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O PIBinho da incompetência.

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O IBGE divulgou o crescimento do PIB, vulgo PIBinho. Crescemos menos que os outros BRICS, somos o emergente que menos cresce, crescemos menos que países menores aqui da América do Sul. O que há com o Brasil? Por que cresce tão pouco?A resposta lógica é conhecida: impostos demais, custos altos demais, muita intervenção do governo na economia, leis trabalhistas ultrapassadas, burocracia pesada, infra estrutura no limite, falta de energia, falta de mão de obra qualificada. Evidentemente a genial equipe de economistas de Lula/Dilma nos devem explicações. Não adianta maquiar dados, dizer que a classe média aumentou e que juros baixaram quando sabemos que o que mudou foi o critério para ser considerado classe média (para o governo famílias com renda a partir de 292 reais agora estão incluídas na classe média). Os juros baixaram muito pouco dentro do contexto mundial de queda de juros e mesmo assim os juros praticados para o consumidor final ainda são muito altos. A política de juros do governo está levando a população brasileira a um limite de endividamento, dificultando que as famílias consigam pagar suas dívidas e em algumas situações impossibilitando que as pessoas, na prática, tenham crédito, pois estão com seus nomes em listas de devedores. Mantega gosta muito de dizer que “vivemos uma crise mundial”, meia verdade pode ser mais perigoso que uma mentira total; o contexto internacional que nos atingiu foi o do aumento do preço dos alimentos, dos metais e dos combustíveis e o aumento da renda per capita nos mais populosos países do planeta, China e Índia, um dos fatores que pressionou o preço dos alimentos. Somos produtores de alimentos, o aumento desses preços fizeram mais dinheiro entrar no país, mas o (dês)governo Lula/Dilma não soube aproveitar este momento favorável e hoje perdemos espaço para outros emergentes, que são mais atrativos e competitivos do que o Brasil para quem quer investir na economia real (produção, serviços, tecnologia, etc). Atraímos os piores especuladores com os super juros e enxotamos quem quer gerar empregos e renda para as pessoas. Mas Mantega, e seus cálculos mirabolantes, tem uma versão no mínimo estranha para o PIBinho, que claro, não quer enxergar sua própria incompetência. Segue a reportagem do G1 sobre o pedido de explicações sobre o PIBinho para os ministros de Dilma.

(Fonte: G1)

(Fonte: G1)

CLIQUE AQUI E VEJA A REPORTAGEM NO G1.

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#Tarso, e esse PIBzinho?

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Agora o PIBzinho é LÁ e AQUI. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

O resultado do PIB, que tem se alcunhado de PIBzinho, no Brasil e no Rio Grande do Sul, são uma consequência  direta das políticas anti-desenvolvimentistas do (Des)governo Lula/Dilma. O setor agropecuário, um dos mais importantes do RS,  é penalizado e criminalizado. Em algumas situações temos inclusive a promoção da guerra no campo, com questionáveis demarcações de terras indígenas. O desrespeito ao homen do campo está claro no estabelecimento de uma verdadeira fábrica de multas ambientais que se quer impor via Código Florestal. A falta de planejamento está patente nos gargalos de infra estrutura que dificultam e encarecem o escoamento da produção de grãos. Os tão falados juros subsidiados para os agricultores, que os petistas não cansam de mencionar, são maiores que os juros pagos por todos os agricultores do mundo; nos EUA, na China e nos países da Europa estes juros beiram o zero. O que tem beneficiado o agronegócios é um contexto do mercado internacional que demanda por alimentos e que em nada tem a ver com as políticas agrícolas brasileiras.  O que temos visto como políticas para agriculutra ensejam a penalização do agricultor; estes tipos de entraves que se impõe  a atividade agrícola tem uma origem clara, a completa falta de respeito dos governos petistas pelo agricultor, pelo produtor alimentos, por aqueles que põe comida na mesa do brasileiro e de muitos outras nações. Falar de indústria é ainda mais ultrajante para os brasileiros que tentam competir mesmo tendo que carregar nas costas os maiores custos do mundo para produzir: altas tarifas de energia, de telefonia, impostos altos e a dificuldade de importar materiais e equipamentos, o industrialista brasileiro está refém de protecionismos e desonerações sem as quais é absolutamente impossível operar. Tudo isso somado gera REDUÇÃO DO PIB, e este número tem como pano de fundo o desemprego, o desabastecimento, o  e a redução da atividade econômica.  A ausência de um projeto de desenvolvimento do Brasil e a imposição de um projeto de poder do PT nos arrasta para um formato de país Chavista-evista-castrista que em nada tem a ver com o perfil do Brasil. Segue a excelente reportagem de Giane Guerra sobre a redução do PIB no RS. 

