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Posts Tagged ‘reforma tributária já

Para cobrir os supergastos do governo Dilma precisa de muito dinheiro, que sai do bolso de quem trabalha. #impostosabusivos

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impostos_alem_do_razoavelPara cobrir seus supergastos, obras sem licitação, desvio do rio São Francisco, escandalosos esquemas de desvios de verbas, 25 mil CCs, 39 ministérios, ajuda a amigos socialistas e comunistas no mundo todo precisa muito dinheiro. Como o governo não produz nada este dinheiro acaba saindo do bolso de quem trabalha, do orçamento das famílias. Só tem um jeito de baixar juros, impostos e reduzir o famoso “custo Brasil”, reduzindo os gastos do governo, investindo no que é muito prioritário para a população e evitando toda forma de desperdício de recursos públicos, quanto mais desvio de recursos públicos. Mas nem mesmo o dinheiro desviado no mensalão, que enricou muita gente da companheirada, está sendo cobrado de volta. O AGU, Dr. Luis Inácio Adams, engavetou o processo que pede o reembolso para os tesouro nacional dos valores desviados. Ai não tem imposto que chegue para tanta conta mal feita. Segue a reportagem do ESTADÃO sobre o recorde de arrecadação do mês de janeiro: A arrecadação federal atingiu em janeiro o valor recorde de 116 bilhões de reais, aumento real de 6,59 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior. 

(Fonte: ESTADÃO)

(Fonte: ESTADÃO)

Fonte: ESTADÃO

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Confiança do empresário cai, junto com o PIB e o emprego #desgoverno

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Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. O governo anuncia um índice de execução de 21% até o final de 2011 quando a meta é chegar a 100% em 2014.

Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 – Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Como confiar em políticas econômicas que privilegiam a especulação, combram os mais altos impostos das américas, promovem a uma das mais pesadas burocracias para quem produz e permitem juros que vampirizam empreendedores e consumidores, fulminando a competitividade dos brasileiros? Como? Como ser competitivo com a energia mais cara do mundo, a telefonia e conexão de internet mais caras do mundo, com os juros mais altos do mundo, com impostos entre os mais altos do mundo, sendo que o retorno em infra estrutura que eles deveriam gerar é insuficiente? O industrialista brasileiro está refém das “bondades” e desonerações pontuais que aliviam a situação de alguns setores mas não resolvem o contexto geral de dificuldades geradas pelas políticas fiscais, financeira e de infra estrutura. Segue a reportagem veiculada pelo Correio Braziliense sobre a queda na confiança dos empresários brasileiros.

Índice de confiança do empresário cai pelo segundo mês A queda do otimismo indica que a retomada do crescimento industrial será mais lento no início de 2013, diz pesquisa

O otimismo dos empresários da indústria recuou em janeiro, pelo segundo mês consecutivo. “A queda no otimismo indica que a retomada do crescimento industrial será mais lenta neste início de 2013”, aponta pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta terça-feira (22/1).

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu para 56,7 pontos em janeiro, queda de 0,7 ponto com relação a dezembro, mas ainda acima da linha divisória de 50 pontos. O índice varia de zero a cem. Valores acima de 50 indicam empresários confiantes. Em janeiro do ano passado, o indicador registrou 57,3 pontos.

De acordo com a pesquisa, os pequenos empresários são os menos confiantes. O índice alcançou 55,4 pontos em janeiro. Nas empresas de médio e grande porte, os índices registrados foram de 56 e 57,7 pontos, respectivamente. Na indústria de transformação, a confiança recuou em 19 dos 28 setores pesquisados.

“As perspectivas dos industriais em relação ao futuro também estão menos otimistas”, diz o levantamento. O indicador de expectativas para os próximos seis meses caiu de 56,9 pontos para 56 pontos. Mesmo com a queda, o índice segue acima da linha divisória de 50 pontos. O indicador de expectativa sobre a situação futura da empresas ficou estável, em 63,4 pontos.

