Blog do Onyx

Liberdade | Democracia

Uma votação tragicamente esclarecedora

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8490122632_61c48d6dc6Ninguém em sã consciência se coloca contra melhorar a eficiência dos portos no Brasil. Esse desejo de todos. Entretanto, é justamente esse desejo que fez com que a medida provisória encaminhada pela presidente Dilma parecesse um conjunto de decisões sábias e ótimas para o país. Seria muito bom se isso fosse verdade.

Na votação da Medida Provisória dos Portos (MP 595/12), o governo fez valer a sua força e aprovou tudo o que quis. Travestido de “modernização” está um conjunto vergonhoso de decisões que centraliza poder no governo federal, que rouba autonomia dos portos estaduais e dos governos estaduais.

O governo sai vitorioso, mas sua vitória expõe as vísceras de suas intenções e manobras. Várias alterações foram propostas, mas o governo rechaçou qualquer mudança. O governo defendeu posições indefensáveis para assegurar um pacote que atende a interesses do partido e de um grupo de megaempresários. Novamente o país fica em segundo plano,  subordinado a um projeto de poder que não tem escrúpulo nenhum. Foi uma votação emblemática, que revelou muitas coisas sobre a política que o Palácio do Planalto tem praticado.

  • Mostrou que o rolo compressor do governo funciona, até mesmo sem o PMDB.
  • Mostrou que o governo não arreda pé em centralizar poder e decisões em Brasília. Como se não soubesse que esse é o caminho  para mais burocracia, lentidão,  ineficiência e custos elevados
  • Mostrou que, com sua sanha centralizadora, vai tirar a autonomia dos estados e as entidades portuárias de fazerem  suas licitações. E que estas, de todos os portos do Brasil,  terão de ser realizadas pela ANTAQ. Que, nem mesmo para aprofundar o calado de acesso dos navios, os portos terão autonomia. Será necessário o beija-mão burocrático do atraso para gerenciar questões menores da atividade administrativa dos portos.
  • Mostrou que embora argumente que vai modernizar os portos, o governo caminha para a burocratização federal
  • Mostrou estar orientada para o balcão de negócios que será viabilizado pelas grandes cifras envolvidas e a conveniente centralização de poder em Brasília.
  • Mostrou que o governo é capaz de criar uma condição de concorrência desigual e prejudicial aos portos públicos
  • Mostrou que o governo é capaz de votar contra a transparência com os gastos dos portos e contra a possibilidade de fiscalização destas despesas pelo parlamento
  • Mostrou que para atender aos desejos de grandes grupos interessados nos portos foi capaz de conceder privilégios como a renovação por prazo indeterminado da concessão
  • Mostrou que defende um modelo que concede à iniciativa privada total autonomia, embora os modelos de sucesso de todo o mundo sejam portos públicos com operação da iniciativa privada.
  • Mostrou que dar Ministérios a aliados é muito eficiente para obter disciplina nas votações e obediência ao planalto.
  • E que se faltarem Ministérios, pode-se criar novos e dar a eles orçamento público para assegurar a subserviência dos aliados de ocasião.
  • Mostrou que o governo segue com sua lógica de compra de apoios, dessa vez com a liberação de 1 bilhão de reais em emendas para agradar parlamentares.
  • Mostrou, ao final, que a modernização é fachada para negócios, que o interesse do Brasil passa ao largo e é usado para atender um projeto de poder centralizador, burocratizante e autoritário.

É uma lastima que o assunto seja complexo. De qualquer sorte, ele serviu para tornar evidente (mais uma vez) que autoritarismo e negociatas estão no cerne do governo do PT e da presidente Dilma.

Escrito por onyxlorenzoni

maio 15, 2013 em 4:07 pm

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As notas fiscais vão expor o peso dos impostos, o peso do governo

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Minha batalha pela redução de impostos é antiga. Ela frequentemente é vista como algo abstrato, complicado ou distante do cotidiano das pessoas. Nada mais falso. Os altíssimos impostos que pagamos são de fácil compreensão. O que acontecia é que era difícil demonstrar quanto se paga de imposto. Recentemente, usei um exemplo (a Casa dos Impostos) que deixa isso muito claro e que publiquei aqui no blog no post “Ganância do lucro? E a ganância do impostos?“.

nota fiscal - impostosAgora é o Estado de São Paulo que publica uma matéria muito interessante sobre a quantidade de impostos que pagamos. A partir de 10 de julho, as lojas de todo o país deverão informar ao cliente em suas notas fiscais quanto de imposto foi pago. Por enquanto está em fase experimental em três grandes redes ( Lojas Riachuelo, Lojas Renner e Telhanorte).