PIB do Rio Grande do Sul cai 4,1%

O PIB do Rio Grande do Sul caiu 4,1% no primeiro semestre de 2012. No mesmo período, o Brasil teve um avanço de 0,6%. O dado foi divulgado hoje pela Fundação de Economia e Estatística.

O motivo foi o tombo na agropecuária, que registrou um recuo de 37,9%. A soja, principal grão do Rio Grande do Sul, teve a maior queda, de 48,4%. Arroz, milho e fumo também ficaram negativos.

Mas a indústria também caiu. O recuo foi de 1,4%. O principal peso para esta queda foi do segmento de veículos automotores (-14,4%), apesar de o desempenho ter ficado menos negativo do que na média nacional. Segundo a Fundação de Economia e Estatística, a falta de matéria-prima agrícola devido à estiagem retração das exportações e baixo desempenho da indústria nacinal explicam a queda de 2,9% na indústria da transformação.

No entanto, o economista Martinho Lazzari chama a atenção para o desempenho positivo da indústria de máquinas e equipamentos. Explica que é sinal de otimismo dos agricultores para a próxima safra. Isso ficou visível no desempenho recorde de vendas na Expointer.

– Além disso, os produtores estão capitalizados de três safras recordes. Há também a vantagem dos preços altos dos grãos.

Com isso, o presidente da FEE, Adalmir Marquetti, projeta recuperação da agropecuária no segundo semestre. O impacto da seca já ocorreu e o trigo, grão de inverno, promete bom desempenho.

– Para o ano fechar no positivo, vai depender do desempenho da indústria. A agropecuária vai se recuperar e o setor de serviços tem se saído bem sem fortes impactos.

A indústria naval tem influenciado em parte para que o setor dependa menos da agricultura no Rio Grande do Sul, ao contrário do que foi visto em 2005, ano em que o Estado também sofreu com forte estiagem.

– O setor de serviços também tem mostrado segmentos com uma dinâmica própria, como tecnologia da informação e comunicação. – complementa o economista Jéfferson Colombo.

Trimestre

O segundo trimestre teve uma queda de 4,3% na comparação com os primeiros três meses do ano. Em relação a 2011, o trimestre mostra que o PIB despencou 6,8%.

Acumulado

O acumulado dos últimos 12 meses ainda está positivo. Mas é um crescimento pequeno: +0,3%.

Autora: Giane Guerra
Fonte: Zero Hora

Written by onyxlorenzoni

outubro 18, 2012 at 2:11 pm

#ContaOutra: O (Des)Governo vai querer culpar a crise internacional pelo baixo crescimento do PIB. @g1brasil @g1

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Imagine que depois de anos de juros e impostos sufocantes, da mais pesada burocracia tributária do mundo, de gargalos na infraestrutura ferroviária, portuária, e de rodagem, de tarifas de energia, telefonia e internet muito acima da média mundial o DesGoverno da Máfia da Estrela vai querer culpar a crise internacional pelo baixo crescimento do PIB. Será que devemos ignorar o fato de que os outros BRICS tem seu PIB crescendo em patamares muito acima do brasileiro e de que a crise mundial é uma oportunidade de desenvolvimento para os emergentes, muito mais do que um entrave, por uma razão simples, o capital, diante da crise, procura mercados que favoreçam o seu crescimento, os BRICS são naturalmente este ambiente. Mas então por que o Brasil está caindo no ranking de interesse dos investidores internacionais? Voltamos aos fatos que abriram este texto: anos de juros e impostos sufocantes, da mais pesada burocracia tributária do mundo, de gargalos na infra estrutura… A conclusão é simples: estamos começando a pagar a conta pelos anos de marcha ré na economia com conceitos para lá de estapafúrdios e ultrapassados como: estatização crescente, intervencionismo do governo em sociedades anônimas da qual a União Federal é sócia, pelo total descaso com o setor do agronegócio que mesmo levando a balança comercial brasileira nas costas não mereceu mais atenção do DesGoverno, ao ponto de hoje a suinocultura, que emprega mais gente do que todas as montadoras de automóveis juntas, estar passando por uma de suas piores crises, isto em meio a um processo consistente de valorização mundial do preço dos alimentos. Não existe economia boa ou contexto econômico favorável diante de tanta incomPT ência na gestão do Brasil. (Gráfico da equitymaster.com)

