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Para cobrir os supergastos do governo Dilma precisa de muito dinheiro, que sai do bolso de quem trabalha. #impostosabusivos

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impostos_alem_do_razoavelPara cobrir seus supergastos, obras sem licitação, desvio do rio São Francisco, escandalosos esquemas de desvios de verbas, 25 mil CCs, 39 ministérios, ajuda a amigos socialistas e comunistas no mundo todo precisa muito dinheiro. Como o governo não produz nada este dinheiro acaba saindo do bolso de quem trabalha, do orçamento das famílias. Só tem um jeito de baixar juros, impostos e reduzir o famoso “custo Brasil”, reduzindo os gastos do governo, investindo no que é muito prioritário para a população e evitando toda forma de desperdício de recursos públicos, quanto mais desvio de recursos públicos. Mas nem mesmo o dinheiro desviado no mensalão, que enricou muita gente da companheirada, está sendo cobrado de volta. O AGU, Dr. Luis Inácio Adams, engavetou o processo que pede o reembolso para os tesouro nacional dos valores desviados. Ai não tem imposto que chegue para tanta conta mal feita. Segue a reportagem do ESTADÃO sobre o recorde de arrecadação do mês de janeiro: A arrecadação federal atingiu em janeiro o valor recorde de 116 bilhões de reais, aumento real de 6,59 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

(Fonte: ESTADÃO)

(Fonte: ESTADÃO)

Fonte: ESTADÃO

Aumento da inflação é só uma parte do repasse dos custos gigantes do governo para dentro do bolso do consumidor. #SeLigaBrasil

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(Charge no nanihumor.com)

(Charge no nanihumor.com)

“A dívida pública federal, o que inclui os endividamentos interno e externo, subiu 7,55% em 2012, para R$ 2 trilhões, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional.” (Folha) “A inflação de janeiro é a mais alta em 10 anos.” (Folha) Os alimentos não param de subir. “A política cambial pode levar o país a mais um fiasco.” (UchoInfo) Este é o contexto do Desgoverno Dilma. É importante lembrar que inflação, juros e impostos só vão baixar quando o governo reduzir seus gastos. Mas, isto não está nos planos de Dilma. O que está nos planos é repassar para o contribuinte os custos gigantes do governo fora dos trilhos, com 39 ministérios, mais de 24 mil CCs, gastos de cartão corporativo de perto de 60 milhões de reais, obras com aditamentos que dobram os valores licitados e desvios de verbas públicas que chegam a estimativas de 80 bilhões de reais por ano. De onde sai todo este dinheiro? Do bolso de quem trabalha e produz, do bolso de quem tem que sustentar famílias, de quem paga combustível, escola, alimentação, tarifas de telefonia e outras tantas situações de tributação absolutamente abusiva. Este é o contexto de um governo que interfere na economia, centraliza para si todos os recursos e quer de forma imperial comandar tudo que acontece e é dito dentro do Brasil.
Segue a excelente reportagem da Folha UOL sobre o aumento da inflação.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial de inflação do país, fechou o mês de janeiro com alta de 0,86%. Trata-se do maior nível para o mês desde 2003 e o mais alto índice mensal desde abril de 2005.

Em dezembro, a taxa havia ficado em 0,79% fazendo o índice fechar 2012 em 5,84%. No período acumulado em 12 meses até janeiro, o IPCA registra avanço de 6,15% e se aproxima do teto da meta oficial de inflação, que é de 4,5%, com margem de dois pontos para cima e para baixo.

Os itens que mais contribuíram para a alta do IPCA em janeiro foram o grupo alimentação, que passou de alta de 1,03% para 1,99% e o grupo artigos para residência, que subiu de 0,27% para 1,15%.

“Os alimentos subiram muito e de modo generalizado. A grande maioria dos produtos teve alta”, disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

As maiores pressões vieram do tomate, com alta expressiva de 26,15% apenas no mês de janeiro. O excesso de chuvas afetou ainda outros produtos in natura, que também subiram com força, como batata (20,58%), cebola (14,25%) e hortaliças (10,86%).

Também aumentaram os preços do frango (4,75%) e das carnes (1,16%), importantes itens na cesta de consumo das famílias.

Diante desses aumentos, o grupo alimentação registrou também a maior alta desde 2003 para os meses de janeiro e representou 56% da taxa geral do mês.