A pesquisa foi feita entre 7 e 17 de janeiro com 2.164 empresas, sendo 750 pequenas, 872 médias e 542 grandes.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2013/01/22/internas_economia,345364/indice-de-confianca-do-empresario-cai-pelo-segundo-mes.shtml

Written by onyxlorenzoni

janeiro 22, 2013 at 2:27 pm

Royalties para a educação? Se depender de Dilma talvez daqui há 8 a 10 anos, e olhe lá…

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(Charge compartilhada do br.noticias.yahoo.com)

(Charge compartilhada do br.noticias.yahoo.com)

Mais do que nunca ficou clara a verdadeira intenção da presidente Dilma, que é: não distribuir coisa alguma e fazer muita propaganda em favor de seu governo, sem realizar nada de fato. Esta MP só poderia vir de um governo que faz festejos de inauguração para obras que estão iniciando e/ou cheias de irregularidades, que mesmo assim contam com a presença  da presidente para cortar fita e dar discurso. Nada para municípios e estados, esta é a verdadeira essência da MP 592/12, que destina 100% dos royalties das futuras concessões de petróleo para investimentos na área de educação. Futuras, quer dizer para plataformas em alto mar que sequer foram instaladas ainda. A MP é muito linda no papel, é dá uma bela manchete de jornal e mais nada. Confundir o cidadão e fazer o engodo político parecer aceitável sem resolver nada é o que está sendo feito pela “presidenta da miséria”. Os municípios, que precisam dos recursos para superar suas enormes dificuldades orçamentárias continuam na mesma penúria, sem ganhar um centavo com a exploração do nosso petróleo, a tão falada educação também, não se deixem enganar! Os municípios por determinação constitucional tem que investir 25% do seu orçamento em educação, os estados 15% e a União somente 5%, se a intenção de Dilma de investir em educação fosse verdadeira ela aumentaria a fatia que o Governo Federal destina a educação, ela também poderia abrir mão dos royalties já sendo pagos a União em favor da educação, mas não é nada disso que ela e seu gabinete planejam. Estão mais preocupados em abafar sucessivos escândalos de desvio de verbas, não consegue tocar a obras do PAC, não conseguem tramitar as reformas mais importantes e prometidas como a reforma política e a reforma tributária, não conseguem implementar políticas que alavanquem com eficiência o crescimento do Brasil que é fraco quando comparado a países em contextos parecidos com o nosso, como os BRICS.  Segue a reportagem da Agência Câmara de Notícias sobre a reação do deputados ao veto presidencial contra a distribuição dos royalties do petróleo.

Deputados reclamam que educação só terá recursos do petróleo em 6 ou 8 anos
Na prática, os royalties dos novos campos de petróleo só devem começar a ser recebidos e aplicados em educação a partir de 2018 ou 2020.

Deputados criticaram nesta terça-feira (4) a Medida Provisória (MP) 592/12, que destina 100% dos royalties das futuras concessões de petróleo para investimentos na área de educação. Os parlamentares destacaram que os recursos advindos dos contratos celebrados a partir deste mês só estarão efetivamente disponíveis daqui a cerca de oito anos.

No anúncio da medida, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os recursos do petróleo são necessários para cumprir o Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê mais R$ 215 bilhões de investimento em Educação até 2020. O plano já foi aprovado pela Câmara e está em análise no Senado.

Porém, segundo o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), os royalties oriundos da exploração de novos campos de petróleo só deverão começar a ser recebidos em 2020. Conforme o parlamentar, as licitações para os novos postos de petróleo deverão ocorrer apenas no segundo semestre de 2013. Para explorar o petróleo no meio do mar, as empresas deverão construir plataformas, o que demandará mais tempo.

“Para essa plataforma ser construída e ser colocada lá no meio do mar, lá se vão cinco, seis, sete ou oito anos. Então, até 2020, ninguém vai ver uma gota de centavo de dinheiro do petróleo no Brasil indo para a educação.”

O deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) defende que o governo federal destine recursos do petróleo para a educação antes mesmo que as licitações para novos campos aconteçam. “Por que não se antecipar? Por que o governo não faz com que os estados recebam parcela de royalties e da participação especial que são da União para gastar em educação?”, questiona. “É preciso solução já, e o governo federal é quem deve dar essa solução.”

Debate
O deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que relatou a lei que trata da nova distribuição dos royalties do petróleo (Lei 12.734/12) na Câmara, também destaca que os royalties em volume expressivo só serão recebidos pelos estados e municípios daqui pelo menos seis anos, quando deverão ser aplicados em educação. Para ele, a medida provisória tem, porém, o mérito de reabrir o debate no Congresso.

O substitutivo de Zarattini, que foi derrotado na Câmara pelo texto do Senado, continha previsão de que o dinheiro do petróleo seria aplicado, na sua maior parte, na educação. “Vamos tentar uma evolução e aproximar os pontos de vista daqueles que querem os recursos para a educação já e aqueles que querem postergar a questão”, disse.