Mercado já prevê PIB de 1,9% neste ano, aponta relatório do BC

O mercado reduziu a estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) para 1,9%, na décima semana consecutiva de baixa na expectativa para o indicador. Já a projeção para a inflação voltou a subir depois de oito semanas de redução. Esta é a primeira previsão abaixo de 2% neste ano.

A previsão foi divulgada no boletim Focus, do Banco Central, nesta segunda-feira (16).

A redução constante do PIB ganhou mais força após divulgação na quinta-feira (12) de que o indicador de atividade econômica do BC (o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB), registrou queda de 0,02% em maio em relação a abril. Para combater a desaceleração, o governo vem adotando sistematicamente medidas para incentivar a produção e consumo, mas a economia não dá sinais de melhora.

Em junho, o Banco Central reduziu de 3,5% para 2,5% sua estimativa de crescimento do país. Nos bastidores, o próprio governo já trabalha com um crescimento de apenas 2% e deve anunciar em breve redução da estimativa oficial, que ainda está em 4%. Mercado considera esse número improvável.

A projeção deste ano para inflação oficial (medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA) voltou a subir, passando de 4,85%, na semana passada, para 4,87%. Para 2013, se manteve, pela terceira semana, em 5,5%.

Já a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, neste ano, foi mantida em 7,5%, pela quarta semana, enquanto para 2013, a projeção permaneceu em 8,5%.

A estimativa para o valor do dólar em 2012 se manteve em R$ 1,95. Para 2013, também foi elevada de R$ 1,94 para R$ 1,95.

O boletim Focus é elaborado pelo BC a partir de consultas feitas a instituições financeiras e expressa, semanalmente, como o mercado percebe o comportamento da economia.

Fonte: Folha de São Paulo

Link: http://www1.folha.uol.com.br/poder/1120745-mercado-ja-preve-pib-de-19-neste-ano-aponta-relatorio-do-bc.shtml

Link: http://www.equitymaster.com/5minWrapUp/charts/index.asp?date=06/13/2012&story=1&title=Indias-Q1-GDP-growth-better-than-most-BRIC-peers

Written by onyxlorenzoni

julho 16, 2012 at 1:07 pm

Publicado em PIB, PIBzinho

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Como se mede a grandeza de uma nação? @JC_RS @g1politica

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Um novo PIB para o Brasil?
por Afonso Ritter
Ao defender, nesta quinta-feira, que a medida de sucesso de uma nação deve se dar pelo que é feito pelas crianças e adolescentes, e não pela soma de suas riquezas gerada por sua força produtiva (PIB), a presidente Dilma Rousseff mostrou que parece não conhecer o País que dirige. Será que o Brasil estaria entre os líderes mundiais se fôssemos olhar suas condições de saúde e educação? No ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, o Brasil é o 84° colocado na lista de 187 países. O ensino público oferecido às crianças não dá motivos de orgulho a ninguém, muito menos as condições de atendimento à saúde. Nesses critérios, não somos a grande nação que se apresenta como protagonista pelo viés econômico. Efetivamente, o Brasil só será desenvolvido quando resolver suas mazelas sociais, mas para chegar lá há um longo caminho a ser pavimentado por investimentos públicos e privados. Fonte: http://jcrs.uol.com.br

Presidente Dilma diz que não é com o PIB que se mede uma nação
Segundo o Banco Central, o PIB de maio – que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país naquele mês – encolheu 0,02%. Nos últimos doze meses, a economia brasileira só cresceu 1,27%.

