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Posts Tagged ‘Presidenta da Miséria

Temos que decentralizar os recursos. É nos municípios que as coisas acontecem. #royalties

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Através da repartição dos royalties, começaremos a construir o caminho para o resgate do ente da Federação mais importante: o Município. Temos a obrigação de derrubar os vetos da presidente Dilma à Lei 12.734/12 que redistribui os royalties do petróleo para todos os estados, o Distrito Federal e os municípios.

É de conhecimento público que os prefeitos têm dificuldades por que existe uma "inversão fiscal", ou seja, os municípios ficam com a menor fatia da arrecadação de impostos (entre 5% a 15%, enquanto Estados e União Federal ficam com a fatia bem maior (entre 75% a 90%). Esta situação que ROMPE com o pacto federativo, e torna a responsabilidade fiscal uma ficção jurídica não se corrigirá com ações pontuais que não foquem na repactuação da divisão de impostos entre Municípios, Estados e União Federal, esta última nem mesmo cogita a possibilidade de renunciar a alguma fatia dos impostos em benefício dos municípios.

É de conhecimento público que os prefeitos têm dificuldades por que existe uma “inversão fiscal”, ou seja, os municípios ficam com a menor fatia da arrecadação de impostos (entre 5% a 15%, enquanto Estados e União Federal ficam com a fatia bem maior (entre 75% a 90%).
Esta situação que ROMPE com o pacto federativo, e torna a responsabilidade fiscal uma ficção jurídica.

Em novembro, apresentei um destaque de preferência no qual foi aprovado uma divisão mais igualitária dos recursos dos royalties do petróleo entre estados e municípios produtores e não produtores. Aprovamos um projeto que foi fruto de um entendimento feito no Senado e que tem o apoio da Confederação Nacional de Municípios para sua aprovação.

Hoje a estrutura tributária brasileira coloca 64% nos cofres da União. Ninguém mora na União. As pessoas moram nas cidades. Isto é um fato. E por que houve o entendimento e a aprovação no Senado de maneira unânime? Por conta de que o entendimento do Senado contemplava, de forma clara, o incremento da receita dos Municípios para a próxima década, por meio da repartição dos royalties já existentes, dos royalties novos, que serão licitados, e também do Fundo de Participação Especial.

A presidente vetou a distribuição justa do recurso dos royalties e vamos derrubar estes vetos por uma distribuição equânime, respeitosa para com os Municípios e Estados brasileiros. Em favor da distribuição destes recursos, advindos dos royalties, a todas as cidades e a todos os Estados brasileiros de maneira justa.

O nosso Estado ganhará com a nova regra mais R$ 382 milhões. Serão mais R$ 118 milhões para o Rio Grande do Sul, ganhávamos R$ 5 milhões e proporcionaremos R$ 123 milhões ao Governo do Estado. Os nossos municípios gaúchos terão um acréscimo de R$ 264 milhões beneficiando todas as cidades que recebiam R$ 119 milhões e receberão R$ 383 milhões pela nova regra. Tudo isso, apenas se derrubarmos o veto da presidente Dilma. Portanto, com o veto, é muito séria e é muito grave a perda para a maioria dos Estados e Municípios. Temos que decentralizar os recursos. É nos municípios que as coisas acontecem.

No Rio Grande do Sul, 329 municípios terão um incremento na receita anual de R$ 357.778,00 cada. Em 2011 foi distribuído em royalties R$ 69.353,00. Com o meu destaque aprovado em novembro passado, estes 329 municípios receberiam R$ 427.131,00 em 2013, cada um. Isto faz diferença para a maioria dos municípios que, por terem muitas responsabilidades, passam por dificuldades para cumprir o que a lei exige: saneamento, urbanização, educação infantil, saúde de base, entre outras atribuições onerorsas.

Segue a reportagem da Folha de São Paulo sobre o clamor dos prefeitos pela distribuição justa dos Royalties.