ALÍVIO

A inflação em janeiro só não ficou mais pressionada graças ao grupo vestuário (-0,53%, com liquidações da coleção de verão) e à deflação de 0,20% em habitação devido ao recuo da tarifa de energia elétrica, que ficou 3,91% mais barata.

As contas de energia devem assegurar um alívio ao IPCA de fevereiro. É que o corte de 18% anunciado pelo governo na virada do ano deve ter impacto maior na taxa de fevereiro.

De acordo com Nunes dos Santos, apenas um quarto da redução foi absorvido em janeiro.

ÔNIBUS ADIADO E TRANSPORTES

Outro fator que contribuiu para tirar pressão do IPCA em janeiro e evitar que o índice superasse a “barreira psicológica” de 1% foi a ação do governo federal junto aos governos municipais do Rio de Janeiro e São Paulo para não reajustarem as tarifas de ônibus em janeiro, como estava programado.

O receio do Planalto era alimentar expectativas de altas futuras, o que leva empresários a anteciparem reajustes e turbinarem a inflação.

Sem o reajuste dos ônibus nas duas principais capitais, o grupo transportes subiu 0,75% em janeiro, repetindo a taxa de dezembro.

Ainda assim, a taxa ficou pressionada devido ao aumento de 1,41% de automóveis novos, com a retirada gradual do desconto do IPI reduzido. Também puxou a taxa do grupo para cima as altas de ônibus intermunicipais (2,84%).

Embora ainda com preços em expansão (de 5,15%), as passagens áreas aumentaram menos do que em dezembro (17,2%) e contribuíram para conter a elevação do índice do grupo transportes.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1227373-inflacao-oficial-acelera-em-janeiro-e-fecha-o-mes-em-086.shtml

Written by onyxlorenzoni

fevereiro 7, 2013 at 5:59 pm

Projeções para a inflação avançam e para o PIB recuam #desgoverno

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Os brasileiros pagam os mais altos impostos do mundo e NÃO recebem o devido retorno em serviços, tendo que desenbolsar a mais para ter saúde, segurança e educação.  O brasileiro gasta mais que o Governo Federal em saúde, tem que desenbolsar alto para educar as crianças e adolescentes. O brasileiro é o cidadão mais oprimido no mundo pelos impostos, são 86 impostos diferentes, ocultados nos preços de todos os produtos e serviços. Pagamos muitos impostos, não sabemos quando pagamos, ou o quanto é cobrado, não vemos o retorno em serviços e toda a semana surge um novo escândalo de corrupção com o dinheiro retirado dos contribuintes. Isto é um caso grave de TIRANIA FISCAL, que é um nomo tipo de ditadura tecnocrática que oprime economicamente. O Brasil é um dos piores casos mundiais de TIRANIA FISCAL, ou DITADURA DE IMPOSTOS.

O modo mais eficiente de reduzir a inflação é reduzir o custo da máquina pública, mas com 39 ministérios ineficientes e inchados isto vai ser muito difícil. 

Projeções para a inflação avançam e para o PIB recuam; é a fórmula Dilmista de desenvolvimento as avessas, que dificulta a formação de empresas, aumenta impostos e como poucos é ineficiente na execução de obras. O resultado está nos números do mercado e no bolso das pessoas. Uma parte importante deste problema está no modelo de gestão da “presidenta da miséria”, com 39 ministérios Dilma se esmerou em achar uma vaguinha para um grande número de correligionários e apoiadores, que com parte de seus salários engordam as doações ao partido, sob o ponto de vista moral isto não se diferencia em nada da compra de apoio perpetrada pelo mensalão. Não é função da máquina pública financiar campanhas e partidos, só que esta distorção além de ser imoral emperra por completo a administração do país, que passa a replicar em todos os níveis o “toma lá da cá” que a formou. Para piorar ainda mais este cenário de imobilismo governamental temos o gigantesco custo deste modelo distorcido de gestão, que esquece de sua principal função, que é administrar bem, e se foca completamente na sua disfunção, acomodar a companheirada em carguinhos e salinhas de Brasília. É fundamental ter pessoas tecnicamente qualificadas trabalhando na administração pública, executores de políticas públicas comprometidos com sua boa execução que valorizam os técnicos e tem eficiência em seu desempenho, se isto não acontecer logo na gestão de Dilma veremos por mais dois anos o que já estamos vendo: ineficiência, obras paradas e muita corrupção.  Segue a reportagem veiculada pelo Jornal do Comércio sobre o avanço da inflação no Brasil.