Zarattini informou que hoje vai apresentar requerimento à Comissão de Minas e Energia propondo debate com governadores sobre a medida.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Natalia Doederlein
Fonte: Agência Câmara Notícias

Links relacionados:

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/431725-DEPUTADOS-RECLAMAM-QUE-EDUCACAO-SO-TERA-RECURSOS-DO-PETROLEO-EM-8-OU-10-ANOS.html

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/431713-MP-DESTINA-100-DOS-ROYALTIES-DE-FUTURAS-CONCESSOES-DE-PETROLEO-PARA-EDUCACAO.html

E esse #PIBzinho? BC baixa de 3,5% para 2,5% previsão de crescimento do PIB em 2012

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O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos do mundo), impostos altos (os mais altos das américas), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas, legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração de riqueza. Os números da desindustrialização confirmam a origem econômica do fraco crescimento do PIB. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

BC baixa de 3,5% para 2,5% previsão de crescimento do PIB em 2012

Estimativa foi divulgada por meio do relatório de inflação.
Mercado financeiro estima um crescimento de 2,18% para este ano.

O Banco Central informou nesta quinta-feira (28), por meio do relatório de inflação do segundo trimestre, que a sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano recuou de 3,5% para 2,5%.

Se confirmada a previsão do BC, será o valor mais baixo desde 2009, quando a economia brasileira sentiu os efeitos da primeira etapa da crise financeira. Naquele momento, houve uma queda de 0,6% no PIB. Em 2010, porém, o crescimento avançou 7,5% e, em 2011, cresceu 2,7%.

“A mudança na projeção de crescimento reflete, em parte, o fato de a recuperação estar se
materializando de forma bastante gradual”, informou a autoridade monetária por meio do relatório de inflação. De acordo com a instituição, a economia tende a acelerar no segundo semestre deste ano, favorecida pelos efeitos defasados e cumulativos das ações de política monetária (cortes de juros já efetuados pelo BC desde agosto do ano passado) e “pelo impacto das medidas recentes de estímulo à atividade industrial e ao consumo”.

A estimativa do BC para o PIB deste ano segue abaixo da previsão do Ministério da Fazenda, que está em 4%. No ano passado, o governo chegou a prever uma taxa de expansão da ordem de 5% para 2012. Nesta quarta-feira (27), o ministro Guido Mantega se comprometeu com um crescimento acima de 2,5% neste ano.Para os economistas do mercado financeiro, a taxa de expansão deste ano será de 2,18%.

Para tentar combater os efeitos da crise financeira internacional, o governo tem anunciado uma série de medidas para impulsionar o consumo e, consequentemente, o PIB. Entre elas, estão a redução do IPI para linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e automóveis, além do corte do IOF sobre os empréstimos para as pessoas físicas. Além disso, também foram liberados mais de R$ 50 bilhões em depósitos compulsórios neste ano, foi aberta uma linha de crédito de R$ 20 bilhões para os estados brasileiros e foi lançado um programa de compras governamentais de R$ 8,4 bilhões.

Autores: Alexandro Martello Do G1, em Brasília.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/06/bc-baixa-de-35-para-25-previsao-de-crescimento-do-pib-em-2012.html

Written by onyxlorenzoni

junho 28, 2012 at 3:55 pm

#FIERGS: Exportações gaúchas desaceleram 17% @JC_RS @empresasgauchas @inovacaosebrae @FGV

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O empresário brasileiro é o que mais trabalha no mundo para dar conta da burocracia gerada com os 86 impostos brasileiros. São 2600 horas de trabalho por ano só para a burocracia fiscal, seguido de perto pela Bolívia, com 1080 horas por ano. A média mundial não passa de 200 hs/ano. Estes números são do relatório DOING BUSINESS 2012 do Banco Mundial. Além da pesadíssima burocracia o empresário brasileiro ainda enfrenta gargalos de infra-estrutura, estradas e portos subdimensionados, dificuldades para importar maquinário e materiais, capital de giro a juros muito maiores que as médias mundiais, e falta de mão de obra qualificada. O (dês)Governo Dilma promove o antidesenvolvimento, e, mesmo assim, setores como o agronegócio, permanentemente penalizado pelas políticas do (des)Governo praticamente leva os bons resultados da balança comercial nas costas. O preço favorável às commodities agrícolas e metálicos está cedendo no mercado mundial, em crise, e o Brasil não se prepara para competir com produtos e serviços. A forte estatização do mercado promovido pelo (des)Governo já mostra que está comprometendo o desempenho da economia. O PT diz que quer combater a miséria, mas esquece que miséria se combate com desenvolvimento econômico, e o Brasil, mesmo com ventos favoráveis a suas exportações, é o país cujo PIB menos cresce entre os emergentes BRICS. Medidas protecionistas, do qual o Brasil também é o campeão mundial, segundo a ONU, só maquiam a falta de competitividade e no médio prazo a tendência é que os empresários fiquem ainda mais “viciados” nestas medidas de proteção de mercado e menos competitivos. Menos impostos, menos burocracia, menos intervencionismo na economia, mais infra estrutura e educação voltada para o empreendimento, sem isso o Brasil vai continuar sendo uma colônia exportadora de matérias primas que agrega pouco valor ao que produz, este modelo, sabemos pela história dos ciclos econômicos brasileiros varia conforme os preços mundiais, tem altos e baixos.  Assim não  irá se tirar nosso povo da miséria e do subdesenvolvimento. (Foto: demauk.com)