(Fonte: Folha de São Paulo)

(Fonte: Folha de São Paulo)

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Para cobrir os supergastos do governo Dilma precisa de muito dinheiro, que sai do bolso de quem trabalha. #impostosabusivos

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impostos_alem_do_razoavelPara cobrir seus supergastos, obras sem licitação, desvio do rio São Francisco, escandalosos esquemas de desvios de verbas, 25 mil CCs, 39 ministérios, ajuda a amigos socialistas e comunistas no mundo todo precisa muito dinheiro. Como o governo não produz nada este dinheiro acaba saindo do bolso de quem trabalha, do orçamento das famílias. Só tem um jeito de baixar juros, impostos e reduzir o famoso “custo Brasil”, reduzindo os gastos do governo, investindo no que é muito prioritário para a população e evitando toda forma de desperdício de recursos públicos, quanto mais desvio de recursos públicos. Mas nem mesmo o dinheiro desviado no mensalão, que enricou muita gente da companheirada, está sendo cobrado de volta. O AGU, Dr. Luis Inácio Adams, engavetou o processo que pede o reembolso para os tesouro nacional dos valores desviados. Ai não tem imposto que chegue para tanta conta mal feita. Segue a reportagem do ESTADÃO sobre o recorde de arrecadação do mês de janeiro: A arrecadação federal atingiu em janeiro o valor recorde de 116 bilhões de reais, aumento real de 6,59 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

(Fonte: ESTADÃO)

(Fonte: ESTADÃO)

Fonte: ESTADÃO

O que temos para comemorar em 10 anos de PT no poder? #decadaroubada

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Esta é uma das perguntas que serão debatidas hoje 21h35min no Conversas Cruzadas da TVCOM. Participe pelo Twitter @TVCOMRS e @onyxlorenzoni

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Combate a miséria? Andando pelas cidades o que vemos é uma realidade bem distante do lindo discurso da presidente.

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Será que realmente 22 milhões de pessoas serão tirados da miséria absoluta? Esta nova classe média, que o PT diz ter formado, melhorou de vida de verdade? Quando visito as periferias de cidades do Rio Grande do Sul vejo cenários que se repetem no Brasil todo. As pessoas não têm endereço, muitas ruas não têm nome, a energia é via “gato”, não existe saneamento, nem pavimentação adequada, as crianças brincam no lixo, e as dificuldades são imensas. Será que manipular dados e mudar o conceito de classe média para incluir mais faixas de renda soluciona as dificuldades dessas pessoas? A reportagem do jornal O GLOBO, transcrita abaixo, é emblemática, os repórteres encontraram a menos de um quilômetro do palácio do Planalto, em um terreno invadido que é parte da garagem do Senado, crianças e adultos vivendo em meio a condições que são comuns no Brasil: moradia irregular, falta de energia, saneamento, e tudo mais. O governo de Dilma sabe muito bem manipular dados, fazer cálculos estranhos para justificar suas gastos exorbitantes. Dilma diz que combate a miséria, mas na prática, andando pelas cidades, o que vemos é uma realidade bem distante do lindo discurso da presidente. Parece que a miséria mesmo é a da competência e capacidade de gerar empregos, soluções e desenvolvimento por parte das equipes do governo Dilma.

(Fonte:  jornal O GLOBO)

(Fonte: jornal O GLOBO)

A menos de um quilômetro do Planalto, brasileiros vivem na miséria

Cinquenta pessoas vivem sem saneamento ou água encanada

BRASÍLIA – A menos de um quilômetro do Palácio do Planalto, numa área invadida nas imediações da garagem do Senado, 50 pessoas vivem em barracos de madeira e lona, sem saneamento nem água encanada, cercadas de lixo e ratos. Os casebres contam apenas com dois banheiros coletivos, cada um com espaço para uma pessoa, usados principalmente pelas mulheres. Como não há fossa, boa parte dos moradores prefere ir no mato. O banho, de tonel e caneca, é com água fria trazida de ministérios e estacionamentos próximos. Nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil tem o grande desafio de encontrar a miséria que ainda não é conhecida pelo governo, em cerimônia de lançamento da ampliação do programa Brasil Sem Miséria, e pediu ajuda de governantes para achar os pobres que “se escondem dos olhos” do governo.

A moradora Rosa Maria Albino dos Santos, de 36 anos, diz que está cadastrada no Bolsa Família e que deveria receber R$ 300 por mês. Segundo ela, porém, os repasses estão bloqueados. Mãe de quatro filhos, ela conta que o marido foi preso por tentativa de assalto. Além do dinheiro do Bolsa Família, Rosa trabalha como catadora de papel, papelão, plástico e metais, assim como os demais moradores da área. O serviço rende R$ 150 por mês, mas a quantia costuma cair nos meses de chuva.