Mercado eleva previsão de inflação pela terceira semana

A mediana das projeções do mercado financeiro para o IPCA deste ano voltou a subir, de acordo com o levantamento Focus, realizado pelo Banco Central com instituições financeiras. A estimativa para a inflação oficial do País passou de 5,53% para 5,65%, conforme o relatório, divulgado na manhã desta segunda-feira. Esta é a terceira semana consecutiva de alta, de acordo com o documento.

Há um mês, a mediana das previsões estava em 5,47%. Com a escalada, o mercado revela que espera que o IPCA esteja cada vez mais longe do centro da meta de 4,5% estipulado para o período pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2014, no entanto, não houve alterações. A mediana das projeções segue em 5,00% há 10 semanas.

O mercado financeiro também voltou a elevar suas projeções para a inflação no curto prazo. A mediana das estimativas para o IPCA de janeiro subiu de 0,78% para 0,81%. Esta é a segunda semana consecutiva de alta. Há um mês, a taxa aguardada era de 0,73%. Para fevereiro, os analistas não mexeram nas previsões, e a mediana para o IPCA segue em 0,45%. Vale lembrar, no entanto, que há um mês, essa taxa estava em 0,40%, conforme a Focus.

Também foi observada na pesquisa mais uma alta das estimativas para o IPCA suavizado para os próximos 12 meses. Pela Focus, a mediana passou de 5,53% na semana passada para 5,56% agora, registrando a segunda elevação consecutiva. Há um mês, a mediana para esse indicador estava em 5,55%. O mercado financeiro também manteve congeladas suas expectativas para a taxa básica de juros, a Selic, neste e no próximo ano, depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu que não mexeria nesse indicador na reunião realizada na semana passada.

O colegiado manteve a Selic em 7,25% ao ano e é essa taxa a aguardada pelos analistas para o fim de 2013. As projeções estão estacionadas neste patamar há 10 semanas, de acordo com a Focus. Para 2014, a previsão de que a taxa básica de juros fechará o ano em 8,25% aparece na pesquisa há quatro semanas.

As projeções de analistas do mercado financeiro para o Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2013 voltaram a recuar. A mediana das estimativas para a atividade passou de 3,20% para 3,19%. Apesar de ser um ajuste modesto, a tendência de esfriamento da economia é aguardada pelos economistas há três semanas seguidas. Há um mês, a mediana para este indicador estava em 3,30%. Para 2014, a taxa mediana se manteve em 3,60% para o crescimento do País. Esta é a primeira vez no curto prazo que o mercado não altera suas projeções para o PIB, que estavam em 3,80% há quatro semanas.

Já a estimativa para o câmbio foi alterada tanto para este quanto para o próximo ano – nos dois casos para cima. Para o final de 2013, a mediana das previsões passou de R$ 2,07 para R$ 2,08, exatamente o valor em que a previsão para o dólar se encontrava há um mês. No caso de 2014, a mediana passou de R$ 2,05, patamar em que estava quatro semanas atrás, para R$ 2,09. A estimativa para o câmbio médio ao longo do ano ficou inalterada em R$ 2,06 para 2013 – há um mês estava em R$ 2,08. Para 2014, porém, subiu de R$ 2,04 – taxa vista um mês atrás – para R$ 2,06.

Autor:  Agência Estado

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=113917

O dito “país sem miséria” só existe na propaganda do governo, desigualdade brasileira é a 12ª pior do mundo.

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(Charge compartilhada de nanihumor.com)

O dito “país sem miséria” só existe na propaganda do governo. Quem observa a economia brasileira, e vê a queda de empregos, a alta de alimentos, de impostos, de tarifas e juros sufocantes sabe que o Brasil tem muita desigualdade e que as famílias passam por momentos de muito arroxo econômico no país da “presidenta coniventa”. Abaixo segue a reportagem do Jornal do Brasil sobre a desigualdade no Brasil, que é uma das piores do mundo.