As exportações do Rio Grande do Sul tiveram uma queda de 17,2% em maio ante o mesmo mês de 2011. As commodities agrícolas foram as principais responsáveis por este resultado negativo, sofrendo com as consequências da estiagem no Estado. Conforme a balança comercial do mês passado, as vendas gaúchas totalizaram US$ 1,68 bilhão.

Com o resultado, o Rio Grande do Sul ficou na sexta posição entre os estados que mais exportaram, representando 7% da pauta brasileira. A primeira posição ficou com São Paulo (24%), seguido por Minas Gerais (13%), Rio de Janeiro (10%), Paraná (9%) e Mato Grosso (8%).

Na indústria, que respondeu por 70% de tudo que o Estado embarcou, a desaceleração somou 9,6%. Conforme o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, “além dos efeitos da seca, também reforçaram este cenário as medidas protecionistas da Argentina e as dificuldades econômicas de importantes parceiros comerciais, como a Zona do Euro”.

Dos 25 setores industriais pesquisados, 13 apresentaram retração. Os mais afetados foram Couro e Calçados (-28,3%), Máquinas e Equipamentos (-25%) e Alimentos (-16%). Os três juntos somaram 31% das exportações gaúchas em maio. Os crescimentos mais significativos vieram de Derivados de Petróleo (350%) e Produtos de Metal (36,6%).

Já as importações aumentaram 8,6% em maio e totalizaram US$ 1,54 bilhão. A elevação foi influenciada, conforme nota da Fiergs, pelo avanço nas compras de bens de capital (80%), bens de consumo duráveis (53,2%) e bens intermediários (30%).
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=95947

#PIB: #Brasil teve o pior desempenho entre os #Brics

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Um dos atributos que os marqueteiros tentam atribuir à presidente Dilma Rousseff é uma grande capacidade de gestão. Mas em alguns índices básicos que indicam a competência ou não de um administrador federal, o Brasil mal tem conseguido sair do lugar nos últimos meses. O principal deles é o crescimento do Produto Interno Bruto. A economia avançou apenas 0,2% no primeiro trimestre deste ano de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nem os mais pessimistas esperavam taxa tão medíocre, pois as previsões variavam de 0,3% a 0,7%. Aliás, nossos números nem podem ser chamados de medíocres, pois tal termo significaria que alcançamos a média. Na verdade estamos abaixo do comum e da crítica. Tivemos o pior desempenho do mundo fora da Europa. Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, o Brasil foi o mais fraco dos Brics.  (Gráfico da Revista Época: epocanegocios.globo.com)

RIO – Num dia de muitas notícias ruins sobre a economia global, o Brasil divulgou um dos piores crescimentos no primeiro trimestre de 2012, quando se compara com outros países. O avanço de apenas 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2012, ante o quarto trimestre de 2011, ficou acima somente do registrado nas problemáticas economias europeias, como Itália (-0,8%), Reino Unido (-0,3%), Espanha (-0,3%), Holanda (-0,2%), Portugal (-0,1%) e França (zero).

Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, o Brasil teve o pior desempenho entre os Brics. A alta do PIB de 0,8% no primeiro trimestre em relação a igual período de 2011 ficou atrás do registrado por China (8,1%), Índia (5,3%), Rússia (4,9%) e África do Sul (2,1%).

Mesmo com a crise, alguns países desenvolvidos cresceram mais. A Alemanha teve avanço de 0,5% no primeiro trimestre ante o período imediatamente anterior, deixando o crescimento da União Europeia (UE) em zero. Os Estados Unidos cresceram no mesmo ritmo (0,5%) e o PIB do Japão avançou 1%.

Outros países emergentes também cresceram mais. O avanço do PIB na Coreia do Sul foi de 0,9% no primeiro trimestre, ante os três últimos meses de 2011. No Chile, a alta foi de 1,4% e, no México, de 1,3%.

O fraco desempenho brasileiro no primeiro trimestre se torna mais preocupante diante da situação cada vez pior no cenário global, citada por muitos analistas como uma das razões para a queda dos investimentos no Brasil. “Com esse ambiente externo extremamente complicado, a primeira reação é segurar investimento”, diz a economista Alessandra Ribeiro, da consultoria Tendências.