Em tese, portanto, ela poderia ser classificada como miserável pelo critério de renda do governo, que considera extremamente pobre quem sobrevive com até R$ 70 por mês.

– Tem dois meses que cortaram a minha bolsa – diz Rosa.

O servente de obras Joacy Ferreira da Silva, de 37 anos, vive com dois filhos de 17 e 14 anos. Ele conta que está desempregado há quatro meses. Os garotos não frequentam a escola e trabalham como lavadores de carro. Ele mostrou o cartão do Bolsa Família e diz que deveria receber R$ 32 por mês, mas o benefício também teria sido cortado. Dependendo de quanto os filhos ganhem lavando carros, pode ser que a família se enquadre no critério de miséria definido pelo governo.

Aos 63 anos, Francisca Pedro da Silva afirma que vive no local há mais de 25 anos e que os demais moradores são seus filhos, netos, bisnetos e uma tataraneta. O marido de Francisca, Rosival Albino dos Santos, de 74, é aposentado e recebe um salário mínimo (R$ 678) por mês. A renda do casal, portanto, é de R$ 339 mensais e está acima da linha oficial de miséria estipulada pelo governo. Logo, os dois idosos não têm direito ao Bolsa Família.

– Não ganhei nada nunca do governo – disse Francisca nesta terça-feira.

A alimentação do casal vem das sobras de restaurantes da Esplanada dos Ministérios. É o marido quem busca diariamente. Como não tem geladeira, Francisca salga a carne, cuja maior parte consiste em gordura. O alimento cru fica do lado de fora do casebre, ao ar livre, sobre uma mesa improvisada. Vista de longe, a carne parecia preta, tamanho era o número de moscas varejeiras.

Filha de Francisca, Maria do Socorro, de 40 anos, vive longe da área invadida, na região administrativa do Paranoá. Ela lidera a associação de moradores e catadores e diz que foi a única que conseguiu sair. Segundo Maria do Socorro, os demais não vão embora porque o governo do Distrito Federal prometeu dar casas a todos em outra região.

– Para quem vem de fora, parece feio, mas era pior. Para nós, é um orgulho estar assim. Desde 2009, não derrubam mais barracos. Antes, era uma lona para dormir e, de manhã, tínhamos que recolher tudo, se não a fiscalização vinha e tirava o que visse pela frente. Eles não são miseráveis. Só precisam de ajuda – disse Maria do Socorro.

Alguns moradores do local têm fogão e botijão de gás em casa. Mas muitos cozinham com lenha, em fogões improvisados na rua. Aparelhos de tevê também são vistos. Uma ligação clandestina leva eletricidade para os casebres. Um carro Celta estava estacionado junto a um barraco. A moradora Rosângela da Silva Santos, de 30 anos, disse que recebeu o veículo do ex-marido para compensar o fato de que ele não paga pensão. Rosângela vive com oito filhos com idade entre 4 e 18 anos. Dois adolescentes e duas crianças de 4 e 5 anos não frequentam a escola.

Aos 18 anos, Maria Carolina Celestino de Souza mora num casebre com a filha de um ano. Ela reclamou do fato de que sua mãe recebe Bolsa Família, mas ela, que vive em outro barraco, não. Maria Carolina afirmou que ratos costumam entrar em casa e que ela pega piche e restos de asfalto quente das ruas para tapar buracos entre as folhas de madeirite e pedaços de compensado, numa tentativa de impedir o acesso de roedores. Quando chove, a água entra nos casebres pelo chão.

Em 2011, no ano do lançamento do Brasil sem Miséria, o governo do DF incluiu os moradores no Cadastro Único, a porta de entrada para o Bolsa Família. Os benefícios, porém, só teriam começado a ser pagos no fim do ano passado e, em seguida, teriam sido bloqueados.

O terreno fica junto a uma rua próxima dos prédios anexos da Esplanada dos Ministérios. É comum que motoristas levem comida e doem colchões e roupas. Uma delas é a oficial de Justiça aposentada Haidecilda de Souza Neves, de 57 anos. Ela levou duas camisetas hoje, e contou que costuma dar comida aos moradores.

– É falta de amor e consideração dos governantes. O lixo ao lado do luxo. Crianças nascendo aqui, no meio deste lixo todo, atrás do poder. Não posso com isso – disse Haidecilda.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/a-menos-de-um-quilometro-do-planalto-brasileiros-vivem-na-miseria-7624806#ixzz2LTQaRrWT
© 1996 – 2013.

Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/a-menos-de-um-quilometro-do-planalto-brasileiros-vivem-na-miseria-7624806

Miséria mesmo é a falta de competência das equipes da Dilma em gerar empregos, soluções e desenvolvimento.

Miséria mesmo é a falta de competência das equipes da Dilma em gerar empregos, soluções e desenvolvimento.

No Brasil de Dilma e Lula o arroxo, o sufoco a quem produz é a regra.

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Imagine se nossa burocracia fiscal não fosse a pior do mundo, que nossos impostos não fossem os mais altos e que os juros fossem compatíveis com os de outros dos Brics. Se isto acontecesse o Brasil iria crescer, mais pessoas iriam ter emprego, mais gente seria produtiva. Mas no Brasil de Dilma e Lula o arroxo, o sufoco a quem produz é a regra. Para aqueles que conseguirem sobreviver honestamente neste contexto de negócios complicado vão ter que encarar a falta de combustíveis,  energia cara e infra estrutura sub dimensionada. Este é o Brasil de Dilma e Lula, o Brasil que está perdendo o trem da história e dos ciclos econômicos correndo o sério risco de se tornar uma colônia do setor primário explorada por detentores de tecnologia, investimentos e poderio militar. Dilma e Lula estão reduzindo o país a frangalhos, já viraram piada internacional e vamos pagar alto pela conta dos anos do PT no governo.
Segue o link e imagem da reportagem da ZH Economia sobre o aumento da demanda por combustível. Mas afinal isto é um bom sinal? Ou estamos sendo empurrados para um modelo onde o que mais se paga são impostos?

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/economia/noticia/2013/02/demanda-por-petroleo-segue-forte-no-brasil-4043045.html

(Fonte: jornal Zero Hora)

(Fonte: jornal Zero Hora)

Aumento da inflação é só uma parte do repasse dos custos gigantes do governo para dentro do bolso do consumidor. #SeLigaBrasil

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(Charge no nanihumor.com)

(Charge no nanihumor.com)

“A dívida pública federal, o que inclui os endividamentos interno e externo, subiu 7,55% em 2012, para R$ 2 trilhões, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional.” (Folha) “A inflação de janeiro é a mais alta em 10 anos.” (Folha) Os alimentos não param de subir. “A política cambial pode levar o país a mais um fiasco.” (UchoInfo) Este é o contexto do Desgoverno Dilma. É importante lembrar que inflação, juros e impostos só vão baixar quando o governo reduzir seus gastos. Mas, isto não está nos planos de Dilma. O que está nos planos é repassar para o contribuinte os custos gigantes do governo fora dos trilhos, com 39 ministérios, mais de 24 mil CCs, gastos de cartão corporativo de perto de 60 milhões de reais, obras com aditamentos que dobram os valores licitados e desvios de verbas públicas que chegam a estimativas de 80 bilhões de reais por ano. De onde sai todo este dinheiro? Do bolso de quem trabalha e produz, do bolso de quem tem que sustentar famílias, de quem paga combustível, escola, alimentação, tarifas de telefonia e outras tantas situações de tributação absolutamente abusiva. Este é o contexto de um governo que interfere na economia, centraliza para si todos os recursos e quer de forma imperial comandar tudo que acontece e é dito dentro do Brasil.
Segue a excelente reportagem da Folha UOL sobre o aumento da inflação.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), índice oficial de inflação do país, fechou o mês de janeiro com alta de 0,86%. Trata-se do maior nível para o mês desde 2003 e o mais alto índice mensal desde abril de 2005.

Em dezembro, a taxa havia ficado em 0,79% fazendo o índice fechar 2012 em 5,84%. No período acumulado em 12 meses até janeiro, o IPCA registra avanço de 6,15% e se aproxima do teto da meta oficial de inflação, que é de 4,5%, com margem de dois pontos para cima e para baixo.

Os itens que mais contribuíram para a alta do IPCA em janeiro foram o grupo alimentação, que passou de alta de 1,03% para 1,99% e o grupo artigos para residência, que subiu de 0,27% para 1,15%.

“Os alimentos subiram muito e de modo generalizado. A grande maioria dos produtos teve alta”, disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

As maiores pressões vieram do tomate, com alta expressiva de 26,15% apenas no mês de janeiro. O excesso de chuvas afetou ainda outros produtos in natura, que também subiram com força, como batata (20,58%), cebola (14,25%) e hortaliças (10,86%).

