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Confiança do empresário cai, junto com o PIB e o emprego #desgoverno

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Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 - Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deveria ser uma arma para lidar com a questão, nunca deixou de patinar. O governo anuncia um índice de execução de 21% até o final de 2011 quando a meta é chegar a 100% em 2014.

Indústria brasileira está regredindo ao nível dos anos 50 – Atualmente, 60% das máquinas e equipamentos comprados para serem utilizados no Brasil são importados. Enquanto o governo bate cabeça, o Brasil vai em direção a uma estrutura de país colônia: produção de produtos primários para países de populações ricas. Por questões como essa somos a sexta economia do mundo e ainda estamos na 84ª colocação mundial no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Como confiar em políticas econômicas que privilegiam a especulação, combram os mais altos impostos das américas, promovem a uma das mais pesadas burocracias para quem produz e permitem juros que vampirizam empreendedores e consumidores, fulminando a competitividade dos brasileiros? Como? Como ser competitivo com a energia mais cara do mundo, a telefonia e conexão de internet mais caras do mundo, com os juros mais altos do mundo, com impostos entre os mais altos do mundo, sendo que o retorno em infra estrutura que eles deveriam gerar é insuficiente? O industrialista brasileiro está refém das “bondades” e desonerações pontuais que aliviam a situação de alguns setores mas não resolvem o contexto geral de dificuldades geradas pelas políticas fiscais, financeira e de infra estrutura. Segue a reportagem veiculada pelo Correio Braziliense sobre a queda na confiança dos empresários brasileiros.

Índice de confiança do empresário cai pelo segundo mês A queda do otimismo indica que a retomada do crescimento industrial será mais lento no início de 2013, diz pesquisa

O otimismo dos empresários da indústria recuou em janeiro, pelo segundo mês consecutivo. “A queda no otimismo indica que a retomada do crescimento industrial será mais lenta neste início de 2013”, aponta pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta terça-feira (22/1).

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu para 56,7 pontos em janeiro, queda de 0,7 ponto com relação a dezembro, mas ainda acima da linha divisória de 50 pontos. O índice varia de zero a cem. Valores acima de 50 indicam empresários confiantes. Em janeiro do ano passado, o indicador registrou 57,3 pontos.

De acordo com a pesquisa, os pequenos empresários são os menos confiantes. O índice alcançou 55,4 pontos em janeiro. Nas empresas de médio e grande porte, os índices registrados foram de 56 e 57,7 pontos, respectivamente. Na indústria de transformação, a confiança recuou em 19 dos 28 setores pesquisados.

“As perspectivas dos industriais em relação ao futuro também estão menos otimistas”, diz o levantamento. O indicador de expectativas para os próximos seis meses caiu de 56,9 pontos para 56 pontos. Mesmo com a queda, o índice segue acima da linha divisória de 50 pontos. O indicador de expectativa sobre a situação futura da empresas ficou estável, em 63,4 pontos.

A pesquisa foi feita entre 7 e 17 de janeiro com 2.164 empresas, sendo 750 pequenas, 872 médias e 542 grandes.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2013/01/22/internas_economia,345364/indice-de-confianca-do-empresario-cai-pelo-segundo-mes.shtml

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Written by onyxlorenzoni

janeiro 22, 2013 at 2:27 pm

Endividar a população com uma política de SUPER JUROS melhora a qualidade de vida?

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Os juros mais altos do mundo são apenas mais uma maneira de retirar recursos da sociedade para pagar as imensas contas e gastos do governo. O governo precisa dos juros altos por que não tem reservas monetárias, somente reservas cambias, compostos em sua maioria por capital especultiva que vive a sombre dos super juros que todos nós pagamos. Para a presidenta e sua equipe de gênios da economia é mais fácil submeter toda a nação a um arroxo imoral e ilegal do que controlar os gastos exorbitantes do governo. ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA DA MISÉRIA.

Endividar a população com uma política de SUPER JUROS melhora a qualidade de vida? O endividamento proporciona melhores condições as famílias de baixa renda? Ou explora a carência destas famílias? Estamos diante de uma verdadeira melhoria na vida de quem tem menos, ou estamos vendo o aumento da dívida ser usado como ferramenta de propaganda mentirosa do governo? Uma coisa é certa, miséria e desemprego não se combate com juros altos, impostos altos e tarifas de energia e telefonia proibitivas.  Segue a reportagem do Correio Braziliense sobre os altos juros cobrados do consumidor.