A nota fiscal deixa claro o impacto em nossas vidas. É por isso que a batalha da redução dos impostos não pode ter trégua. As pessoas ainda tem dificuldade de compreender que com tantos impostos a nossa economia anda “arrastando uma âncora”. É como se andássemos com o freio de mão puxado. O Brasil tem potencial para ser uma verdadeira potencia mundial, se tivermos impostos em taxas civilizadas, que permitam a concorrência entre empresas. O mais surpreendente é que os impostos pesam mais em quem tem menos recursos. Quem vive “apertado” financeiramente é quem mais sofre com os impostos.

Com menos impostos, todos (todos mesmo) terão melhores condições de fazer as compras que necessitam sem ter carregar o peso do governo. Com menos impostos teremos uma sociedade que consome mais, uma economia mais ativa e um país mais próspero. Sem dúvida que “um pais rico é um país sem pobreza”, mas para combater a pobreza temos que ser prósperos. E, para isso, o governo tem que sair do caminho e deixar o Brasil crescer.

Veja a matéria do Estado de São Paulo “Varejo começa a detalhar imposto na nota” da jornalista Márcia De Chiara

 

Escrito por onyxlorenzoni

maio 7, 2013 em 4:43 pm

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Decreto de Dilma autoriza a Ministros intervirem nos estados. Projeto de Onyx reverterá esse absurdo.

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Por: Assessoria de imprensa

Onyx Lorenzoni

A norma presidencial desrespeita pacto federativo ao invadir autonomia de governadores em convocar a Força Nacional

Projeto de Decreto Legislativo do deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS) suspende a permissão para que ministros de Estado possam convocar a Força de Segurança Nacional. Conforme o parlamentar, a regra inserida este ano no Decreto que regulamenta a atuação da Força de Segurança, desrespeita o pacto federativo ao dispensar a solicitação de governadores e legitimar a ação desse efetivo policial por critério de um ministro de Estado.

“Na medida em que se quebra o pacto federativo, a Câmara e o Senado têm que reagir. Por isso, nós fizemos o decreto legislativo para que se retire a expressão ‘ministros de Estado’. A Força de Segurança Nacional é um instrumento importante desde que o governador solicite a atuação no território do seu estado. Caso contrário, o governo federal e os ministros de Estado passam a ter um poder superior a dos governadores, inclusive, podendo fazer uma intervenção branca sem autorização do governo estadual submetendo governadores a vassalagem ao poder central”, justificou Lorenzoni. “Não é isso que nós queremos para a democracia brasileira. É um absurdo, tem ser revogado e por isso que estamos combatendo essa medida autoritária da presidente Dilma”, acrescentou.

Em março de 2013, o Decreto 7.957 alterou o parágrafo 4º do Decreto 5.289/2004, autorizando ministros de Estado a convocar efetivo da Força de Segurança Nacional para qualquer unidade da federação. “O novo texto, no entanto, extrapola os limites da razoabilidade e da tolerância, por invadir a autonomia dos estados e do Distrito Federal, ferindo de morte do pacto federativo tutelado como cláusula pétrea da Constituição”, explicou o deputado.


Escrito por onyxlorenzoni

maio 2, 2013 em 3:37 pm

Garantimos agilidade nos portos e mais exportações

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Tive a felicidade de ver aprovada uma modificação na Medida Provisória dos Portos (MP 595/2012 ) que terá grande impacto no desempenho econômico do Brasil. A emenda tratou de corrigir um absurdo que se perpetuava a muito tempo. Enquanto o transporte de cargas funcionava 24 horas por dia, as estruturas de fiscalização  (entidades anuentes: Anvisa, Ministério da Agricultura e receita federal) funcionavam em horário comercial. As cargas tinham que esperar o dia seguinte para serem fiscalizadas e autorizadas para exportação.

Um pais exportador não deveria compactuar com uma perda de produtividade e de competitividade desse grau. Essa emenda torna obrigatória a atividade das entidades anuentes em 24h por dia e deve promover uma redução de 50% do tempo de despacho das cargas nos portos.

O Brasil tem um potencial fantástico de produção de alimentos. Entretanto, ainda falta muito para que tenhamos um potencial de exportação à altura da nossa capacidade de produzir. Para isso, governo precisa mudar de atitude. Precisa parar de “inaugurar promessas” e passar a entregar as obras.  A infraestrutura exige uma visão de futuro e investimentos de longo prazo. Temos que garantir estradas adequadas, ferrovias que saiam do papel, maiores silos para estocagem, portos em maior quantidade e mais modernos.

Como eu havia dito em um post anterior. O funcionamento da fiscalização em 24 horas era o mínimo a ser feito, mas o mínimo precisava ser feito. Agora que o mínimo está encaminhado, vamos lutar para impedir que a inoperância do governo continue nos atrasando e nos impedindo de  crescer.