Também aumentaram os preços do frango (4,75%) e das carnes (1,16%), importantes itens na cesta de consumo das famílias.

Diante desses aumentos, o grupo alimentação registrou também a maior alta desde 2003 para os meses de janeiro e representou 56% da taxa geral do mês.

ALÍVIO

A inflação em janeiro só não ficou mais pressionada graças ao grupo vestuário (-0,53%, com liquidações da coleção de verão) e à deflação de 0,20% em habitação devido ao recuo da tarifa de energia elétrica, que ficou 3,91% mais barata.

As contas de energia devem assegurar um alívio ao IPCA de fevereiro. É que o corte de 18% anunciado pelo governo na virada do ano deve ter impacto maior na taxa de fevereiro.

De acordo com Nunes dos Santos, apenas um quarto da redução foi absorvido em janeiro.

ÔNIBUS ADIADO E TRANSPORTES

Outro fator que contribuiu para tirar pressão do IPCA em janeiro e evitar que o índice superasse a “barreira psicológica” de 1% foi a ação do governo federal junto aos governos municipais do Rio de Janeiro e São Paulo para não reajustarem as tarifas de ônibus em janeiro, como estava programado.

O receio do Planalto era alimentar expectativas de altas futuras, o que leva empresários a anteciparem reajustes e turbinarem a inflação.

Sem o reajuste dos ônibus nas duas principais capitais, o grupo transportes subiu 0,75% em janeiro, repetindo a taxa de dezembro.

Ainda assim, a taxa ficou pressionada devido ao aumento de 1,41% de automóveis novos, com a retirada gradual do desconto do IPI reduzido. Também puxou a taxa do grupo para cima as altas de ônibus intermunicipais (2,84%).

Embora ainda com preços em expansão (de 5,15%), as passagens áreas aumentaram menos do que em dezembro (17,2%) e contribuíram para conter a elevação do índice do grupo transportes.

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1227373-inflacao-oficial-acelera-em-janeiro-e-fecha-o-mes-em-086.shtml

Written by onyxlorenzoni

fevereiro 7, 2013 at 5:59 pm

Custo Brasil ou custo Dilma? #gasolinasobe

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(Compartilhado de humorpolitoco.com.br)

(Compartilhado de humorpolitoco.com.br)

A gasolina sobe e a justificativa do governo é que a Petrobrás precisa de muito dinheiro para investir e houve perda de valor de suas ações na bolsa. Ou seja, o (dês)Governo Lula/Dilma transforma a Petrobrás em uma PTetabras, dá uso político a empresa, entrega ativos importantes para governos estrangeiros, administra mal, descumpre normas de governança corporativa, descredibiliza a empresa junto a investidores importantes e quem vai por este verdadeiro sucateamento de uma das mais importantes petrolíferas do mundo? O cidadão brasileiro. O governo aumenta o preço dos combustíveis com a intenção clara de vampirizar o consumidor. Não existe no Brasil um programa consistente de transporte com energias alternativas. Fomos os pioneiros mundiais no uso e desenvolvimento de biocombustíveis e hoje outros países nos superam em seu uso e produção. Não existem programas bem estruturados para a utilização de carros híbridos e outros formas de tranporte que não usam combustível fóssil. Sobre transporte público nem precisamos ir muito longe, a Capital Federal é um anti-exemplo e ao mesmo tempo uma referência sobre o que está acontecendo no Brasil todo. As vias estão com muito mais carros do que suportam e o governo quer por mais carros a gasolina na rua com a clara intenção de arrecadar mais, custe isto o caos do trânsito, a qualidade do ar, a utilização pouco inteligente de um recurso precioso como a nafta, que pode ser usada para fazer materiais. A estratégia dilmista é simplista: passar a conta para o consumidor. Saneamento na Petrobrás, melhorias na adminstração da empresa para atrair mais investidores, nem pensar.  Este não é o custo Brasil ou seria o custo Dilma? Segue link para o vídeo do G1 sobre o aumento de 5,4% no preço dos combustíveis para o consumidor final.

http://g1.globo.com/videos/v/precos-da-gasolina-e-do-diesel-sao-reajustados/2375141/

Written by onyxlorenzoni

janeiro 30, 2013 at 11:19 am

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