Apesar da redução, taxas de juros cobradas pesam para o consumidor

O brasileiro está pagando menos para tomar empréstimo. Com os seguidos cortes nos juros básicos, que estão no menor patamar histórico, em 7,25% ao ano, as taxas cobradas pelas instituições financeiras ao conceder crédito também ficaram mais baixas para o consumidor. Em pouco mais de um ano de queda da Selic, o custo médio das seis principais linhas de financiamento disponíveis ao consumo caiu 24,28 pontos percentuais. Saiu de uma taxa anual de 121,21% ao ano, em julho de 2011, para uma média de 96,93% em setembro de 2012. No mesmo período, os juros básicos recuaram 5 pontos percentuais. Os dados constam de um estudo divulgado ontem pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

A redução das taxas durante o período foi disseminada. Atingiu primeiramente as linhas em que os bancos têm maior garantia de retomar pelo menos parte do dinheiro de volta, em caso de calote, como o crédito habitacional, o financiamento de veículos e até o chamado crédito consignado — em que o salário que entra na conta do cliente acaba indo direto para o pagamento das prestações. Apenas no financiamento de veículos pelo Crédito Direto ao Consumidor (CDC), a redução foi de 12,33 pontos percentuais de julho de 2011 até setembro deste ano. A taxa média saiu de 32,46% ao ano para 20,13%.

Autor: Deco Bancillon
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2012/10/16/internas_economia,328291/apesar-da-reducao-taxas-de-juros-cobradas-pesam-para-o-consumidor.shtml

#SUPERJUROSDOBRASIL: Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

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#SUPERJUROSDOBRASIL: Os juros, sob o ponto de vista monetário, são uma decisão do governo, ele, o governo, ao emitir títulos remunerados do tesouro (T-bonds) estabelece o patamar básico de juros, do custo de ter dinheiro em caixa. A política de baixa dos juros é muito importante, mas os riscos e custos de investir no Brasil devem baixar para que os emprestadores e tomadores de empréstimos possam confiar mais na economia, e para isso precisamos BAIXAR OS IMPOSTOS, investir na infra estrutura e reduzir a burocracia. Juros altos, impostos altos, burocracia complicada, legislação trabalhista engessada, são entraves que aumentam muito o custo operacional das empresas no Brasil, o que diminui a confiança de investidores. Para crescer tem que ter competência no planejamento e investimento na infra estrutura, mas a “presidenta incompetenta” não tem tempo para isso, lá no planalto a preocupação é com a continuidade do superfaturamento de obras. Os contribuintes brasileiros vem o dinheiro da saúde, da segurança, dos transportes serem arrastados para o RALO comun dos juros, da corrupção e do uso ineficiente dos recursos públicos.

Bancos contestam medidas do governo para a expansão do crédito

Segundo a Febraban, governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da Selic

SÃO PAULO – A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) comentou, em relatório divulgado nesta segunda-feira, 7, as decisões do Banco Central que apontam para um cenário de mais reduções na taxa básica de juros, a Selic.

“A postura do Banco Central tem sido pragmática e mostra grande preocupação com o nível de atividade da economia. Nesse sentido, enquanto não houver indicações de uma recuperação importante da atividade doméstica e/ou seguirmos assistindo a uma piora das expectativas em relação ao cenário externo, o Copom continuará reduzindo a Taxa Selic”, afirmou o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, que assina o Informativo Semanal de Economia Bancária.

Com a afirmação, a entidade aponta que o governo não pode obrigar os bancos a ofertarem mais crédito e reduzirem os lucros, apesar da queda da taxa básica de juros (Selic).

“A questão que se coloca é até que ponto essas reduções vão estimular uma ampliação significativa da oferta de crédito doméstica. Alguém já disse que ‘você pode levar um cavalo até a beira do rio, mas não conseguirá obrigá-lo a beber água’. É possível criar condições mais favoráveis à expansão do crédito reduzindo as taxas básicas, mas uma ampliação efetiva das operações passa por uma postura mais agressiva, tanto dos emprestadores como dos tomadores de crédito, que por sua vez depende de expectativas econômicas mais otimistas”, completou Sardenberg.

Expectativas

Segundo o relatório, a mudança nas regras da poupança funcionou como estímulo adicional para o mercado trabalhar com a expectativa de novos cortes na Taxa Selic, em que as menores projeções apontam para a faixa de 8% ao ano.

No entanto, os números da pesquisa de projeções da Febraban mostram que os bancos devem adotar uma postura cautelosa em função da deterioração do cenário externo e do nível elevado de inadimplência no mercado doméstico.

“É esse o ‘paradoxo’ da conjuntura atual: a piora nos indicadores (especialmente externos) abre espaço para quedas adicionais dos juros básicos, mas ao mesmo tempo parece impor uma cautela adicional aos agentes econômicos”, finalizou Sardenberg no comentário semanal.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20brasil,bancos-contestam-medidas-do-governo-para-a-expansao-do-credito,111541,0.htm

#ENDIVIDAMENTO: Juros elevados geram inadimplência crescente de pessoas físicas

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#SUPERJUROSDOBRASIL As famílias brasileiras estão cada vez mais endividadas e sem condições de pagar suas dívidas por conta da maior especulação MUNDIAL com juros altos. Estes superjuros além de formarem uma bolha de crédito dificultam o investimento em produção. O Brasil, ao contrário dos outros BRIC, tem os juros mais altos do mundo. O que os gênios da equipe econômica brasileira estão conseguindo é formar uma bolha de especulação e endividamento que além de impedir o crescimento econômico vai implodir as finanças públicas e privadas do Brasil. Para crescer tem que ter competência no planejamento e investimento na infra estrutura, mas a "presidenta incompetenta" não tem tempo para isso, lá no planalto a preocupação é com a continuidade do superfaturamento de obras e da especulação financeira com os super juros. Os contribuintes brasileiros vem o dinheiro da saúde, da segurança, dos transportes serem arrastados para o RALO comun dos juros. Pagamos muitos impostos e temos poucos serviços em contrapartida, por um motivo simples: JUROS ALTOS DEMAIS que são pagos com o DINHEIRO DO CONTRIBUINTE e ecoam em toda a economia de forma negativa.