Desigualdade brasileira está entre as 12 mais altas do mundo

A desiguldade no Brasil está entre as 12 mais altas do mundo, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea). Apesar do resultado ruim, o País atingiu em 2011 o menor nível de desigualdade desde 1960.

Segundo o Ipea, a diminuição da desigualdade é medida pelo índice Gini, que começou a baixar no País a partir de 2001. Após 30 anos de desigualdade “inercial”, o índice baixou a partir daquele ano, passando de 0,610 em 2001 para 0,539 em 2009.

De acordo com a pesquisa, entre 2001 e 2011, a renda per capita dos 10% mais ricos aumentou 16,6% em termos acumulados, enquanto a renda dos mais pobres cresceu 91,2% no mesmo período, mostrando que a renda dos 10% mais pobres cresceu 550% mais rápido que a dos ricos.
O estudo aponta que desde o final da recessão de 2003, a economia brasileira cresceu todos os anos, acumulando 40,7% até 2011. A taxa de crescimento do Produto Interno bruto (PIB) per capita acumulada foi de 27,7%.

Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201209251928_TRR_81612091

Propaganda do governo não muda o alto custo de vida que se impõe aos que mais precisam #RemédiosCaros #CustoDeVida

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(Charge: Iotti)

O Brasil é um país rico, privilegiado por recursos naturais e seu povo trabalha incansavelmente na cidade e nos campos para mover a gigante economia que se destaca no mundo. Entretanto o governo brasileiro ainda trata os mais pobres, os que ganham menos, de forma injusta. Em nosso país, pobres pagam mais impostos que ricos, os que mais precisam arcam com alguns dos mais altos impostos do mundo que incidem justamente sob os itens de primeira necessidade tais como alimentos, remédios, energia e transporte. Pobreza se combate com geração de riqueza e não com altos impostos. O argumento de que os impostos existem para que haja redistribuição de riquezas e completamente falso no caso brasileiro. A malversação de recursos públicos, o saque escandaloso dos cofres dos governos, a paralisia de serviços de saúde, saneamento básico, educação fundamental e das forças de segurança deixam muito claro que o governo brasileiro não tem por foco a promoção do bem estar das pessoas e zelo pelos direitos do cidadão. Frases de efeito, publicidade falando em combate a miséria e outras perfumarias não mudam os fatos nem põe mais dinheiro no bolso dos trabalhadores. Vir a TV falar em saltos econômicos que não foram planejados pelo governo, mas são uma condição do mercado, falar em saltos de infraestrutura que não existem e prometer uma vida melhor para as pessoas só aumenta a desconfiança generalizada de que isto NÃO está acontecendo e por mais forte que seja a máquina de propaganda do governo isto não muda o alto custo de vida que se impõe principalmente aos que mais precisam.  Abaixo segue a reportagem do portal Terra sobre uma das facetas cruéis das despesas dos que ganham menos, o alto custo dos remédios.

Mais pobres gastam mais com remédios do que mais ricos

A parcela de famílias mais pobre da população gasta, proporcionalmente, mais dinheiro com remédios do que o estrato com maior renda. O grupo de 40% das famílias com menores rendimentos utiliza 74,2% do orçamento voltado para a saúde com compra desses itens. Já as famílias mais ricas gastam 33,6% adquirindo remédios. Os dados constam da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009), divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Se dispensam mais dinheiro proporcionalmente, os mais pobres, em números absolutos, gastam dez vezes menos que os mais ricos para comprar remédios. Em média, utilizam R$ 53,45 por mês, enquanto a parcela de 10% das famílias mais ricas gastam R$ 563,69 mensais.

Levando-se em conta toda a população, a maior parte do orçamento para a saúde é destinado à compra de remédios. Do total usado para a saúde, 48,6%, em média, são direcionados para a aquisição desses itens. Por mês, o brasileiro gasta R$ 74,74 médios.

Ao mesmo tempo, o levantamento do instituto com 57,8 milhões de famílias mostra que os mais ricos dispensam 42,3% das despesas médicas com planos de saúde, enquanto a parcela mais pobre direciona 7% desses gastos para o pagamento de assistência privada de saúde. Em termos absolutos, as famílias com mais renda gastam, em média, R$ 238,21 por mês com despesas relativas a planos de saúde. Já os 40% com menores rendas têm esse custo médio de R$ 3,74 mensais.

Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201209141303_TRR_81581821

Written by onyxlorenzoni

setembro 14, 2012 at 11:33 am

#Coincidência: #RS lidera a lista dos que pior pagam seus professores e é também líder em fechamento vagas de emprego

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As estatísticas que apontam para o recuo na geração de empregos e o fechamento de vagas nas fábricas brasileiras são somente a ponta do iceberg das dificuldades de se desenvolver empresas, indústrias e de se gerar empregos formais no Brasil. Falta infraestrutura, a energia e a telefonia são caras, falta pessoal qualificado e sobram entraves burocráticos e impostos. O desemprego se aprofunda e toma contornos de crise. Um dos fatores que problematiza esta situação é que inexiste para muitos brasileiros a qualificação profissional. O Rio Grande do Sul, é o segundo colocado, entre os Estados brasileiros, no ranking do fechamento de vagas e o protagonista deste triste número é justamente a indústria gaúcha. Onde está o pleno emprego tão anunciado pelos marqueteiros do governo? Promessa de palanque não paga contas, não põe comida na mesa e, muito menos, gera empregos. Empregos se geram com um ambiente de negócios favorável ao desenvolvimento da produção, com o fomento a competitividade e com muita qualificação técnica. Será uma coincidência que o Estado que lidera a lista dos que pior pagam seus professores é também o segundo Estado onde mais se fecham vagas de emprego? Será coincidência que o Estado que tem impostos mais altos do que quase todos os outros Estados brasileiros é justamente o que apresenta uma indústria que protagoniza o fechamento de empregos formais?

Altos impostos, endividamente crescente promovido por super juros, falta de infra estrutura…é muito caro e difícil ser produtivo e competitivo neste ambiente. As indústiras não conseguem se manter e assim o desemprego aumenta. Charge: http://www.demetal.org.br

A fraca reação da indústria

Avaliados com pessimismo no mercado financeiro, os novos dados da indústria foram apontados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, como sinal de recuperação, depois de três meses de resultados negativos. “A produção industrial está dando uma virada”, disse o ministro, ao comentar o crescimento de 0,2% registrado de maio para junho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas a reação veio abaixo das projeções do mercado. A expansão deveria ter ficado entre 0,3% e 0,8%, com mediana de 0,8%, de acordo com as estimativas coletadas pela Agência Estado. Também a comparação com junho do ano passado mostrou um quadro muito ruim, com uma produção 5,5% inferior à de um ano antes. “Obviamente, há um comportamento negativo do setor industrial”, disse o gerente de Coordenação da Indústria do IBGE, André Macedo, apontando recuo, de maio para junho, em 15 das 27 atividades cobertas pela pesquisa.

Embora positiva, a média geral, de 0,2%, encobre um cenário bem pior do que talvez pareça à primeira vista. Apesar do nível de emprego ainda elevado, a situação da indústria brasileira piorou consideravelmente desde o ano passado e hoje destoa muito menos do padrão internacional. As medidas tomadas pelo governo para isolar o País da crise externa, ou para reduzir, pelo menos, o risco de contágio, foram insuficientes, até agora, para impulsionar a indústria de transformação. A manutenção do emprego, a elevação do salário real, a rápida expansão do crédito e a redução de impostos para alguns setores estimularam o consumo, mas a produção manufatureira foi incapaz de acompanhar a demanda interna.

Parte desse estímulo foi aproveitada por produtores estrangeiros bem mais preparados para disputar espaço nos mercados. O recuo da atividade industrial brasileira reflete, entre outros fatores, o aumento das importações e a deterioração do saldo comercial. A presença do concorrente de fora ajuda a explicar os números ruins acumulados a partir de 2011. No primeiro semestre, a produção foi 3,8% menor que a de janeiro a junho do ano passado. O resultado acumulado em 12 meses diminuiu 2,3%.

A pequena reação de maio para junho foi amplamente insuficiente, portanto, para a retomada do nível de atividade do ano passado. As maiores perdas em 2012 continuam no setor de bens de capitais, isto é, de máquinas e equipamentos. A fabricação desses bens aumentou 1,4% de maio para junho, mas a produção do primeiro semestre foi 12,5% inferior à de um ano antes.