Leia também o posta anterior sobre essse assunto: Supersafra é para exportar, em vez de ficar parada no porto

Escrito por onyxlorenzoni

abril 25, 2013 em 6:10 pm

Aprovado exame toxicológico para motorista que dirigir sob efeito de drogas

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Por assessoria de imprensa

O Projeto de Lei 2592/07, aprovado nesta quarta-feira na Câmara Federal, e que aumenta as penas para a prática de “racha”, direção, manobras  e ultrapassagens perigosas realizadas em vias públicas incluiu proposta do Deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), para prever o exame toxicológico como meio de verificar se o condutor de o veículo se encontra sob influência de substância psicoativa que determine dependência, além do consumo de álcool.

A atual Lei Seca possibilita apenas a verificação com teste de alcoolemia, exame clínico ou perícia. Com isso, o condutor flagrado dirigindo após consumir bebida alcoólica é penalizado, enquanto o que estiver sob o efeito de drogas pode ser liberado sem maiores consequências. A partir de agora, em caso de acidente com vítima, o condutor também fará o exame toxicológico para detectar a presença de drogas lícitas e ilícitas que comprometem a capacidade motora para dirigir veículo.

Onyx vai apresentar nos próximos dias projeto de lei que agrava a pena para quem conduzir veículo sob o efeito de drogas.

“Enquanto o governo Dilma e sua base ideológica buscam aliviar as consequências para os usuários de drogas – para aquilo que eles consideram como “uso recreativo”, como se isso fosse tão simples assim – nosso entendimento vai ao sentido contrário: quem se dispõe a consumir drogas tem de estar previamente consciente das consequências do gesto, não apenas para si mesmo, mas para com os demais membros da sociedade onde vive. E saber que será penalizado duramente pelo mal que vier a causar.”, afirma Onyx Lorenzoni.

Escrito por onyxlorenzoni

abril 25, 2013 em 2:29 pm

Emancipação penal, uma alternativa para menores assassinos

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menor assassinoA cena em que um jovem é executado com um tiro na cabeça em frente a sua residência, sem que este tenha reagido ao assalto tomou conta dos jornais em todo o país. Perdeu a vida por causa de um celular. Aquele que puxou o gatilho, cometeu o crime três dias antes de completar 18 anos, ou seja, é um menor de idade. Este crime reacendeu a discussão sobre a redução da maioridade penal. Reacendeu. Pois o problema não é novo, nem a discussão.

O ponto central do debate é o artigo 228 da constituição que determina que um menor de 18 anos não possa ser julgado como um adulto. É um corte horizontal. Não importa a gravidade do crime cometido. Se, quando o crime foi cometido, o jovem tiver menos de 18 anos deverá ser julgado de acordo com uma legislação especial: o Estatuto da Criança e do Adolescente (o ECA).

Alterar o artigo 228 da constituição federal e fixar a maioridade penal em 16 anos é uma medida austera e que produz um novo corte linear. Determina, que um jovem de 16 anos é um adulto quando se trata de crimes de qualquer natureza. Como tal, é uma regra geral que trata de forma igual crimes de naturezas e motivações muito distintas. Não diferencia se o crime foi intencional ou não, se causou morte ou não.

 Meu entendimento é diferente. Crimes intencionais contra a vida merecem um tratamento diferenciado. Tirar a vida de uma pessoa não pode ser tratado como uma ofensa menos grave se o criminoso for um menor de idade. O fato de um assassinato ter sido cometido por um menor não muda em nada o sofrimento da família da vítima. Nestes casos, se espera que a punição seja tão severa quanto à violência que foi cometida. Se um menor de idade deliberadamente assassinou uma pessoa ele deve ser julgado como adulto.

Em 2007 apresentei um projeto de lei (PEC 85/2007) que propõe uma exceção na maioridade penal de 18 anos. Nos casos de crime intencional contra a vida, praticados por jovens entre 16 e 18 anos o juiz terá a possibilidade de “emancipar” o menor julgando-o como adulto. As condições para que o juiz possa proceder a “emancipação para fins penais” serão a avaliação de uma equipe multidisciplinar que avaliará o jovem e determinará se ele tinha plena consciência para assumir a responsabilidade pelo ato que praticou quando cometeu o crime, condição indispensável para o juiz decidir pela emancipação.

A lógica é a seguinte. Se existe o entendimento que o crime não foi um acidente e de que o assassino tinha plena compreensão do que fazia, então este menor – dentro daquela faixa etária de 16 a 18 anos – será emancipado e julgado como adulto.