Os efeitos da crise internacional já desembarcaram no Brasil. Segundo o Banco Central, o PIB de maio – que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país naquele mês – encolheu 0,02%. Nos últimos doze meses, a economia brasileira só cresceu 1,27%.

Durante a Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, a presidente Dilma Rousseff disse que não é com o Produto Interno Bruto que se deve medir uma nação.

“Uma grande nação deve ser medida por aquilo que faz com as suas crianças e adolescentes. Não é o Produto Interno Bruto (PIB), é a capacidade do país, do governo e da sociedade de proteger o que é o seu presente e o seu futuro, que são suas crianças e adolescentes”, disse a presidente.

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/07/presidente-dilma-diz-que-nao-e-com-o-pib-que-se-mede-uma-nacao.html

Written by onyxlorenzoni

julho 13, 2012 at 11:29 am

E esse #PIBzinho? BC baixa de 3,5% para 2,5% previsão de crescimento do PIB em 2012

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O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos das américas), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração de riqueza. Os números da desindustrialização confirmam a origem econômica do fraco crescimento do PIB. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

BC baixa de 3,5% para 2,5% previsão de crescimento do PIB em 2012

Estimativa foi divulgada por meio do relatório de inflação.
Mercado financeiro estima um crescimento de 2,18% para este ano.

O Banco Central informou nesta quinta-feira (28), por meio do relatório de inflação do segundo trimestre, que a sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano recuou de 3,5% para 2,5%.

Se confirmada a previsão do BC, será o valor mais baixo desde 2009, quando a economia brasileira sentiu os efeitos da primeira etapa da crise financeira. Naquele momento, houve uma queda de 0,6% no PIB. Em 2010, porém, o crescimento avançou 7,5% e, em 2011, cresceu 2,7%.

“A mudança na projeção de crescimento reflete, em parte, o fato de a recuperação estar se
materializando de forma bastante gradual”, informou a autoridade monetária por meio do relatório de inflação. De acordo com a instituição, a economia tende a acelerar no segundo semestre deste ano, favorecida pelos efeitos defasados e cumulativos das ações de política monetária (cortes de juros já efetuados pelo BC desde agosto do ano passado) e “pelo impacto das medidas recentes de estímulo à atividade industrial e ao consumo”.

A estimativa do BC para o PIB deste ano segue abaixo da previsão do Ministério da Fazenda, que está em 4%. No ano passado, o governo chegou a prever uma taxa de expansão da ordem de 5% para 2012. Nesta quarta-feira (27), o ministro Guido Mantega se comprometeu com um crescimento acima de 2,5% neste ano.Para os economistas do mercado financeiro, a taxa de expansão deste ano será de 2,18%.

Para tentar combater os efeitos da crise financeira internacional, o governo tem anunciado uma série de medidas para impulsionar o consumo e, consequentemente, o PIB. Entre elas, estão a redução do IPI para linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e automóveis, além do corte do IOF sobre os empréstimos para as pessoas físicas. Além disso, também foram liberados mais de R$ 50 bilhões em depósitos compulsórios neste ano, foi aberta uma linha de crédito de R$ 20 bilhões para os estados brasileiros e foi lançado um programa de compras governamentais de R$ 8,4 bilhões.

Autores: Alexandro Martello Do G1, em Brasília.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/06/bc-baixa-de-35-para-25-previsao-de-crescimento-do-pib-em-2012.html

Written by onyxlorenzoni

junho 28, 2012 at 3:55 pm

#PIB: #Brasil teve o pior desempenho entre os #Brics

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Um dos atributos que os marqueteiros tentam atribuir à presidente Dilma Rousseff é uma grande capacidade de gestão. Mas em alguns índices básicos que indicam a competência ou não de um administrador federal, o Brasil mal tem conseguido sair do lugar nos últimos meses. O principal deles é o crescimento do Produto Interno Bruto. A economia avançou apenas 0,2% no primeiro trimestre deste ano de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nem os mais pessimistas esperavam taxa tão medíocre, pois as previsões variavam de 0,3% a 0,7%. Aliás, nossos números nem podem ser chamados de medíocres, pois tal termo significaria que alcançamos a média. Na verdade estamos abaixo do comum e da crítica. Tivemos o pior desempenho do mundo fora da Europa. Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, o Brasil foi o mais fraco dos Brics.  (Gráfico da Revista Época: epocanegocios.globo.com)