Quando se examina o período de 12 meses, há uma pequena mudança no conjunto, com redução de 7,6% na produção de bens duráveis de consumo e de 5,5% na fabricação de bens de capital. Durante esses 12 meses, no entanto, a política anticrise estimulou o consumo e abriu espaço para alguma recuperação das indústrias de bens duráveis, como a de automóveis e a da linha branca. O estímulo, no entanto, foi insuficiente para levar o empresariado a investir com maior entusiasmo em máquinas e equipamentos. Autoridades fizeram apelos ao espírito animal dos empresários, mas sem resultados. Mesmo nos setores beneficiados por facilidades fiscais e medidas protecionistas o efeito foi muito limitado.

São necessárias mais que medidas de ocasião para estimular o famoso espírito animal a assumir os custos e riscos do investimento. Mesmo as intervenções no mercado de câmbio e as pressões pela redução dos juros produziram resultados modestos.

Acumulam-se no mercado internacional os sinais de piora do cenário econômico. A indústria enfrenta dificuldades crescentes e isso deve resultar em competição muito mais dura em todos os mercados. Esses fatores podem dificultar a esperada reativação da economia brasileira. Mesmo com algum otimismo, no entanto, é difícil prever para os próximos anos um crescimento médio, no Brasil, muito acima de 4%. A política do governo tem dado prioridade a pacotes setoriais e conjunturais, insuficientes para aumentar o potencial de expansão econômica ao longo de vários anos.

O governo continua concentrado em medidas de varejo, enquanto o País precisa de mudanças no atacado.

Autor: Opinião do Estadão
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,a-fraca-reacao-da-industria-,909680,0.htm

#DesGoverno: onde está o “pleno-emprego”? (parte 2) @correio_dopovo @democratas

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A estatística é só a ponta do Iceberg das dificuldades de se desenvolver indústrias no Brasil. Falta infra estrutura, a energia e a telefonia são caras, falta pessoal qualificado, e sobram entraves burocráticos e impostos. O que falta para muitos brasileiros é QUALIFICAÇÃO! Estamos importando engenheiros, técnicos industriais, pessoal com qualificação de área tecnológica. Só MAIS QUALIDADE NA EDUCAÇÃO pode garantir o suporte necessário para o desenvolvimento econômico de um país. Nos faltam profissionais de áreas técnicas. Países como a Índia e a Coréia do Sul conseguiram dar saltos econômicos surpreendentes por que investiram nos seus sistemas educacionais e formaram pessoal para pesquisar, planejar, projetar e construir uma ecnomia sólida com raízes na produtividade e não na especulação. Sem educação não se geram oportunidades e a liberdade das pessoa fica comprometida. Lamentavelmente o (des)Governo Dilma prefere a especulação mobiliária, imobiliária, financeira e cambial ao investimento na qualificação dos brasileiros para a geração de empreendimentos e empregos.

Emprego com carteira assinada cai 25,9% no primeiro semestre do ano
Brasil criou pouco mais de 1 milhão de novas vagas no período, aponta Ministério do Trabalho e Emprego

A criação de empregos formais no Brasil teve queda de 25,9% no primeiro semestre de 2012, o que corresponde a cerca de 366 mil vagas a menos no mercado de trabalho. No mesmo período do ano passado, as vagas com carteira assinada somaram 1,4 milhão, tempo que acompanhou o pico de 2010, quando foram criados 1,6 milhão de empregos formais. Em 2012, foram pouco mais de 1 milhão de novas vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Em junho, seguiu-se a tendência de redução ao longo do primeiro semestre. Foram abertos 44% postos formais a menos do que em maio – o equivalente a 121 mil vagas. O setor que mais criou empregos nos primeiros seis meses do ano foi o de serviços, que ofereceu cerca de 469 mil postos, seguido pela construção civil, com aproximadamente 205 mil. A indústria de material de transporte, por outro lado, teve queda equivalente a 3,7 mil vagas.

Os estados com os maiores saldos de criação de empregos formais foram Santa Catarina (5,7 mil vagas), Mato Grosso (37,8 mil) e Distrito Federal (18,4 mil). Alagoas foi o único estado com saldo negativo: 37,5 mil postos formais a menos. De acordo com o MTE, o decréscimo foi resultado da seca que atingiu o setor de cana-de-açúcar.

Fonte: Correio do Povo em 23/07/2012 12:06
Link: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=446616

Written by onyxlorenzoni

julho 23, 2012 at 4:08 pm

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