Taxa média de juros para pessoa física é a maior desde outubro

Em fevereiro, o volume de crédito cresceu 0,4% para R$ 2,03 trilhões

BRASÍLIA – Mesmo com queda dos juros básicos desde agosto do ano passado e inadimplência estável tanto das famílias quanto as empresas, os juros ao consumidor subiram no Brasil. A taxa média para pessoa física é a maior desde outubro. E, enquanto o governo decide como forçar os bancos a reduzir as taxas, o spread bancário para as famílias – a diferença entre o custo do dinheiro para a instituição financeira e por quanto ele repassa ao cliente incluindo seu lucro – cresceu 0,9 ponto percentual e chegou ao maior nível também em cinco meses.

Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira pelo Banco Central (BC). Segundo o chefe do departamento econômico da autoridade monetária, Túlio Maciel

Patamar de inadimplência relativamente elevado

Há uma certa resistência da inadimplência em recuar – disse Maciel, que completou: – Ela está associada à expansão do crédito mais intensa basicamente em 2010. Principalmente a parte de veículo: a modalidade que mais contribuiu para o aumento da inadimplência no país. Por outro lado, a taxa do cheque especial caiu 3,1 ponto percentual para 182,8%.

Em fevereiro, o volume de crédito no Brasil cresceu 0,4% para R$ 2,03 trilhões. O BC quer que esse volume tenha um crescimento de 15% neste ano. Nos últimos 12 meses, esse ritmo está em 17,3%. – É compatível com a nossa previsão para o fim do ano – disse Túlio.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/taxa-media-de-juros-para-pessoa-fisica-a-maior-desde-outubro-4424686#ixzz1rYWU3BiY

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/taxa-media-de-juros-para-pessoa-fisica-a-maior-desde-outubro-4424686

#BolhaDeCrédito Juro do cheque especial é o maior em 12 anos

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Taxa cobrada pelos bancos subiu 3,3 pontos porcentuais em julho, para 188% ao ano

A equipe dos gênios da economia quer "esfriar" a economia brasileira aquecida pelo bom momento de negócios com commodities. Os gênios econômicos de LULA/DILMA nunca planejaram o crescimento, não estão preparados para ele e não o sabem administrar. Mesmo assim o governo, na maior CARA DE PAU, atribui para si os bons resultados de nosso setor primário. Juros altíssimos, supervalorização da moeda são a fórmula para a BOLHA ESPECULATIVA que o governo usa para "esfriar" a economia e encher os bolsos dos companheiros. ESTE É O GOVERNO DA PRESIDENTA INCOMPETENTA.

BRASÍLIA – A taxa de juros cobrada no cheque especial subiu para 188% ao ano em julho, o maior nível em quase 12 anos, segundo informações do Banco Central divulgadas nesta quarta-feira, 24. O resultado representa um aumento de 3,3 pontos porcentuais na comparação com junho, quando a taxa ficou em 184,7% ao ano. Em abril de 1999, maior valor desde então, o custo do crédito disponível na conta estava em 193,65% ao ano.

No ano, a taxa já subiu 17,3 pontos porcentuais e, desde fevereiro, acumula aumentos consecutivos. Na contramão, o juro médio cobrado para as pessoas físicas teve queda em julho, passando de 46,1% para 45,7% ao ano.

“A taxa tem mostrado esse comportamento de alta há alguns meses e reflete o perfil do tomador de crédito. Essa é uma operação que oferece taxas diferenciadas dentro de uma mesma modalidade, conforme o tomador”, disse o chefe do departamento econômico do Banco Central, Túlio Maciel, ao explicar que a entrada de novos clientes no sistema bancário com perfil de risco mais elevado faz com que os bancos cobrem mais dos clientes.

No ano, a taxa já subiu 17,3 pontos porcentuais e, desde fevereiro, acumula aumentos consecutivos. Na contramão, o juro médio cobrado para as pessoas físicas teve queda em julho, passando de 46,1% para 45,7% ao ano.

“A taxa tem mostrado esse comportamento de alta há alguns meses e reflete o perfil do tomador de crédito. Essa é uma operação que oferece taxas diferenciadas dentro de uma mesma modalidade, conforme o tomador”, disse o chefe do departamento econômico do Banco Central, Túlio Maciel, ao explicar que a entrada de novos clientes no sistema bancário com perfil de risco mais elevado faz com que os bancos cobrem mais dos clientes.

Fonte: http://www.estadao.com.br

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