), suspeito de beneficiar Cachoeira, e avançar na investigação das ligações de jornalistas com o empresário.

A Folha apurou que o relator age afinado com o Palácio do Planalto, que prefere encerrar os trabalhos a expor o governo a riscos.

O Planalto ficou preocupados com o depoimento à CPI de Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Dnit (órgão federal de estradas), que disse ter sido antiético um pedido feito a ele pela campanha de Dilma, em 2010, para listar arrecadadores entre empreiteiras.

Mesmo o indiciamento de Perillo, dado como certo antes do recesso eleitoral, já não era ponto pacífico ontem.

Para livrar o governador, o PSDB aceita deixar de pressionar pela prorrogação dos trabalhos. “Se teve acordo não me consultaram”, disse o senador Alvaro Dias (PSDB-PR), líder do partido.

O acordo entre petistas e peemedebistas deve ser o último de uma série de acertos que, ao longo dos trabalhos da comissão, buscaram blindar políticos e empresários.

Para continuar os trabalhos, são necessárias as assinaturas de 171 deputados e 27 senadores. Se relatório final não for aprovado em duas semanas, os trabalhos serão encerrados sem conclusão.

Hoje, o deputado federal Carlos Alberto Lereia (PSDB-GO), suspeito de ter recebido favores de Cachoeira, será ouvido pela comissão.

Autora: ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA

Fonte: www1.folha.uol.com.br/poder/1166371-acordo-encerra-cpi-do-cachoeira-sem-investigar-politicos.shtml

Written by onyxlorenzoni

outubro 9, 2012 at 10:36 am

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