RIO – Num dia de muitas notícias ruins sobre a economia global, o Brasil divulgou um dos piores crescimentos no primeiro trimestre de 2012, quando se compara com outros países. O avanço de apenas 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2012, ante o quarto trimestre de 2011, ficou acima somente do registrado nas problemáticas economias europeias, como Itália (-0,8%), Reino Unido (-0,3%), Espanha (-0,3%), Holanda (-0,2%), Portugal (-0,1%) e França (zero).

Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, o Brasil teve o pior desempenho entre os Brics. A alta do PIB de 0,8% no primeiro trimestre em relação a igual período de 2011 ficou atrás do registrado por China (8,1%), Índia (5,3%), Rússia (4,9%) e África do Sul (2,1%).

Mesmo com a crise, alguns países desenvolvidos cresceram mais. A Alemanha teve avanço de 0,5% no primeiro trimestre ante o período imediatamente anterior, deixando o crescimento da União Europeia (UE) em zero. Os Estados Unidos cresceram no mesmo ritmo (0,5%) e o PIB do Japão avançou 1%.

Outros países emergentes também cresceram mais. O avanço do PIB na Coreia do Sul foi de 0,9% no primeiro trimestre, ante os três últimos meses de 2011. No Chile, a alta foi de 1,4% e, no México, de 1,3%.

O fraco desempenho brasileiro no primeiro trimestre se torna mais preocupante diante da situação cada vez pior no cenário global, citada por muitos analistas como uma das razões para a queda dos investimentos no Brasil. “Com esse ambiente externo extremamente complicado, a primeira reação é segurar investimento”, diz a economista Alessandra Ribeiro, da consultoria Tendências.

Ontem, nos Estados Unidos, foi divulgado que a criação de empregos não agrícolas em maio foi de apenas 69 mil, muito menos que a expectativa dos analistas, de 150 mil. Também ontem vieram a público índices ruins de confiança empresarial na China e no Reino Unido, além do desemprego de 11% nos 17 países da zona do euro, o maior nível desde a criação da moeda única em 1999.

A forte desaceleração global está afetando os juros de vários países ricos, que estão caindo para níveis recordes, antecipando uma atividade econômica deprimida e sem nenhuma pressão sobre os preços. Os papéis de dois anos do governo da Alemanha ontem, pela primeira vez na história, ficaram com juros negativos.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,pib-do-pais-so-superou-o-de-alguns-europeus,114782,0.htm

O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos dos BRICS), impostos altos (os mais altos das américas), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas e com os impostos (a pior burocracia do mundo), legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração de riqueza. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

#PIB do #Brasil é o que menos cresce na América Latina

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O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes, os chamdos BRICS, e menos que todos os países da América Latina, isto por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos do mundo), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração da riqueza nacional. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

Brasil na lanterna

Em 2011, o Brasil teve um desempenho econômico decepcionante. Ocupou o último lugar na América do Sul. Cresceu apenas 2,7% no ano passado, índice abaixo da média de 4,3% para os países da América Latina. Os primeiros lugares do ranking foram ocupados por Equador, Argentina e Peru. Não é isso o que se espera de uma suposta “grande gestora”, como a presidente Dilma Rousseff.

Variação do PIB(Produto Interno Bruto) em 2011

Equador – 9,0%

Argentina – 8,8%

Peru – 6,9%

Chile – 6,0%

Colômbia – 5,8%

Uruguai – 5,5%

Guiana – 4,8%

Bolívia – 4,5%

Venezuela – 4,2%

Paraguai – 4,0%

Mexico – 3,9%

Suriname – 3,0%

Brasil – 2,7%

Fonte: Assessoria de Imprensa

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