Esse tipo de avaliação não é exatamente uma novidade. Nos casos de pessoas portadoras de deficiências mentais que se envolvem em crimes, essa avaliação é um ponto central do julgamento. Discute-se se a pessoa tinha consciência do ato que praticou ou se não tinha a compreensão adequada do que fazia. O que se pretende é que a mesma lógica seja aplicada aos menores que cometem crime contra vida.

Não deveríamos adotar a idade como critério exclusivo para crimes dessa natureza. A sociedade vive em transformação e “menores criminosos” tornaram-se uma triste realidade em nossa sociedade. Amparados por um estatuto que foi criado para protegê-los, muitos “menores criminosos” se sentem intocáveis, acima das leis dos adultos.

Acredito, nesta proposta com firmeza. Creio que é um remédio viável para responder a esta intolerável brecha de impunidade. Uma brecha que dá segurança e sensação de impunidade aos criminosos e que dá ao resto da sociedade a sensação de impotência e insegurança. Tratemos crianças, como crianças; adolescentes como adolescentes e assassinos como assassinos.

Escrito por onyxlorenzoni

abril 17, 2013 em 10:30 pm

Democratas promove protesto na Câmara contra disparada da inflação

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Deputado Onyx Lorenzoni sugere criação de comissão geral no plenário da Casa para discutir medidas contra o descontrole da alta de preços

Por assessoria de imprensa

ImageParlamentares do Democratas levaram, nesta quarta-feira (10), ao Salão Verde da Câmara dos Deputados, carrinhos de supermercado com alguns dos produtos que mais tiveram aumento de preço em 2012 e 2013. Nos carrinhos tomate, cebola, batata, feijão e farinha de mandioca – que encabeçam a lista dos alimentos que mais tem pesado no bolso do brasileiro. Na manifestação, os deputados pedem uma ação mais eficiente do governo Dilma para controlar a inflação que está corroendo o poder de compra da população.

“O problema é que a inflação voltou. O governo tenta maquiar e não consegue. O que o Democratas fez hoje foi, de uma forma bem-humorada, uma cobrar do o que o governo está fazendo de verdade para combater talvez o que mais preocupa os brasileiros: a volta da inflação. Por essa razão, inclusive, sugeri e o líder Ronaldo Caiado vai adotar é esta proposta de realizar uma comissão geral no plenário para  trazer o presidente do Banco Central, o ministro da Fazenda porque é dever da oposição alertar ao governo no momento em que a inflação volta”, atesta o deputado Onyx Lorenzoni (Democratas-RS).

Pesquisa Nacional de Cesta Básica – DIEESE
Capital Inflação nos 3 primeiros meses 2013 (%) % da cesta no salário mínimo
São Paulo 10,29 53,91
Vitória 14,21 53,26
Manaus 13,17 52,66
Belo Horizonte 11,38 51,94
Porto Alegre 9,37 51,61
Rio de Janeiro 11,77 50,50
Brasília 12,61 49,82
Florianópolis 5,97 49,28
Curitiba 8,65 47,26
Belém 7,47 46,79
Goiânia 9,35 46,14
SAlvador 23,75 45,06
Fortaleza 11,04 45,00
Recife 12,48 44,89
Natal 16,52 44,77
Campo Grande 13,79 44,32
João Pessoa 15,47 44,03
Aracaju 20,52 39,43

A última pesquisa nacional do DIEESE nas capitais, divulgada semana passada, revelou que o cidadão que recebe um salário mínimo tem 45% da renda comprometida com a cesta básica e o reajuste do mínimo este ano foi de 9%.

Hoje, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deu mais um motivo de preocupação para as famílias brasileiras. Nos últimos 12 meses, o IPCA, índice oficial de inflação do País superou o teto da meta do governo federal de 6,5% chegando a 6,59%.   Sozinho, o grupo alimentos correspondeu a 60% da variação da inflação do mês passado, conforme pesquisa do IBGE. Em 12 meses, os alimentos acumulam alta de 13,48%, mais do que o dobro da inflação média no período (6,59%). As maiores altas do grupo alimentação na comparação anual foram farinha de mandioca (151,39%), tomate (122,13%), batata inglesa (97,29%) e cebola (76,46%) justamente os produtos mostrados pelos parlamentares do Democratas hoje na Câmara.

Já a pesquisa do DIEESE mostra que a cesta básica subiu acima dos 10% no mês passado em 16 das 18 capitais brasileiras. Foi no início do março que o Executivo editou a Medida Provisória 609/2013 desonerando produtos da cesta básica. Salvador registrou a maior alta no período: 23,75% seguida de Aracaju com aumento de 20,52%.


Escrito por onyxlorenzoni

abril 10, 2013 em 7:11 pm

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