Ontem, nos Estados Unidos, foi divulgado que a criação de empregos não agrícolas em maio foi de apenas 69 mil, muito menos que a expectativa dos analistas, de 150 mil. Também ontem vieram a público índices ruins de confiança empresarial na China e no Reino Unido, além do desemprego de 11% nos 17 países da zona do euro, o maior nível desde a criação da moeda única em 1999.

A forte desaceleração global está afetando os juros de vários países ricos, que estão caindo para níveis recordes, antecipando uma atividade econômica deprimida e sem nenhuma pressão sobre os preços. Os papéis de dois anos do governo da Alemanha ontem, pela primeira vez na história, ficaram com juros negativos.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,pib-do-pais-so-superou-o-de-alguns-europeus,114782,0.htm

O PIB brasileiro cresce menos do que o de todos os outros emergentes por que o governo Lula/Dilma combina políticas que não promovem o crescimento econômico. Crescimento econômico se promove com um bom ambiente de negócios. Juros altos (os mais altos dos BRICS), impostos altos (os mais altos das américas), inflação (a mais alta dos Brics), burocracia para abrir e fechar empresas e com os impostos (a pior burocracia do mundo), legislação trabalhista engessada, e infra estrutura sub dimensionada difucultam o crescimento do Brasil e a geração de riqueza. (Charge de http://www.humorpolitico.com.br)

#Inflação do varejo sobe, diz Fecomercio

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Os gastos públicos e o inchaço da máquina do governo, promovidos por LULA/DILMA tem um preço, e quem paga esta conta? Todos nós cidadãos contribuintes, através de altos impostos, inflação e juros estratosféricos. Este é o governo que iria combater a miséria? Com esta política econômica vai ser difícil.  Miséria, fome e desemprego se combate com políticas agrícolas e industriais que promovam o crescimento econômico, muito diferente do que se vê no Brasil, que mesmo tendo um grande potencial, não consegue se livrar da burocracia mais pesada do mundo.

Preço em mercado avança, e inflação do varejo sobe, diz FecomercioSP

Índice de Preços na cidade de São Paulo subiu 0,16% em março.
Preço de tubérculos subiu 8,04% e, de frutas, 6,36%.

O Índice de Preços no Varejo (IPV), que mede a inflação no varejo paulistano, subiu 0,16% em março, após registrar queda em fevereiro, segundo informou, nesta segunda-feira (7), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Nos primeiros três meses do ano, no entanto, o indicador ainda acumula variação negativa de 0,07% e nos últimos 12 meses, alta de 3,19%.

A principal contribuição para a alta do indicador foi o aumento de 0,54% nos preços médios de supermercados, com os maiores destaques partindo de tubérculos (8,04%), frutas (6,36%), ovos (5,70%), pescados (3,05%) e aves (2,26%). “Outros produtos seguem em trajetória contrária, como é o caso de carnes bovinas (-5,21%), adoçantes (-4,66%), conservas (-1,12%) e carnes suínas (-0,34%).
Após duas quedas seguidas, o segmento de combustíveis e lubrificantes inverteu sua tendência e fechou março com alta de 0,68%, sendo 1,87% a alta média em álcool combustível e 0,50% em gasolina.

O setor de feiras registrou alta de 2,22% em março, com acumulado de 5,71% no primeiro trimestre do ano. As variações mais significativas foram em verduras (3,52%), frutas (2,28%), tubérculos (2,18%), ovos (1,94%), legumes (1,36%) e flores (1,25%). “O clima tem um papel importante na formação de preços desta atividade, pois afeta diretamente o desempenho das safras. No atacado, entretanto, alguns preços já sinalizam recuo como é o caso de ovos e de tubérculos e as perspectivas são de um arrefecimento.”

Os preços no setor de eletrodomésticos registraram queda de 2,01% em março, com acumulado de -0,38% no primeiro trimestre. Segundo a Fecomercio, a prorrogação do incentivo fiscal do IPI para os produtos da linha branca fez com que os preços desses produtos declinassem 4,03% somente em março.

O grupo de eletroeletrônicos encerrou março com variação negativa de 1,19% e atinge queda de 2,46% no acumulado de janeiro a março de 2012. Desde novembro de 2009 a atividade não registra variações positivas em seus preços médios.

Autor: Do G1, em São Paulo
Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/05/preco-em-mercado-avanca-e-inflacao-do-varejo-sobe-diz-fecomerciosp.html

(Charge no nanihumor.com)

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